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Rogi81

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5 Jul 2017
http://rodrigomattos.blogosfera.uol.com.br...tara-emissoras/

Tentei copiar o texto e colar aqui e não deu certo...

Se alguém conseguir, agradeço kkk... e se achar q é arquibancada blz, pode mover...

É q tem uma parte q fala q pode aumentar o valor a ser arrecadado pelo clubes, por conta de patrocínios, pq assim, iriam mencionar o nome dos patrocinadores sem restrição, nomes de arenas etc...
4 Jul 2017
http://globoesporte.globo.com/futebol/time...ertadores.ghtml


Da apreensão à motivação: Moisés sonha com volta nas oitavas da Libertadores
Meio-campista quer estar à disposição de Cuca para o segundo jogo, no dia 9 de agosto. Ele analisa o Barcelona de Guayaquil e pede atenção ao rival do Palmeiras desta quarta-feira



Depois de muito analisar o mercado e procurar opções para completar o elenco comandado por Cuca, o Palmeiras deve ter dentro do seu próprio elenco um grande reforço para o mata-mata da Libertadores. Em fase final de recuperação de uma grave lesão no joelho, Moisés conta os dias para voltar. Retorno que, segundo o meia, está próximo de acontecer.

Em conversa com o GloboEsporte.com, após um treino físico na Academia de Futebol, Moisés afirmou que trabalha com a ideia de ficar à disposição para o jogo de volta das oitavas de final do torneio, contra o Barcelona de Guayaquil. Visitante nesta quarta-feira, no Equador, a equipe faz a segunda partida em casa, em 9 de agosto.

– Há a possibilidade porque a minha evolução é muito grande. É remota, mas me sinto muito bem. Vou evoluindo bem a cada dia. Não dá para cravar exatamente o dia, mas há a possibilidade de ser no jogo de volta (contra o Barcelona) ou depois de 15 ou 20 dias. Não vai fugir muito disso. O importante é voltar 100% para não ficar indo e voltando para o departamento médico. Estamos procurando evoluir de uma forma rápida, mas segura, sem que me prejudique de forma alguma, e eu possa voltar no meu melhor nível possível – disse Moisés.

Dono da camisa 10 nesta temporada, ele não atua desde 19 de fevereiro, quando rompeu os ligamentos colateral medial e cruzado anterior do joelho esquerdo, em uma disputa no jogo contra o Linense, pelo Campeonato Paulista. Neste momento, ele se encontra em fase de transição física, última etapa antes de ser liberado para as atividades com bola sem restrição, ao lado dos companheiros.

Uma mudança recente no regulamento, com a Libertadores já em andamento, colaborou para que seu sonho de voltar ainda nas oitavas de final tenha chance de ser concretizado. Na semana passada, a Conmebol deu aos clubes a oportunidade de fazer máximo de seis alterações na lista inicial de inscritos – anteriormente, eram permitidas apenas três mudanças para o início do mata-mata.



Quatro trocas foram feitas na última segunda-feira, já para o jogo de ida contra o Barcelona: os zagueiros Luan e Juninho, o lateral-direito Mayke e o volante Bruno Henrique, todos contratados no decorrer da temporada, foram inscritos. Restam, portanto, duas vagas a serem preenchidas até 7 de agosto, 48 horas antes do jogo de volta.

– Eu cheguei a ficar apreensivo porque sabia que ia me recuperar, se não fosse agora para o segundo jogo das oitavas, para as quartas eu estaria 100%. Fiquei apreensivo quando eram só três (mudanças na lista de inscritos) porque estão chegando jogadores e eu entenderia perfeitamente se não estivesse na lista agora. Chegaram cinco ou seis aptos para jogar, então têm que ser inscritos mesmo. Mas eu ia ficar triste por dentro, claro. Agora, como aumentou, me deu mais motivação. Pode ter certeza que, não sei se o melhor reforço está aqui dentro, mas com mais vontade do que eu ninguém está. Assim que voltar vou mostrar isso dentro campo – falou o camisa 10 do Verdão.



