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Henrique Campanilli
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Henrique Campanilli

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30 May 2017
As derrotas para Chapecoense e São Paulo fora de casa, com a equipe bastante alterada pela prioridade natural dada à Libertadores, não servem sequer como sinal de alerta para o Palmeiras. São recuperáveis e até comuns em um campeonato por pontos corridos e todas as suas particularidades. É um reinício para Cuca.

O que precisa ser debatido internamente é que o cenário de 2016 não se repete nesta temporada, até pela conquista do título brasileiro. equação técnico campeão + elenco reforçado não significa necessariamente uma fórmula de sucesso. A começar pela dissonância entre a maneira de jogar de Felipe Melo, contratado para ser um líder e interlocutor do técnico, com a visão de futebol de Cuca. Algo bem mais complicado de administrar que uma discussão no rachão. O volante atuou na Europa por mais de uma década marcando por zona na maior parte do tempo. O treinador prefere os encaixes e perseguições individuais.

Não é simples pedir para alguém acostumado a ter a bola e o espaço como referências passar a correr atrás do jogador adversário. Por isso a escalação de Felipe na sobra da defesa em um sistema com três defensores na última linha contra o São Paulo no Morumbi. A adaptação, porém, é complicada. Requer tempo e, principalmente, capacidade de convencer que este é o melhor caminho.

Outra questão a ser administrada é o favoritismo. Uma coisa é ser campeão brasileiro sendo colocado como o contraponto ao Flamengo do ''cheirinho'' e ao Atlético-MG das estrelas no ataque, outra é entrar em campo sempre com a responsabilidade de ser o protagonista.
No ano passado, mesmo com Cuca bancando o título, a equipe não era o alvo. Seus melhores momentos da equipe, em especial no primeiro turno da principal competição nacional, foram explorando a velocidade de Roger Guedes e Gabriel Jesus surpreendendo os oponentes tanto quanto as jogadas ensaiadas. O time era vertical, definia rapidamente as ações de ataque.

Já em 2017 o elenco foi montado para propor o jogo, ideia de Eduardo Baptista que parecia ser consenso no clube por conta desta mudança de status. Com Borja e Guerra, campeões da Libertadores pelo Atlético Nacional dentro de uma proposta ofensiva de Reinaldo Rueda, herdeiro de Juan Carlos Osorio.

Cuca pensa futebol diferente. Gosta de seu time desarmando no campo de ataque e partindo com fúria para a área adversária. Aprecia um ''abafa'', o ''Porco Doido''. Também baseia o seu discurso motivacional no ''nós contra eles'', na superação para enfrentar as desconfianças. Mas agora o Palmeiras é a referência, o time a ser batido. Analisado, dissecado, mapeado.

Capaz de fazer Rogério Ceni, com seu estilo agressivo e de valorização da posse de bola, não se importar de ficar sem o controle da partida no campo de ataque e fazer o jogo de transições em velocidade para golpear o rival no Morumbi com Lucas Pratto e Luiz Araújo.

Há dois caminhos para Cuca: rever e adaptar seus conceitos às melhores peças disponíveis ou pensar, a curto prazo, numa formação titular com a maioria absoluta dos jogadores que trabalharam com ele no ano passado e já conhecem toda a dinâmica do seu estilo. Colocando as estrelas no banco. Toda escolha tem sua complexidade.

Não há razão para crise no Palmeiras. Mas está claro que existe um dilema criado pelo próprio sucesso.

