Silva

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Palmeiras comprova interferência externa na arbitragem

1.014 posts neste tópico

2 horas atrás, Londrinense disse:

Fale por você. Ainda deve ser estudante certo. Te aconselho a não seguir com essa postura sem confiança e jamais falar isso para um de seus futuros clientes. Sou formado em direito, advogado licenciado, assessor judiciário há mais de 5 anos, estudante de magistratura e não compartilho dessa sua opinião, a possibilidade de que o clube ganhasse o processo nas cortes internacionais existia sim, a decisão do STJD foi baseada na mais pura parcialidade ao evitar irem contra a grande massa de torcedores corintianos e mídia em geral. As imagens e a situação são suficientes para provar a verossilimilhança das alegações.

Você acredita que há prova inequívoca da ocorrência da interferência ou pelo conjunto dos fatos acredita que há indicio/possibilidade da ocorrência da ilegalidade?

Caso acredite, a interferência externa foi inequivocamente comprovada com qual elemento de prova?

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5 horas atrás, Thalles Sep disse:

Nota Oficial

A Sociedade Esportiva Palmeiras entende que deu sua contribuição ao demonstrar, de maneira inequívoca, a interferência externa na atuação da arbitragem na final do Campeonato Paulista deste ano. Após um processo de investigação extremamente minucioso, o Palmeiras comprovou que houve comunicação não permitida pelo regulamento com os árbitros.

Infelizmente, os tribunais esportivos brasileiros não entendem que a série de fatos apresentados constitui prova suficiente para anulação de uma partida de futebol, o que lamentamos.

Porém, tudo o que foi demonstrado pelo Palmeiras foi referendado pela opinião pública e pela mídia especializada e, graças a essa movimentação do clube, algumas atitudes foram tomadas no sentido da evolução no futebol brasileiro.

A CBF, que não introduziu o uso do VAR no Campeonato Brasileiro porque não teve a votação suficiente dos clubes, determinou sua utilização a partir das quartas de final da Copa do Brasil. O Palmeiras foi o único clube do Estado de São Paulo que votou a favor do uso da tecnologia e seguiu fazendo gestões junto à CBF para que a ideia não fosse arquivada.

Até a FPF, após as evidências levantadas pelo Palmeiras, decidiu adiantar o uso do VAR, e o Campeonato Paulista de 2019 também terá a utilização desta tecnologia a partir das quartas de final, o que, esperamos, ajude a diminuir as questões duvidosas e traga legitimidade à tecnologia no auxílio à arbitragem. 

Ainda há espaço para mais avanços. Por isso, o Palmeiras segue sugerindo a disponibilização das gravações das comunicações entre os árbitros e a reciclagem e renovação do comando do Departamento de Arbitragem da Federação Paulista de Futebol.

A Sociedade Esportiva Palmeiras espera que esse caminho de evolução não tenha mais volta no futebol brasileiro. O clube seguirá, por sua vez, sempre batalhando e à frente de posturas que contribuam para o desenvolvimento do esporte nacional. 

Para este caso específico, consideramos nossa missão cumprida e, por isso, não daremos sequência a novos recursos. 

Sociedade Esportiva Palmeiras

Ridiculo Galiote, cabe a torcida não ir ao estadio no Paulista e não acompanhar o jogo na tv. Tomou uma invertida e quer correr pros braços da fpf pq Galiote? Seu banana.

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2 horas atrás, thiagoliveiraq disse:

Discordo, como posto acima, a intenção era escancarar o "sistema" e sua forma de agir.

Provavelmente algum gamba postou nas redes sociais que queríamos o título a todo custo e perdemos (eu li isso) e VC caiu na deles.

Nem estudante rs, mas tenho amigos que analisaram e não acreditavam na vitória palmeirense, mas reconheciam que ficou "claro" a interferência, e estão me falando que VC deve deixar o lado clubista ao analisar essa situação, pois a situação deixa dúvidas, e no direito (segundo eles) não pode faltar dados objetivos.

Não li nada relacionado a nenhum gambá em redes sociais (a propósito, que viagem)...

