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ALA85

Já é o momento de avaliar o Roger Machado?

209 posts neste tópico

3 minutos atrás, PigFox disse:

O que dizer do trabalho do F. Diniz no atletico-pr então? Acho que tem menos tempo de trabalho e já assimilaram muita coisa...

Vou aproveitar a deixa: O Patético PR treinava o time titular enquanto o sub 21/23 (não sei exatamente qual) jogou o Estadual, e ganhou. Mas acho que esta muleta já está passando da hora de abandonar.

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Postado (editado)

Para os imediatistas, venho frisar que os tidos como times de melhor futebol, inclusive segundo o Noriega (comentarista da RGT), que são Cruzeiro (não sei de onde ele tirou que tá jogando bem) e Grêmio tiveram resultados igualmente pífios se não piores! O gambá, nem se fala! São 2 resultados mascarados por erros de arbitragem, e a imprensinha marrom, no geral, exalta como "time modelo"! Sem falar que o Paraná vai ser saco de pancadas de todo mundo!

Oras, menos galera! Quatro meses de trabalho é pouco pra se avaliar e ver o que o treinador pode fazer pra que os jogadores rendam melhor!

Só ver o passado recente, onde tínhamos um treinador promissor (EB) e entrou o tarimbado Cuca, que igualmente manteve os mesmos problemas, assim como o Alberto Valentim! Troca-troca de técnico não resolveu e não resolverá! Tempo e trabalho sim.

Tem que criticar, porque durante o jogo, ele "travou" o Lucas Lima e depois liberou! Só ver essa análise do Rodrigo Fragoso.

Também achei que ele errou nas substituições, trocando o sistema de ataque com 10 minutos para o final, sendo que trocou 2 de uma vez! Deveria ter ganhado tempo e feito todas as alterações separadamente! E devia ter alterado a defesa, colocando o TS e não colocando dois atacantes frios pra tentar um contra-ataque!

Com tempo, a sinergia aumenta e os jogadores e o treinador se entendem mais e confio que a situação melhorará ainda mais depois da copa!

Outro fator que não vejo análises é acerca da falta de confiança gerada depois daquela palhaçada da final contra os gambás! O time está, obviamente, em um momento de baixa confiança e essa vitória foi importantíssima nesse sentido! Esse fator psicológico certamente influencia nos muitos erros de passe que ainda há, principalmente nos inícios de jogos!

Vejamos como serão os próximos jogos!

Avanti!

 

Editado por João Vitor P.D.
H-verde curtiu isso

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1 hour ago, PigFox said:

O que dizer do trabalho do F. Diniz no atletico-pr então? Acho que tem menos tempo de trabalho e já assimilaram muita coisa...

Tem mais tempo, ele chegou em Dezembro e no Campeonato Paranaense ficou treinando o time principal enquanto o sub 23 disputava a maioria das partidas. F. Diniz teve muito tempo só pra treinar o time, sem se preocupar com jogos quarta e sabado toda semana, se vê que até fisicamente os caras parecem já ter atingido a capacidade total.

Roger começou a treinar o time em Janeiro e mal teve tempo pra treinar, começou o Campeonato Paulista, depois veio a Libertadores e agora o Brasileiro, entre um torneio e outro, um jogo e outro, ele mal teve tempo pra treinar o time. E muitos nesse time do Palmeiras ainda não estão 70% fisicamente.

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Eu não demitiria mas o cobraria pra mudar o esquema já que não está dando certo. Já insistimos demais nesse esquema e não deu certo. Tenta outro. 

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Como já disse anteriormente não adianta demitir técnico com menos de 5 meses de trabalho? Será que não aprendemos a lição com o passado?

Não adianta nada trocar por trocar; já passaram aqui técnicos experientes, como Felipão, Murici e Cuca, além de promessas, como Eduardo Baptista e todos eles, sem exceção, foram depois de um certo tempo criticados veementemente como sendo técnicos que não davam padrão de jogo. Até o Cuca que nos deu um título brasileiro, teve seu trabalho contestado quando de sua volta ano passado.

Apesar de também entender que o Roger tem cometido erros, temos que dar tempo ao tempo. Não podemos contratar técnico no meio de uma temporada; isso está mais que provado que não dá certo.

Daniel Pilares curtiu isso

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Já passaram técnicos experientes que não deram certo, técnicos jovens e modernos que não deram certo, já trocamos de treinador no meio da temporada e não deu certo, como insistimos em nomes durante mais tempo que também não deram certo.

Ideal é deixar sem ninguém mesmo.

Marcos Rodrigues2 e Etilbutano curtiram isso

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4 horas atrás, PigFox disse:

O que dizer do trabalho do F. Diniz no atletico-pr então? Acho que tem menos tempo de trabalho e já assimilaram muita coisa...

Mas o caso do Diniz requer algumas ponderações.

Realmente ele dá mostras de que pode num futuro nem tão distante se revelar um técnico de ponta. Veja, PODE, isso não quer dizer que de fato VÁ. Não devemos nos esquecer que após o vice com o Audax em 2016, ele acabou rebaixado em 2017.

Há a questão pontual de ter disputado o estadual com o sub 23 do Atlético. Se o Palmeiras faz isso aqui em SP e perde um clássico jogando mal ou toma uma traulitada de um Bragantino da vida, a torcida cai matando.

