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8 Jul 2017
Imaginemos um cenário sem a contratação de mais um atacante central para o segundo semestre.

Com isso em mente, escrevi um tópico extenso e presunçoso sobre aspectos técnicos, táticos e até mesmo psicológicos na função de um centroavante.
Apaguei aquela merda, então vou direto ao ponto.

Os últimos jogos têm sido realmente assustadores. Alguns falaram que é um Obina piorado, mas ele tem me lembrado o inoperante Max.
Essa nulidade em campo me fez pensar novamente sobre a condição técnica do sujeito. Tenho revisto algumas partidas dele na Libertadores e na Sul-Americana do ano passado. Não, não parece o mesmo jogador. Nunca foi, nem será um craque, mas nestes jogos é possível vê-lo executar muitas funções que ajudariam muito o Palmeiras: pivô (Willian e Dudu costumam se beneficiar muito em passes ou rebotes), troca de passes curtos, chutes de média e longa distância, imposição na área adversária em momentos de pressão etc.

Não precisamos do "centroavante das Américas". Só precisamos de um jogador com autoestima, funcional, disposto a deixar o seu melhor em campo e em condições de fazê-lo.
Como será que anda a vida do cara no Brasil? Como tem sido seu cotidiano no Palmeiras?

Pergunto para conversarmos informalmente sobre isso mesmo.
15 May 2013
Honestidade:

QUOTE
Vou chorar por quê? Não tenho motivo. Fiquei triste, abalado, é difícil, chega no final do jogo e você não sabe onde colocar a cara, porque decepciona os companheiros. Mas minha cabeça vai estar sempre de pé. Vou continuar fazendo meu trabalho, tenho a confiança de muita gente que é importante para mim.


Discernimento:

QUOTE
Críticas e elogios vão entrar por um ouvido e sair pelo outro. Não são as críticas que me abalam e não são os elogios que vão me fazer andar de salto alto. Vou continuar fazendo meu trabalho como sempre fiz. Pode criticar, quem gosta de mim sabe do que sou capaz. Quem não gosta, vai me criticar mesmo nas horas boas. Aconteceu na Copa do Brasil, quando a gente foi campeão e muita gente continuou me criticando.


Responsabilidade:

QUOTE
Todo mundo lutou, batalhou, correu o tempo inteiro, e por causa do primeiro gol que a gente tomou isso ficou muito mais difícil. Eu assumo, a responsabilidade (pela derrota) é minha. Não tem que culpar nenhum dos meninos, todo mundo lutou até o final, jogou com o coração.


Atitude:

QUOTE
Pode vir, não tem problema. Eu aguento, sei lidar com isso. Confiança a gente conquista, agradeço o apoio, pode ter certeza que vou continuar trabalhando forte para continuar tendo essa confiança.


_______

Melhor reação que já vi de um goleiro após um fracasso. Bruno pode crescer muito com essa mentalidade. Atitude e confiança são tudo nessa vida.
17 Feb 2013
Qual será o seu time após o retorno dos lesionados? Escalem aí.
15 Feb 2013
Deixando a birra de lado, jogadores que podem adicionar alguma coisa, se fecharem com o Kleina. Tópico pra atualizar informações mais confiáveis sobre esses e outros jogadores, pois o time tá precisando de criatividade.
12 Feb 2013
QUOTE(Maurizio @ Feb 10 2013, 04:39 PM) *
Concordo, Pinha. Com a cabeça cada vez mais fria, esse é o caminho mesmo. Tem que ser feito o que é melhor para o clube, doa a quem doer, inclusive a torcida. E é gente que não está lá pensando em clube como clube social, mas pensando no futebol.

Primeiro, o Brunoro não é burro nem inexperiente pra fechar uma negociação tão ruim. Os motivos devem ser sérios pra tanta urgência e pras condições estabelecidas, alguns nós conhecemos, outros não. Segundo - e sobre isso não vi nenhum comentário aqui ainda - temos no departamento jurídico do clube um advogado sempre tido como incontestável. Nunca que iria passar pela mão dele um contrato mal-feito como o negócio nos deu a impressão de ser e passar assim, numa boa. Se fosse desprezada a opinião técnica dele, não duvido que ele teria rompido com o clube logo de cara. Eu venho revendo seriamente a minha impressão inicial sobre o negócio ter sido tão mal executado quanto pareceu.