Quatro trocas foram feitas na última segunda-feira, já para o jogo de ida contra o Barcelona: os zagueiros Luan e Juninho, o lateral-direito Mayke e o volante Bruno Henrique, todos contratados no decorrer da temporada, foram inscritos. Restam, portanto, duas vagas a serem preenchidas até 7 de agosto, 48 horas antes do jogo de volta.

– Eu cheguei a ficar apreensivo porque sabia que ia me recuperar, se não fosse agora para o segundo jogo das oitavas, para as quartas eu estaria 100%. Fiquei apreensivo quando eram só três (mudanças na lista de inscritos) porque estão chegando jogadores e eu entenderia perfeitamente se não estivesse na lista agora. Chegaram cinco ou seis aptos para jogar, então têm que ser inscritos mesmo. Mas eu ia ficar triste por dentro, claro. Agora, como aumentou, me deu mais motivação. Pode ter certeza que, não sei se o melhor reforço está aqui dentro, mas com mais vontade do que eu ninguém está. Assim que voltar vou mostrar isso dentro campo – falou o camisa 10 do Verdão.



As duas lesões no Palmeiras (o meia operou o pé esquerdo por causa de uma fratura)
São momentos diferentes, mas as pressões são iguais. Quando eu machuquei antes muita gente falou: "Ah, veio para o spa do Palmeiras, mais um jogador machucado, vamos ver se joga ou não joga". Tinha pressão de entrar e mostrar futebol. Agora tenho a responsabilidade de voltar no mesmo nível em que eu saí. É normal por vestir a camisa do Palmeiras, faz parte a partir do momento que você assina o contrato. Encaro isso com naturalidade. Sei da minha qualidade e do meu potencial.

Recuperação
O que o Palmeiras tem me ajudado aqui em forma de preparação e estrutura vou procurar retribuir dentro de campo. O apoio do torcedor foi fundamental na minha recuperação, tenho certeza que vão me apoiar na volta também, sabendo que não é da noite para o dia que vou jogar o futebol que terminei o ano passado. Mas com a vontade que eu estou sei que o mais rápido possível isso vai ser solucionado. Vou voltar e voltar bem.



Otimismo para voltar
Foi uma lesão grave, não foi simplesmente o ligamento cruzado como acontece na maioria. Tive umas complicações a mais. Mas a estrutura do Palmeiras me possibilitou voltar em um tempo bom. Tenho certeza que vou voltar antes do previsto pela minha lesão. Se fosse até sete meses (de recuperação) ainda estaria dentro do previsto, mas acredito que vou voltar antes disso. Eu tenho de procurar fazer o meu melhor no dia a dia para voltar bem, voltar a ser aquele Moisés que terminou no ano passado.

Vídeos com lances de 2016
Eu fico vendo muito, é uma forma de se motivar, de estar recordando. Por mais que a gente saiba das nossas qualidades, é sempre bom rever as coisas boas que você fez. Eu vejo, procuro responder, comentar e curtir quando postam algo porque o carinho do torcedor faz diferença. Eu lembro a primeira vez que machuquei em 2016. Dessa grande torcida que hoje me apoia muitos me criticaram porque eu cheguei machucando. Mas é uma coisa que não foi culpa minha, não foi falta de preparação, foi pancada. Não tinha o que fazer. Entendo também a situação, alguns jogadores vinham se machucando havia algum tempo. Hoje é diferente. O que eles fazem me dá bastante força

Lateral para a grande área
Eu falei com o Dudu (o atacante cobrou um lateral para a grande área na partida contra o Cruzeiro): "Caramba, que força é essa"? É bom porque é uma jogada que muita gente aproveitou para criticar no ano passado, para achar alguma forma de diminuir o nosso título, mas que hoje todo mundo faz. Aqueles que colocaram Cucabol têm de inventar "bol" para todo treinador porque todo time faz isso. O futebol gira muito rápido, tem de procurar evoluir e fazer, sim. Tem dado resultado, e é importante. Não é porque as pessoas falam mal que vamos deixar de fazer

Tem espaço para outra tatuagem? (o meia tatuou a taça do Brasileirão no braço direito)
Sem dúvida, a Libertadores é o título que poucos jogadores conseguem, como o Brasileiro. Se a gente conseguir irei tatuar a taça porque vai ser uma forma marcante depois de uma lesão terminar com título. Independente se for a Libertadores ou outra conquista.


