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Rogi81

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20 Jun 2017
http://espn.uol.com.br/noticia/704594_estu...odos-os-titulos

Palmeiras e Flamengo são hoje os clubes mais poderosos do futebol brasileiro, estão em um patamar acima de todos os outros e no caminho para disputar todos os títulos.

Essa é a análise de um estudo do Itaú BBA feito em cima das finanças dos 27 principais clubes do Brasil.

De acordo com a análise, ao qual o ESPN.com.br teve acesso, a dupla comanda o futebol brasileiro sob o ponto de vista financeiro e vem sendo responsável, há dois anos, por mais de 1/3 da geração de caixa total dos clubes.

"Esta sim é uma concentração importante, porque mostra quem tem efetivamente sobra de caixa para pagar suas dívidas e, especialmente, fazer Investimentos", analisa o Itaú BBA.

Os dados analisados dos times alviverde e rubronegro mostram que a dupla possui uma sobra de caixa que os torna "mais poderosos na disputa por atletas".

O estudo conclui: "Palmeiras e Flamengo estão, definitivamente, em outro patamar em relação aos demais Clubes".

Nesta terça-feira, César Grafietti, superintendente de Crédito do Itaú BBA e coordenador do estudo, estará no Bate-Bola na Veia, da ESPN Brasil, a partir das 19h, onde é aguardado para comentar sobre as análises financeiras feitas pelo banco.

Nas análises individuais de cada um, os elogios são recorrentes, conforme a reportagem vai mostrar a seguir.

PALMEIRAS

O Palmeiras, por sua vez, foi exaltado pelo estudo, com crescimento de receitas de 56% em 2016. "Quem segura este clube?", questiona o Itaú BBA.

Afinal, o relatório aponta que o Palmeiras dá demonstração de que retomou o caminho da solidez financeira.

Antecessor de Maurício Galiotte, Paulo Nobre foi citado por conta do trabalho de organização e modernização da gestão. "Naturalmente que o dinheiro colocado pelo ex-presidente para ajudar nesse processo foi fundamental", diz o Itaú.

O Allianz Parque é outro bastante elogiado pela análise, já que o clube possui 100% das rendas de bilheteria. "Não trouxe ônus, apenas bônus pelo uso", descreve o documento.

A Crefisa também foi citada. Patrocinadora que mais investe no futebol brasileiro, a empresa tem colocado cerca de R$ 100 milhões anuais no clube. Mas, mesmo que saísse, o estudo aponta que o futuro do clube não seria trágico.

"Mesmo que o patrocinador deixasse o clube e os valores voltassem a patamares de mercado, claro que a capacidade de investimentos diminuiria, mas não tornaria o clube inviável", analisou o estudo.

Agora, o Itaú sugere que o Palmeiras corte gastos e conquiste mais para seguir dominante.

"Por tudo isso é que o Palmeiras se coloca como um dos líderes no processo de organização da estrutura do futebol e candidato a permanecer na disputa por todos os títulos que disputar", define o estudo.
11 May 2017
http://maurobeting.blogosfera.uol.com.br/

Cuca estava com aquela cara de muito Muricy e poucos bem amigos na apresentação na Academia porque se sentiu incomodado de estar sendo apresentado no lugar de Eduardo Baptista. Naquela noite mesmo ligou para o antecessor. Conversaram. Eduardo, gente ótima e séria que é, desejou boa sorte. Jogo e vida que seguem.
Cuca queria tudo que aconteceu. Ele voltar nos corações do povo palmeirense no meio de 2017. Retornar como Felipão em 2010 e retomar o que questão familiar impediu. Mas não com um elenco limitado como o de 2010. Não voltou depois de 10 anos de diferença e distância como Scolari. Foram apenas quatro meses. Se ele não pôde viajar para conhecer o ótimo Napoli de Sarri, ao menos ficou perto de quem queria. Descansou. Recarregou pilhas. Arejou a calça vinho. Criou outras superstições. Esfriou a Cuca sempre quente e cheia de ideias.
Está pronto para jogar e se jogar. Arremessar lá longe os laterais de Moisés. Mas, agora, sem o todocampista que tanta falta fez a Eduardo. Disposto a recuperar Tchê Tchê. Quem sabe o Vítor Hugo de saída. Como encaixar ainda melhor Felipe Melo. Dar os gols a Borja. Fazer um Palmeiras ainda mais forte. E mais forte do que ele mesmo imaginava em dezembro.

