Kiraly

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  1. Gostei da estréia, superou muito minhas expectativas. Só do goleiro ter sido finalmente o Jaílson já me ganhou. Enquanto teve perna, vi um time organizado e passes de pé em pé. Muito cedo pra avaliar, óbvio, mas uma diferença monstruosa do primeiro jogo do ano passado com o EB. Estou torcendo muito pra o Roger funcionar e ficar anos aqui.
  2. Caramba, olha isso: Além de Valdivia, o time da capital paulista poderá contar também com Marcinho Guerreiro. O volante não acertou sua transferência para o futebol francês e está à disposição do técnico Tite para a continuação do Campeonato Brasileiro. Logo depois disso o Tite ia pedir as contas por causa das merdas que o Palaia falou na imprensa. Se me falassem na época que o Tite seria o que se tornou hoje eu ia achar que você estava maluco.
  3. Sim, o próprio. Pra mim hoje, 1 a 0 tá bom demais. Primeiro jogo é sempre uma draga.
  4. Cara, chega a arrepiar ler isso. Passamos na beira do abismo, com pedrinhas caindo, metade do pé pra fora, mas não caímos. E agora estamos onde estamos. Inacreditável. Totalmente inacreditável. Vou reler mais vezes isso, tá bem detalhado e me fez lembrar daquele sentimento de fim da linha. Quando olho pra dentro de campo hoje...
  5. O tal do "ano que vem" não só chegou como ficou permanente agora. Era o que eu falava sempre: Pra ser campeão sempre, tem que estar o tempo todo disputando. Ano passado podemos não ter conseguido nenhum título, mas brigamos em todas as competições e ficamos em segundo no Brasileiro. Isso porque fomos garfados vergonhosamente na fase decisiva, pra variar. Quem está sempre competitivo consegue títulos sempre também.
  6. Duas colunas interessantes hoje. A primeira do "Meia Encarnada" no Globoesporte.com: Palmeiras, tua sina é ser "secado" Um dos maiores inimigos do Palmeiras é a imensa nuvem de pensamentos negativos que unificará torcidas de todas as procedências Por Douglas Ceconello, Globoesporte.com, Porto Alegre 16/01/2018 16h29 Atualizado há 17 horas Não haverá, em 2018, clube mais “secado” que o Palmeiras. Se dentro do campo as coisas tendem a fluir para o time comandado por Roger Machado, fora do gramado, desde os quatro cantos do Brasil, um poderoso e etéreo inimigo precisará ser enfrentado: a imensa nuvem de pensamentos negativos que unificará torcidas de todas as procedências, irmanadas pela nossa onipresente propensão a Robin Hood (e talvez mais um tantinho de despeito). Muitas vezes, o futebol é usado como válvula de escape para certo anseio por justiça social, então é difícil de aceitar que o poderio financeiro seja a causa óbvia do sucesso dentro do campo. Queremos esforço e epopeia. Queremos os pobres em jornadas heroicas. E, como no dia-a-dia, desprezamos os sinais explícitos de ostentação: passamos a olhar de forma enviesada para aquele vizinho que começa a expor indícios de que a guaiaca está forrada. Sempre motivados por certo desdém pelo exibicionismo, mas especialmente pela questão central da existência futebolístico-cotidiana: por que alguns têm tanto enquanto nós temos tão pouco? Por que uns (no caso, um) tem Lucas Lima e Gustavo Scarpa enquanto nosso meio-campista é ambicanhoto (aquele que não sabe chutar com nenhum dos pés)? Houve uma época distante, em 2012, em que o Palmeiras decidiu (e venceu) uma Copa do Brasil com nomes do porte de Márcio Araújo, Mazinho e Betinho, em um time no qual a jogada mais próspera era a bola parada com Marcos Assunção. Com a ascensão do mecenato de Paulo Nobre e da Crefisa, além de outras receitas volumosas, a situação mudou do verde desbotado para um verde a cada ano mais verdejante, como aquele invejável gramado do vizinho. Hoje, o Palmeiras é o único clube brasileiro capaz de realizar a fantasia que acomete crianças de todas as idades: entrar num supermercado e sair flanando pelos corredores sem outro limite para gastar que não algum pudor inconveniente ou a falta de espaço no carrinho. Gustavo Scarpa, recém-chegado após seu perrengue com o Fluminense, é apenas o refulgente e cremoso queijo dos Alpes franceses maturado em couro de unicórnio que coroa uma pilha de reforços do quilate de Marcos Rocha, Diogo Barbosa e Lucas Lima, que se juntam a um elenco já fortíssimo. Talvez por um temor íntimo de estarmos diante de uma versão tupiniquim de um Manchester City ou de um PSG, talvez por nossa impiedosa tendência a torcer contra os ricos para usar o futebol como condutor de uma igualdade que não temos na sociedade – no futebol todos somos comunistas, exceto quando é o nosso time que representa a AUTOCRACIA –, o Palmeiras sofrerá nas esferas psíquicas uma poderosa rajada de negativismo impulsionada pela maior torcida do país – Os Alheios, que na verdade sempre estão profundamente interessados em tudo que acontece. Estudos já comprovaram a importância da inveja para a evolução humana: em uma época primitiva, por exemplo, desejar o que o outro havia conquistado mostrava um parâmetro do que poderia ser obtido naquele ambiente e naquelas circunstâncias. Mas, no fundo, nossa nobreza é de lata e há uma expressão alemã que define bem o que espera o Palestra no decorrer da temporada: schadenfreude refere-se à felicidade que sentimos pela desgraça dos outros. Um sentimento ao mesmo tempo humano e diabólico, como disse Schopenhauer, filósofo e desavisado conhecedor das profundas amarguras futebolísticas. De alguma forma, pensamos, empunhando a espada da justiça ou apenas verdes de inveja, como diz a expressão, o Palmeiras tem que pagar pelo status que atingiu e pelo temor que impõe ao cenário nacional. O mantra de grande parte do país será apenas um: de repente, é aquela corrente pra trás. Achei sensacional. Fala muito sobre o que vemos na TV esses dias. A outra, de mesmo assunto, mas também muito legal é do Blog do Rica Perrone. O post é o A Patrocinadora. Parte da mídia é bastante incoerente e pede apoio ao esporte quando se nega a falar os nomes envolvidos nele. Mas existe uma parte que fala, e a torcida, que não pensa no editor chefe na hora de dar opinião. Se tem algo que a Crefisa não está fazendo é rasgar dinheiro. Para o rival, é "mamãe crefisa", mas isso porque ele é órfão e obviamente está morrendo de inveja. Foi assim com Parmalat, Unimed no Flu. Os titulos aparecem, o rival procura uma forma de diminuir. O mesmo rival que torce pro Chelsea, por exemplo. E eu pergunto a você, chorão: é melhor um time vendido pra um bandido internacional ou patrocinado por uma empresa privada? Meio óbvia a resposta se você tiver alguma vergonha na cara. A Crefisa é centro de debates, falada todo santo dia, leva créditos por contratações que nem são dela, o carinho do palmeirense e o retorno na venda dos que comprou. Se uma negociação durar 1 mes, ela é falada por 1 mes. Em campo, o reforço usa a marca, e fora dele o rótulo de estar lá por causa dela. Quando vendido o dinheiro volta. E a mídia toda foi feita em doses cavalares. Isso é bom pro clube, bom pra Crefisa. E pra quem não conhece, muito prazer, chama-se "negócio". Não há doação. Não há absurdo, nem mesmo motivos para insinuações idiotas do tipo "tem que ver isso aí"... Não tem que ver nada. É privado, problema deles. Acho bizarro jornalista que defende o PT desconfiar de esquema numa relação comercial de empresa/clube. Mas tem. Ô se tem... Enfim. Queria eu ter uma Crefisa no meu time. Aliás, em todos eles. Teríamos um futebol forte, os clubes ainda nossos e não tendo que ter donos mafiosos para ter dinheiro pra competir. Mas se a Crefisa fosse alemã e o Palmeiras o Borussia, aposto que seria "modelo de parceria" pra todo jornalista brasileiro. O Rica Perrone sempre escreve de maneira muito lúcida. Há um tempo já acompanho o blog dele e já até postei aqui algumas coisas que ele escreveu. Um dos poucos da imprensa tradicional que sabe o que fala. Ao contrário do que está na TV. Na TV hoje só tem lixo. Ao menos na internet vemos vida inteligente...
  7. Ontem eu ouvi o terceiro tempo na Rádio Bandeirantes e o pessoal deu a informação que é 90% de até sexta-feira anunciar Ricardo Goulart e Geromel. O Geromel me surpreendeu. Falou que entrou até dívida do Barcos nessa negociação. Aí fecha a zaga bonito, hein... vamos ver.
  8. Cara, só por ter vindo DE GRAÇA já foi um baita negócio. Qualquer coisa de graça é um baita negócio. Imagina você no lugar do Scarpa. Vem contato do gambá, bambi e Palmeiras. Quem você aceita??? Não dá nem pra pensar no assunto...
  9. Mittos é o cara. Mais um chapelaço nos rivais. Ficaram bambi e gambá chupando o dedo agora. Só por não deixar nenhum dos dois se reforçar já valeu a contratação.
  10. Não vou dizer que foi o melhor que vi com o manto porque vi Antônio Carlos, Clébão e Jr. Baiano, mas foi o melhor que a vestiu neste século. BAITA de um zagueiro e tenho certeza que vai fazer história no Barcelona. Esse cara merece. Além dele, como já citaram, merecem parabéns todos os envolvidos na contratação. Mais uma vez demos um banho nos rivais mostrando como se faz negócios no futebol. Isso mostra o quanto o Mattos é importante para o Palmeiras hoje. A dupla Vita Mina de 2016 vai ser sempre lembrada como uma das grandes duplas de zaga da história do Palmeiras.
