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Titi_Verdão

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9 Feb 2017
O seu criador já é um velhinho, mas pode acreditar: a Crefisa não é Papai Noel. Não existe doação de dinheiro ao Palmeiras. Por maiores que sejam os valores, muito acima da média do mercado, e por mais que exista uma relação passional dos donos da empresa com o clube, algo que de fato há, ninguém joga dinheiro pela janela – lembre-se que a parceira alviverde negociou com rival São Paulo em 2015. O Palmeiras tem seus interesses, a Crefisa também. E há duas questões importantes. A primeira delas, que é óbvia, mas muita gente esquece: a exposição das marcas em uma camisa deste tamanho dá retorno financeiro à empresa. “A exposição de marca das nossas empresas na camisa do Palmeiras é arrebatadora”, definiu Leila Pereira, dona da Crefisa.

A Crefisa aumentou de tamanho nos dois anos em que esteve com sua marca ligada ao clube. Ganhou. Investiu para ganhar, é assim no mundo todo. E aí entra a segunda questão: o que mais ela quer ganhar nos próximos anos. José Roberto Lamacchia e sua esposa Leila estão ativos na política palmeirense. Dinheiro dá poder, e o poder no futebol seduz. Leila poderia estar curtindo a vida longe da mídia e da exposição, positiva e negativa, deste esporte. Decidiu participar da política. Será conselheira do Palmeiras e, quem sabe, presidente num futuro ainda não tão próximo.

Não dá para saber, hoje, como seria Leila, “novata” neste meio, na presidência do clube. O perigo é alguém que não entende do riscado achar que pode mandar no futebol. Ter dinheiro apenas não basta. Paulo Nobre só acertou a mão em sua segunda gestão, quando interferiu menos no departamento e o deixou na mão de Alexandre Mattos, profissional que chegou bicampeão brasileiro e hoje é tri, além de campeão da Copa do Brasil. A escolha por José Carlos Brunoro, baseada na memória afetiva da Era Parmalat, foi um desastre na primeira gestão. Como foram desastrosas outras tantas decisões tomadas por Nobre que quase levaram o clube à Série B mais uma vez em 2014.

Hoje, Leila é patrocinadora. Ganha dinheiro e coloca dinheiro. Quem decide o rumo do futebol são profissionais, que escolhem a melhor forma de gastar para obter resultados, que vieram em 2015 e 2016. Ninguém tem bola de cristal para saber quais serão as ações daqui a quatro, ou oito anos, se de fato Leila seguir carreira política no clube.

É fundamental para o Palmeiras não ser dependente de um patrocinador. A gestão Paulo Nobre não foi. É informação: o clube arrecadou, em 2015, cerca de R$ 120 milhões apenas com sua torcida: R$ 87,2 milhões em bilheteria e R$ 32,4 milhões com o Avanti, programa de sócio torcedor. Tirando despesas com jogos, o lucro foi de aproximadamente R$ 78 milhões. Os patrocinadores renderam naquela temporada cerca de R$ 70 milhões. Os direitos de transmissão de TV ficaram em R$ 88,4 milhões. Nenhum dos 12 grandes clubes do Brasil arrecadou tanto dinheiro com torcedores: o Corinthians, segundo da lista, somou cerca de R$ 90 milhões brutos (sem descontar despesas) ao fim de 2015. O balanço de 2016, com números de patrocínio maiores no Palestra Itália e bilheteria também, serão publicados até o fim de abril e, então, poderemos atualizar os números.

A Crefisa pode chegar a pagar R$ 100 milhões por temporada ao Palmeiras, em 2017 e 2018. Acordo anunciado como maior da América do Sul. Ainda é menos do que a torcida palmeirense colocou no clube (em valores brutos) no primeiro ano de contrato com a patrocinadora. Com 126 mil sócios, o Alviverde é o segundo neste quesito no Brasil, atrás apenas do Corinthians (135 mil). Quem gasta e não quer nada (financeiro) em troca é só o torcedor.

