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SKull

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28 Nov 2016
Três dias após o fiasco do Palmeiras no campeonato Brasileiro vivemos uma situação diferente dos últimos quatro anos, pois pela primeira vez vemos um mercado oportuno e uma situação controlada dentro da Sociedade Esportiva Palmeiras. É óbvio que ficam as dúvidas, irritações e desconfianças pelos dois últimos anos de Paulo Nobre, pior para quem não tem informações de bastidores e vive apenas com o que a mídia nos comunica e da forma que ela comunica, caso da maioria de nós.

De imediato, foram tomadas duas decisões corretas em pouco tempo: a demissão do trio Dorival Júnior, Omar Feitosa e José Carlos Brunoro. Além da saída de três peças falhas dentro do Palmeiras, acertamos, segundo informações, com o diretor de futebol Alexandre Mattos, que realizou um trabalho excepcional dentro do Cruzeiro, resgatando a imagem do clube e sendo "premiado" pelo bom trabalho com dois títulos brasileiros. Além dele, seu braço direito assume como gerente de futebol. Cícero Souza, diferentemente de Omar Feitosa, não é um estagiário e costuma realizar trabalhos internos, porém já atuou como diretor de futebol pelo Grêmio e será o responsável pela primeira reestruturação, antes da chegada de Mattos.

Pois bem, vejo muita desconfiança e "porradas" desnecessárias. Aconteceram coisas internas dentro do Palmeiras que resultaram na saída de Paulo Nobre e o forçaram a dar autonomia para o próximo gestor dentro do futebol, inclusive para acabar com a besteira do C. E. O., ideia interessante, mas pessimamente executada. Com a saída de Nobre da parte do futebol, com investimentos e soluções melhores para o futuro Alviverde, além da carta branca para Mattos, o Palmeirense terá que entender melhor como funcionará as coisas neste próximo biênio. Prefiro aguardar a confirmação oficial de Mattos como diretor de futebol, porém tudo indica que ele será o responsável pelo futebol do Palmeiras.

Considero este espaço como o mais "inteligente" dentro da internet para debatermos "Palmeiras". Simplesmente pelo número limitado de foristas e constantes ações da moderação para deixá-lo o melhor possível. Mas, ainda vejo alguns assuntos já batidos e desnecessários para a nossa sequência. Ficou chato falar do Nobre, por que todos sabem dos erros que ele teve e das ações que tiveram um resultado negativo. Essa insistência em culpá-lo por tudo e, em alguns casos, exaltar o candidato da oposição Pescarmona. Ele é péssimo e faria uma gestão voltada para o social, apesar que li pessoas dizendo que o "social venceu o futebol nessas eleições". Claramente não leram os planos de governo e muito menos tiveram o trabalho de observar as atitudes de cada candidato.

Bom, mas esse assunto já está encerrado, assim como o dos três "trapalhões" que foram demitidos. Começa uma nova era no Palmeiras, uma nova chance de Nobre corrigir todos os erros que ele fez em dois anos. Não só ele, sua equipe de governo, seu grupo político e que viu a eleição em risco mesmo contra um candidato fraco como Pescarmona. Tudo isso gerou uma pressão interna para que ele mudasse, ele foi obrigado a isso e a entrevista que ele deu nesta terça-feira deixou isso bem claro: ele não é mais responsável pelo futebol.

O que nós, torcedores, devemos fazer?

Paciência:
Aguardar e entender as situações que devem ocorrer nos próximos meses, como contratações, montagem do elenco, resultados e ações subsequentes. Temos que realizar cobranças, mas por coisas válidas e não simplesmente exigir que amanhã apareçam cinco jogadores da seleção Brasileira na porta do Allianz Parque. E esse será o ponto mais difícil, pois é complicado pedir paciência a uma torcida que aguenta situações complicadas a 15 anos.

Inteligencia:
Filtrar informações, especialmente quando afirmam ou levam a entender que jogadores que não possuem a menor chance de atuarem pelo Palmeiras, como Chicão e Kléber Gladiador, estão sendo contatados. Principalmente quando utilizarem isso para gerar assunto e colocar o atleta na mídia. Além disso, não ser massa de manobra da oposição ou de grupos políticos.

Cobrança:
Saindo do cenário negativo que vivemos nesses últimos anos com um novo horizonte se desenhando, temos que realizar cobranças pontuais e unindo a paciência e a inteligencia. O Palmeiras tem a obrigação de montar um time competitivo e voltar a ser protagonista, mesmo que seja no Campeonato Paulista. Mas coisas como "ah, o jogador X foi para o clube Y, diretoria incompetente!" sem, ao menos saber o que houve nessa negociação e até mesmo se o Palmeiras tinha real interesse, beira o ridículo.

