Djalma Verdão

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Sobre Djalma Verdão

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  • Data de Nascimento 23-03-1959

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  1. Então Sérgio, No meu entender a coletiva deveria ter sido com o Felipe Mello, Cuca e o Galiotte e colocarem um ponto final nesse episódio. Nesse aspecto houve uma falha do alto comando do Palmeiras.
  2. A reintegração do Felipe Melo pode ter desagradado uma parte considerável da torcida, mas é importante não perder de vista que ele representa um custo o qual não pode ser jogado pela janela a fim de não comprometer o investimento feito ou o impacto ser o menor possível sobre o mesmo. Daí nessas horas a razão prevalecer sobre a emoção. Por esse motivo que certos jornalistas da imprensa psicopata têm é mais que SE DANAREM. Se esse episódio estivesse ocorrendo no lixão da marginal sem número esses jornalhas já teriam mudado o foco.
  3. Acho importante esse posicionamento. Mas sobre esse assunto de mundial, só começou depois que o LIXO DE ITAQUERA ganhou em 2012 aquele mundialeco sobre o Chelsea, o São Caetano de Londres. Não troco nenhum desses mundiais de SCCP, SPFW etc pela Copa Rio 1951, avaliado pelos melhores especialistas em futebol como o Campeonato Interclubes de maior alto nível técnico até hoje. Dane-se Mundial. E se 51 é Pinga, 171 é Cúrintias e 24 é SPFW.
  4. O melhor para o Palmeiras é todos UNIDOS. Portanto será ótimo o entendimento entre Felipe Mello, Cuca, Galiotte e Mattos. Em 1994, Edmundo teve um atrito semelhante com Vanderlei Luxemburgo e Parmalat e foi afastado do elenco. Porém o bom senso prevaleceu, Edmundo se entendeu com Luxemburgo, com o Elenco e o PALMEIRAS FOI CAMPEÃO BRASILEIRO, jogando UM FUTEBOL DE ALTO NÍVEL, inclusive o Edmundo.
  5. Prezado Hugo, Não sei se é somente comigo, mas o login está instável. Basicamente o que acontecia no antigo lay-out quando fazíamos o acesso pelo Smartphone. Abraços.
  6. Hoje acertou nas entradas do Keno e Hyoran. Creio que o Mayke merece um nova chance no lugar do Jean. Sobre a zaga, o Dracena não está na sua melhor fase, mas sente muito a falta do Mina. Victor Hugo faz falta nessa zaga, assim como os gols de escanteio que ele quase sempre fazia.
  7. Segue abaixo, extraído do antigo site Palestrinos (era o melhor site especializado na História do PALMEIRAS) Trecho da Ata de Fundação do Palestra Itália. Notem que o futebol é o CARRO-CHEFE e não o "social" como a "razão da existência do clube", segundo o "Sr. Mustafá". "Em 1914, o hoje nacionalmente conhecido Clube Espéria se chamava "Societá dei Canottieri" (Sociedade dos Remadores). Lá, se jogava a bocha e, como dizia o próprio nome, se praticava o remo. Mas o futebol começava a despertar paixões, já que há muito era praticado na Itália com o nome de "calcio". Quatro italianos - Luigi Cervo, Ezequiel De Simone, Luigi Emanuelle Marzo e Vicenzo Ragognetti - eram os mais animados dentre aqueles que moravam no então totalmente italiano bairro do Brás. Eles se encantaram com a visita do Torino e do Pro Vercelli, times do futebol italiano, e resolveram que os filhos da Itália e os filhos dos filhos da Itália também