Não teve sacanagem na saída de Eduardo e na chegada dele. Teve a vida como ela é. O futebol como não deveria ser. Mas se sou a direção do Palmeiras, faço o mesmo. Já falei. É ano de vestibular do ITA no Palmeiras. Se está na praça o melhor professor do mercado, com imenso conhecimento de casa e de causa, não precisa nem pensar. É Cuca. E não será ele x Mattos. Eles se entendem mesmo tendo diferenças. Como você e o seu patrão. Como eu e alguns chefes que tive. Como são as pessoas. Cuca e Mattos foram campeões juntos. Não foi por isso que o treinador saiu. Não será a volta que deflagrará a Terceira Guerra Mundial, não trará o Armagedom e muito menos a volta do Restart aos estúdios.

Se será o que foi em 2016, parece que só a imprensa sabe. Pode sim demitir treinador em quatro meses. Nunca é o ideal. Pode parecer injusto com os resultados, mas não com a ''análise do desempenho''. Cuca pode ter ideias ''antiquadas'', ou ''inadequadas'' para a New School. Mas funcionou muito bem no returno do BR-16 de poucos sustos e MUITOS resultados (os melhores da história). Mais reprisados e pisados que o ótimo turno de ‪grandes ‬placares e ótimo futebol nem sempre devidamente incensado. Não poucos preferiam incinerar a calça vinho, o lateral na área, a perseguição individual, os encaixes defensivos, o gramado do Allianz Parque, os recursos da Crefisa, o tom de verde da camisa, o degelo na calota polar e a eleição de Trump no pacote de maldades de Cuca e do maior campeão do Brasil.
Clubismo não é defender o time de Cuca. Clubismo é não disfarçar o desapreço pelo time dos outros. O Palmeiras de 2016 não era a Academia 3.0. Em 2017, mesmo com ótimo time e grande elenco em tudo, não é o Real Madrid das Américas com o futebol do Barça de Pep. É apenas o Palmeiras forte. Basta.

Time que possivelmente seria diferente se Cuca tivesse permanecido. Talvez os placares fossem semelhantes. Mas seria um outro jogo. E se o desempenho fosse o mesmo, nos números e no jogo, possível que Cuca até balançasse. Mas não caísse como Eduardo. Injusto? Não. Pragmático: ele é mais treinador e mais experiente. Você pode dizer até antiquado. Antigo. Anacrônico. Defasado. Mas é o campeão. Vencendo até quem teima em não gostar de título. De quem não reconhece méritos em estilos distintos, mas respeitáveis. Quando não mesmo admiráveis.
Volte bem, Cuca. Desejo de quem sempre quis que você voltasse logo. Para não dizer que você deveria ter continuado.
16 Jan 2017
http://www.lance.com.br/palmeiras/verdao-r...-para-2017.html



O Palmeiras acaba de demitir os médicos Rubens Sampaio, Vinicius Martins e Otávio Vilhena e os fisioterapeutas José Rosan e José Eduardo Arruda, dando sequência ao processo de reformulação do departamento. Mas isso não quer dizer que os resultados de 2016 tenham sido ruins. Pelo contrário: os números são considerados muito bons e a expectativa para 2017 é ainda mais positiva.

Em 2015, ano em que o clube deu início ao grande investimento em profissionais e equipamentos para otimizar a prevenção e o tratamento de problemas físicos, foram 36 lesões musculares. A meta era reduzir para 22 ou no máximo 24 lesões musculares em 2016, mas o ano terminou com apenas 15. Uma redução de 58,3%.

O número de lesões não musculares, que são os traumas por pancadas, entorses ou problemas de joelho, também caiu. Foram 19 em 2015 e apenas nove no ano passado.