E ter ao lado a Crefisa, que conversou com um rival antes, é mérito da gestão palmeirense. É negócio. Como teve mérito também quem levou, por exemplo, a Parmalat ao clube nos anos 90. Incompetência de quem não se preparou para caminhar bem depois dela. Eram outros tempos, a ver os próximos…


Fonte: Lance
29 Dec 2016
Pessoal, sei que já fizeram um tópico parecido no meio desse ano, mas agora, foquemos no próximo ano: quem deve começar como titular no gol do Palmeiras em 2017?

Na minha opinião, o Jailson é muito bom goleiro, mas o único fundamento em que ele é melhor que o Prass é na saída de bola. Usa bem a reposição com as mãos e os chutes são mais precisos.

Mas em relação à elasticidade, posicionamento, reflexo e saída do gol o Prass é bem superior. Portanto, se estiver treinando bem, pra mim o titular é o Prass, mas com revezamento entre as competições, em consideração à ótima performance do Jailson.


O que vocês acham?
27 Jun 2016
Jogar no Allianz custa menos que na Arena Corinthians

Em média, Palmeiras e Gambás são os times com melhor público do Campeonato Brasileiro, mas, para a equipe palestrina, jogar em seu estádio é muito mais vantajoso economicamente em relação a seu grande rival.

Segundo os borderôs divulgados pelos póprios clubes no site ofcial da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), nos cinco jogos que realizou no Allianz Parque neste Nacional, o líder do torneio obteve, no total, R$ 10.119.703,30 de renda bruta e R$ 7.360.698,33 de renda líquida.

Ou seja, retiradas todas as despesas operacionais, o Palmeiras embolsa cerca de 73% de sua renda como mandante no Allianz.

Já o Nome Feio somou R$ 9.874.900,50 brutos e R$ 5.734.120,10 líquidos, ou seja, guardou em seus cofres pouco mais de 58% de toda essa quantia. Vale lembrar, entretanto, que tudo o que o time do Parque São Jorge arrecada é utilizado para pagar sua Arena.


A efeito de comparação, para exemplificar a disparidade entre ambos os estádios, basta pegarmos partidas com rendas brutas parecidas. Contra o América-MG, o Palmeiras arrecadou R$ 1.543.520,80 e teve de pagar R$ 332.079,36 em despesas operacionais; já o Imundo, diante do Santos, arrecadou R$ 1.467.047 e dispendeu R$ 554.366,11, mais de uma vez e meia a mais que o rival alviverde.

Ainda contando os mesmo jogos, a equipe gambá gastou R$ 267.181,67 em "despesas diversas" - não são explícitas quais seriam elas; o Palmeiras, em contrapartida, desembolsou R$ 123.072,32 no mesmo quesito, ou seja, menos da metade.

Fonte
20 Apr 2015
Oswaldo muda o 4-2-3-1, dá “nó tático” na intensidade de Tite e pênaltis colocam Palmeiras na final!

Oswaldo de Oliveira estudou os Gambás. Sabedor da intensidade do temido timeco de Tite, o técnico palmeirense posicionou Valdívia como "falso-9" no 4-2-3-1 de sempre. Sua função era recuar com a bola e armar para a linha de meias, especialmente os pontas Rafael Marques e Dudu, como na figura abaixo.



Sem Elias e Renato Augusto, Tite mudou: sai o 4-1-4-1, entra o 4-2-3-1. A dinâmica mudou: o Timeco passou a apostar pelas pontas, com Mendoza e a inversão de Jadson e Danilo, pegando o "lado fraco" do Palmeiras com o improvisado Wellington.



Nos minutos iniciais, a estratégia escolhida pelo técnico palestrino funcionou: o Palmeiras se postou atrás da linha da bola, e quando roubava, acionava Valdívia e ligava Dudu. Ensaiou uma, conseguiu duas e fez o gol com Victor Ramos, tirando o conforto e expondo os Gambás, que não armavam bem o jogo com Ralf preso aos zagueiros. Veja o frame.



Tite agiu e orientou Jadson a recuar para acelerar as ações ofensivas. Além disso, posicionou Danilo mais perto de Love, Mendoza bem aberto na esquerda e Fagner passando muito na direita. Com isso, eram 3 opções de lançamentos - sim, a ligação direta - que agilizava o ataque do Timeco Nojento.