precisavam de uma equipe de futebol. Mal o Torino e o Pró Vercelli embarcaram de volta à Itália e os quatro italianos — Luís Cervo, Ezequiel Simone, Luís Emanuelle Marzo e Vicente Ragonetti — arregaçaram as mangas no intuito de fundar o clube com o qual tanto já sonhavam. Não haveria mesmo momento mais propício, já que toda a comunidade italiana se encantara com a presença das duas equipes patrícias. Na época, circulava em São Paulo um jornal, o "Fanfulla", órgão oficial e porta-voz voltado aos italianos que trazia, sempre, notícias da Velha Bota. Como Ragonetti era um de seus fundadores, não teve dúvidas em conclamar a presença de todos os conterrâneos na edição do dia 19 de agosto de 1914. O texto era o seguinte: "Todos os quais desejarem participar da criação de um clube italiano de calcio (futebol) devem comparecer às 20h00 no número 2 da Rua Marechal Deodoro para a reunião de fundação do Palestra Itália". O nome do clube, como se vê, já estava decidido antecipadamente. Muito se esperava, mas pouco se conseguiu. Muitos pensaram que o clube teria, como os outros da época, recitais e bailes. Mas não: os quatro rapazes estavam decididos que o carro-chefe do Palestra Itália seria o futebol, e disso não abririam mão. Após muita discussão e o impasse a que se chegou, foi desfeito o engano. Os descontentes e decepcionados se foram, e uma nova reunião foi marcada para a semana seguinte, dia 26 de agosto de 1914. Foram seis longos dias de muita expectativa. Os quatro rapazes - Cervo, Simone, Marzo e Ragonetti - mal puderam esperar até que chegasse aquela data. Mas, enfim, o sol nasceu em 26 de agosto de 1914, uma quarta-feira que entraria para a história do futebol brasileiro e mundial. Exatamente na hora marcada, estavam presentes ao número 2 da Rua Marechal Deodoro exatas 46 pessoas, hoje consideradas as fundadores do clube. É verdade: esperava-se mais gente. Mas ao menos tinham os quatro jovens a certeza de que aqueles outros 42 homens sabiam exatamente o que poderiam esperar do Palestra Itália - pelo menos em seu início, esta seria uma agremiação de calcio. Ou de futebol, como chamavam-no os brasileiros. Muita alegria, gargalhadas e confraternização, um bom vinho para brindar mais um "oriundi" que nascia mas... E o dinheiro? Em meio à paixão característica do italiano, este detalhe fora relegado a segundo plano. O mais importante era fundar um clube. Só que, feito isso, o que era secundário passou ser primordial. E se percebeu, então, que havia pouco, ou quase não havia. Claro que a honra de se tornar o primeiro presidente do Palestra Itália caberia a um dos quatro principais batalhadores do seu surgimento. Daí o grande problema que herdou, um segundo após ser eleito, Ezequiel Simone. Não bastassem os bolsos vazios, aquele italiano se viu às voltas também com uma série de conflitos de interesses, já que todos os 46 sócios-fundadores se julgavam no direito - e de fato o tinham - de fazer valerem suas opiniões particulares. Pressionado, sem alternativas e sentindo rasgar sua pele a solidão à qual o poder muitas vezes relega aqueles que o detêm, a verdade é que Ezequiel Simone permaneceu no comando por apenas 19 dias, cedendo seu posto a Augusto Viccari."
