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5 Jan 2017
Com elenco quase fechado, podemos notar que formamos dois times em condição de disputar qualquer campeonato com chance de vitória. Nos dois primeiros meses do Campeonato Paulista, antes de iniciarmos a Libertadores, teremos alguns jogadores novos se adaptando ao clube, e todos em início de temporada.
Não seria uma boa alternativa formarmos dois times, um com os considerados titulares ( em tese ), para jogar no fim de semana, e o outro com os reservas ( em tese ) para jogar no meio de semana ? O banco de reserva em ambas as oportunidades seria composto por aqueles jogadores inscritos que não estão em nenhum dos dois times, somafo a alguns jogadores do time que estará de folga.
Com isso teremos todos os jogadores em atividade, jogando apenas uma vez por semana, e dando a oportunidade do treinador para observar todo o elenco. Poderia ser mais ou menos assim:

Domingo:
Prass
Jean, Mina, V. Hugo, Zé Roberto
F. Melo, Tchê Tchê,Moisés
Guerra
Dudu e " o nove"

Quarta
Jailson
Fabiano ( Samuel X. ), Dracena, Tiago, Egídio
T. Silva, Raphael Veiga, CX ( Hyoran )
Michel Bastos
Roger Guedes e Alecsandro

Em ambos os dias poderíamos ter no banco V. Silvestre, Nathan ( Augusto ), M. Salles, Fabrício, Vitinho, Keno, Erick... Aí depende dos inscritos.

Os times e o esquema não serão necessariamente esses. Coloquei esses jogadores pra gente dar uma visualizada. O que vocês pensam, seria produtivo esse tipo de ação, ou é melhor fixar uma equipe desde o início e ir jogando todas as partidas com essa formação ?
19 Dec 2016
Hyoran anunciado oficialmente:

http://www.palmeiras.com.br/news/2016/12/1...palmeiras.shtml

Boa sorte ao garoto.
11 Dec 2016
Leiam esse maravilhoso texto do Ugo Giogetti no Estadão de hoje:

O campeão dos Brasis

Ugo Giorgetti

11 Dezembro 2016 | 06h00

O estupor e a dor não se dissiparam, mas o futebol ressurge de sua desgraça e retoma pouco a pouco a vida. Quarta-feira já houve decisão da Copa do Brasil; hoje o Campeonato Brasileiro acaba. O Palmeiras, já campeão, teve pouco tempo para comemorar antes que a tragédia fizesse descer seu véu de tristeza sobre qualquer comemoração. E havia muito que comemorar.

A volta do Palmeiras ao pódio dos grandes ganhadores foi significativa por várias razões, a mais importante consolidar o clube como o maior ganhador de Brasileiros da história. Esse feito não é pouca coisa. Não há campeonato no mundo, incluindo os europeus e os regionais americanos, com a dificuldade e a imponência do Brasileiro. Não há competição no mundo que reúna tantas equipes ganhadoras, que são a essência das conquistas do nosso futebol, visando, por direito de grandeza, o primeiro lugar.

Contadas de maneira quase arbitrária são quase 15 equipes que ou já ganharam o Brasileiro ou já ganharam diversas vezes. Dentro desse quadro de dificuldades, é um grande feito tê-lo conquistado. Mais ainda ter se tornado seu maior ganhador.

Ultimamente as conquistas dos grandes clubes se transformaram numa guerra de palavras, onde os títulos conquistados servem ao mesmo tempo para engrandecer o clube, às vezes até indevidamente, e para desmerecer os feitos dos adversários. Nas camisas são bordadas datas e estrelas desesperadamente para fixar vitórias e títulos, cada estrela se julgando mais brilhante que as dos adversários, frequentemente classificadas como injustas.

Pois bem, há muita gente contestando os nove títulos do Palmeiras que o coloca como maior vencedor de Brasileiros. A argumentação usual é que conquistas anteriores a 1971 não seriam campeonatos brasileiros, pois tinham outro nome. O que seriam, então? A menos que se considere que o Brasil de 1959 seja rigorosamente igual ao de 1969 e este idêntico ao de 79, 89, 99, 2009, etc.

Esse argumento que crê na noção de um Brasil de proporções e forças idênticas através das décadas não resiste a qualquer análise e é, no mínimo, ingênuo, criado para tentar desmerecer uma conquista que é, acima de tudo, um fato.

O Brasil de 1967 tinha suas características próprias. Seu futebol, portanto, estava contido dentro dessas características. Dessa maneira, os títulos conquistados através dos diversos Brasis eram os verdadeiros títulos brasileiros do País daqueles momentos.

Obedecendo esse raciocínio, até o velho Torneio Rio-São Paulo, dos primeiros anos, podia ser considerado um verdadeiro Brasileiro, pois durante largo tempo as forças vivas da nação se concentravam em São Paulo e no Rio. Ou alguém duvida disso?