Esse sim vai ser um baita reforço... tomara q volte bem, pq vontade, tem de sobra...
20 Jun 2017
http://espn.uol.com.br/noticia/704594_estu...odos-os-titulos

Palmeiras e Flamengo são hoje os clubes mais poderosos do futebol brasileiro, estão em um patamar acima de todos os outros e no caminho para disputar todos os títulos.

Essa é a análise de um estudo do Itaú BBA feito em cima das finanças dos 27 principais clubes do Brasil.

De acordo com a análise, ao qual o ESPN.com.br teve acesso, a dupla comanda o futebol brasileiro sob o ponto de vista financeiro e vem sendo responsável, há dois anos, por mais de 1/3 da geração de caixa total dos clubes.

"Esta sim é uma concentração importante, porque mostra quem tem efetivamente sobra de caixa para pagar suas dívidas e, especialmente, fazer Investimentos", analisa o Itaú BBA.

Os dados analisados dos times alviverde e rubronegro mostram que a dupla possui uma sobra de caixa que os torna "mais poderosos na disputa por atletas".

O estudo conclui: "Palmeiras e Flamengo estão, definitivamente, em outro patamar em relação aos demais Clubes".

Nesta terça-feira, César Grafietti, superintendente de Crédito do Itaú BBA e coordenador do estudo, estará no Bate-Bola na Veia, da ESPN Brasil, a partir das 19h, onde é aguardado para comentar sobre as análises financeiras feitas pelo banco.

Nas análises individuais de cada um, os elogios são recorrentes, conforme a reportagem vai mostrar a seguir.

PALMEIRAS

O Palmeiras, por sua vez, foi exaltado pelo estudo, com crescimento de receitas de 56% em 2016. "Quem segura este clube?", questiona o Itaú BBA.

Afinal, o relatório aponta que o Palmeiras dá demonstração de que retomou o caminho da solidez financeira.

Antecessor de Maurício Galiotte, Paulo Nobre foi citado por conta do trabalho de organização e modernização da gestão. "Naturalmente que o dinheiro colocado pelo ex-presidente para ajudar nesse processo foi fundamental", diz o Itaú.

O Allianz Parque é outro bastante elogiado pela análise, já que o clube possui 100% das rendas de bilheteria. "Não trouxe ônus, apenas bônus pelo uso", descreve o documento.

A Crefisa também foi citada. Patrocinadora que mais investe no futebol brasileiro, a empresa tem colocado cerca de R$ 100 milhões anuais no clube. Mas, mesmo que saísse, o estudo aponta que o futuro do clube não seria trágico.

"Mesmo que o patrocinador deixasse o clube e os valores voltassem a patamares de mercado, claro que a capacidade de investimentos diminuiria, mas não tornaria o clube inviável", analisou o estudo.

Agora, o Itaú sugere que o Palmeiras corte gastos e conquiste mais para seguir dominante.