Veja mais em http://andrerocha.blogosfera.uol.com.br/20...mpid=copiaecola
11 Feb 2017
Um jornalista brilhante disse que iria torcer pelo Barcelona depois do sedundo rebaixamento do Palmeiras. Deixou o clube moribundo em 2012 e se despediu da paixão e do respeito no mais deplorável texto já escrito por um ex-torcedor e ex-exemplo no ofício. Terminou o próprio réquiem mandando um ''ciao, bello''.
Meses depois, um ex-atleta da base do clube, pai de um ex-futuro atacante alviverde, disse que o filho dele não jogaria em ''times de fracassados'' como Flamengo e Palmeiras.
Flamengo! Palmeiras! Fra-cas-sa-dos!!!
O clube que parou aeroporto para receber Diego e Conca e várias vezes para recepcionar elenco em 2016. O clube que repetiu a festa com Borja e nos AeroPorcos na campanha campeã do Brasil. Dois dos melhores elencos da América. Favoritos em quase tudo para 2017. Com ótimas perspectivas como elencos, clubes e administrações para os próximos anos.
Um ano e meio depois do pai do centroavante boliviano detonar dois gigantes, e antes de ter de renunciar (antes de ser expelido da presidência do clube onde prestou grandes serviços), um cartola disse que o coirmão ''ano a ano se apequena com demonstrações dessa natureza''. Ele queria criticar o presidente palmeirense em 2014 de fato trágico. E atacou todo o torcedor. E toda a história do rival.
Mas ainda. Todo o respeito à inteligência. Ignorando o que é da vida e do futebol. Ele vai e volta. Como a maré. Alguns, porém, não voltam. A lama os leva. Não há alma que os lave.
Desrespeitar o conhecimento e a inteligência é limitação intelectual e de capacidade. Não é crime. É dó. Mas não dá para tolerar talibanismo intolerante. Desrespeitar a história e adversários é inominável. Cuspir no próprio prato e no próprio peito, então… Pode até ser jornalismo. Mas não posso dizer o que também é.
Não sou revanchista. Rancoroso. Costumo ter paciência acima da média com críticas. Não bloqueio. Converso com quem me corneta, detona, xinga. Quem critica precisa aprender a ser criticado.

Mas os três indigitados sempre vão causar indignação perpétua. Não se faz o que se falou. Não só com meu clube. Mas com nossa paixão pelo futebol.

Trocar de time por derrota? Desprezar clube por má fase? Menosprezar rival por despeito?

Já gastei muitas teclas.

Perdão. Eles não merecem. Apenas se merecem.

Link: https://maurobeting.blogosfera.uol.com.br/2...dos-ciao-bello/
29 Jan 2017
(A tradução está horrível. Se alguém quiser arrumá-lá fique à vontade)
Rhodolfo'dan şok cevap!

Beşiktaş'ın Brezilyalı stoperi Luis Rhodolfo, Palmeiras'tan gelen teklifi beğenmedi!
Geçtiğimiz sezonun ikinci yarısında çapraz bağları kopan ve bu neden uzun bir süre sahalardan uzak kalan Beşiktaş'ın Brezilyalı futbolcusu Luis Rhodolfo, bu sezonun başında da bir sakatlık yaşadı.
Defanstaki yerini Tosic'e kaptıran 30 yaşındaki stoper bu sezon hem Marcelo - Tosic ikilisinin uyumu, hem de sakatlıktan sonra eski performansını yakalayamaması nedeniyle, teknik ekibin de gözünden düşmüştü.
Stopere takviyelerin yapılması ve kendisinden kulüp bulması istenen Rhodolfo, Palmeiras’ın kendisine yaptığı 300 bin Euro’luk teklifi geri çevirdi.
Beşiktaş’tan yıllık 1.4 milyon Euro garanti ücret alan Brezilyalı oyuncu, Palmeiras’a “Ben burada o paranın kaç katını alıyorum” yanıtını verdi.

Resposta chocante de Rodolpho!

stopper brasileiro do Besiktas Luis Rhodolfo não gostou da oferta do Palmeiras!
Severed ligamento cruzado última temporada na segunda metade e é por isso que o campo um longo tempo longe das Besiktas descanso futebolista brasileiro Luis Rhodolfo, sofreu uma lesão no início desta temporada.
Tosic defesa no lugar para parar nesta temporada e perdeu 30-year-old Marcelo - adaptação de Tosic bilateral, bem como a incapacidade de capturar o velho desempenho após a lesão, a equipe técnica foi retirado da consideração.
Fazendo Stopera suplemento e pediu-lhe para encontrar Rhodolfo clube, Palmeiras onde ele se virou para baixo a oferta de 300 mil euros.
Besiktas taxa de garantia anual de 1,4 milhões de euros de campo jogador brasileiro, Palmeiras para "Eu estive aqui muitas vezes que eu recebo o dinheiro" foi a resposta.

