Gabriel Sírio

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Sobre Gabriel Sírio

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  1. Será na quarta, dia 25, não? É o que foi divulgado, pelo menos.
  2. Irei. Já comprei as passagens. Também fui a Montevideu e acho que na Argentina não haverá o problema que houve no Uruguai. A título de curiosidade, o Nández, um dos jogadores do Peñarol que, se não me engano, esteve na confusão, hoje joga no Boca.
  3. É um absurdo e a própria torcida do Flamengo reclama dos preços. Parece que, até agora, não conseguiram lotar aquele estádio pequeno em razão disso. O ingresso visitante, aqui, também é caro, mas não chega a esse preço. Cobra-se o preço equivalente à arquibancada superior (100-120 reais, dependendo do jogo).
  4. Fui ao Mineirão no ano passado, pelo Brasileiro. O jogo foi sábado, 21h. Cheguei em BH por volta das 8h30. Do centro da cidade até o Mineirão o caminho é enorme. Estava com um amigo e arriscamos um ônibus para comprarmos os ingressos. 45-50 minutos na ida e o mesmo tempo na volta. Bem longe. Como não fui direto do aeroporto, não sei dizer quanto tempo você levaria ou qual é a melhor maneira de ir. Os ingressos foram vendidos em BH, no dia do jogo. Compramos por volta das 10h30. Nessa época, os ingressos para visitantes eram sempre vendidos fora de SP. A nova diretoria, aparentemente, mudou isso e os ingressos vêm sendo comercializados aqui em SP. Para o Uruguai, comprei aqui mesmo. Se forem vendidos por aqui e você puder comprar, com certeza será melhor. Peguei uma grande fila no ano passado (mais de 1h de fila, certamente). A torcida do Palmeiras começou a se concentrar perto do Mineirinho e, num certo momento, chegou um grupo de cruzeirenses e houve uma correria. Não vi exatamente o que aconteceu porque já estava mais próximo do Mineirinho, mas muitas pessoas reclamaram da falta de divisão por parte do policiamento. Como você vai sozinho ou num grupo pequeno, melhor evitar chegar com camisa do Palmeiras à mostra. Como você sabe, as torcidas de Palmeiras e Cruzeiro alimentam uma rivalidade muito forte há muitos anos e os esquemas de segurança para os visitantes pelo Brasil não costumam ser iguais ao esquema que a Polícia faz em São Paulo. Enfim, é melhor se prevenir. Na volta, você provavelmente vai sair andando pelas mesmas calçadas e ruas que os cruzeirenses usarão, a partir de certo ponto - pelo menos foi assim comigo no ano passado, e sinceramente não vi outra rota possível. A recomendação a respeito da camisa segue valendo, portanto. O estádio fica longe do aeroporto. Pela distância e por ser um dia de semana, tenho a impressão de que seu tempo será curto, considerando o horário em que você vai chegar. O jeito é desembarcar e já sair direto para o estádio, de preferência com ingresso já comprado em SP (se ainda tiver ingresso na bilheteria a essa hora, a fila poderá ser razoável e, pela proximidade com o horário do jogo, os cruzeirenses já deverão estar por ali).
  5. Por favor, não desenterrem tópicos antigos. Isso é contra as regras e atrapalha o andamento do fórum.
  6. Não, serão contados até o final.
  7. Talvez os públicos totais sejam parecidos, mas algumas observações devem ser feitas: - o Palmeiras já tem uma vantagem muito boa, de modo que seu jogo tem muito mais aquele clima de "cumprir tabela" do que o jogo do Santos, que precisa virar um placar negativo; - ao contrário do Santos, o Palmeiras joga sempre em São Paulo; o Santos jogar em SP representa uma oportunidade rara para vários torcedores deles; - a torcida da Ponte deve lotar o setor visitante, pelo tamanho que tem, pela vantagem que construiu e pela pequena distência; de Novo Horizonte evidentemente deve vir muito menos gente e isso tem impacto no público do jogo; - o Palmeiras joga na quarta pela Libertadores, também em SP, e, por questões financeiras, muitos torcedores acabam tendo de escolher um entre os dois jogos para ir e - os preços dos ingressos do Santos provavelmente serão mais baixos que os preços praticados pelo Palmeiras.
  8. No primeiro jogo em que foi feito, não lembro se contra o Sport ou contra o Inter pelo Brasilerão 2016, estava ok, apesar de tudo, porque bastava mostrar o Avanti ou o voucher ao policial militar. Como havia vários policiais militares na barreira, também havia, por assim dizer, vários "pontos de entrada" na barreira e o fluxo não ficava muito prejudicado. No máximo, era preciso esperar uma ou duas pessoas, sem problemas e sem filas, até porque o policial só olhava o Avanti e pronto. Nesse dia, a medida, para mim, vagava entre a indiferença e a aprovação, porque realmente tinha ficado mais fácil andar pela Turiassu e a barreira não representava um inconveniente. No entanto, depois conseguiram deixar o negócio bem pior. Em vez dos PMs, uma funcionária da Futebolcard passou a fazer a checagem. A verificação passou a demorar mais, porque ela, diferentemente do que faziam o PMs, pede o Avanti, um documento pessoal com foto e vai checar no tablet seu nome/sua compra. A verificação individual passou, vá lá, de 5 segundos para 1 minuto, 1 minuto e meio. E, o pior de tudo, acabaram os "pontos de entrada" na barreira: existe apenas um ponto, apertado, num canto. O fluxo piorou demais, então, pelo aumento do tempo na verificação da compra de cada torcedor e pela diminuição dos pontos de passagem - antes eram 5, 6 policiais; hoje, UMA única pessoa. Surgiram as filas e, não raramente, alguns tumultos nessas filas. Se a ideia principal era afastar os ambulantes, a verificação inicialmente colocada em prática (leia-se, a dos policias) já era mais que suficiente. Bastaria olhar para o sujeito para ver que ele não é ambulante, por não estar portando caixas, isopor ou algo que o valha. Isso seria suficiente. Para confirmar, pediam ainda para que o torcedor mostrasse o Avanti/voucher. Isso já era mais que suficiente. O que existe hoje parece ultrapassar a razoabilidade, qualquer que seja o motivo da existência das barreiras.