"Por tudo isso é que o Palmeiras se coloca como um dos líderes no processo de organização da estrutura do futebol e candidato a permanecer na disputa por todos os títulos que disputar", define o estudo.
11 May 2017
http://maurobeting.blogosfera.uol.com.br/

Cuca estava com aquela cara de muito Muricy e poucos bem amigos na apresentação na Academia porque se sentiu incomodado de estar sendo apresentado no lugar de Eduardo Baptista. Naquela noite mesmo ligou para o antecessor. Conversaram. Eduardo, gente ótima e séria que é, desejou boa sorte. Jogo e vida que seguem.
Cuca queria tudo que aconteceu. Ele voltar nos corações do povo palmeirense no meio de 2017. Retornar como Felipão em 2010 e retomar o que questão familiar impediu. Mas não com um elenco limitado como o de 2010. Não voltou depois de 10 anos de diferença e distância como Scolari. Foram apenas quatro meses. Se ele não pôde viajar para conhecer o ótimo Napoli de Sarri, ao menos ficou perto de quem queria. Descansou. Recarregou pilhas. Arejou a calça vinho. Criou outras superstições. Esfriou a Cuca sempre quente e cheia de ideias.
Está pronto para jogar e se jogar. Arremessar lá longe os laterais de Moisés. Mas, agora, sem o todocampista que tanta falta fez a Eduardo. Disposto a recuperar Tchê Tchê. Quem sabe o Vítor Hugo de saída. Como encaixar ainda melhor Felipe Melo. Dar os gols a Borja. Fazer um Palmeiras ainda mais forte. E mais forte do que ele mesmo imaginava em dezembro.

Não teve sacanagem na saída de Eduardo e na chegada dele. Teve a vida como ela é. O futebol como não deveria ser. Mas se sou a direção do Palmeiras, faço o mesmo. Já falei. É ano de vestibular do ITA no Palmeiras. Se está na praça o melhor professor do mercado, com imenso conhecimento de casa e de causa, não precisa nem pensar. É Cuca. E não será ele x Mattos. Eles se entendem mesmo tendo diferenças. Como você e o seu patrão. Como eu e alguns chefes que tive. Como são as pessoas. Cuca e Mattos foram campeões juntos. Não foi por isso que o treinador saiu. Não será a volta que deflagrará a Terceira Guerra Mundial, não trará o Armagedom e muito menos a volta do Restart aos estúdios.

Se será o que foi em 2016, parece que só a imprensa sabe. Pode sim demitir treinador em quatro meses. Nunca é o ideal. Pode parecer injusto com os resultados, mas não com a ''análise do desempenho''. Cuca pode ter ideias ''antiquadas'', ou ''inadequadas'' para a New School. Mas funcionou muito bem no returno do BR-16 de poucos sustos e MUITOS resultados (os melhores da história). Mais reprisados e pisados que o ótimo turno de ‪grandes ‬placares e ótimo futebol nem sempre devidamente incensado. Não poucos preferiam incinerar a calça vinho, o lateral na área, a perseguição individual, os encaixes defensivos, o gramado do Allianz Parque, os recursos da Crefisa, o tom de verde da camisa, o degelo na calota polar e a eleição de Trump no pacote de maldades de Cuca e do maior campeão do Brasil.
Clubismo não é defender o time de Cuca. Clubismo é não disfarçar o desapreço pelo time dos outros. O Palmeiras de 2016 não era a Academia 3.0. Em 2017, mesmo com ótimo time e grande elenco em tudo, não é o Real Madrid das Américas com o futebol do Barça de Pep. É apenas o Palmeiras forte. Basta.

Time que possivelmente seria diferente se Cuca tivesse permanecido. Talvez os placares fossem semelhantes. Mas seria um outro jogo. E se o desempenho fosse o mesmo, nos números e no jogo, possível que Cuca até balançasse. Mas não caísse como Eduardo. Injusto? Não. Pragmático: ele é mais treinador e mais experiente. Você pode dizer até antiquado. Antigo. Anacrônico. Defasado. Mas é o campeão. Vencendo até quem teima em não gostar de título. De quem não reconhece méritos em estilos distintos, mas respeitáveis. Quando não mesmo admiráveis.
Volte bem, Cuca. Desejo de quem sempre quis que você voltasse logo. Para não dizer que você deveria ter continuado.
16 Jan 2017
http://www.lance.com.br/palmeiras/verdao-r...-para-2017.html



O Palmeiras acaba de demitir os médicos Rubens Sampaio, Vinicius Martins e Otávio Vilhena e os fisioterapeutas José Rosan e José Eduardo Arruda, dando sequência ao processo de reformulação do departamento. Mas isso não quer dizer que os resultados de 2016 tenham sido ruins. Pelo contrário: os números são considerados muito bons e a expectativa para 2017 é ainda mais positiva.

