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Paulo Adriano

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13 Jan 2017
Mirando presidência, dona da Crefisa pretende investir até R$ 1 bilhão no Palmeiras


Responsável por turbinar as finanças do Palmeiras nos últimos dois e prestes a selar um acordo para ficar mais dois anos, a Crefisa já investiu R$ 200 milhões no clube. Mas essa quantia pode ser muito maior se a empresária Leila Pereira, dona da financiadora e da FAM (Faculdade das Américas), conseguir concretizar o projeto de virar presidente do clube alviverde, podendo chegar a R$ 1 bilhão em 10 anos.


Isso é o que dizem fontes ligadas à empresa, que ainda não renovou o vínculo atual com o clube, embora as partes já reconheçam que está bem encaminhado. Como exemplo dos investimentos já feitos pela Crefisa, citando apenas os mais recentes, nesta quarta-feira a empresa desembolsou R$ 25 milhões para ajudar o Palmeiras.

Foram 3,7 milhões de euros pela compra de 50% de Dudu junto ao Dínamo de Kiev (UCR), mais R$ 2 milhões por Fabiano, lateral que veio do Cruzeiro, por 40% dos direitos que pertenciam ao time mineiro, e 3 milhões de dólares na contratação do meio-campista Guerra, que veio do Atlético Nacional.

O contrato atual de patrocínio entre a empresa e o clube termina no próximo dia 21. Ainda que os dois lados não cheguem a um acordo final, uma cláusula permite que ele seja renovado até 30 dias depois do prazo de vencimento. No Palmeiras, ninguém crê no fim da parceria. Um dos motivos é o bom relacionamento entre o presidente Maurício Galiotte e Leila Pereira.

Confirmada a renovação, a Crefisa deve investir mais R$ 200 milhões em dois anos de Palmeiras. O valor pode dobrar apontam fontes do clube caso Galiotte seja reeleito. Isso significaria que a financiadora aplicaria R$ 600 milhões em seis anos.

O valor investido até hoje pela empresa engloba a camisa do clube (só em 2016 foram R$ 78 milhões), gastos no centro de treinamento e infraestrutura, contratações e até o pagamento de salários de alguns atletas, como ocorre com Lucas Barrios.

SERGIO BARZAGHI/GAZETA PRESS
Leila Pereira Crefisa 14/12/2015
Leila Pereira quer ser presidente do Palmeiras
A explicação está justamente no assunto que virou polêmica clube: a candidatura de Leila Pereira à presidência do Palmeiras. Se nada mudar na política palmeirense, em 2021, com duas gestões como conselheira, ela já poderá disputar o pleito, como quer.Mas como o investimento chegaria a R$ 1 bilhão?

Se for eleita, a conta para chegar ao valor final é simples. São mais R$ 200 milhões em dois anos, que podem passar para R$ 400 milhões em caso de uma reeleição.


Outro fator importante é o econômico. Em um momento de estagnação da economia do Brasil, a Crefisa tem mostrado ser uma exceção, aplicando altas quantias no futebol palmeirense. Mas não há garantias de que a situação se manterá nos próximos anos.

http://espn.uol.com.br/noticia/660893_mira...ao-no-palmeiras



Isso parece otimo agora.... mas e quando eles sairem???? O que está parecendo é que o Palmeiras está muito dependente da crefisa.
10 Jan 2017
uma area tão importante para o clube e os caras querem cortar gastos. uma vergonha.


Além de médicos, Palmeiras demite fisioterapeutas para reformular DM
Clube anunciou na semana passada as saídas dos médicos Rubens Sampaio, Vinicius Martins e Otávio Vilhena. José Rosan e José Eduardo Arruda também foram desligados
Fisioterapia
Jomar Ottoni e Marcelo Gondo, nas pontas, seguem. Rosan e José Eduardo saíram (Foto: Divulgação)
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Fellipe Lucena 10/01/2017 08:05 São Paulo (SP)
Além dos médicos Rubens Sampaio, Vinicius Martins e Otávio Vilhenas, cujas saídas foram anunciadas na semana passada, o Palmeiras demitiu o fisioterapeuta José Rosan em meio à reformulação que está sendo feita no departamento médico. José Eduardo Giosa de Arruda, também fisioterapeuta, já havia sido desligado no fim de 2016.