Eu sei que todos nós estamos irritados com o Nobre, que estamos cansados das situações que se sucederam dentro do Palmeiras e o que foi feito contra nós, torcedores. Mas já foi. O ano de 2014 "acabou", ficar remoendo ou dissecando tudo e utilizando como combustível para "incitação do ódio cego" não levará a nada. Temos que esquecer esse ano maldito e focar no nosso futuro, esqueçam Brunoro, Omar e Dorival Júnior, todos péssimos e o treinador demonstrou o seu caráter duvidoso.

Vamos por uma pedra nisso e esperar o que o amanhã reserva para o Palmeiras.


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Óbvio que pedras voaram, porém deixo uma citação do que eu postei naquele dia.

QUOTE(SKull @ Dec 12 2014, 01:20 AM) *
Calma moçada... Se o cara bi-campeão brasileiro vem pro Palmeiras, não é para fazer feio.

23 Nov 2016



Principais assuntos debatidos:
  • Diferença entre o primeiro e o segundo mandato
  • Relação com a WTorre
  • Relação com a Crefisa (possível renovação apenas no mandato de M. Galiotte)
  • Ações do MP e da PM ao entorno do Alliaz Parque (aprovado, mas explicou os motivos)
  • Assinatura com o contrato de transmissão com o EI (Proposta enviada ao EI e, caso aceita pelo canal, será assinada)
7 Aug 2016
Não acreditava em você, pensava que era apenas mais um jogador folclórico.

Desculpe, Jailson. E muito obrigado por hoje, boa sorte nos próximos jogos.
9 Feb 2016



A chegada de Marcelo Oliveira exaltou o ânimo do torcedor Palestrino, principalmente após um ótimo início parecia que finalmente a equipe de Palestra Itália teria um treinador de alto nível sem ter que recorrer a Luis Felipe Scolari ou Vanderlei Luxemburgo. Porém, como tudo para a equipe de verde e branco, as coisas não seguiram no curso normal e a construção vigente da história do treinador dentro da Instituição começou a ter diversos problemas, principalmente em razão da qualidade atribuída a equipe e o futebol apresentado.

O torcedor lembra da qualidade do time do Cruzeiro treinado pelo mesmo Marcelo e até pelas estratégias e a forma caríssima como o Coritiba, também do treinador, “vendia” suas derrotas. Ele é definitivamente um treinador de jogo duro, um cara que quando você enfrenta sabe que ele fará de tudo para vencer e projetará o que de melhor ele terá, obviamente dentro da concepção de futebol que ele possuí. Tivemos provas dessa postura nos últimos anos, apesar de termos conquistado uma Copa do Brasil em cima do Coritiba.

Então qual seria a razão para que o treinador não consiga implementar sua filosofia de trabalho dentro da Sociedade Esportiva Palmeiras e o por que das críticas, válidas, serem tão pesadas? Não é questão de falarmos de esquema, sabemos que foi essa forma de jogo que consolidou a carreira de Marcelo e é o que ele tenta implementar dentro da equipe. Será que está faltando mais apoio, suporte e até mesmo paciência por parte da torcida para que o trabalho se desenvolva de forma natural?

Acredito que a maioria irá discordar da pergunta, afirmando que o suporte que o treinador tem ao assumir a grandeza do Palmeiras já é o suficiente, ainda mais com o respaldo da diretoria e da presidência do clube. A figura de Marcelo Oliveira tornou-se um “para raios” dentro do clube, praticamente tudo é atribuído ao treinador. Se um jogador erra um lance, a culpa é do Marcelo; se um atleta de determinada posição não veio, a culpa é do Marcelo; se ele defendeu um jogador, errou; se ele criticou um treinador, errou.

O treinador vem se tornando o “responsável” pelo futebol abaixo do esperado pelo Palmeiras, basicamente é a mesma função que atribuímos a diversos treinadores e até mesmo jogadores ao longo dos últimos anos, mas poucos chegaram com o gabarito e vencendo títulos com pouco menos de um ano. Ele merece uma segunda chance de mostrar por que foi contratado e o seu potencial para dar frutos ao clube, é o mínimo que podemos fazer com um treinador gabaritado e com um currículo de alto desempenho nesta década.

Vamos chegar ao denominador comum, realmente o time jogou muito abaixo do esperado no último ano. As lesões e outras situações comprometeram a equipe e o que vislumbramos em alguns jogos não aconteceu, talvez tudo tenha um fator maior pela conquista do inimigo, mas 2015 foi o melhor ano da década do Palestra – acredito que também concordaremos aqui. Começa o ano de 2016 com a expectativa que todos os problemas sejam sanados, porém é óbvio que nem tudo foi resolvido.

