LucasDM19

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  1. http://www.mfrural.com.br/produtos.aspx?categoria3=327&nmoca=fertilizantes-agricolas-fertilizantes-organicos-esterco-bovino&ordem=cidade Achei legal as descrições nesse site. "Esterco bovino. 2 carradas a cada 15 dias. R$300,00 retirando no local ou se preferir entrega será adicionado o valor do frete."
  2. Acho que chamar de paulistinha só quando perde não é uma boa. Fora isso, pretendo fazer o seguinte: no ano que vem, não verei nada do Campeonato Paulista. Seja TV, seja estádio. A federação ganhou rios de dinheiro com porcentagem da renda do Allianz. A RGT bateu recorde de audiência com um Derby. Para mim, esse campeonato não existirá. Espero que o Palmeiras entre com o sub-20. Não ligaria nem para um eventual rebaixamento. Acho que a hora do enfrentamento é essa. Teria o impacto financeiro e de visibilidade, claro. Mas acho que a batalha vale a pena.
  3. Destaquei dois pontos que são excelentes. O Palmeiras está preocupado com outros fatores além do dinheiro. A chance de cair em uma cilada estilo DryWorld. Se tiver uma boa rede de distribuição, as vendas iriam ficar ainda melhores, e o Palmeiras iria ganhar muito mais dinheiro no esquema dos royalties.
  4. NSP bom era esse aqui:
  5. Tenho para mim que a "fonte confiável" dessa galera é o próprio empresário do Roger Guedes. "Mattos se comprometera com os empresários de Guedes, que tratam de sua ida ao futebol italiano, tudo fazer para que a venda seja muito bem sucedida" Parece até uma propaganda bem discreta.
  6. Esse site estima os retornos financeiros dos canais do Youtube: https://socialblade.com/youtube/user/palmeirascombr Pelo que está aí, ganham até 9 mil dólares por mês.
  7. A ideia é bem legal, mas acho que esbarra na bendita inscrição do Paulista. Se eu não me engano, apenas esses jogadores podem ser usados no Paulista: Goleiros: Fernando Prass, Vagner e Vinicius Silvestre Laterais: Lucas, João Pedro, Zé Roberto e Egídio Zagueiros: Edu Dracena, Leandro Almeida, Roger Carvalho, Vitor Hugo e Thiago Martins Volantes: Arouca, Jean, Matheus Sales e Thiago Santos Meias: Allione, Régis e Robinho Atacantes: Dudu, Alecsandro, Erik, Cristaldo, Gabriel Jesus e Lucas Barrios O elenco ficaria bem apertado durante essa fase de grupos. Talvez time titular treinando separado, e outra formação imediatamente reserva para o paulista. Jogadores como o Luan, Taylor e outros, continuariam de fora.
  8. A ideia é bacana, e acho que chegaram a sugerir algo do tipo, há alguns anos, nesse fórum. Poderíamos dizer que tem algo parecido com isso, na figura do analista de desempenho. O pênalti pego ontem, por exemplo, teve dados fornecidos por esse departamento: http://www.foxsports.com.br/videos/6367283...alise-e-feeling O cara que faz isso é o Altamiro Bottino: http://www.palmeiras.com.br/noticias/ler/3...as#.VtWHZJwrKUk Trabalha com perfis para cada jogador, estudam evolução do elenco (parte física, na maior parte). O Cícero na entrevista de final do ano passado comentou sobre terem ampliado esse trabalho para as categorias de base. O meu palpite para esse esquema de treinadores separados não ser usado no futebol tem a ver com a dinâmica de jogo. Na NFL, pelo que eu saiba, existem posições bem especializadas. Tipo alguém que tem a função de chutar a bola. No Baseball, os jogadores vão rebater sozinhos a bola, um por vez. Facilita o esquema moneyball, e as estatísticas. No futebol, as estatísticas tem de ser levadas com mais parcimônia, pois os 10 jogadores de linha atuam ao mesmo tempo. A grande questão é como a comissão técnica usa esse repertório de informações. E como o time implementa isso em campo.
