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Veiga hoje tem atuação mais estratégica, pra entrar com uma função específica no decorrer do jogo.

Acredito que o melhor dele não seja iniciando entre os titulares. A escalação do crime de quinta-feira, super ofensiva é uma boa base para o abel potencializar e refinar.

Paulinho também deverá retornar pra entrar no decorrer da partida na final. Tempo, tecnologia de saúde, médicos e fisioterapeutas dos melhores do mundo o Palmeiras tem, o retorno desse jogador PRECISA ser possível.

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On 10/31/2025 at 9:40 AM, Parapuã said:

Do Abel só digo uma coisa:

EU AMO EEEELLL !!!!

 

 

Amor e ódio andam lado a lado

num dia ele é burro no outro ele é genial 

esse é meu sentimento por ele.

Portugues burro, gênio!

 

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Em 31/10/2025 em 09:35, PigFox disse:

E aquele papo de lesão do Felipe Anderson parece que não procede. 

Não iniciou por opção técnica mesmo, ao menos pelo que li depois na internet (e realmente deve ter sido, a julgar que ele acabou entrando no segundo tempo)

Quem diria que twittero erraria não?

Funcionário do Roberto, o grupo de mídia dele já foi melhor.

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Em 31/10/2025 em 09:37, MaialePazzo disse:

Tinha que mudar essa final de estádio, faz em Brasília esse jogo, 2 times brasileiros pra que ir jogar lá na casa do baralho.

Aproveita a instabilidade política no Peru e usa de desculpa.

Nem pensar fazer a final no Brasil, tenho certeza que o cheirinho ia dar um jeito de usar influência nos bastidores pra serem favorecidos pela arbitragem e todo o clima envolvido.

Tem que ser o mais longe possível do Brasil.

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4 hours ago, Felipe Ferreira said:

Já senti que o Veiga tinha entrado diferente e poderia decidir quando a primeira bola dele foi a falta q o goleiro defendeu.

Mesma coisa.

Chinguei o Abel na hora. Aí ele no primeiro lance já me bate aquela falta. Na hora pensei: hoje entrou o Veiga Prime.

Não deu outra. O cara entrou sedento.

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Eu estava no estádio. No instante em que o pênalti foi marcado, ele caminhou lentamente até a lateral do campo e, por alguns segundos eternos, levantou os olhos para o céu. Foram dois, talvez três minutos até o juiz conseguir organizar a área e autorizar a cobrança — mas, para ele, devem ter sido os minutos mais longos de toda a vida.

Imagino o que passou pela cabeça dele naquele momento: o menino que ia com o avô ao estádio, vibrando nas arquibancadas, sonhando em ver de perto um grande ídolo decidir um jogo. E agora, o tempo havia se invertido — ele já não era o garoto na arquibancada, era o ídolo em campo, com o estádio inteiro depositando sobre ele o mesmo sonho que um dia teve.

Quando a área finalmente se organiza e o VR entrega a bola ao Veiga, dá pra sentir o arrepio atravessar o estádio. Ele ajeita a bola com calma, respira fundo, ergue os olhos ao céu — talvez em agradecimento, talvez em conexão com aquele garoto que um dia foi — e o silêncio se transforma em um rugido que sacode as arquibancadas:
“Olê, olê, olê, olá... Veiga! Veiga!”

Naquele instante, o tempo parou. Cada olhar, cada voz, cada coração ali pulsava junto com o dele. E quando a bola balança a rede, o estádio inteiro explode em emoção — uma mistura de alívio, alegria e consagração.

Aquele pênalti foi a coroa que faltava no jogo — o ápice de uma história escrita com talento, fé e entrega. Um momento que, só de lembrar, ainda arrepia.

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19 hours ago, Edson Verde said:

Eu estava no estádio. No instante em que o pênalti foi marcado, ele caminhou lentamente até a lateral do campo e, por alguns segundos eternos, levantou os olhos para o céu. Foram dois, talvez três minutos até o juiz conseguir organizar a área e autorizar a cobrança — mas, para ele, devem ter sido os minutos mais longos de toda a vida.

Imagino o que passou pela cabeça dele naquele momento: o menino que ia com o avô ao estádio, vibrando nas arquibancadas, sonhando em ver de perto um grande ídolo decidir um jogo. E agora, o tempo havia se invertido — ele já não era o garoto na arquibancada, era o ídolo em campo, com o estádio inteiro depositando sobre ele o mesmo sonho que um dia teve.

Quando a área finalmente se organiza e o VR entrega a bola ao Veiga, dá pra sentir o arrepio atravessar o estádio. Ele ajeita a bola com calma, respira fundo, ergue os olhos ao céu — talvez em agradecimento, talvez em conexão com aquele garoto que um dia foi — e o silêncio se transforma em um rugido que sacode as arquibancadas:
“Olê, olê, olê, olá... Veiga! Veiga!”

Naquele instante, o tempo parou. Cada olhar, cada voz, cada coração ali pulsava junto com o dele. E quando a bola balança a rede, o estádio inteiro explode em emoção — uma mistura de alívio, alegria e consagração.

Aquele pênalti foi a coroa que faltava no jogo — o ápice de uma história escrita com talento, fé e entrega. Um momento que, só de lembrar, ainda arrepia.

Que isso cara. Eu pagaria pra ler isso. Espetacular. Vou salvar aqui.

Parabens.

Aproveitando seu talento: voce acha que o choro do Abel foi um choro de "Fico"?

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