  9. Em que isso prejudica? Uma barreira é feita na entrada da Turiassu. Muitas vezes colocam uma (sim, UMA) mulher para checar Avanti por Avanti com um tablet. Ela pega o Avanti, pede outro documento do torcedor e vai ao trablet checar. Um por um, e a checagem de alguns leva minutos. Você consegue imaginar a fila que isso forma num jogo minimamente movimentado. Contra o Wilstermann, em alguns momentos a fila (para entrar na rua!) se estendeu por muitos e muitos metros em direção à Avenida Antarctica. O torcedor se encontra, então, numa fila absurda (de novo, para entrar numa rua!), com o horário do jogo se aproximando e sequer sabe se vai realmente conseguir entrar no estádio antes do início da partida - será que todos entraram? Quando alguns torcedores, de forma muito educada, manifestaram descontentamento, o que ouviram foi um simpaticíssimo "chegue mais cedo", isso porque o jogo começaria às 21h45 e essa cena eu presenciei às 20h30, mais de uma hora antes do jogo. Numa quarta-feira, as pessoas realmente nada mais têm a fazer. Devem chegar ao estádio 11 horas antes de partida, assim todos têm assegurada sua entrada antes do início da partida. É um transtorno lamentável pelo qual a torcida do Palmeiras (e só ela, nenhuma outra no país) tem de passar, agora também no Pacaembu (!). Isso tudo pra não dizer que amigos que tenham ingressos para setores diferentes hoje já têm muitas dificuldades para tomar uma cerveja antes do jogo, que os comerciantes da região foram afetados etc. E até aqui praticamente só mencionei a situação do torcedor que já está com seu Avanti/ingresso na mão para entrar. Nem seria preciso dizer o que uma medida dessa, que não bloqueia apenas a Turiassu, mas também outras ruas próximas ao estádio, produz no trânsito da região, tanto para torcedores que chegam ao estádio de carro quanto para pessoas que estão voltando do trabalho para casa. O trânsito de São Paulo já é uma maravilha sem isso. Com o fechamento de ruas numa zona movimentada da cidade fica ainda melhor. Levar cinquenta minutos para, de carro, dar uma volta num quarteirão realmente é uma situação que não gera qualquer transtorno, nem aos torcedores, nem à população da cidade. Os ambulantes, supostamente os principais alvos da medida, apenas mudaram de lugar e se colocaram antes da barreira. Na saída do jogo contra o Wilstermann, estavam amontoados (literalmente) a partir do ponto em que acabava a barreira, o que provocou um tumulto maior do que aquele que normalmente era visto nas saídas de jogos quando não havia a barreira. Estão alguns metros para lá, nada mais. Imagine só como o torcedor vai comprar uma camisa pirata agora, em vez de "ajudar o Palmeiras"! Que dificuldade criaram! O sujeito vai ter que acabar comprando a oficial, não é mesmo? Da segurança nem se fale. Com a Praça Charles Miller isolada, meu Deus. O deslocamento ao estádio será tão seguro quanto andar por um vilarejo da Noruega num fim de semana. Eu me sentia inseguro em frente ao Allianz; agora, com a "muvuca" um quarteirão para cima ou para o lado já não tenho qualquer preocupação. Realmente... O custo x benefício (?) da medida é fantástico. Se você ainda não entendeu ou não se convenceu do "prejuízo", fique à vontade para dizer e eu continuarei escrevendo. Posso fazer a parte 2, a 3 e a 4 desse post. Mais exemplos não vão faltar - e prometo nem entrar nessas discussões sobre os aspectos jurídicos da medida, como fez o Siena.
  10. É bem provável que seja.
  11. Exato. O pedido talvez seja do próprio Palmeiras.
  12. Não cabem 14 mil na amarela e 14 mil na verde. Teríamos quase 30 mil pessoas nessa conta. As arquibancadas amarela e verde têm, juntas, capacidade para pouco mais de 10 mil pessoas (5 mil e poucas em cada). No Pacaembu cabem pouco mais de 40 mil pessoas. Chegamos a jogar com públicos maiores que 35 mil, como contra o Tijuana em 2013 (36 mil e alguma coisa, no total), público que só não foi ainda maior pela ausência de torcida visitante (vieram uns 10 torcedores deles). Mas, de fato, era muito difícil passar de 35 mil.
  13. O acesso no Pacaembu se dá da mesma maneira, com a carteirinha do Avanti na catraca. Sócio Avanti que carregar o ingresso no cartão não precisa retirar.
  14. Sim, será no novo estádio do Peñarol, não no Centenário. No Centenário seria bem mais tranquilo.