  9. EI aumenta oferta e iguala valor de luvas oferecido pela RGT aos clubes O canal fechado Esporte Interativo aumentou em R$ 20 milhões o valor das luvas oferecidas aos clubes para fecharem com ele, de R$ 40 milhões para R$ 60 milhões, segundo este blog apurou com fontes que participam das negociações. Na prática, o Esporte Interativo igualou a proposta de luvas apresentado aos clubes pela Globosat, também de R$ 60 milhões, para os direitos do Brasileirão na TV por assinatura no período entre 2019 até 2024. A negociação entre Esporte Interativo e clubes envolve apenas a TV fechada. Não há proposta do canal para a TV aberta ou para o pay-per-view. Uma fonte ligada a um clube comemorou o fato de que a disputa entre os canais esteja se convertendo em benefícios financeiros, apesar de não saber informar se o valor das luvas do Santos, único time que já admitiu ter fechado com o Esporte Interativo, também será alterado para cima. O argumento é de que quem souber manter o sangue frio nesse momento possivelmente terá mais vantagem. Com o São Paulo, que acertou ontem à noite, nove clubes já fecharam com a Globosat. Os outros são Corinthians, Vasco, Botafogo, Vitória, Sport, Cruzeiro, Atlético-MG e Fluminense. Se o Esporte Interativo cedeu ao aumentar as luvas, a Globosat também cedeu ao adequar sua fórmula de distribuição de cotas para o que a maioria dos clubes defende, que é 0 modelo inglês: 40% distribuídos de forma igual, 30% por premiação e 30% por audiência. O Esporte Interativo, que faz parte do grupo Turner, tem a Copa do Nordeste e a Liga dos Campeões. O canal entrou este ano na grade da operadora NET, mas não há previsão de sua inserção na grade da Sky, segunda maior operadora do país. As principais atrações do canal são a Copa do Nordeste e a Liga dos Campeões. Um terceiro canal, Fox Sports, entrou na disputa com Globosat e Esporte Interativo pela Copa do Brasil. Os três canais já abordaram a CBF interessados nos seus direitos, porém a entidade ainda não abriu negociações com nenhum dos três canais. http://blogdoohata.blogosfera.uol.com.br/2...obo-aos-clubes/ Destaque para o negrito. Pelo que eu li, Palmeiras, Grêmio e Flamengo são os que menos tem pressa nessa negociação. A situação tende a ficar cada vez mais vantajosa.
  10. Esse tópico está incrível. Era coisa digna de virar matéria de destaque, nos programas esportivos. Pena que o pessoal não atuam mais como jornalistas. Por enquanto, considero mais vantajoso o Palmeiras apenas utilizar o estádio. Existem receitas que estão caindo nas mãos da WTorre (naming rights, camarotes, etc), mas tem também a questão da manutenção do estádio. Se não me engano, o Palmeiras não precisa de desembolsar nada para isso. Pintura, troca de gramado, essas coisas. Já seria uma despesa a mais, sem contar essa parcela salgada do empréstimo com o BB. Da maneira como está hoje, o clube pode focar mais o seu orçamento no time, e menos na gestão de um estádio, dos eventos, e dos parceiros. Todos ganham, dessa forma.
  11. Eu tenho para mim que eles estão começando aos poucos. Molhando a canela, antes de dar o mergulho. Vendo o potencial de transmissão ao vivo no YouTube. Quanto mais pessoas, melhor nesse caso. Talvez em algum futuro próximo, possam notar que geram receitas suficientes para efetuarem transmissões via streaming. Aí, não venderiam mais os direitos de transmissão pela internet em um pacote fechado com a RGT. Eles podem estar considerando isso. Tanto é que testaram no aplicativo do Palmeiras a transmissão do torneio, e agora viram no YouTube. Podem estar comparando os resultados de ambos. Até por que estão com número de usuários parecidos. Pelo discurso deles, o número ideal de inscritos no canal deveria ser da ordem de 500 mil. Aí, teria escala para negociar ótimos números com o YouTube, e com possíveis parceiros. Ah, sim. Tem também um grande problema, que é a necessidade de autorização do outro time para poder transmitir. E acho que os clubes adversários não iriam liberar de tão bom grado ($$$$$) uma transmissão na TV Palmeiras.