- Em 2015 nós tivemos que justificar várias vezes o motivo de tantas lesões, porque foi uma quantidade alta. Ainda dentro dos padrões, mas alta. A gente trabalha com números da Uefa como referência e estávamos dentro dos padrões, mas com quantidade alta de lesões. Em 2016, já tínhamos conhecimento dos atletas, conseguimos fazer uma avaliação pré-temporada muito eficiente e completa, em que levantamos os principais fatores de risco e conseguimos intervir nesses fatores. E o fundamental disso tudo é o treinador. O Cuca entendeu o processo preventivo, a quantificação da carga de trabalho. Ele usou todas as ferramentas e profissionais que tinha à disposição. O principal é a quantificação de carga de treinamento. Às vezes o departamento sugeria poupar um ou outro, diminuir a carga de um, e ele recebeu isso muito bem - disse o coordenador do departamento de fisioterapia do Verdão, Jomar Ottoni, contratado do Cruzeiro em 2015.
Com as demissões, o médico responsável pelo elenco profissional agora é Gustavo Maglioca, que vinha atuando como fisiologista. Quem assume a fisiologia é Thiago Santi, ex-preparador físico do profissional que vinha trabalhando na base.

Um dos fatores decisivos para o menor número de lesões, na visão dos profissionais do clube, foi a troca dos gramados da Academia de Futebol. Um dos três campos do CT estava com o piso em condições tão inadequadas que era considerado o grande "vilão" nos casos de lesão que aconteciam em treinos.

O Palmeiras não divulga uma nova meta para 2017, mas Jomar Ottoni admite que repetir os números de 2016 já significaria um ótimo resultado. Só que o novo centro de excelência, que está sendo inaugurado nesta pré-temporada, faz os profissionais do clube acreditarem que ainda é possível melhorar.

- Claro que a gente sempre pensa em melhorar. O número é complicado de conseguir melhorar, porque foram poucas lesões musculares, poucas mesmo. Se conseguirmos a manutenção deste número, já estaremos satisfeitos. Nós vamos ter uma estrutura de ponta, todos os recursos, o que há de mais moderno no mundo em várias áreas, fisiologia, fisioterapia, preparação física. Temos de fazer jus a isso. A metodologia utilizada nós já vimos que funcionou, então a tendência é a manutenção - explica ele.

O novo centro de excelência já está em funcionamento e ainda receberá equipamentos de última geração, como uma esteira antigravitacional desenvolvida pela Nasa, que permitirá que os jogadores façam exercícios físicos de alta intensidade com muito menos impacto. Isso vai ajudar, por exemplo, a acelerar a recuperação de um atleta que sofreu uma entorse no tornozelo.

Dois casos são citados por Jomar como exemplos da rápida recuperação dos atletas em 2016. O meia Moisés sofreu uma grave lesão no pé esquerdo em 16 de fevereiro e tinha seu retorno aos treinos previsto para 14 de junho, mas conseguiu ir a campo já em 27 de abril. O volante Gabriel, que sofreu grave lesão no tendão do adutor da coxa direita em 16 de maio, voltou a treinar em 13 de junho. A previsão era de que isso acontecesse em 16 de agosto.

Na entrevista abaixo, o fisioterapeuta do Palmeiras explica como foi o processo de montagem deste novo centro e fala dos bons resultados em prevenção e recuperação de lesões.

LANCE!: Qual é o balanço do número de lesões de 2016?
Jomar Ottoni: O balanço é muito positivo. Conseguimos acima da expectativa, não só pela redução do número de lesões musculares, que são as que a gente consegue intervir de maneira mais preventiva, mas também por qualificar as recuperações, que em 2015 já haviam sido boas. Em 2016, conseguimos diminuir ainda mais o tempo médio do atleta no departamento médico. Aí vem todo um círculo virtuoso: menos tempo do atleta lá dentro, mais tempo dentro do campo, o treinador com mais opções para montar o time, vitórias... Saímos daquele círculo vicioso e entramos no virtuoso. Estamos muito satisfeitos e orgulhosos com esse trabalho.