Em 2015, ano em que o clube deu início ao grande investimento em profissionais e equipamentos para otimizar a prevenção e o tratamento de problemas físicos, foram 36 lesões musculares. A meta era reduzir para 22 ou no máximo 24 lesões musculares em 2016, mas o ano terminou com apenas 15. Uma redução de 58,3%.

O número de lesões não musculares, que são os traumas por pancadas, entorses ou problemas de joelho, também caiu. Foram 19 em 2015 e apenas nove no ano passado.

- Em 2015 nós tivemos que justificar várias vezes o motivo de tantas lesões, porque foi uma quantidade alta. Ainda dentro dos padrões, mas alta. A gente trabalha com números da Uefa como referência e estávamos dentro dos padrões, mas com quantidade alta de lesões. Em 2016, já tínhamos conhecimento dos atletas, conseguimos fazer uma avaliação pré-temporada muito eficiente e completa, em que levantamos os principais fatores de risco e conseguimos intervir nesses fatores. E o fundamental disso tudo é o treinador. O Cuca entendeu o processo preventivo, a quantificação da carga de trabalho. Ele usou todas as ferramentas e profissionais que tinha à disposição. O principal é a quantificação de carga de treinamento. Às vezes o departamento sugeria poupar um ou outro, diminuir a carga de um, e ele recebeu isso muito bem - disse o coordenador do departamento de fisioterapia do Verdão, Jomar Ottoni, contratado do Cruzeiro em 2015.
Com as demissões, o médico responsável pelo elenco profissional agora é Gustavo Maglioca, que vinha atuando como fisiologista. Quem assume a fisiologia é Thiago Santi, ex-preparador físico do profissional que vinha trabalhando na base.

Um dos fatores decisivos para o menor número de lesões, na visão dos profissionais do clube, foi a troca dos gramados da Academia de Futebol. Um dos três campos do CT estava com o piso em condições tão inadequadas que era considerado o grande "vilão" nos casos de lesão que aconteciam em treinos.

O Palmeiras não divulga uma nova meta para 2017, mas Jomar Ottoni admite que repetir os números de 2016 já significaria um ótimo resultado. Só que o novo centro de excelência, que está sendo inaugurado nesta pré-temporada, faz os profissionais do clube acreditarem que ainda é possível melhorar.

- Claro que a gente sempre pensa em melhorar. O número é complicado de conseguir melhorar, porque foram poucas lesões musculares, poucas mesmo. Se conseguirmos a manutenção deste número, já estaremos satisfeitos. Nós vamos ter uma estrutura de ponta, todos os recursos, o que há de mais moderno no mundo em várias áreas, fisiologia, fisioterapia, preparação física. Temos de fazer jus a isso. A metodologia utilizada nós já vimos que funcionou, então a tendência é a manutenção - explica ele.

O novo centro de excelência já está em funcionamento e ainda receberá equipamentos de última geração, como uma esteira antigravitacional desenvolvida pela Nasa, que permitirá que os jogadores façam exercícios físicos de alta intensidade com muito menos impacto. Isso vai ajudar, por exemplo, a acelerar a recuperação de um atleta que sofreu uma entorse no tornozelo.

Dois casos são citados por Jomar como exemplos da rápida recuperação dos atletas em 2016. O meia Moisés sofreu uma grave lesão no pé esquerdo em 16 de fevereiro e tinha seu retorno aos treinos previsto para 14 de junho, mas conseguiu ir a campo já em 27 de abril. O volante Gabriel, que sofreu grave lesão no tendão do adutor da coxa direita em 16 de maio, voltou a treinar em 13 de junho. A previsão era de que isso acontecesse em 16 de agosto.