Rosa estava no Palmeiras desde 1991, enquanto Arruda havia sido contratado em 2014. Os fisioterapeutas que seguem no clube são Jomar Ottoni, contratado do Cruzeiro em 2015, e Marcelo Gondo, que chegou em 2002.

O clube fez alguns rearranjos no departamento. O médico responsável pelo elenco profissional agora é Gustavo Maglioca, que vinha atuando como fisiologista. Quem assume a fisiologia é Thiago Santi, ex-preparador físico do profissional que vinha trabalhando na base.

O Palmeiras não divulgou os motivos das alterações no departamento médico, que teve resultados muito festejados no ano passado. A decisão, porém, veio da diretoria: "oxigenação e corte de gastos".
[/quote]
3 Jan 2017


Verdazzo!
POR DOUGLAS MONACO
03/01/2017 - 09H46

EM DEFESA DA GESTÃO DE CONHECIMENTO NO PALMEIRAS

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“O conhecimento é a única fonte real de vantagem competitiva sustentável”.
Peter Drucker – pensador da administração de empresas

As complexidades de se dirigir um empreendimento futebolístico – seja um clube ou uma empresa listada no mercado acionário – são severas e requerem atenção permanente a inovações. Outro importante fundamento é a preservação da base de conhecimento sobre a qual a entidade alcança seus sucessos.

Este artigo apoia-se em lições dos anos 1992 a 1999 – conhecidos nos meios futebolísticos brasileiros como “Era Parmalat” – para advogar a implantação de um sistema de gestão de conhecimento – GC – na Sociedade Esportiva Palmeiras, clube brasileiro que, desde sua fundação em 1914, é sediado na cidade de São Paulo.

Neste artigo, define-se GC como o conjunto de processos que inclui a geração, armazenamento, transferência e uso de conhecimento; e cujo objetivo é agregar valor para a organização e seus stakeholders. Em essência, pode-se dizer que a GC é um processo que faz o conhecimento adequado estar disponível às pessoas corretas na hora certa [1].

Importante: a proposta feita neste artigo não assume que não exista – ou não esteja em formação – algum sistema de GC no clube, já que o autor não tem acesso a informações internas do clube. O artigo simplesmente visa enfatizar a importância da GC e a oportunidade que o momento atual representa. Caso algum sistema de GC já esteja “no forno”, tanto melhor!

O Palmeiras está se reposicionando para lidar com as complexidades do futebol

As complexidades do futebol sempre foram presentes. Apesar de, no começo, as mesmas serem menos notórias, sabe-se hoje que os clubes/empresas que demoram em perceber tendências ficam para trás e, quanto maior o atraso, maior o custo de “tirar o atraso”.

Até há pouco, nosso Palmeiras enquadrava-se na descrição, algo sabido por nós seus torcedores como bem atestaram os anos 2000 a 2014. Nosso ex-presidente Paulo Nobre disse várias vezes durante seus dois mandatos recém encerrados: “o campeão do século XX ainda não entrou no século XXI”.

O estado atual do clube, entretanto, é de franco desenvolvimento e sugere um futuro promissor. Eis alguns indicadores atuais:

1. A posição financeira é relativamente forte e a previsão de saídas de caixa mostra um equilíbrio salutar entre quitação de dívidas e execução de gastos correntes.

2. As fontes de financiamento são variadas e crescentes para os anos futuros: ingressos no estádio constantemente esgotados, sócio torcedor Avanti, patrocínio da camisa, cotas de TV, produtos licenciados etc.

3. O time venceu duas competições nacionais recentes – CdBR2015 e Brasileirão2016.

4. O time atual é forte e o clube tem capacidade de contratar/repor jogadores de qualidade.

5. Processos internos têm adotado o “estado da arte” em áreas como fisiologia, nutrição, ortopedia, gestão de desempenho, gestão de pessoas, recrutamento de jogadores, controles administrativos etc.