O que podemos esperar de novidades em termos de equipamentos no novo centro de excelência?
Tem a esteira antigravitacional, que é desenvolvida pela Nasa e reduz o peso corporal do atleta em até 80%. Imagina um atleta com uma entorse no tornozelo, que não aguenta muito impacto. Ele vai poder fazer a manutenção física dele na esteira. Ele fica menos tempo parado deitado na maca. E outros equipamentos também, a gente vai ter todo o tipo de estímulo muscular que se pode dar, elétrico, mecânico, elástico, com carga alta, carga baixa, carga controlada, com equipamentos que vão mostrar a função do músculo em tempo real para a gente conseguir corrigir padrões de movimento. É dos sonhos. O presidente Paulo Nobre nos brindou com esse centro de excelência. Não existe nada no mundo com a ideia que foi conceituada ali, de compactação, você está a 30 passos de qualquer área, da piscina para o quarto, para a fisioterapia, para a musculação, para o centro de lazer. É um espetáculo.

Vocês se inspiraram em algum outro centro?
Isso aqui é uma grande miscelânea. Tem conceitos que trouxemos do Aspire, que é o grande centro de desenvolvimento de atletas do mundo, no Catar, considerado por todos assim. Tem muitas ideias de lá. Tem ideias que trouxemos do Crystal Palace, que tem um centro de performance interessante, tem ideia que veio do Borussia, tem ideia do Dallas, time de futebol americano que é carro-chefe em recovery no mundo. Tem vários conceitos. Procuramos pegar o que havia de melhor e que fosse possível de aplicar no Brasil. Estamos extremamente completos e satisfeitos.

Os profissionais do Palmeiras viajaram para observar estes conceitos?
Tem profissionais aqui que já tiveram experiências nesses locais. Eu já estive em alguns desses lugares, o Altamiro (Bottino, coordenador científico), que é o grande idealizador do conceito, conhecia outros. Hoje em dia com o mundo virtual está muito fácil você ter entrada nesses lugares. Você consegue ver a estrutura do local e copiar o que há de melhor. E tem coisas aí também que ninguém tem, que nós estamos lançando. Em breve, quem sabe, vão copiar a gente (risos).

Investir em estrutura e em profissionais, como o Palmeiras vem fazendo, equivale a contratar um reforço?
​O impacto financeiro é muito alto. Se você parar para pensar que a gente conseguiu reduzir o tempo que o jogador fica lesionado, e transformar isso em dinheiro, pegando o salário diário do jogador, se você conseguir devolvê-lo cinco dias antes, quando você pega o somatório justifica o investimento. Acho difícil comparar com um jogador, mas é fácil comprovar que o investimento vale a pena, que você vai colher frutos se investir em recursos humanos e estrutura. Aí quem sabe sobra mais dinheiro para contratar mais jogadores.
13 Jan 2017
http://maurobeting.blogosfera.uol.com.br/2...ue-moises-e-10/

Ídolo não precisa ser craque. Moisés é 10.

Mauro Beting
13/01/2017 10:15
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''Para quem já teve Jair Rosa Pinto, Chinesinho, Ademir da Guia, Zinho, Djalminha e Alex, celebrar Moisés com a camisa 10 é muita carência de ídolos e de craques''!

Alguém vai escrever isso. Ou pensar isso. Pode procurar em algum comentário aí embaixo. ''Geração 7 x 1″ ''Cucabol''. ''Palmeiras não tem Mundial''. ''Vendo Monza 87″. Algo do género e de sub-espécie.

O futebol é assim. Nossa vida tem sido assim. Além de bisbilhotar quem amamos, ainda xeretam como gostamos. Futricam quanto apreciamos. Fuxicam o que devemos apreciar ou não.