Deu certo: Danilo empatou, Mendoza desempatou. Observe que o lance do gol do camisa 30 vem de uma rebatida de um zagueiro. Bruno Henrique recuperou e já acionou Mendoza. Veja, no imagem abaixo, que o lateral, lá em cima, já corre pra ultrapassar. Esse é o timinho da marginal: intenso, muito intenso na transição. Mas será que propõe?



Ele é criticado, leva a culpa e não ganha jogo. Mas técnico ajuda, e muito, a fazer bons jogos. Oswaldo de Oliveira tirou Lucas, mal fisicamente, e colocou Cleiton Xavier junto a Valdívia, jogando Gabriel pra lateral. Uma espécie de 4-2-4-0, sem ninguém fixo no ataque.

http://s.glbimg.com/es/ge/f/original/blog/...456dde6c7_5.jpg

O mais desavisado poderia pensar: "jogar sem centroavante, que loucura!". A estratégia era aumentar a critatividade com 2 meias "tradicionais" e 2 pontas que buscavam cortar e penetrar. O Palmeiras aumentou a posse para 70%, atacava, buscava opções...e a bola rebatia.

Porque os Gambás são um time marcador. Isso não é ser moderno, isso é ser 50% moderno! Tal como Mourinho e Simeone, Tite recuou muito e deu campo ao Palmeiras, buscando sempre a transição. Compactou o Timinho da RGT em absurdas 2 linhas com 10, 20 metros entre si. Tentou tirar, ao máximo, o espaço do Palmeiras, como na imagem abaixo.



Oswaldo ousou ainda mais: colocou Kelvin na lateral e Gabriel Jesus na frente. Partiu para o ataque encurralando os Gambás Retranqueiros e tirando toda a forte transição do rival com Arouca. Se o jogo era para os lados, Gabriel e o camisa 29 passavam. Se era pelo centro, Gabriel recuava e Robinho se projetava.



A gama de movimentos ofensivos pensada pelo técnico deu um nó nos Gambás, que praticamente só se defenderam na segunda etapa. "Rafael Marques é craque", diria Oswaldo...e foi dele o gol que igualou o placar e coroou o baile tático de Oswaldo de Oliveira no tão falado, moderno e estudioso Tite.

Se penalidades é loteria, havia Prass e Petros para devolver a alegria ao palmeirense, que tanto corneta. É dever reconhecer, sempre: há 4 meses o Palmeiras quase caiu de divisão. Hoje elimina o "temido" e invicto Timinho da RGT, no Estádio Público de Itaquera. Isso tem nome: Alexandre Mattos, Paulo Nobre e Oswaldo de Oliveira, “mentores” do trabalho de renovação e resgate do octacampeão brasileiro.

Fonte: Blog Painel Tático - RGT


Parabéns ao jornalista. Reconheceu a nossa superioridade, elogiou o trabalho bem feito do OO no Derby e, de quebra, criticou a retranca do Tite. Bom ver que ainda tem gente que se esforça pra ser imparcial no jornalismo.
6 Mar 2015
Novos tempos! Como o Palmeiras virou o jogo e agora tem a camisa mais valiosa?

Com R$ 50 milhões em patrocínios na camisa, clube tem o novo estádio, o Allianz Parque, como chamariz para empresas. Especialistas em marketing esportivo explicam o caminho

Caso concretize a parceria com a Fam (Faculdade das Américas), o Palmeiras se tornará o clube com a camisa mais valiosa do futebol brasileiro. Com a arrecadação proveniente de patrocinadores próxima a R$ 50 milhões, o Verdão abre vantagem contra os rivais e retoma o prestígio no mercado empurrado pela inauguração de seu novo estádio, o Allianz Parque. Em entrevista ao iG, especialistas em marketing apontam os atrativos e revelam os caminhos que têm seduzido os investidores.

A reviravolta econômica do Palmeiras começou há 42 dias, quando o clube anunciou o acordo de R$ 23 milhões anuais com a Crefisa, empresa de crédito consignado, depois de quase dois anos sem receita de patrocinador máster. Quatro dias depois, voltou a público para confirmar a parceria com a Prevent Senior, por R$ 5 milhões. A diretoria agora trabalha para fechar os últimos detalhes com a Fam, instituição de ensino que está disposta a desembolsar cerca de R$ 19 milhões para estampar sua marca em um dos ombros e mangas do uniforme.