6. O valor da marca, provavelmente, esteja num momento de pico, historicamente falando. O entusiasmo e a adesão da torcida só fazem crescer e se fortalecer.

Assim, dado esse cenário interno, pode-se garantir que o clube terá permanente sucesso em tudo que fizer para sempre, certo? Certamente, não. Não se pode garantir, em primeiro lugar, porque risco é inerente a qualquer atividade humana. Além dessa condição básica, importantes medidas teriam de ser tomadas para tal previsão se tornar realidade.

Reconhecimento de ameaças e comparação com a era Parmalat

O que se pode dizer é que a situação atual se assemelha à de uma boa semente que, plantada em 2013, começou a germinar. Quase morreu em 2014, retomou o crescimento, gerou alguns frutos em 2015 e mais ainda em 2016.

Agora, se a atual transformação do Palmeiras for mesmo “uma planta boa”, ela deve ser protegida contra ervas daninhas e predadores que possam sufocar lhe o desenvolvimento. Sim, é certo que há muitos problemas potenciais – com destaque para a política do clube e a bem conhecida ameaça batráquia que assombra os jardins do Palmeiras desde o fim dos anos 70.

Mas, além da politicagem e as metáforas zoo-agro, as maiores ameaças são riscos de escassez de caixa e de recursos, i.e. caso fontes de financiamento comecem a secar, tem-se o risco de deterioração da infraestrutura e da capacidade de contratar jogadores de alto nível.

Assim, um esforço massivo e maciço deve ser feito visando garantir o poder aquisitivo do clube, tanto mantendo-se quanto ampliando-se as atuais fontes financeiras. Confio que muitos dentro do clube estejam empenhados em fazer isso.

Mas, há um passo que parece ainda não ter sido tomado e representaria um grande avanço na salvaguarda dos presentes desenvolvimentos do clube. É algo que não precisa de grandes investimentos, cujo lançamento pode ser feito com agilidade e cuja existência representaria uma defesa permanente contra eventuais escassezes.

Mas, antes de aprofundar-se na questão, é útil relembrar-se de outra “primavera palmeirense”, que aparentava cultivar um novo tempo no clube, mas que não sobreviveu ao fim da parceria que deu nome ao período, “a era Parmalat”.

Então como agora, havia forte fluxo de entrada financeira, tínhamos um time de estrelas – a cada ano, o pacote de contratações era uma data aguardada no calendário dos torcedores – o time venceu inúmeros torneios, a exposição e a valorização da marca eram fortes.

Então como agora, havia muita esperança que o Palmeiras nunca mais ficaria “na fila” por títulos. Bem, a era acabou, basicamente, em 1999 logo antes da seca de títulos mencionada alguns parágrafos acima – 2000 a 2014; e foi seguida por dois rebaixamentos nos campeonatos brasileiros de 2002 e 2012.

O sistema de gestão de conhecimento

A lacuna então e que nós – cruzando os dedos – esperamos não se repita agora era a habilidade de absorver as competências então agregadas pela Parmalat.

Gestão da produção, recrutamento de jogadores, gestão de grupo, exposição da marca, gestão do orçamento etc. eram todos processos nos quais o Palmeiras estava atrasado havia muitos anos e em que a Parmalat detinha excelência.

Nós sabíamos então que, em algum momento, a parceria acabaria e o dinheiro que ela trazia secaria. Assim, tínhamos de ter usado aquela experiência para APRENDER com eles e, acima de ocasionais superávits financeiros que o período deixasse no seu rastro, o legado mais importante teria de ser o know-how absorvido pelo clube e que lhe permitiria replicar métodos e não se ver enterrado em fracassos nos 15 anos seguintes.

Okay, é claro que, agora, o Palmeiras está investindo em infraestrutura e há previsão de volumosas entradas de caixa nos próximos 8 anos – da RGT e da Esporte Interativo.