Mas, ao que parece, quem caiu ou fantasiou algo aqui foi vc, quando diz que a intenção era a de escancarar o sistema e a forma de agir. Até porque, para tão somente escancarar o sistema, desnecessário qualquer processo e os recursos a ele inerentes; bastaria ficar adstrito às notas de imprensa e/ou divulgar o resultado da tal investigação que foi feita. 

Aliás, se vc pensa que saímos vitoriosos ou, de algum modo, minimamente fortalecidos com todo esse verdadeiro espetáculo circense inacabado e promovido pelo Galiotte, desnecessárias maiores digressões. Se fora escancarado algo, certamente que foi a incoerência, despreparo, indecisão e incompetência daquele que, lamentavelmente, representa o nosso Palmeiras, o expondo ao ridículo e o colocando nesse tipo de cilada. 

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1 hora atrás, RafaRangel disse:

Você acredita que há prova inequívoca da ocorrência da interferência ou pelo conjunto dos fatos acredita que há indicio/possibilidade da ocorrência da ilegalidade?

Caso acredite, a interferência externa foi inequivocamente comprovada com qual elemento de prova?

A imagem das câmeras flagrando o delegado ao celular e depois se aproximando do quarto árbitro e falando algo pra ele, seguindo-se de sua comunicação via rádiofone com o bandeirinha que longe do lance, foi chamar o árbitro principal para uma conversa. E logo em seguida, depois de 8 minutos, a anulação do pênalti. É óbvio que não é possível saber o que foi falado entre eles, mas é perfeitamente possível a interpretação lógica dos fatos. Você está tratando a relação de arbitragem no futebol como uma relação jurídica onde existem formalidades que permitem a garantia de materialidade dos fatos, mas no futebol não é assim, na justiça desportiva não é assim que deve ocorrer. O auditor (sim, auditor, um advogado nomeado, nem magistrado é pra ser capaz de julgar com a imparcialidade que um juramento exige) nessa área de atuação não deve se restringir o julgamento às provas documentais para infirmar dúvidas relativas a ocorrência. Ali a mínima verossimilhanca do alegado (ou indícios dos fatos caso queira assim se referir) já é suficiente para se chegar a uma conclusão lógica. Lembrando que essa área de atuação, por óbvio, não permite formalismos de garantia. É um esporte! A confusão envolvendo o jogador do Santos, registrado de costume pela conmebol inobservada qualquer formalidade exigida pra verificar seus antecedentes é um exemplo claro de que o julgador não pode esperar o carimbo do preto no branco para tirar uma conclusão certeira, ainda mais quando os fatos estão evidentes à sua vista. O douto julgador diz que pela análise do conteúdo probatório e dos fatos acredita ter havido interferência externa mas decidiu que não há provas em concreto para firmar sua certeza.... Se ele está convencido de que houve interferência externa não tem porque justificar sua decisão com base na ausência de provas. Pelo princípio do livre convencimento ele pode muito bem decidir que se convenceu do ato ilegal motivando sua decisão, mas jamais dizer que acredita que houve uma ilegalidade embora faltem provas para ter "certeza". Se fosse um magistrado mesmo, jamais diria tamanha bobagem. O juiz não está adstrito as provas. Se eu fizesse uma prova de segunda fase e colocasse isso na sentença seria reprovado de cara. 

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Eu, por outro lado, tenho que no caso somente há a presunção de que ocorreu a interferência externa (eu acredito piamente que aconteceu). Para aplicação da pena máxima de anulação de uma partida de futebol não basta presumir ou ter a sensação de que o fato ocorreu, é necessário que haja prova irrefutável de que a interferência externa.

A presunção somente pode servir como prova quando a lei assim expressamente admitir, como o dano moral decorrente de uma negativação indevida (in re ipsa).

No caso do jogo, há sim toda a movimentação da equipe de arbitragem, mas não há a prova irrefutável do conteúdo exato da comunicação.

Repiso, a consequência dos fatos seria a anulação de uma partida de final de campeonato. Não se pode julgar com base em presunções, sob pena de se criar um precedente perigoso, haja vista que a presunção é subjetiva e abriria espaço para diversos outros julgamentos sem base probatória.

Por fim, entendi sua interpretação dos fatos e tenho bastante respeito por ela.