Link:http://www.gunes.com/spor/rhodolfodan-sok-cevap-758455?utm_content=buffer06044&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer
20 Jan 2017
Estava assistindo a Band e o Marcos Assunção estava lá. Elogiou muito o Palmeiras e disse ter muito carinho. Daí me fez lembrar o quão ele era ótimo em cobranças de faltas (e vendo os lances dele, claro). Ouvi falar que o Rafael Veiga é muito bom nisso, mas é garoto de tudo. E aí? Que acham?
2 Jan 2017
As categorias de base do Palmeiras encerraram mais uma temporada com muito a comemorar. Cada vez mais consolidado como uma referência na formação de atletas no país, o Verdão conquistou títulos, emplacou jogadores na Seleção Brasileira e ainda promoveu a estreia de “pratas da casa” na equipe profissional em 2016. Para celebrar, jovens do Sub-11 ao Sub-20, familiares e funcionários reuniram-se nesta segunda-feira (19), na sede social do clube, em uma festa de confraternização de fim de ano com jantar, música ao vivo e sorteio de brindes.
O evento foi organizado pelo Departamento Psicossocial do Palmeiras, que frequentemente promove atividades culturais fora do meio do futebol aos jogadores da base. Além de comes e bebes, os jovens ainda puderam votar em um destaque para cada categoria, que rendeu uma camisa do clube aos campeões – vários outros produtos oficiais ainda foram sorteados. A trilha sonora da noite ficou por conta dos músicos do Grupo “Esquenta+”.
Motivos para comemorar não faltaram: o Palmeiras brilhou nos Campeonatos Paulistas de 2016 e quebrou o recorde histórico do clube, com três títulos em cinco categorias disputadas (Sub-15, Sub-13 e Sub-11). O Sub-11 venceu também a Shonan International Cup, disputada no Japão, com a incrível marca de 40 gols marcados e nenhum sofrido, e o Sub-20 brilhou em solo europeu ao levantar a taça do Torneio Internacional de Bellinzona, disputado na Suíça – o Sub-16 ainda foi campeão do Torneio Estadual, reunindo os quatro grandes.
A internacionalização por meio de viagens foi outro fator determinante. Foram seis torneios no exterior, além de um intercâmbio cultural e esportivo na China: Copa Chivas Sub-17 (México), Torneio de Bellinzona Sub-18 (Suíça), Torneio da Real Sociedad Sub-17 (Espanha), Mundial de Clubes Sub-17 (Espanha), Peronne Cup Sub-19 (França) e Shonan International Cup Sub-11 (Japão). As experiências fora do Brasil fazem parte da rotina da base e agregam benefícios tanto para os jogadores – que têm contato com outras culturas futebolísticas – quanto para o clube, que expande sua marca a outros mercados.
No Profissional, Gabriel Jesus, Thiago Martins, Matheus Sales, Vinicius Silvestre e João Pedro fizeram parte do elenco eneacampeão brasileiro ao longo da temporada. Além disso, outras duas revelações do Sub-20 fizeram suas estreias neste ano: o meia Vitinho (que disputou dois jogos na Copa do Brasil e dois no Brasileirão) e o atacante Artur (um jogo no Brasileiro). Além deles, o goleiro Daniel Fuzato, o zagueiro Augusto e o atacante Matheus Iacovelli foram relacionados para jogos e ganharam experiência ao realizarem intercâmbio com o time principal.
“O ano do futebol do Palmeiras em termos gerais foi muito bom. Na base, nos tornamos uma referência até antes do esperado. Deixamos nossa marca consolidada internacionalmente, somos o segundo clube do país com mais jogadores convocados para as Seleções Brasileiras, tivemos títulos importantes, atletas subindo ao Profissional. A expectativa agora é de evoluir, então temos de seguir trabalhando firme. Temos uma equipe de profissionais, diretores e colaboradores muito competentes que irão manter esse alto nível”, afirmou o coordenador geral da base do Palmeiras, João Paulo Sampaio.
Verdão na Seleção
O Palmeiras teve ainda 24 atletas diferentes convocados para as Seleções Brasileiras de base em 2016. Foram chamados na Sub-20 os goleiros Daniel Fuzato e Anderson, o volante Joílson, o meia Vitinho, os atacantes Kaue e Artur e o zagueiro Augusto. Na Sub-17, foram os zagueiros Vitor Eduardo e Gabriel Lacerda, o lateral Lucas Rosa, os meias Alan, Wallace, Caio Cezar, Roberto Carlos e Vitinho, e o atacante Matheus Barbosa. Na Sub-15, foram o goleiro Ian Lipollis, o lateral-esquerdo Vinicius Nogueira, o meia Caique, e os atacantes Luan e Brendon. No time Sub-23, Fernando Prass, Matheus Sales e Gabriel Jesus foram chamados – Jesus, inclusive, tem atuado como titular na Seleção principal nas Eliminatórias da Copa do Mundo.

Link: http://www.palmeiras.com.br/news/2016/12/2...-em-festa.shtml
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