  12. Eu muitas vezes acho que é fácil ser jornalista esportivo no Brasil. É só ver alguns jogos, de preferência do estado que você mora(cariocas com os clubes do RJ, gaúchos com GreNal, etc), e acompanhar um pouco do teu time do coração, que nunca é revelado abertamente. Para os outros times do campeonato, basta ver o Twitter. Acreditar em todos os boatos ou papinhos. Não se tem apuração. E se pode notar isso nessa questão: De onde o Palmeiras contrata tanto? Boa parte deles não sabem. Assim como eu não faço ideia de como o Fluminense está contratando uma galera aí (acho que é pacto com o tinhoso). Mas eu também não sou jornalista, oras. É função dele estar inteirado de tudo isso. Os programas estilo "Bate Bola", com 80 edições ao dia, é o que impera. Matérias de zoeira. E conhecimento tão raso quanto um pires de leite. Tratam bem os times badalados, e puxam saco dos jogadores de grife. Os jornalistas gostam de criticar o amadorismo dos dirigentes, mas isso também se aplica a eles. Salvo poucas exceções (PVC, Paulo Calçade, e mais alguns, ao meu ver), também são tão amadores quanto a dupla B1 e B2 no Palmeiras. Estava vendo o programa ontem também (por pura falta do que fazer, e não tinha nenhum programa esportivo passando no horário). Esse programa é folclórico (no mal sentido). Está virando quase um "Na Geral", onde vários torcedores ficam falando abobrinha. E todos deixam meio que explícito para qual time eles torcem. O gordinho é santista, o Maurício Prado é flamenguista. Tem outro lá que é botafoguense. E por aí vai. Ficam discutindo vapor, falando se o Pato daria certo no Corinthians, se Ganso iria bem no Flamengo. O que eu vejo na TV é basicamente futebol, e nada mais. Na próxima, acho melhor deixar a TV desligada.
  13. Não sei se já postaram, ou não. Notícia que pode explicar a tal reunião da FPF. Agora ou nunca: manifesto de clubes cobra organizarem o Brasileirão A reunião de segunda-feira entre os presidentes dos sete clubes paulistas nas Séries A e B do Brasileirão não produziu uma revolta como se imaginava. Os sete e mais o presidente da Federação Paulista, Reinaldo Carneiro Bastos, definiram apoiar a candidatura do Coronel Nunes. à vice-presidência da região Sudeste, na CBF. Mas a decisão é de pressionar e condicionar o apoio ao atendimento de exigências dos clubes. Não é possível dizer que os clubes tenham saído da inércia após a renúncia de Marco Polo Del Nero, mas há um esboço de movimento pedindo a adminisstração dos Campeonatos Brasileiros das Séries A, B, C e D, como condição ao apoio da candidatura do Coronel Nunes. A expectativa é entender se os dois movimentos existentes podem se unir. De um lado, os sete clubes paulitas. Do outro, os 15 fundadores da Primeira Liga, responsável pela criação da Copa Rio-Sul-Minas. Abaixo, o manifesto assinado pelos sete clubes paulistas. Carta à CBF Nós, presidentes da Federação Paulista de Futebol, de Bragantino, Corinthians, Oeste, Palmeiras, Ponte Preta, Santos e São Paulo, após reunião nesta segunda-feira (7), entendemos, em conjunto, que chegou a hora de os clubes assumirem o protagonismo dentro da CBF. Unido, o futebol paulista reivindica que a gestão da CBF conduza um processo de transição para mudanças profundas no modo de administrar o futebol. Este, na nossa visão, esgotou-se e precisa ser reconfigurado, como ficou evidente após os recentes escândalos no nosso esporte. A primeira medida que será cobrada prevê que a Comissão de Clubes da CBF comande efetivamente a organização das Séries A, B, C e D do Brasileiro. Defendemos que deve caber a esta comissão atuar de forma direta na elaboração do calendário do futebol nacional, na condução de todas as negociações comerciais e de marketing que envolvam os campeonatos brasileiros, além de promover mudanças no atual modelo de arbitragem. Alinhados, cobraremos atitudes coerentes com estes princípios de quem quer que esteja no comando da CBF em 2016. São Paulo, 7 de dezembro de 2015 Reinaldo Carneiro Bastos Presidente da Federação Paulista de Futebol Marcos A. Nassif Abi Chedid Presidente do Clube Atlético Bragantino Roberto de Andrade Presidente do Sport Club Corinthians Paulista Ernesto Francisco Garcia Presidente do Oeste Futebol Clubes Paulo de Almeida Nobre Presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras Vanderlei Aparecido Pereira Presidente da Associação Atlética Ponte Preta Modesto Roma Júnior Presidente do Santos Futebol Clube Carlos Augusto de Barros e Silva Presidente do São Paulo Futebol Clube http://pvc.blogosfera.uol.com.br/2015/12/0...-o-brasileirao/