E eu vou discordar do tópico. A gente pede profissionalismo, uma gestão empresarial, e pede transparência. As duas coisas não batem. Os dirigentes do clube não se manifestarão só para a torcida do Palmeiras, tudo o que eles disserem vai a conhecimento do mercado, especialmente os rivais, o governo e instituições financeiras. Há razões estratégicas para que muitas das perguntas fiquem sem resposta pública. O Palmeiras não é S.A. nem entidade pública pra ter obrigação de ser transparente, e mesmo nesses casos a transparência se dá na medida em que a lei exige, ou pode ser sustada em razão de interesses maiores.

Controle de informação - e me permitam discordar os muito mais gabaritados na área que estão opinando sobre o assunto - é essencial numa gestão profissional de um clube de futebol, e não transparência. Tem que saber o que divulgar e quando divulgar. Não é isso que todos queríamos quando implorávamos por alguma atitude contra vazamentos de informação, que tanto prejudicavam? Ou o que a torcida pedia era para que, ao invés de vazamentos, as mesmas notícias viessem por fontes oficiais?


Especificamente sobre os trechos em negrito. Pareceram-me centrais no debate entre Eduardo Luiz e Chico Palestrino no tópico das 30 perguntas, pois saíram das eternas discussões sobre nomes, apoios e abordaram algo maior.

_______

Começo perguntando se não há uma confusão entre o direito natural da informação (neste caso particular, uma negociação tão obscura) ao torcedor com o abominável ato de ceder ao populismo.

Sobre o direito natural da informação neste caso particular, falemos um pouco sobre o torcedor. Cansamos de comentar sobre a torcida como patrimônio do clube: o sujeito que se associa, mesmo não tendo condições financeiras para tal luxo; o sujeito que vai aos jogos, mesmo recebendo uma merreca em sua labuta mensal, que poderia significar um maior conforto ou privilégio na educação dos seus pivetes; o sujeito que precisa estudar, trabalhar mais, mas que mesmo assim encontra tempo pra mergulhar no vasto mundo de informações que é o cotidiano palestrino. Pobres diabos reféns de suas paixões, merecem ser informados sobre tópicos questionáveis sobre o clube que tocam. Sim, todos sabemos que não são apenas administradores e jogadores que fazem um clube seguir seu curso, pro bem ou pro mal.

Por que o controle de informação precisa ser tão inflexível a ponto de banir completamente a informação ao torcedor numa negociação não somente controversa, mas que caminha para o véu obscurantista? Não é razoável ao torcedor que gasta seu dinheiro e tempo na paixão pelo futebol -- e atualmente muito mais, já que o Palmeiras tem sido tudo, menos futebol -- ser informado numa negociação de natureza tão incomum? Percebo que uma maioria esmagadora só quer ser informada; não quer um ato populista por parte dos nossos administradores. Não quer que leiam nossos pitacos sobre nomes ou negócios -- pitacos que continuaremos expondo, porque é parte do rito de ser um torcedor de futebol --, apenas ser informada.

Esse tipo excepcional de informação ao torcedor, repito, em tópicos altamente questionáveis, também não violam os seus interessantes argumentos sobre o controle dela e da transparência que não condiz com o profissionalismo. Repito, é um caso excepcional.

_______

Como torcedor; não membro de uma coletividade, mas como individual, não dou a mínima para a saída do Barcos. Fez-se questionável em profissionalismo desde que começou a vacilar sobre a série B. E não digo isso apenas baseado em leituras, mas também audições. Ouvimo-lo falar que não seria interessante jogar a série B na perspectiva da seleção argentina. Como agente de uma coletividade sinto. É um nome que rende a um departamento de marketing eficiente. Contudo, jogadores são substituíveis. Essa é a dinâmica do futebol contemporâneo e quem não for eficaz nela, pegue seu chapéu e reconheça o seu atraso e incompetência.

É fascinante poder ter pessoas como Nobre e Brunoro, que não tomam medidas populistas desenvolvendo o seu trabalho em prol do bem do Palmeiras -- lembrando que até mesmo esse conceito do que é bom ou ruim para o clube é passível de discussão, embora tenhamos algumas convergências. Realmente fascinante. Uma raridade em cartolagem.

Entretanto, volto a repetir, ceder informações sobre uma negociação tão obscura não significa ceder ao populismo, tampouco à necessidade do controle de informação pelo bem do Palmeiras.
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