É paixão, estúpido. Tenha a sua. E respeite a do outro. Sei que, às vezes, você desdenha por não entender nem desenhando. Outra você detona por, no fundo, shippar a relação do outro. Você adoraria ter com as suas cores e sua camisa quem se deu tão bem com a nossa. E se dar tão bem, às vezes, é se doar e ser uma figura como o Cristaldo. É chorar tanto e deixar tudo no gramado como o Gabriel. É ser Tonhão, Tonhão, Tonhãããão!

É ser o que foi Cleiton Xavier na Libertadores de 2009, que nem título deu ao Palmeiras:

– Não chuta!

11 em 10 palmeirenses… Ok. 9 em 10 não queriam que CX10 chutasse lá do meio da cordilheira a bola que voou até os Andes do Colo-Colo.

Marcos entre eles. O santo soltou o verbo antes do berro que ecoou do Chile ao Brasil. O gol que classificou o Palmeiras na Libertadores para a outra fase quando tudo parecia perdido. Quando mais uma vez o Palmeiras que odiamos amar tanto nos faz cornetar ao inferno e elevar aos céus em segundos quem insiste em nos fazer primeiros e Palmeiras.

Cleiton se lesionou no BR-09 e o Palmeiras se perdeu. Cleiton se lesionou demais e não ajudou como gostaria em 2015. Não foi falta de vontade. Foi de condição.

Porque vontade e condição ele mostrou em momentos decisivos em 2016. Na primeira bola dele em campo fez o gol da vitória no dérbi no Allianz Parque, no turno do BR-16. Marcou o gol decisivo de pênalti contra o Sport, na Ilha. Cavou o penal que empataria o jogo em Chapecó. Fez o gol que abriu a vantagem contra o Vitória no jogo do título do turno. Deu o passe no Recife para o gol da dura vitória contra o Santa Cruz. Marcou o gol da vitória fundamental para encaminhar o título contra o Inter.

Marcou nas duas passagens. Mas hoje lutaria apenas por um lugar no banco com muito crédito do Palmeiras. O custo-benefício não bate mais. É hora de sair do clube. Mas não da nossa esperança. Muito menos da lembrança.

Não por acaso fiz questão de mostrar no filme PALMEIRAS – O CAMPEÃO DO SÉCULO o gol que ninguém chutaria em 2009. Ele está no clipe final do documentário dirigido por mim e pelo Kim Teixeira.

CX10 não precisaria ter sido campeão brasileiro e da Copa do Brasil. Pro meu coração, bastaria aquele chute que eu não mandaria. Bastaria acreditar quando eu não acreditava mais. Bastaria ele crer. Bastou, Cleiton.

Obrigado e seja feliz como você nos fez. Como o volante Ezequiel, com muito menos bola, foi referência corintiana, nos anos 90. Não adianta querer explicar. É sentimento. É química. Disposição física. Superação anímica. Empatia. Iúra, do Grêmio dos anos 70, por exemplo. Lugano no São Paulo. Ronaldo Angelim no Flamengo.

Ídolo de um time não precisa ser craque. E não depende diretamente de conquistas, ou mesmo de carências. Ídolo pode ser o cara que vem da Croácia sem lembrança. Quebra o pé e volta sobre as nuvens e gramados. Marcando, armando, criando, chutando, suando, batendo lateral, criando, jogando, amando, cuidando de uma filha que é uma gracinha palmeirense, cuidando de milhões que se sentem muito bem representados pelo jogador, pelo profissional, pela pessoa, pelo palmeirense nota 10 que é Moisés.
Ele já disse e a gente já sabe que ele não tem a bola daqueles 10 nota 1000 lá de cima. Mas em 2016, e espero que por muitos anos ainda, ele honrou não só o número que vai vestir, fazendo funções de 8, de 5, de 7, de 11, pelos milhões. Ele foi o melhor jogador do BR-16. Com os pés e com as mãos. Mas muito mais com o coração que transborda. Com aquilo que alguns que não amam nossas cores não entendem. E desconfio que até não sabem amar os próprios ídolos deles. Não só por falta de conhecimento de bola e de boleiros. Mas por falta de órgão vital.
Consulte um cardiologista, amigo. Espero que você não tenha problema. Mas temo que você não tenha mesmo é coração.
9 Nov 2016
http://maurobeting.blogosfera.uol.com.br/2...idente-dos-eua/



Seu time é feio. Seu jogo é feio. Sua vitória é feia. Seu gol é feio. Sua ideia é feia. Seu desempenho é feio. Seu resultado é feio.