A saída de bola ainda está complicada, o posicionamento do meio de campo está errado tanto na construção da jogada quanto na recomposição defensiva e a defesa continua com seus apagões rotineiros “iluminados” no último jogo contra o São Bento. Porém ainda atribuo essas situações ao início de campeonato e erros individuais, talvez falte mais “amostragem” para conseguirmos rotular o que é o “Palmeiras 2016”. A impressão que fica é que por quatro jogos imprimiram o mesmo rótulo atribuído no último ano para uma equipe que ainda não teve uma grande sequência de jogos.

O campeonato Paulista é duro, a Libertadores muito mais, porém acredito em nossos valores e na capacidade de Marcelo Oliveira – não se iludam, não estou defendendo todo o trabalho dele, apenas acredito que seja extremamente justo dar uma segunda chance pro cara apresentar trabalho. E longe de qualquer cornetada individual, mas condicionar o futuro de um treinador campeão por quatro jogos abaixo do que consideramos o nível do elenco não é a forma mais inteligente de gerenciar o futebol e muito menos cobrar profissionalismo da diretoria.


http://palestrinos.net/fora-de-campo/jogo-duro/
4 Feb 2016


Por Zé Luis

E aí pessoal, como vocês estão? Depois de um longo tempo off das atividades do blog, cá estou novamente, para jogar luz sobre o que podemos esperar dos homens do Palmeiras para esse ano, que não podemos cravar que serão apenas 11 titulares, já que nosso elenco está bem gabaritado este ano.

Após o período de pré-temporada e o pacotão de reforços que deu as caras no CT da Barra Funda, podemos iniciar a primeira análise do elenco dessa temporada, com mudanças importantes e consolidações mais importantes ainda.
O setor defensivo, encabeçado pelo aspirante à ídolo Fernando Prass, sofreu uma baixa na virada do ano. Como todos sabemos, o ótimo cobrador de pênaltis e zagueiro nota 6,0, Jackson, foi devolvido de empréstimo ao Internacional, deixando a vaga ao lado do incontestável Vitor Hugo aberta para o Paulistão/Libertadores.

Isso foi, com toda a certeza, motivo de arrepios para a torcida palmeirense, e quem dera fosse por apenas um motivo. A solução caseira e natural seria a ascensão do contestadíssimo Leandro Almeida à vaga de titular na zaga, mas Mattos engatilhou a escopeta de caça e fechou com Edu Dracena, o que, pra variar, dividiu opiniões na torcida palestrina, que contestou e muito a contratação de um jogador que se encaminha mais para um fim de carreira do que para uma temporada sem sustos na linha de defesa. Foi aí que a surpresa apareceu em dobro novamente, logo após a exibição de Dracena no quadro que disputou a Copa Antel (onde foi mediano em sua exibição), ele se machucou e fica de fora, pelo menos, do primeiro mês de jogos do Palmeiras, e aí a solução caseira entrou e vem se crescendo (aos poucos) aos olhos da torcida: Leandro Almeida está em uma evolução constante, mesmo que seja um passo de cada vez, mas mostra que está menos tenso e propenso à burradas do que quando chegou, no ano passado.

Ao lado de Prass e V. Hugo, elejo Zé Roberto como uma das peças fixas e essenciais de nossa linha defensiva, devido à constância e regularidade de seu futebol o ano passado, principalmente em momentos de grande importância e tensão, como a Copa do Brasil, onde sua experiência e técnica foram fundamentais para o título (fato esse que esperamos que se repita, dessa vez, na Libertadores). Lucas alterna altos e baixos em sua posição, mas até o momento, não fez sua caveira perante a torcida e o técnico, então segue onde está. A tendência é que Marcelo Oliveira alterne os escalados nos jogos do Paulistão, tanto para dar ritmo à todo o elenco, quanto testar novos posicionamentos e peças no time, por isso, é bem provável que Egídio dê as caras e que Jean (uma de nossas principais contratações do ano, na minha opinião) possa ser testado no meio e também na ala, variando conforme o esquema.

Descendo para a volância, terminamos o ano com chave de ouro e com uma prata da casa em destaque. Matheus Salles foi o cara do Palmeiras nos últimos meses de 2015, com atuações seguras e de muita técnica em sua função, botando o L. Lima no bolso, sim! Aí aparece na cabeça de todo palmeirense aquele dilema bom de se possuir no time: temos muitas boas opções, mas poucas vagas no esquema. Arouca está em alta, Gabriel volta de lesão e, mesmo tendo que acompanhar sua evolução e volta aos gramados, não dá pra esquecer o que jogou de bola no primeiro semestre de ’15. Thiago Santos possui grande capacidade de desarme de bola e tem aquele dom de fazer a chamada “falta necessária” para matar uma jogada ou controlar o jogo. Jean chegou, tem uma ótima bagagem e qualidade técnica nos pés e na mente… Agora, fale para mim, torcedor palestrino, se já é difícil pra mim escrever sobre quem deveria jogar e em qual esquema, com esses exemplos acima, imagine para o M.O decidir quem joga quando e como! O lado bom é que não passaremos apuros neste setor importante este ano, e que é fundamental para o andamento do time.