  8. LUGAR DE GAMBÁ É EM ITAQUERA! "SOU O MUSTAFÁ CONTURSI - Vocês me conhecem amigos? Olá amigos, muito prazer, meu nome é MUSTAFÁ CONTURSI Goffar Majzoub e nasci em 1940. Fui presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras entre os anos de 1993 e 2005. Eu estava sumido, mas agora que o futebol do Palmeiras não está indo muito bem, resolvi aparecer um pouco, e falar com meus amiguxos da imprensa GamBambi. Aos mais jovens, que não me conhecem direito, vou me apresentar, para que no final saibam quem eu sou e do que sou capaz. Primeiramente, eu fui contra o contrato de Co-Gestão com a Parmalat, que foi fechado com a S.E.P. no ano de 1992 ainda na gestão do antigo presidente Facchina Nunes e com a intermediação de Luiz Gonzaga Belluzzo e outros. Mas como quando assumi em 1993 o contrato já estava assinado, eu tive que engolir a seco, mesmo contrariado. E como era a Co-Gestão com a Parmalat? Eles contratavam todos os grandes craques do país na época, pagavam 50% dos seus salários, e ainda davam ao Palmeiras 6 milhões por ano para estampar sua marca no uniforme da equipe. O diretor de futebol contratado pela Parmalat administrava o futebol, José Carlos Brunoro, cuidava das contratações, do quanto o clube iria receber de patrocínio, fazia a empresa pagar os 50% da folha salarial etc. E qual era a minha função na época da Parmalat? Bem eu apenas ficava pondo o dinheiro debaixo do colchão, já que sobrava ao clube tudo o que arrecadava com bilheterias, televisão, patrocínios e ainda ganhavamos 20% dos lucros da venda de cada jogador. Eu não tinha que fazer absolutamente nada, e só via o dinheiro entrando e a conta do clube aumentando. Essa foi minha vida como presidente de 1993 a 2000, onde ganhei as glórias sem ter feito nada. Mas como tudo que é bom dura pouco, aconteceu o pior; a Parmalat saiu do Palmeiras no final do ano 2000, e desde então, o futebol do clube ficou todo sob o meu poder. Pude fazer o que sempre desejei, que era mandar e desmandar no Palmeiras. Mas pelo menos enquanto a Parmalat esteve no Palmeiras, consegui juntar 65 milhões de reais, e olha que se minha administração fosse boa, daria para ter juntado mais de 150 milhões, tamanha era a mamata hehehe. Mas deixei de pagar as dívidas do clube com o governo, de recolher impostos etc, e isso acabou se transformando em 35 milhões de débito, dinheiro que o governo cobrou do clube no ano de 2009 e teve que ser pago. Belluzzo se lascou hehehe. No período de 2001 a 2005, o Palmeiras tinha os piores contratos de patrocínio do Brasil, tanto para estampar a marca na camisa, como fornecedor de material esportivo. Só para vocês terem uma idéia, a S.E.P. recebia cerca de um sétimo do valor que o Flamengo recebia da Petrobras. Adotei a política da Ditadura, e o sócio que falasse mal de mim dentro do clube era expulso ou impedido de entrar na sede social. Ninguém entendia o que eu fazia com tanto dinheiro guardado debaixo do colchão, já que o Palmeiras na época era tido por todos como o clube que tinha a pior estrutura do Brasil, e o pior CT também. Categorias de base eu nunca investi um único centavo. Mas nunca gostei de presidir o Palmeiras, e minha vontade sempre foi ser presidente da CBF, Clube dos 13, ou algum grande cargo do futebol brasileiro. Para isso, tive que fazer algumas jogadinhas políticas, e a primeira delas aconteceu quando a FIFA resolver fazer o 1º Mundial de Clubes no ano 2000. O Palmeiras por ser o campeão da Libertadores 1999 tinha vaga garantida. A segunda vaga seria para o campeão Brasileiro de 1999, como representante do país sede. Mas para o torneio dar certo, meus amiguinhos da CBF achavam que teria que ter um clube Paulista, e um carioca, para terem uma sede no Estado de São Paulo e outra no Rio de Janeiro. Achei que fosse um grande momento de crescer nos bastidores do futebol, e por isso em junho de 1999, antes mesmo do Brasileirão 1999 terminar e sem ainda ter o vencedor definido, eu sugeri que ao invés de ir o campeão Brasileiro de 1999 para o torneio da FIFA, fosse o de 1998, e com isso, eu