E ainda um ponto que eu sempre acho fundamental, isto é, a relação entre pressão/expectativa e realidade. Em uma equipe como o Atlético/PR, o primeiro fator é muiiiiiiiiiito menor do que no Palmeiras, então, se a realidade se torna positiva, o status do treinador sobe às alturas (é o mesmo caso do Jair Ventura no Botafogo; e agora observamos que no Santos, com um pouco mais de pressão/expectativa, a realidade é outra) No Palmeiras, embalada pelo discurso da imprensa e em parte por certas ilusões que o torcedor cria, a pressão/expectativa faz com que a realidade muitas vezes não tenha a menor chance sequer de se aproximar do imaginário. Não tem como cravar que se fosse o Diniz no lugar do Roger, a realidade do Palmeiras seria a mesma que a do Atlético/PR.

E fica, por fim, a pergunta: a realidade positiva do Atlético/PR NESSE MOMENTO, já permite afirmar qual será o destino do time no Brasileiro e na CdB? Não seria mais um caso no qual estamos supervalorizando um trabalho que tem pouco tempo (o curto prazo no qual fazemos muitas avaliações pode levar a enganos tanto em termos de subvalorização como seu contrário)?

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Agora, Leo Basile disse:

Mas o caso do Diniz requer algumas ponderações.

Realmente ele dá mostras de que pode num futuro nem tão distante se revelar um técnico de ponta. Veja, PODE, isso não quer dizer que de fato VÁ. Não devemos nos esquecer que após o vice com o Audax em 2016, ele acabou rebaixado em 2017.

Há a questão pontual de ter disputado o estadual com o sub 23 do Atlético. Se o Palmeiras faz isso aqui em SP e perde um clássico jogando mal ou toma uma traulitada de um Bragantino da vida, a torcida cai matando.

E ainda um ponto que eu sempre acho fundamental, isto é, a relação entre pressão/expectativa e realidade. Em uma equipe como o Atlético/PR, o primeiro fator é muiiiiiiiiiito menor do que no Palmeiras, então, se a realidade se torna positiva, o status do treinador sobe às alturas (é o mesmo caso do Jair Ventura no Botafogo; e agora observamos que no Santos, com um pouco mais de pressão/expectativa, a realidade é outra) No Palmeiras, embalada pelo discurso da imprensa e em parte por certas ilusões que o torcedor cria, a pressão/expectativa faz com que a realidade muitas vezes não tenha a menor chance sequer de se aproximar do imaginário. Não tem como cravar que se fosse o Diniz no lugar do Roger, a realidade do Palmeiras seria a mesma que a do Atlético/PR.

E fica, por fim, a pergunta: a realidade positiva do Atlético/PR NESSE MOMENTO, já permite afirmar qual será o destino do time no Brasileiro e na CdB? Não seria mais um caso no qual estamos supervalorizando um trabalho que tem pouco tempo (o curto prazo no qual fazemos muitas avaliações pode levar a enganos tanto em termos de subvalorização como seu contrário)?

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Suas ponderações são pertinentes. Não se dá para cravar nada, realmente. Seria uma aposta. Mas, a julgar o tempo de trabalho (semelhante), e o que o atletico-pr mostra ter já assimilado, penso que o F. Diniz parece, ao menos, transmitir o que ele quer de forma mais clara. 

De outro lado, indaga-se, de quanto mais tempo o Roger precisa para mostrar algo significativo? Uma melhora no sistema defensivo? O segredo do negócio é só trocar jogador "A" por "B" e ficar no "seis por meia dúzia" ? Me parece que nossa forma de atuar é minimamente melhor que a do ano passado, na época do EB. Pouco para o momento atual. Honestamente, posso ser considerado um pessimista, mas não vejo perspectiva de futuro nesse trabalho, sobretudo porque não vejo um técnico tentando algo diferente para mudar o panorama atual. Fui vencido pela teimosia e aparente limitação de um técnico novo, mas velho (no sentido de se apegar a um conceito de jogo que já nos levou a um insucesso no ano - bem doloroso - e que não evolui, nem empolga para o futuro. Mais um da escola do EB de técnicos promissores).

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5 minutos atrás, PigFox disse:

Suas ponderações são pertinentes. Não se dá para cravar nada, realmente. Seria uma aposta. Mas, a julgar o tempo de trabalho (semelhante), e o que o atletico-pr mostra ter já assimilado, penso que o F. Diniz parece, ao menos, transmitir o que ele quer de forma mais clara. 

De outro lado, indaga-se, de quanto mais tempo o Roger precisa para mostrar algo significativo? Uma melhora no sistema defensivo? O segredo do negócio é só trocar jogador "A" por "B" e ficar no "seis por meia dúzia" ? Me parece que nossa forma de atuar é minimamente melhor que a do ano passado, na época do EB. Pouco para o momento atual. Honestamente, posso ser considerado um pessimista, mas não vejo perspectiva de futuro nesse trabalho, sobretudo porque não vejo um técnico tentando algo diferente para mudar o panorama atual. Fui vencido pela teimosia e aparente limitação de um técnico novo, mas velho (no sentido de se apegar a um conceito de jogo que já nos levou a um insucesso no ano - bem doloroso - e que não evolui, nem empolga para o futuro. Mais um da escola do EB de técnicos promissores).

Acredito que todas essas críticas sobre o Roger são justas, porém essa questão do tempo é complicada. Eu não consigo chegar à conclusão de que 4 ou 5 meses bastam para avaliações corretas, ainda mais considerando toda a soma de fatores que fazem parte do turbulento cotidiano do Palmeiras.

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