Tostão, em seu recente livro, relata de sua chegada em Belo Horizonte depois da eliminação da Copa de 1966, quando o Brasil fez um papel deplorável. Tostão esperava para seu regresso frieza ou indiferença, no máximo. Ficou espantado quando uma multidão o recebeu entusiasticamente no aeroporto. Compreendeu depois que tinha sido o primeiro jogador, jogando por uma equipe de Minas, convocado para uma seleção brasileira.

Atenção! Estamos falando de 1966! Essa era a conformação daquele Brasil onde se festejava o simples fato de ter um jogador, fora do eixo Rio-São Paulo, atuando pela seleção brasileira. Muita gente ainda não leva em conta nada disso ao tentar contestar os nove títulos do Palmeiras. É compreensível. No lugar deles eu talvez fizesse a mesma coisa. Como disse antes, estabeleceu-se uma verdadeira batalha de opiniões para valorizar essa ou aquela conquista.

No caso do Palmeiras a coisa não é de opinião, mas objetiva: o Palmeiras é o legítimo campeão de quase todos os Brasis, com seus vários rostos modificados ao longo dos anos. Em outras palavras: o País muda, mas seu campeão é sempre o mesmo.
13 May 2016
Goleiros: Fernando Prass e Vagner
Laterais: Tchê Tchê, João Pedro, Egídio, Zé Roberto e Fabiano
Zagueiros: Thiago Martins e Vitor Hugo
Volantes: Matheus Sales, Jean, Gabriel, Arouca e Thiago Santos
Meio-campistas: Cleiton Xavier e Moisés
Atacantes: Róger Guedes, Gabriel Jesus, Barrios, Alecsandro, Erik, Rafael Marques e Luan
20 Apr 2015

Matéria do G.E.

Definida a decisão do Campeonato Paulista de 2015, clubes paulistas já sabem quanto dinheiro arrecadarão por meio do Estadual nesta temporada. Novos estádios, Allianz Parque e Arena Corinthians fizeram Palmeiras e Corinthians abrir grandes diferenças para São Paulo e Santos. Só na comparação entre os dois finalistas com bilheterias, o Palmeiras já lucrou 18 vezes o valor conseguido pelo Santos.

Palmeiras
O Palmeiras tem receita bruta de R$ 19,1 milhões e despesa de R$ 6,9 milhõesem nove jogos no Allianz Parque, com média de 27.739 pagantes e tíquete de R$ 76,25 por partida.

Com os R$ 925 mil que recebeu como visitante da Arena Corinthians no domingo, os palmeirenses chegaram a R$ 12,4 milhões em receita líquida. No ano passado, com a mesma performance, isto é, até as semifinais do Paulista, o Palmeiras recebera R$ 2,2 milhões. O aumento, portanto, foi de 545%.

Como já lucrou R$ 1,7 milhão duas vezes neste Paulista, o Palmeiras tende a pelo menos repetir esse número na final com o Santos, portanto a diferença para demais adversários irá aumentar ainda mais.

Corinthians
O Corinthians tem receita bruta de R$ 15,6 milhões e despesa de R$ 7 milhões em dez jogos na Arena Corinthians, com média de 29.236 pagantes e tíquete de R$ 51,83 por partida.

Os R$ 925 mil da sua metade na semifinal fizeram a receita líquida do time chegar a R$ 7,1 milhões. Os corintianos conseguiram superar o próprio desempenho no ano passado, quando o lucro foi de R$ 1,7 milhão com o Pacaembu, com a ressalva de que, em 2014, o clube foi eliminado na primeira fase.



São Paulo
O São Paulo tem receita bruta de R$ 2,9 milhões em nove jogos (oito no Morumbi e um no Pacaembu) e despesa de R$ 1,8 milhão. As médias são de 10.185 pagantes e tíquete de R$ 30,10 por partida.

A semifinal com o Santos na Vila Belmiro rendeu aos são-paulinos mais R$ 169 mil, e a receita líquida chegou a R$ 1,2 milhão ao fim da participação do clube no Estadual. O resultado é ligeiramente superior ao de 2014, quando o lucro ficou em R$ 1,1 milhão, mas naquele ano os são-paulinos caíram ainda nas quartas de final. Como houve um jogo a menos em casa, o desempenho tricolor piorou em 2015.

Santos
O Santos tem receita bruta de R$ 3,1 milhões e despesa de R$ 2,1 milhões em dez jogos (sete na Vila Belmiro, dois no Pacaembu e um no Teixeirão). Foram os estádios alheios que fizeram o clube ter gastos superiores aos do São Paulo, pois a Vila demanda tantos gastos quanto o Morumbi. As médias são de 9.645 pagantes e tíquete de R$ 30,95 por partida, números similares aos dos são-paulinos.

Os R$ 169 mil recebidos na semifinal levaram o Santos a R$ 694 mil em receita líquida. O desempenho é inferior ao de 2014, quando, nas semifinais, santistas já acumulavam R$ 889 mil em lucro.

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