poderia doar a vaga do Palmeiras na competição para o meu amiguinho Eurico Miranda, já que o Vasco havia ganho a Libertadores em 1998. Resumindo a história, no Mundial da FIFA de 2000 os times brasileiros foram representados por clubes que ganharam títulos em 1998, e o Palmeiras campeão da Libertadores 1999 e com direito adquirido para participar da competição foi passado para trás. Recebi a promessa de que participaríamos do Mundial da FIFA 2001 na Espanha, mas o torneio nem aconteceu hehehe, ferrei o Palmeiras. Disputamos a Libertadores de 2001, e nela surgiu um meia chamado Lopes, vulgo 'o Cherador', que foi artilheiro da competição. Recebi uma proposta do Milan de 8 milhões de dólares para negociá-lo, e recusei. Seis meses depois ele saiu de graça do clube. No ano de 2002, pude dar um golpe duro na nação Palmeirense que já não estava gostando da minha administração, por conta da minha falta de investimento no time de futebol e dos plantéis fracos que eu montava. Resolvi fazer um time baratinho, só com jogadores péssimos, e então deixei o Luxemburgo ir embora, já que ele estava cobrando reforços, e ainda mandei embora o Alex 10, Magrão entre outros. O time de 2002 que jogou a maioria das partidas era: Sérgio, Leonardo, Alexandre Bocão, César e Rubens Junior; Paulo Assunção, Juninho Pé Torto e Zinho e Nenê; Muñoz e Itamar. Téc: Levir Culpi . Marcos e Arce estavam no elenco, mas jogaram poucas partidas, devido a lesões e convocações para seleção. Sabe qual foi o resultado desse time fraco e barato?. A SEGUNDA DIVISÃO, a maior vergonha que a torcida do Palmeiras já passou em toda história hehehe. No ano de 2003, o time que eu montei para disputar a Segundona, levou de 7 a 2 do Vitória-BA dentro do Palestra Itália na Copa do Brasil e foi eliminado. O time realmente era muito fraco. No início da segundona, o Palmeiras começou patinando, emptando em casa contra o América-RN, perdendo fora para o Remo, e todo mundo achava que não ia conseguir subir. Eis que surge a torcida do Palmeiras fazendo protestos, e cobrando para por a molecada para jogar a Segundona, já que os jogadores ruins que eu tinha trazido não estavam dando conta do recado. A torcida pressionou para que eu subisse Glauber, Alceu, Diego Souza, Edimilson e Vagner Love para o time principal, e que eles fossem titulares. A molecada com o apoio total do torcedor começou a jogar bem, venceram praticamente todos os jogos, e infelizmente, voltamos para a Série A. Em 2004, a molecada que a torcida bancou era boa demais, só não ganhou a Copa do Brasil por uma fatalidade incrível. No Brasileirão do mesmo ano, goleou o meu Corinthians por 4 a 0, o Santos na Vila por 4 a 0 e ainda venceu o São Paulo no Pacaembu por 2 a 1 e assumiram a liderança no Segundo Turno, mas como eu não queria que o pior acontecesse, que seria o título, vendi a preço de banana Vagner Love e Edimilson e desmontei o time. Adeus título Brasileiro. Os dois maiores nomes do Palmeiras foram vendidos por 7 milhões de dólares juntos, sendo que na mesma época o Santos vendeu o Robinho por 35 milhões de dólares." (Ricardo Cristelli Lugarinho) (novembro/2011)
  9. O presidente Maurício Galiotte precisa ser um PRESIDENTE PRESENTE, como foram todos os PRESIDENTES VITORIOSOS na História do Palmeiras.
  10. Fixei, conforme sugerido. À consideração superior da Administração do PTD. Djalma Verdão.
  11. Tem o meu apoio incondicional. Só apoiaria a sua saída se no seu lugar viesse Joachin Löw, Guardiola, Klismann em diante. Não é prepotência, é o que o Palmeiras MERECE. O Palmeiras não time de LADRÕES CORRUPTOS.
  12. Eduardo, Concordo plenamente com você. Tem certos jornaleiros da imprensa que deveriam estar presos por mentirem, são corruptos e eu não tenho o menor constrangimento de chamá-los assim, pena que é apenas pelo Twitter, pois a vontade é de falar pessoalmente para cada um deles. Vamos criticar? Sim, mas nunca embarcar na onda desses canalhas, corruptos.
  13. É o gambá da Argentina.
  14. O assalto daquele Ubaldo Aquino em Buenos Aires até hoje é revoltante.