Na entrevista abaixo, o fisioterapeuta do Palmeiras explica como foi o processo de montagem deste novo centro e fala dos bons resultados em prevenção e recuperação de lesões.

LANCE!: Qual é o balanço do número de lesões de 2016?
Jomar Ottoni: O balanço é muito positivo. Conseguimos acima da expectativa, não só pela redução do número de lesões musculares, que são as que a gente consegue intervir de maneira mais preventiva, mas também por qualificar as recuperações, que em 2015 já haviam sido boas. Em 2016, conseguimos diminuir ainda mais o tempo médio do atleta no departamento médico. Aí vem todo um círculo virtuoso: menos tempo do atleta lá dentro, mais tempo dentro do campo, o treinador com mais opções para montar o time, vitórias... Saímos daquele círculo vicioso e entramos no virtuoso. Estamos muito satisfeitos e orgulhosos com esse trabalho.

O que podemos esperar de novidades em termos de equipamentos no novo centro de excelência?
Tem a esteira antigravitacional, que é desenvolvida pela Nasa e reduz o peso corporal do atleta em até 80%. Imagina um atleta com uma entorse no tornozelo, que não aguenta muito impacto. Ele vai poder fazer a manutenção física dele na esteira. Ele fica menos tempo parado deitado na maca. E outros equipamentos também, a gente vai ter todo o tipo de estímulo muscular que se pode dar, elétrico, mecânico, elástico, com carga alta, carga baixa, carga controlada, com equipamentos que vão mostrar a função do músculo em tempo real para a gente conseguir corrigir padrões de movimento. É dos sonhos. O presidente Paulo Nobre nos brindou com esse centro de excelência. Não existe nada no mundo com a ideia que foi conceituada ali, de compactação, você está a 30 passos de qualquer área, da piscina para o quarto, para a fisioterapia, para a musculação, para o centro de lazer. É um espetáculo.

Vocês se inspiraram em algum outro centro?
Isso aqui é uma grande miscelânea. Tem conceitos que trouxemos do Aspire, que é o grande centro de desenvolvimento de atletas do mundo, no Catar, considerado por todos assim. Tem muitas ideias de lá. Tem ideias que trouxemos do Crystal Palace, que tem um centro de performance interessante, tem ideia que veio do Borussia, tem ideia do Dallas, time de futebol americano que é carro-chefe em recovery no mundo. Tem vários conceitos. Procuramos pegar o que havia de melhor e que fosse possível de aplicar no Brasil. Estamos extremamente completos e satisfeitos.

Os profissionais do Palmeiras viajaram para observar estes conceitos?
Tem profissionais aqui que já tiveram experiências nesses locais. Eu já estive em alguns desses lugares, o Altamiro (Bottino, coordenador científico), que é o grande idealizador do conceito, conhecia outros. Hoje em dia com o mundo virtual está muito fácil você ter entrada nesses lugares. Você consegue ver a estrutura do local e copiar o que há de melhor. E tem coisas aí também que ninguém tem, que nós estamos lançando. Em breve, quem sabe, vão copiar a gente (risos).

Investir em estrutura e em profissionais, como o Palmeiras vem fazendo, equivale a contratar um reforço?
​O impacto financeiro é muito alto. Se você parar para pensar que a gente conseguiu reduzir o tempo que o jogador fica lesionado, e transformar isso em dinheiro, pegando o salário diário do jogador, se você conseguir devolvê-lo cinco dias antes, quando você pega o somatório justifica o investimento. Acho difícil comparar com um jogador, mas é fácil comprovar que o investimento vale a pena, que você vai colher frutos se investir em recursos humanos e estrutura. Aí quem sabe sobra mais dinheiro para contratar mais jogadores.
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