Seu feio.

Elevar o nível do debate no futebol brasileiro não é apenas usar palavras mais técnicas e acadêmicas. É aceitar o contraditório. É defender ideias e ideais sem atacar quem pensa diferente – quando pensa.

Elevar a qualidade da discussão do futebol vai além de bater a prancheta na mesa, o analisador tático acima de tudo, a compactação das ideias no primeiro terço do papo, e o jogo apoiado no último terço da briga. Contra números e nomenclaturas existe o imponderável. Só não pode coexistir o intolerante no Fla-Flu que virou o time dos boleirões da velha guarda contra a escola graduada dos canudos.

O futebol precisa tanto de um Roger Machado que jogou e estudou quanto de um Muricy Ramalho que jogou e agora quer se reciclar quanto de jovens formados em esporte quanto de jornalistas que se reciclam quanto os que a cada enxadada tiram uma minhoca do microfone.

Tem espaço para todo mundo. Desde que todo mundo não avacalhe a discussão, não bloqueie o desafeto, não se comunique. Tem sido bizarro observar quanto nós, comunicadores sociais de currículo, não nos comunicamos e não socializamos. Defecamos regras mas não aceitamos bostejadas alheias. Bobajamos para entupir os baldes marrons e não aceitamos que nosso lixo seja reciclado.
O futebol comporta todo tipo de vencedor. Todo campeão é respeitável. Nem todo é admirável. O problema é que agora adotamos criticar tudo. Tem muita coisa errada. Tem muita coisa que dá errado. Mas não é tudo 1 a 7. Não é só o Brasil que perdeu. É a Alemanha que venceu.

O Brasileiro não tem um nível admirável há muito tempo. Não só este ano. Mas é possível se divertir até com jogo tecnicamente ruim. Partidas taticamente mal jogadas viram grandes espetáculos algumas vezes. Partidas de poucas chances podem ser taticamente ricas. Jogos chatos para o torcedor podem ser interessantes para os analistas. O duro é quando nos divertimos pouco quando o jogo é emocionante, quando a disputa é intensa, quando o jogo é imprevisível.

Aí o erro não é do esporte e de quem o faz. É todo nosso.

Querer um futebol melhor, mais disputado, mais equilibrado, mais justo, mais correto, mais bem jogado como brasileiro (e não como outra escola) é tanto dever da mídia quanto o de enaltecer a bola (e não a pílula) quando ele é bacana. Emocionante. Ainda que limitado.

É possível um campeão jogar mais do que tem jogado o atual líder e favorito Palmeiras. É possível jogar mais bola do que tem jogado agora quem tem atuado melhor neste momento – o Santos. É possível jogar mais do que vinha atuando há algumas rodadas o Flamengo.
Só não é possível é não lembrar e não enaltecer o bom futebol de um líder como era o Palmeiras do turno. Um time que ganhava, jogava bem, jogava bonito, e não era elogiado como foi tão criticado quando não jogou bem. E nem assim deixou de ser o que deverá ser até o final.

Claro que o resultado não é tudo e não pode encerrar discussão. Mas quando há desempenho é dever enaltecer. E ainda futebol não é concurso de miss. Não é subjetivo. É de quem faz mais pontos. STJD à parte.

Nao podemos ser tão doces e tão azedos. Clubismo não é assumir o time pelo qual torce. Clubismo é não disfarçar o que distorce contra quem não torce.

Quanto mais a mídia abrir espaços para talentos como André Rocha, Leo Miranda, Gustavo Fogaça, Renato Rodrigues, Dassler Marques e muita gente que prefere analisar a polemizar, entender a doutrinar, mais buscar que burlar conhecimento, melhor será o debate que virou embate. Combate sem empate. Sem vencedores.
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