  11. Kléber Judas, David Braz (que eu odeio muito), Wesley, Ilsinho, aquele imbecil do Magrão (tenho uma raiva desse cara...), Lincoln, tem vários. Dá pra fazer uns dois times se parar dez minutos pra pensar.
  12. Tem essa de aprovação? Eu me cadastrei em 2008 e lembro de ter entrado direto. Eu acompanhava o PTD para ler notícias e a coluna que o Kleine escrevia de segunda-feira. Aí vi o fórum e decidi participar. Na época, mesmo direto assim não tinha essa loucura que tem hoje. Os Arautos do Apocalipse sempre foram presentes, mas talvez pela pouca qualidade do time na época, a expectativa era mais baixa. Quem teve Paulo Baier de presente de Natal fica mais tolerante com a fase que estamos hoje. O problema maior mesmo também acho que é a galerinha de Facebook que fica tomando zoação o dia todo no Whatsapp e desconta aqui.
  13. Um dos maiores craques que já vi envergando nosso manto. Destruiu os gambás no Brasileiro de 94. Gastou a bola com aquele time que foi o melhor que já vi em toda a vida em 1996. Melhor jogador de 2002 sem a menor dúvida. Esse merece todas as homenagens possíveis.
  14. A Crefisa tá guardando o poderio financeiro para trazer o Messi. Ouvi falar que assina em Janeiro. De 2029.
  15. Esse título foi histórico pra mim por diversos fatores, entre os quais: - Gabriel Jesus DESTRUINDO o Cruzeiro lá. Foi sacanagem o que o moleque fez com eles naquele jogo. - Empatar com o Inter lá, que foi um feito inigualável, a gente só perdia lá e depois ganhar aqui tomando virada e fazendo gol no final com o Girotto. Esse jogo acabou comigo. A imagem do Fucks comemorando o gol deles achando que ia eliminar a gente me deixou irado. Ainda bem que estava vendo esse jogo sozinho porque xinguei pra cacete quando empatamos de novo. - Os dois jogos com o Florminense. Lá perdemos de um jeito inacreditável, mas o "vovô garoto" com o pênalti colocou a gente de volta na briga. Lembrei muito da seminifinal do Paulista de 2008 contra o bambi, que foi igualzinho, Só que quem sofreu o pênalti no Panetone foi o Lenny (WTF) e quem cobrou foi o Alex Mineiro (WTF parte 2). Na volta, aquele chute do Fred... #*&! merda, quase morro quando vi aquilo. Na hora eu fui ajudar meu filho pequeno e não vi. Só ouvi o narrador gritando, depois que vi o replay arrepiei. Deus me poupou de ver isso ao vivo. - A final, com a gente jogando melhor na Vila e sendo sistematicamente roubado, aí tomando uma pressão inacreditável e tomando um gol do idiota do Gabinãogol. Que raiva desse jogo. O pior foi o cara lá errando o chute no último lance, quando eu já tinha sentido cheiro de arroz queimado. A hora que vi que foi pra fora, gritei que ia ser campeão. - O jogo da volta foi mágico. Não tem como definir diferente. A escolta do ônibus, a imagem do Prass, profética, na hora do hino, o jogo em si, que jogamos muito melhor, o Dudu fazendo os dois gols e me fazendo gritar que nem um maluco e me emocionar demais por dois motivos: A imagem da torcida comemorando na rua Palestra Itália foi de matar qualquer um, e ele comemorando com a torcida no segundo gol, do jeito que eu imaginei que aconteceria durante os anos da construção do estádio, foi um sonho realizado. Aquilo foi demais. Aí no final a gente toma aquele gol estúpido daquele maldito. E o Prass resolvendo o título pra gente, pegando pênalti e batendo pênalti. Cacete, que final. Foi emocionante demais. Entre o segundo gol do Dudu e o gol do Prantos, eu fiquei ofegante, achei que não ia conseguir ver o fim do jogo. Cara, eu estava um pilha. Foi a primeira vez que realmente passei mal assistindo. Eu queria muito ganhar aquele campeonato por tudo que aconteceu antes daquela partida. Mas mesmo com o gol deles, eu tinha certeza absoluta que iríamos levar nos penais. Eu fiquei tranquilo, parecia que estava vendo um replay. Na hora que a bola do Prass entrou, eu gritei muito. Putz, como eu comemorei cara. Eu fui dormir umas quatro da manhã aquela noite. Não pregava o olho de jeito nenhum. Fiquei ouvindo o pós jogo na Radio Bandeirantes até as três e nem assim fiquei com sono. Cara, que noite inesquecível. Foi um dos melhores títulos que vi com o Palmeiras. Acima desse acho que só 12 de junho de 1993 e a Liberta em 99. Foi muito foda. Eu já falei isso aqui mas adoro repetir que reprisaram aquele jogo no STV ad eternum naquele dezembro de 2015. TODAS AS VEZES que passou eu assisti. "CASA NOVA... TAÇA NOVA..." na voz do Milton Leite. #*&! merda, eu quase chorava toda vez que via o VT. Foi sensacional demais. Que final de ano, senhores. Que final de ano...