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15 Jun 2017

http://globoesporte.globo.com/blogs/especi...de-encaixe.html

Um dos grandes debates no futebol brasileiro desde a Copa do Mundo é sobre os tipos de marcação adotados aqui. A derrota do Atlético Mineiro para o Raja em 2013, os confrontos na Libertadores e mais fortemente o 7x1 levantou um interessante debate sobre as formas de marcar. Termos como “marcação por zona”, “encaixes individuais”, “encaixes no setor” e “marcação individual” ficaram populares. Mas afinal, o que significam? Existe um método mais seguro? E mais moderno?

Primeiro de tudo, é preciso entender que "marcar" não é dar carrinho, nem desarmar. Marcar o genérico para falar de comportamentos de times sem a bola. E encaixe nada mais é que a mudança de estrutura pensando no rival. O Palmeiras de Cuca é um bom exemplo: contra o Santos, Zé Roberto passou a atuar na ponta, e Juninho foi o lateral esquerdo. Essa mudança de estrutura - que não é uma mudança da forma de jogo - foi feita para neutralizar o lado direito do Santos, segundo o técnico Cuca explicou:

O Santos tem um lado direito muito técnico e velocista, com o Bruno Henrique e a vinda de um armador, que é o lateral. O Lucas Lima cai por ali, tem a chegada do Thiago Maia, o Renato…tem um lado muito técnico e de velocidade. Pensamos em neutralizar esse lado e ter a agudez pelo outro lado, mas faltou por a bola pra dentro.

O encaixe pode ser feito de várias maneiras. É possível encaixar o adversário para facilitar uma estratégia e manter as linhas de marcação bem compactas e orientadas, como Mourinho fez contra o Ajax na final da Europa League. É possível também encaixar o adversário para facilitar as perseguições individuais, como Cuca faz: o ponta pega o lateral e acompanha até o fim, um zagueiro fica com o centroavante e o outro faz a sobra, e por aí vai. No clássico, Cuca pensou em neutralizar um lado forte e explorar um lado fraco com Roger Guedes e Mayke pela direita.

O uso do encaixe não tem a ver com marcar individualmente ou por zona. As diferenças de marcar por zona ou individual são as referências que o jogador tem ao ficar sem a bola: na individual, a busca é pelo jogador a ser marcado: seja até o fim ou por funções no campo, como o Palmeiras fez. A marcação por zona tem como referência o espaço: o contato existe só a partir de alguma outra ação - como a bola estar com o adversário, ou se a bola entra numa determinada zona. A referência é ocupar espaços no campo.Marcar por zona ou individual, encaixar ou não são formas de se resolver problemas. Por problema, entenda como algo do jogo. É preciso marcar o adversário, não? Como o técnico pensa essa marcação? Como ele resolve esse problema? Cuca prefere pensar primeiro no adversário e depois no próprio time. Arma encaixes para facilitar esses acompanhamentos.

O grande problema é que pensar o futebol sob esse prisma individual faz com que o jogo fique ainda mais caótico. Ao escolher controlar o jogo a partir do acompanhamento do rival, o Palmeiras toma um grande risco: fica à mercê de uma jogada individual, ou de um erro. Se alguém desgarra e não acompanha até o fim, o adversário encontra muito espaço para fazer o que quiser. O gol de Kayke é um exemplo: no momento do passe, os encaixes estão bem definidos. Mas Jean Mota recebe e Roger Guedes não acompanha até o fim, dado espaço para a assistência.
A marcação individual e definida pelos setores do Palmeiras funcionou em 2016 por conta da intensidade. Esses encaixes era feitos de forma rápida, e muitas vezes aconteciam numa parte mais alta do campo, impedindo que a bola chegasse perto da meta. A ordem era acompanhar, sufocar e fazer o adversário atrasar a jogada. Sem intensidade, a chance de alguém deixar o encaixe como Roger fez é muito grande.

Muitos times no Brasil fazem como o Palmeiras: procuram encaixes, o famoso “cada um pega o seu”. É uma herança muito forte do futebol de rua- quem nunca "pegou o seu" numa pelada?Abel Braga e Renato Gaúcho preferem assim porque “sabem quem culpar se sai o gol”. E, de fato, eles têm razão: como a referência é individual, os erros saltam mais aos olhos. Numa marcação por zona, um volante precisaria cobrir o espaço deixado por alguém que não retorna. Ao mesmo tempo, ela demora mais para ser entendida, e tempo é algo que técnicos não possuem muito no Brasil.