Nos falta, ainda, um camisa 10 para dar fluidez e dinamismo às jogadas, para que o time voe. As atuações na Copa Antel não foram lá muito convincentes, o que dá pra entender até certo ponto, e a mudança para o time que atuou contra o Botafogo, principalmente no segundo tempo, é gritante e empolgante. Sinto que, aos poucos, M.O vai conseguir abolir os chutões e ligações diretas, e muito disso vai ser operado com a presença de nossos meias e atacantes. O toque de bola e as jogadas ofensivas vão ser mais constantes e efetivas.
Dos volantes para frente, somos um time de muita velocidade. Só Gabriel Jesus, Dudu e o novato Érik são a prova viva de que vamos enlouquecer muitas defesas adversárias ao longo do ano, desde que seja possível que as bolas cheguem aos pés deles e o principal, que eles estejam escalados por M.O para atuarem nas posições que mais rendem.
Moisés e Régis (que ainda não deu as caras com a camisa alviverde, mas que é muito bom), são ótimas alternativas para o meio, principalmente, para a vaga de Robinho, que às vezes soa como se vivesse à sombra dos gols de cobertura no M1CO feitos no ano passado. É bom ficar de olho em ambos, e é bom o Little Robson abrir o olho para não tomar chapéu. Outro que precisa abrir o olho, e que em minha opinião precisa de um choque de realidade ou um chá de banco, é Gabriel Jesus. Uma de nossas joias da coroa, ele alterna entre momentos de genialidade e afobação, fica meio deslocado em campo, haja visto que em muitos jogos ele consegue sair do campo sem fazer absolutamente nada de especial. Erik veio aí, e podem apostar, será um dos destaques do ano e pode tomar a vaga do camisa 33 ou botar minhoca na careca de M.O para inventar algo em que os dois possam jogar juntos.
Este cara merece um post especial até, porque será a cara dos títulos do Palmeiras neste ano. Dudu é mostro demais, joga com um tesão pelo clube e com uma garra dentro de campo que há anos não víamos e, senhores, que técnica o baixinho possui. Contra o Santos nas finais, contra o Botafogo na última rodada, em vários jogos da última temporada, é fácil lembrar a regularidade com que ele se apresenta em alto nível dentro de campo. É nosso trunfo para 2016, aguardem.
Creio que seja também o ano de Barrios no ataque palestrino. Depois de um merecido descanso, que todos sabíamos que seria necessário para que ele pudesse conquistar a qualidade produtiva comum à sua pessoa em outras épocas, o “parargentino” será essencial na disputa dessa Libertadores.

Para a partida de hoje contra o São Bento, Erik, Egídio, Barrios, Jean e Thiago Santos serão titulares, provando, em tese, que não há como cravar somente 11 titulares ao longo da temporada. Espero um jogo franco, com muitas roubadas de bola, como foi contra o Botafogo, mas com mais fluidez no ataque do que na primeira rodada, onde somente no segundo tempo conseguimos ser eficazes no ataque. Hoje é dia de ver um time com velocidade, posse e toque de bola, e aguardemos isso, pois começamos a ter sinais de que este time vai voar em 2016.
Acho que essas são minhas percepções sobre o time titular de 2016, pelo menos do primeiro semestre. Nas próximas colunas, vamos analisar a tabela do Paulista e da Libertadores, sobre o que podemos esperar de cada um deles. Além disso, nos próximos dias, vou dar meus pitacos sobre a “raspa do tacho” de 2015, quem ficou no clube e pode ser aproveitado para formar um elenco forte, e quem deve tomar a barca verde e ir embora. Abraços, comentem e até a próxima!

http://palestrinos.net/coluna-ze/opiniao-os-11-de-2016/
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SamueL Muniz
ja add as Stars !
Abraços .
14 Oct 2009 - 17:03

VITÓRIA HOJE ..
ABRAÇO.
8 Oct 2009 - 14:46

fala skull.
vamo atropelar as sardinhas amanham heim.
3 Oct 2009 - 10:34
Renan
Não gosto , vai você !
2 Oct 2009 - 11:12
Renan
skull viadinho do piru pequeninho!! Abç amigão!!! me add no msn renan_malerba@hotma ..........
21 May 2009 - 12:11

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