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J.M.Neto

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24 Dec 2016
Aos 100 anos, palmeirense visita o Allianz Parque pela primeira vez

Alexandre Guariglia/Lancepress!

Uma coisa é certa, a paixão por um clube não envelhece, mesmo que a idade física chegue. Assim é Gustavo Cipullo - também conhecido por Dino - 100 anos de idade e morador do bairro da Mooca. Apesar do sobrenome, bem conhecido nas alamedas palmeirenses, o parentesco é distante, assim como era o contato com a nova arena do clube, a qual sonhava conhecer até poder ter a chance de realizar o desejo com um tour pelo Allianz Parque.

Nascido em 1916, no interior de São Paulo, dois anos após a fundação do clube, Gustavo acompanhou a ascensão e todas as fases da história de um gigante do futebol brasileiro. Como torcedor, sofreu, contribuiu, presenciou e não se cansou, até hoje se considera fanático, mas para evitar o nervosismo, não assiste aos jogos, o rádio é seu informante.

"Eu vinha de bonde para cá, descia aqui perto e chegava a pé no clube. Hoje não dá mais, só de longe mesmo", lamentou apontando para a cadeira de rodas que auxiliava a sua locomoção durante a visita.

Assim que chegou à arquibancada Superior Oeste, fez questão de se levantar da cadeira que o transportara até ali para se aproximar do vidro que protege o torcedor.

"Não imaginei que veria o "Palestrinha" desse jeito. Que coisa linda", disse emocionado antes de ficar cinco minutos em silêncio admirando o estádio.

Antes de voltar à cadeira de rodas, pediu para tirar uma foto com o filho e o sobrinho que o acompanhavam no tour. O gesto foi repetido em cada um dos pontos da visita.

Na chegada ao vestiário, Dino pediu para se aproximar da imagem de dois jogadores: a de Gabriel Jesus e a de Zé Roberto, jogadores que admira no elenco atual, mas lamentou a perda de um deles.

"Esse menino é muito bom (sobre Gabriel Jesus), passou muito rápido por aqui, pelo menos foi campeão", ponderou.

Em seguida, após assistir a um vídeo que relembrava momentos históricos do clube, chegou o momento mais esperado pelo centenário senhor: a entrada no campo. Mais uma vez Gustavo abriu mão da cadeira de rodas, se posicionou como se fosse um jogador à beira da escada momentos antes de pisar no gramado.

"Pode deixar, daqui eu vou sozinho - pediu, antes de pegar a mão de seu sobrinho para ajudá-lo a encarar o desafio de escalar cada degrau.

O encontro com o terreno sagrado do time que cultua há quase um século foi a realização de um sonho, talvez até de menino, que não poderia deixar de ser concretizado diante de tamanho sentimento.

"Não queria morrer antes de ver o novo Palestra", balbuciou tentando conter a emoção e ao mesmo tempo olhar para cada canto da arena.

Para finalizar, Gustavo pediu para se sentar no banco de reservas a fim de descansar e fugir do sol, que castigava até mesmo os mais novos. Mas cansaço não é a palavra mais correta para classificar a reação de Dino. Para quem tem 100 anos de vida e de paixão, o relaxamento foi o alívio de uma realização inesquecível.

Link da matéria
22 Dec 2016
Resolvi escrever esse texto para relembrar o quão nefasta é a presença desse cidadão como líder de uma corrente política influente dentro do Palmeiras.
Em 2012 elaboramos um dossiê com notícias veiculadas nos jornais sobre a gestão desse senhor, desvendando descalabros e atitudes altamente suspeitas envolvendo patrocínios, compra e venda de jogadores, censuras e campanhas visando minar a modernidade dentro do Palmeiras. (aqui o link do tópico de divulgação do dossiê - Dossiê da Operação Salva Palmeiras ).

Pode até parecer coisa de gente velha (tenho 56 anos) ou de auto promoção (modéstia a parte, fomos um dos responsáveis pela elaboração desse dossiê), mas, não podemos deixar de relembrar o quanto esse cidadão é nefasto, o quanto prejudicou o Palmeiras com sua forma de pensar somente no social e em manter seus asseclas ao seu redor dando benefícios e agrados de toda sorte, patrocinando inclusive ações de grupos com interesses escusos ao clube.

Pior é ver a mídia marrom em constantes tentativas de ressuscitar esse senhor, mesmo diante de uma gestão de sucesso, como a implantada pelo Paulo Nobre. Em várias oportunidades vimos jornalistas recentemente procurando esse cidadão para palpitar sobre o Palmeiras, como se sua opinião fosse acrescentar algo de novo ou de melhor. E o pior é que alguns torcedores até elogiaram algumas de suas afirmações. Porém, digo de peito aberto, tudo o que vem desse senhor tem uma segunda intenção envolvida.

Mustafá é do tipo que ama o poder, não importa de que forma. Conseguiu ser uma unanimidade perante a torcida, que o odeia. E confesso que tenho calafrios quando vejo alguma notícia sobre ele em algum lugar, sinal de que ainda tem uma certa influência na política do Palmeiras. Quando Paulo Nobre foi eleito, eu particularmente me coloquei com um pé atrás, apesar do histórico de amor ao clube e da seriedade do novo comandante palestrino, pelo simples fato dele ter recebido apoio do senhor em questão.