Para Anderson Gurgel, autor do livro “Futebol S/A – A Economia em campo” e professor da universidade Mackenzie, diversos fatores contribuíram para a ascensão alviverde, mas o Allianz Parque tem grande parcela de participação. “Uma boa gestão passa com uma estratégia de gestão integrada, e o Palmeiras tem conseguido fazer isso. A localização do estádio, a beleza e eficiência dele contribuem para uma gestão do clube. O fato novo neste Palmeiras está no extracampo, na visibilidade. Hoje existem interesses, além do futebol, em utilizar a nova arena. Ela é um templo esportivo. O Palmeiras hoje não restringe sua fonte em receita na camisa”, argumentou.

A inauguração do novo estádio, no fim do ano passado, alavancou o faturamento do Palmeiras – que estava sem a sua casa desde 2010 – e abriu novas oportunidades de negócio. Somente em 2015, o clube ganhou R$ 9.780.824,00, uma média de R$ 1.956.165,00 por jogo, mais do que três campeonatos estaduais do país: Carioca, Gaúcho e Mineiro. E o mais surpreendente é que, embora tenha um ticket médio considerado caro (R$ 76,30), a equipe soma 60% em taxa de ocupação no Allianz Parque.

Além de ressaltar a importância da Arena, Virgílio Franceschi Neto, mestre em Gestão do Desporto pela Universidade Técnica de Lisboa, destaca o processo de profissionalização como fator decisivo. “O estádio está em evidência e esse é um dos principais fatores para isso acontecer. É importante colocar também que o fato de ter trazido um diretor executivo de futebol bicampeão brasileiro (leia-se Alexandre Mattos) deu bagagem para o Palmeiras. As coisas têm andado rapidamente. O clube investiu em tecnologias com o futebol profissional e isso acarreta em jogos mais bonitos, resultados e, consequentemente, mais retorno financeiro.”


Defasados, São Paulo e Santos buscam parceiros para modernizar seus estádios
O presidente Paulo Nobre, empresário do ramo financeiro, também é, segundo os especialistas, quem abriu os olhos dos investidores por conta do seu perfil de gestor e política pés no chão. “O presidente hoje está mais para um gestor do que um cartola. Ele está preocupado com a marca e o retorno em longo prazo, e não com a politicagem esportiva que existe hoje dentro dos clubes. Assim, começam a aparecer interesse das empresas em associar ao seu nome a uma equipe com uma boa imagem. Os salários não são atrasados, o clube mantém suas contas em dia e não faz nenhuma loucura para contratar jogadores. Isso tudo faz com que os empresários depositem confiança”, declarou Maurício Fragata, pós-graduado em Marketing pela ESPM, especialista em Administração Esportiva pela FGV e MBA em Marketing pela FEA-USP.

Apesar do início animador, a preocupação dos executivos da área é saber se o Palmeiras conseguirá manter os bons números e as cifras nos próximos anos. “O estádio é o mais moderno do país e dá um ânimo para o próprio time. Mas mantê-lo sempre cheio, não só como agora que é uma fase de euforia, é manter o programa de sócio-torcedor atrativo. É fazer com que o torcedor tenha interesse de frequentar o estádio e apresentar vantagens a ele”, completou Fragata.

“Existe um risco pela inauguração recente do estádio. No futebol existem altos e baixos, e em uma eventual fase ruim pode ser que o torcedor não acompanhe. A frequência da torcida vai proporcionar maior investimento no futebol, que por sua vez conquistará resultados. O que o torcedor e a cultura esportiva brasileira têm de colocar em mente é que é um trabalho em longo prazo. É hora de cativar o público em bons e maus momentos”, argumentou Virgílio Neto.

Atualmente o Palmeiras é o segundo clube do país com maior número de sócios-torcedores (quase 99.500, atrás do Internacional), que rendem aos cofres mais de R$ 2 milhões por mês. A expectiva é que se número aumente e chegue a R$ 40 milhões.


http://esporte.ig.com.br/futebol/2015-03-0...sa-do-pais.html

Parabéns ao portal! Na minha opinião foi a melhor matéria feita até agora. Foi a única que não teve a intenção, de uma forma ou de outra, de diminuir o Palmeiras. Opinião minha.
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