No fim, é uma questão de lidar com suas escolhas - intensificar pontos positivos e neutralizar os negativos.

Marcando por zona ou individual, procurando encaixar ou não o adversário, Santos e Palmeiras protagonizaram um confronto de times em evolução e com prós e contras de suas escolhas conceituais.
8 Jun 2017
As vezes ela fala como se fosse a dona do Palmeiras. Mas as vezes também deixa claro que não interfere no futebol! hehe
23 Jan 2017
Controle do futebol interferiu em ruptura entre Nobre e Galiotte4

PVC 23/01/2017 12:43
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O desejo de Paulo Nobre continuar interferindo no departamento de futebol foi um dos fatores que levaram à ruptura política entre o novo e o velho presidente do Palmeiras, além da discussão sobre a impugnação ou não da candidatura de Leila Pereira ao Conselho Deliberativo. Fontes ligadas ao ex-presidente do clube indicam que Nobre pediu a Galiotte que a gestão continuasse sendo ''a quatro mãos.'' Durante os quatro anos em que Paulo Nobre foi o presidente e Maurício Galiotte o vice, a decisão sempre foi do presidente. Não havia controle a quatro mãos. Galiotte passou a ter ingerência maior nas discussões com os parceiros – Adidas, Crefisa e W. Torre – e no momento em que houve descontentamento com o trabalho de José Carlos Brunoro, nos últimos seis meses do primeiro mandato.

Pessoas próximas a Galiotte têm outra versão. Em vez do trabalho ''a quatro mãos'', teria havido o pedido mais explícito para que Nobre seguisse no departamento de futebol. A resposta foi que a gestão seguiria o padrão definido desde 2013. Ou seja, o presidente acompanhando de perto, mas o departamento gerenciado por um profissional. Na gestão de Paulo Nobre, esse profissional foi José Carlos Brunoro nos dois primeiros anos, Alexandre Mattos nos dois seguintes.

A coluna de domingo da Folha de S. Paulo tratou da ruptura entre Paulo Nobre e Maurício Galiotte e as conseqüências para o futuro próximo do clube. Pode haver a eleição de Leila Pereira e depois a decisão sobre impugnar ou não sua candidatura, o que pode deixar muitos conselheiros eleitos em 11 de fevereiro sub-júdice.

Link

Deletaram o outro tópico que eu tinha postado sobre o assunto. Até compreendi pois só tinha saido na ESPN e era muito estranho o que estavam alegando.

Todavia, agora além de sair em outros canais também é o assunto no clube.E o Pvc , além de ser bem informando sobre os bastidores do clube, não é do tipo de jornalista que publica sem antes consultar a veracidade da informação. Portanto não vejo razão para não tratarmos desse assunto aqui.

Deixando bem claro que sempre apoiei Nobre e já até discuti com forista para defender suas atitudes desdo primeiro mandato.

Mas a meu ver ele não soube sair de cena, seja pela atitude no final do mandato contra a candidatura da Leila que deixou uma bomba na mão do atual presidente seja pelo que estão especulando agora. Se for mentira caberia a ele desmentir.

Enfim, se quiserem excluir novamente. Fiquem a vontade. Mas não acho que esse tipo de censura seja o ideal pois se formos filtrar tudo o que a imprensa diz, melhor colocar no regulamento que é proibido tópicos sobre a politica palmeirense aqui.
14 Sep 2016
http://epoca.globo.com/vida/esporte/notici...-que-torce.html

Ate que enfim uma pesquisa que da para ser levada a séria e que demonstra que a Torcida do Palmeiras é a mais apaixonada do Brasil
6 Apr 2016
Apesar do gol do Dudu no domingo, a meu ver o time do Palmeiras está jogando melhor sem ele. Tocando mais a bola, errando menos passes. Não que o Dudu seja ruim, pelo contrário mas taticamente ainda não se encontrou, nem com o Marcelo Oliveira, nem com o Cuca, e por suas características acaba forçando demais jogadas de velocidade enquanto o time sem ele cadência melhor o jogo.

Enfim, o time ficou muito mais equilibrado jogando com Zé Roberto por um lado e Robinho por outro. Com Jesus com mais liberdade a frente. Para Dudu entrar alguém vai ter que sair é claro e se não for no lugar do Jesus, teremos que mudar totalmente a característica do time que jogou a melhor partida no ano.

A meu ver nesse novo esquema Dudu e Jesus juntos só se for no segundo tempo.

Alguém ve de outra forma? qual?
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