Mas, a pergunta-chave é: será que todas as novas práticas estão sendo devidamente assimiladas e documentadas? Temos certeza de que as respectivas competências estão sendo absorvidas? Apenas como exemplo, sabe-se que um dos determinantes das conquistas de 2015 e 2016 foi a expertise de Alexandre Mattos – diretor de futebol – na prospecção de talentos e nas negociações de aquisições e contratos; outro determinante foi a habilidade de Cícero Souza no que se convencionou chamar de “gestão do vestiário”, i.e. as técnicas de gestão de pessoas que visam manter os jogadores protegidos de problemas que possam distraí-los e ou desuni-los.

Assim, dada a importância desses dois, será que o Palmeiras está pronto para vê-los serem “levados” por algum outro clube? Por comentários de internet, tem-se notícia que ambos já receberam propostas para trocar de emprego e preferiram manter-se no Palmeiras. Quantas outras propostas serão necessárias para que ambos mudem de ideia? O mesmo valendo para todos os grandes profissionais atualmente empregados pelo Palmeiras.

A proposta aqui é que se construa um sólido sistema de gestão de conhecimentos no Palmeiras, que documente toda essa expertise e a faça disponível a qualquer funcionário que venha a atuar pelo clube.

Evidentemente, há traços de personalidade que jamais serão transferíveis – marcadamente as habilidades dos jogadores e a capacidade tática dos treinadores. Mas, seguramente, há meios de se fazer apreensível e replicável muito – ou a maior parte – do conhecimento atualmente sendo aplicado pelo clube.

Fazer isso ampliará muito a capacidade do Palmeiras tornar a situação atual permanente e satisfazer a gigante legião de torcedores do Palmeiras, evitando que os atuais “ventos favoráveis” não se tornem um novo “voo da galinha”.

Os benefícios de implementar-se um sistema assim são abundantemente documentados[2] na literatura de GC. Tudo que o Palmeiras tem de fazer é se mover e adotar mais essa inovação, algo que vai aumentar muito sua capacidade de perenizar o atual bom momento.

Que o novo presidente preste atenção à oportunidade que se lhe apresenta e lance esse fundamento que fará diferença pelas próximas gerações do clube.

Esse é meu “desejo secreto” para o ano novo.

#ForzaPresidente

#VamosPalmeiras


[1] “Knowledge Management Audit in a Higher Educational Institution: A Case Study”. By Robert Biloslavo and Anita Trnavcevic, published in Knowledge and Process Management Vol 14 issue 4, year 2007.

[2] Dois exemplos recentes: “The knowledge manager’s handbook: a step by step guide to embed effective knowledge management in your organization” de 2016 editora Kogan Page; e “Designing a successful KM strategy: a guide for the KM professional” de 2014, editora Information Today.

* Douglas Monaco é leitor e padrinho do Verdazzo. Este artigo foi publicado ontem em inglês no Anything Palmeiras
28 Dec 2016
Felipe Melo se envolveu em uma polêmica com torcedores nesta quarta (28) ao se propor a responder algumas perguntas de internautas em seu Twitter. O jogador discutiu com um deles que perguntou sobre uma transferência para o Palmeiras por um valor menor do que o Flamengo teria oferecido e chamou o internauta de burro.

"O flamenguista @_felipemelo_ pediu R$ 1 milhão ao @Flamengo e fechou com o @SEPalmeiras por R$ 300k? Alguém poderia confirmar?", questionou o torcedor. Felipe Melo respondeu na sequência de forma que o internauta não entendeu.

"P**** kkkkk que diferença heim kkkkkkkkkkk", disse o jogador da Inter de Milão. O internauta então diz que foi o que leu na imprensa esportiva brasileira.



Reprodução/Twitter


"E questão de inteligência , basta ser inteligente e pensar !!", escreveu Felipe Melo, que continuou. "Tô justificando nada pra você, já que não entendeu então eu vou ser mais claro, você é burro!".

O torcedor não perde a educação e escreve: "Obrigado pelos elogios. Não é minha opinião, são notícias da imprensa. Não se ofenda, seja feliz onde for!. Não entendi porque me ofendeu. A imprensa divulgou, só quis confirmar, e achei que vc entenderia. Seja feliz onde for!!", completa.