Tulio_SEP e thiagoliveiraq curtiram isso

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1 hora atrás, RafaRangel disse:

Eu, por outro lado, tenho que no caso somente há a presunção de que ocorreu a interferência externa (eu acredito piamente que aconteceu). Para aplicação da pena máxima de anulação de uma partida de futebol não basta presumir ou ter a sensação de que o fato ocorreu, é necessário que haja prova irrefutável de que a interferência externa.

A presunção somente pode servir como prova quando a lei assim expressamente admitir, como o dano moral decorrente de uma negativação indevida (in re ipsa).

No caso do jogo, há sim toda a movimentação da equipe de arbitragem, mas não há a prova irrefutável do conteúdo exato da comunicação.

Repiso, a consequência dos fatos seria a anulação de uma partida de final de campeonato. Não se pode julgar com base em presunções, sob pena de se criar um precedente perigoso, haja vista que a presunção é subjetiva e abriria espaço para diversos outros julgamentos sem base probatória.

Por fim, entendi sua interpretação dos fatos e tenho bastante respeito por ela.

A justiça comum no meu entender é diferente da justiça desportiva. Como já falei, prova irrefutável não é requisito de materialidade do direito na justiça desportiva. A presunção de veracidade é mitigada na justiça comum, de fato, é uma presunção juris tantrum, devendo alicerçar conteúdo probatório concreto, com exceções caso do dano moral in re ipsa, mas isso porque as relações cíveis gozam de formalidades de certa forma garantidoras do direito, cujo registro formal dá segurança jurídica ao tutelado. No esporte, impera mais a informalidade das relações e portanto não se pode exigir tamanha instrução do vitimado sob risco de lhe causar injustiças. 

Código Brasileiro de Justiça Desportiva:

Capítulo VIII
DAS PROVAS
Seção I
Das Disposições Gerais

Art. 56. Todos os meios legais, ainda que não especificados neste 
Código, são hábeis para provar a verdade dos fatos alegados no processo 
desportivo. (Redação dada pela Resolução CNE nº 29 de 2009).

Art. 57. A prova dos fatos alegados no processo desportivo incum-
birá à parte que a requerer, arcando esta com os eventuais custos de sua 
produção. (Redação dada pela Resolução CNE nº 29 de 2009).
Parágrafo único. Independem de prova os fatos:
I — notórios;

II — alegados por uma parte e confessados pela parte contrária;
III — que gozarem da presunção de veracidade.

Claro que o cpc em seu art. 364 ou 374 não me lembro, traz essa exceção, mas como eu disse, no meu entendimento, na justiça desportiva essa exigência é mais mitigada. Mas tbm entendi e respeito seu ponto de vista. 

Editado por Londrinense

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Palmeiras fez todo esse estardalhaçado para desistir antes do fim.

#decepção

Tieppo curtiu isso

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Ridículo o papel do Galiote, poderia até desistir, mas já deixando claro que irá disputar o paulistinha com a molecada.

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Problema do Var é que (como vimos na CB), será usado contra o Palmeiras e no universo do futebol brasileiro, não precisa de muito prova para mostrar falcatruas considerando a podridão dos que dirigem a CBF e alguns clubes apadrinhados.

Lucas Cecarelli curtiu isso

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Ano que vem estaremos la novamente com time titular nesse campeonato...

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Sim, estaremos com o time titular pq, conforme contrato, não podem escalar diferente disso!!!

Cabe ao Palmeiras inscrever um time "misto" e dar chance a molecada que não tem limite de inscrição!!!

 

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Sem o título e com fama de chorão.

Com direito a vestiário profanado e LED parabenizando rival.

Parabéns Galinhote.

PigFox curtiu isso

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Bananinha, Banana, Bananoide, Bananista, Banoneiro, Banazeiro, Bananocrata, Bananiotte,  Bananão.

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8 horas atrás, Dudu14 disse:

Problema do Var é que (como vimos na CB), será usado contra o Palmeiras e no universo do futebol brasileiro, não precisa de muito prova para mostrar falcatruas considerando a podridão dos que dirigem a CBF e alguns clubes apadrinhados.

Ponto final!

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