  14. Dia 02 de dezembro de 2015. Dia da final da Copa do Brasil. Quarta cobrança de pênaltis, dessa vez para o Santos. Na cobrança, Ricardo Oliveira. Quem estava abaixo das traves era Fernando Prass, goleiro do Palmeiras. Essa dupla tem um histórico, que vai de outros confrontos. Deboche, ironias, chutes para lá e para cá. Haviam 39.660 testemunhas muito apreensivas no Allianz Parque, estádio que completou um ano em sua nova encarnação. Do lado de fora, estimo que haviam muito mais de 40 mil. Andando na Rua Turiaçu, na Rua Caraíbas, na Avenida Antártica. Por que aquele solo possui algo de especial, e isso vai além do Palmeiras. Vai tão longe quanto o dia 3 de maio de 1902. Esse solo foi testemunha do jogo inaugural, da primeira edição do Campeonato Paulista. Desde muito tempo, o futebol impera, no chamado Parque Antarctica, hoje Allianz Parque. Em teoria, não faz sentido. Para que ir até perto de um lugar, um estádio. Ficar desconfortável. Em pé, espremido entre desconhecidos. Quando se tem internet, pay per view, TV a cabo. Muitas pessoas foram até lá, por que notaram algo de diferente. Em dias de jogo, as pessoas sempre se aglomeram por lá. São atraídas por esse totem de cimento, ferro e vidro, um símbolo não definível em palavras. Dentro do estádio, tem bastante proibição. Não pode guarda chuva. Não pode livro. Não pode caneta. Mas do lado de fora, a rua é pública. Tem fumaça. Tem luz verde. Tem muitos fogos de artifício. Essa é a maneira brasileira de se torcer. Com caos e com cartase. Desconhecidos lado a lado, tendo em comum a identificação com o Palmeiras. Por volta de dezembro de 2012, o goleiro Fernando Prass foi contratado, em um então rebaixado Palmeiras, que também havia sido campeão da Copa do Brasil. Em dezembro de 2013, ajudou na conquista de uma série B agridoce. Em dezembro de 2014, caiu de joelhos no gramado do Allianz Parque, após ter recebido uma notícia incorreta. De que o Palmeiras teria sido rebaixado. E, no dezembro de 2015, ele foi para a última cobrança de pênaltis. Acabou marcando o gol derradeiro, o do título. O ciclo estava fechado. O dia 02/12/15 pode ser um reinício. Não apenas pela conquista da Copa do Brasil. Mas sim por manter essa tradição. As ruas que cantam e vibram, em dias de jogos do Palmeiras. Tem sido assim desde sempre. Elementos Divinos continuarão garantindo isso para o futuro. Obs: A minha experiência ontem, junto com o texto desse flamenguista azedo, me inspiraram a escrever isso. Estou de ressaca ainda, dormi umas três horas, então o texto não está lá um primor.
  15. Dando o meu pitaco sobre calendário, times pequenos e tudo o mais Concordo com o pessoal que falou em mais divisões. A proposta do Bom Senso FC era bem interessante, ao menos em teoria: -"criação da Série E, com 452 times. Cada um disputaria um mínimo de 30 jogos e um máximo de 34 num formato de 36 grupos com 12 equipes em cada. As séries C e D também sofrem alterações. A terceira, com 48 clubes, teria o mínimo de 34 e o máximo de 38 partidas. Na quarta, 144 equipes disputariam de 32 a 38 jogos, e 36 seriam rebaixadas para a nova quinta divisão, na qual também haveria acesso das 36 melhores. Outra modificação relevante é a transformação dos campeonatos estaduais em copas disputadas no mês de junho, com no máximo oito datas. Na proposta, o número de times participantes varia de oito a 40, de acordo com a realidade de cada estado. Os clubes das Séries A, B e C teriam vagas garantidas, enquanto os da D e E passariam por eliminatórias." Matéria completa aqui e acolá. Eles fariam mais ou menos igual à Alemanha (eu acho), onde as divisões menores são regionalizadas. Assim, os cenários de time do Maranhão x Time do Rio Grande do Sul não seria frequente. E ainda manteriam os times dos estaduais em contato com os times grandes, mesmo que em menor intensidade.