E Galiotti assume como um sujeito conciliador, que mantém boa relação com o patrocinador e com todas as correntes políticas do clube, incluindo o grupo desse cidadão. Isso dá uma dimensão do quanto essa pessoa ainda mantém poder dentro do clube, mesmo escondido atrás de uma cortina de fumaça. E ultimamente tem dado declarações sobre os gastos do time com o departamento de futebol, questionando os valores, com o claro interesse de minar nossas forças.

Hoje, talvez pelo avançar da idade ou por medo da reação da torcida, Mustafá não se lança mais candidato a presidente, mas, continua agindo livremente nos bastidores, mesmo sendo responsável por uma das piores administrações do clube em sua história. Para comprovar o que estamos comentando, há uma clara intenção da manutenção desse poder diante da manobra utilizada para conceder o título de sócia para a Senhora Leila, algo que já foi discutido em outro tópico. Não queremos reacender a discussão, que já se encontra mais do que esgotada (se bem que ainda teremos novos capítulos dessa novela), mas, o que me espanta é que tendo o nome desse cidadão envolvido no meio do imbroglio, não podemos esperar coisa boa! Alguma coisa de podre existe...

Portanto, peço a todos que se mantenham alertas! Não podemos admitir que esse cidadão volte a agir dentro do clube como dirigente ou coisas do tipo. Esse sujeito quase conseguiu acabar com o Palmeiras, que só sobreviveu pelo amor de sua torcida. Seus objetivos são claros e devidamente comprovados pelo dossiê! Façamos uma releitura do mesmo, para refrescar nossa memória.

Para encerrar, não se trata de uma campanha querendo A ou B no poder. A continuidade do projeto implantado pelo Nobre fará com que o Palmeiras se torne cada vez mais forte. Galiotti tem o perfil da continuidade e temos certeza que 2017, a continuar nessa empreitada, será de vitórias e títulos. Não queremos o retrocesso da volta do Beluzzo e seu grupo, que arruinou as finanças do clube. Não queremos mais Tirones, Frizzos, Piracis, Giltos e coisas do tipo dando as cartas dentro do Palmeiras. Não queremos mais Mustafá (esse é único) tentando influenciar decisões dentro do clube. Queremos continuidade e o fim do feudalismo político imposto por esses cidadãos. Vamos minar as ações desses cidadãos. Chega de retrocesso! Queremos a continuidade da modernidade dentro do clube!
29 Nov 2016
Talvez não fosse esse o melhor momento para falar dessas coisas de rivalidade, de jogos ganhos e perdidos e coisas do tipo. Mas, não posso, como palmeirense, deixar de demonstrar alguns fatos que nos une.

Torcemos para times de mesmas cores, mesmo sabendo que hoje o mundo se pintou de verde e branco, misturado com o luto. E recentemente, quis o destino que nossas trajetórias fossem coincidentes desde 2013... Naquele ano, vi meu time cair para a Série B e você viu seu time subir para a Série B.

E juntos, subimos para a série A... nos mantivemos à duras penas, depois de quase rebaixados em 2014. Mas, a caçula e brava Chapecoense passou ilesa...

Em 2015 também não tivemos um grande Brasileiro e a nem tão caçula Chapecoense passou ilesa novamente, aprontando suas peças contra o meu Palmeiras, numa sonora goleada por 5 a 1.

Em 2016 voltei a sorrir com meu time campeão, justamente num jogo contra o seu time. Felicidade plena, até porque a Chape foi valente, vendeu caro a derrota, como sempre foi em partidas contra a gente.

E, garanto a você, e sem demagogias, estaríamos unidos na quarta feira, torcendo pelo Verde e Branco do Oeste Catarinense, diante do Atlético Nacional.

Mas, quis o destino que acontecesse tudo isso. Mas, a história é demarcada por fatos trágicos e reações contundentes. As dores de hoje são superadas pelo soerguimento de amanhã. As lágrimas de hoje molham o solo de onde surgirá nova plantação amanhã, que crescerá e frutificará!!!

O momento é de comoção e dor. Mas, em breve, estaremos diante da mesma tela de TV, no mesmo estádio, num jogo onde rememoraremos momentos de vitórias e derrotas... Mas, principalmente momentos de dignidade e respeito!

O futebol, que normalmente é tido como algo que nos separa, hoje nos une na dor. Rezaremos por todos os que se foram, por aqueles que ficaram com o vazio da perda, pelos familiares do jogadores, comissão técnica e jornalistas! E pelo vazio no coração de cada torcedor. E nos lembraremos sempre dessa dor, não como algo que somente nos faça sofrer, mas, ciente de que a força de uma comunidade, de uma cidade, de um lugar vem dessa superação.

Coragem, amigo! Um guerreiro pode chorar por uma derrota ou perda, mas, jamais deixará de lutar!!!

Hoje, somos todos Chapecoense e estamos com vocês...

Assinado, um torcedor do Palmeiras.
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