Felipe Melo finaliza a questão desejando boas festas ao torcedor. "A recíproca é verdadeira , e minha opinião, desde já te desejo um ano novo cheio de Deus pra vc é sua família!!".

Felipe Melo passa as férias em sua casa no Rio de Janeiro e o futuro do jogador da Inter de Milão ainda não foi definido. O Palmeiras é o principal clube que poderia contratar o atleta para 2017.
13 Dec 2016
Palmeiras assina contrato com Esporte Interativo até 2024


O Palmeiras assinou seu contrato de TV fechada com o Esporte Interativo. Segundo a Folha apurou, o único grande clube que não tinha negociado os direitos de transmissão do Brasileiro chegou a acerto com a emissora do grupo Turner nesta segunda-feira (12) e fará o anúncio do sucesso das negociações nesta terça-feira (13). O contrato inicia em 2019 e termina em 2024.

Dessa forma, o clube se une a Atlético-PR, Coritiba, Internacional, Ponte Preta, Santos, Bahia, Ceará, Sampaio Corrêa, Criciúma, Joinville, Paysandu, Paraná e Fortaleza no Esporte Interativo. O presidente do clube, Paulo Nobre, já havia indicado o fim das negociações com o STV, mas dizia que o Esporte Interativo ainda avaliava contraproposta do clube.

O Palmeiras e a emissora acertaram um projeto conjunto de valorização do clube para além das cifras envolvidas. O Allianz Parque, estádio do clube, será chamado pelo seu nome, o que não acontece na RGT ou no STV. Há também um acordo para que os demais patrocinadores do clube tenham destaque nas transmissões. Além disso, as partidas do Palmeiras transmitidas pelo Esporte Interativo terão o sinal cedido para serem exibidas nas dependências do estádio, nas plataformas digitais e nos aplicativos do clube.

O Avanti, programa de sócio-torcedor do Palmeiras, será divulgado em todas as mídias do canal, inclusive nas redes sociais.

O canal também se comprometeu a ajudar o clube em processo de internacionalização da marca, organizando partidas amistosas com grandes clubes estrangeiros e tentando garantir a participação do Palmeiras em torneios internacionais.

Por fim, o Esporte Interativo prometeu trabalhar para que o Palmeiras jogue em horários definidos em comum acordo, tendo em vista faixas de horário vistas como mais adequadas aos torcedores.

"Estamos muito satisfeitos com os clubes que temos fechados para o Campeonato Brasileiro e ter o Palmeiras com a gente é mais uma prova de que temos um projeto sério e de longo prazo de investimento e desenvolvimento do futebol brasileiro", disse à Folha Leonardo Lenz Cesar, vice-presidente de esportes da Turner no Brasil.

"É uma parceria que une duas grandes instituições. Sabemos que a força da Turner pode contribuir substancialmente para tornar o nosso Alviverde ainda mais forte. Da mesma forma, não tenho dúvidas de que o engajamento de nossa torcida multiplicará o investimento feito no clube", acrescentou Paulo Nobre.

O STV assinou contratos de TV fechada com Corinthians, São Paulo, Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo, Cruzeiro, Atlético-MG, América-MG, Grêmio, Sport, Vitória, Chapecoense, Avaí, Náutico, Goiás e Londrina. Figueirense e Santa Cruz vivem imbróglio por supostamente terem assinado contrato com ambas as emissoras.

Com o acerto do Palmeiras, devem ganhar fôlego as discussões sobre as transmissões dos clássicos paulistas em TV fechada. O artigo 42 da Lei Pelé determina que uma emissora só pode passar uma partida caso detenha os direitos de transmissão de ambas as equipes envolvidas. Na situação atual, os clássicos entre Palmeiras e Corinthians ou Palmeiras e São Paulo só poderiam ser exibidos na TV fechada em caso de algum acordo entre as emissoras.

O pay-per-view envolve uma negociação paralela e não é afetado pelo acerto com Esporte Interativo ou STV.




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