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Daniel Junior

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5 Nov 2015
Jailson lesionou o tendão de Aquiles, na quinta-feira, e terá alta em breve. Também sem Aranha, opções no banco de reservas passam a ser Fábio e Vinicius Silvestre.




O goleiro Jailson, do Palmeiras, passou por cirurgia nesta quinta-feira, no Hospital Albert Einstein, após ter sofrido uma lesão no tendão de Aquiles do pé direito no dia anterior, durante treinamento na Academia de Futebol. Segundo o clube, ele deve receber alta na sexta.

Contratado na temporada passada para ser reserva de Fernando Prass, o jogador de 34 anos tem três jogos com a camisa alviverde, sendo dois amistosos e um pela Copa do Brasil.
Também opção para Prass, Aranha está igualmente impossibilitado de atuar devido a dores musculares, mas deve retornar aos treinamentos nos próximos dias.


Além do dono da posição, o técnico Marcelo Oliveira passa a contar apenas com Fábio e Vinicius Silvestres, ambos formados na base do clube. Um deles será relacionado para o banco de reservas na partida de domingo, contra o Vasco, na arena, pelo Campeonato Brasileiro.

Fonte: RGT
31 Mar 2015



O presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, quer repassar aos sócios do clube o custo de R$ 20 milhões para o aparelhamento de dois prédios da sede palmeirense, um voltado para o setor administrativo e outro para práticas esportivas. A proposta do dirigente foi apresentada na reunião do Conselho de Orientação e Fiscalização (COF), realizada na noite de ontem. Se aceita pelos conselheiros, a mensalidade dos cerca de 12 mil sócios do clube terão um adicional em torno de R$ 70 pelos próximos dois anos.


Lanche
19 Feb 2015




Um dos poucos jogadores contratados pelo Palmeiras no início da temporada em que o clube colocou dinheiro na negociação – foram pagos R$ 2,5 milhões por 50% dos direitos econômicos dele – o meia Robinho a cada dia ganha mais espaço e parece cativar não só o técnico Oswaldo de Oliveira como o torcedor palmeirense. A versatilidade é a principal característica do ex-jogador do Coritiba. Em entrevista exclusiva ao Estado, o atual volante fala de sua adaptação ao clube e a posição, seu passado no Santos, a amizade com Alex, ídolo alviverde, e admite surpresa com o tamanho do Palmeiras.

Como está a disputa para ser volante. A concorrência acaba sendo um pouco menor?
Não sei se é mais fácil, mas é uma função que estou gostando muito de fazer e me adaptando rapidamente. E a concorrência é grande. Tem o Gabriel, Amaral, Renato, Andrei, o Arouca chegando. Não é fácil, não.

Qual a principal diferença que você sente entre ser volante e meia?
De volante, eu consigo jogar mais de frente para o jogo e pego mais na bola. Gosto disso. Dá para organizar mais o time e sair do campo de defesa. Eu começo a criar as jogadas e isso é importante. Assim que cheguei, o Oswaldo veio falar comigo para saber se poderia me utilizar assim e disse que estava pronto para jogar onde ele quisesse. Fiz essa função no Coritiba.

Jogar em mais de uma posição, em um elenco tão numeroso e competitivo, é uma bela vantagem, não?
É e não é. É bom que você tem mais chances de jogar, só que você não define qual sua posição de verdade. É começo de trabalho, o Oswaldo ainda está conhecendo o elenco e o importante é começarmos o ano vencendo e jogando bem. Não tenho preferência pela posição. Gosto muito de ser segundo volante, mas sou meia. Então, deixa o Oswaldo decidir.

O torcedor te recebeu de braços abertos após o ex-jogador Alex falar publicamente que você daria certo no clube. Como foi chegar já com um apoio de peso deste?
Assim que começaram as conversas entre Coritiba e Palmeiras, perguntei para o Alex e ele me falou como era o clube na época dele. O Keirrison também falou comigo. Sou muito amigo do Alex e nossas famílias também se dão bem. Foram dois anos e meio juntos. Ele me falou que se eu tratasse bem a bola, a torcida iria gostar de mim e avisou que eu tinha que morar perto do CT, porque o trânsito de São Paulo é terrível.

Você passou pelo Santos. Acha que o passado alvinegro pode atrapalhar e porque não deu certo lá?
Nem pensei nisso, para falar a verdade. Foi uma passagem que não foi tão rápida (2008 a 2011), mas eu não aproveitei as chances e nem cheguei a criar identidade. O torcedor vai gostar de mim pelo que faço dentro de campo. No Santos, senti a pressão, já que de uma hora para outra, deixei o Mogi Mirim jogando a Série A-2 e fui para o Santos, time grande e badalado. Tive uma grave lesão em 2008 e isso me atrapalhou também. Joguei mais de 50 partidas pela equipe, mas não soube aproveitar as oportunidades. Me sentia pressionado por ter que jogar bem sempre e tinha a empolgação natural de um garoto de 19 anos chegando em um time grande. Me empolguei demais e as coisas não deram certo. Hoje, estou bem mais maduro e preparado para qualquer pressão, sempre com os pés no chão.

Você realmente bateu o pé e disse ao Coritiba que queria ir para o Palmeiras ou os clubes conseguiram se acertar sem sua participação?
Eles queriam que eu ficasse, porque com a aposentadoria do Alex, eu viraria a referência e o líder do grupo. Eu queria muito vir para o Palmeiras, pois era a chance da minha vida, já tinha dado meu tempo por lá e precisava buscar novos desafios. Tenho 27 anos e talvez fosse a última grande oportunidade. Eles ficaram chateados, mas entenderam, por isso deixaram eu sair.

Como está o relacionamento com os torcedores?
Eu não sou muito de sair e ter esse contato direto com os torcedores. Na verdade, só fui atrás de uma escolinha para o meu filho. Nem abrir conta no banco eu abri ainda, acredita? Mesmo quando a gente vence, não sou de sair, para evitar comentários. No máximo, vou ao mercado com minha mulher e fiz isso uma vez só. Então não tenho tanto contato com torcedores, mas sinto que o apoio é grande. E o pior de tudo é que ainda não consegui a escolinha para meu filho (risos).

Qual a diferença do Palmeiras para os outros clubes?
A dimensão deste clube. Ele é muito grande, a torcida é muito forte nos jogos e está carente de títulos e ídolos. Assim que cheguei, senti isso. De fora, acho que você não tem tanta noção da imensidão do clube. Quem chega ao Palmeiras precisa saber que vai ter pressão e que tem que se acostumar a vencer sempre.


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5 Feb 2015
04 Fevereiro 2015 - 16h59

Prass desabafa com relação à imprensa e demonstra otimismo para 2015

Em entrevista exclusiva ao Verdazzo, goleiraço do Verdão esclarece a polêmica sobre a vinda de Aranha e promete uma camisa autografada a um sócio-torcedor quando o Avanti chegar a 100 mil sócios.

ENTREVISTA CONCEDIDA A FÁBIO FELICE

Fernando Prass já é um veterano no Palmeiras. E está indo apenas para seu terceiro ano no clube. Sobrevivente de um time que foi montado e desmontado inúmeras vezes em duas temporadas, jamais viu sua titularidade ser questionada - ela deixou de existir apenas quando se machucou. É um dos líderes de um elenco que foi remontado mais uma vez para 2015.

Aos 36 anos, com contrato até dezembro, Prass falou ao Verdazzo sobre a perda da braçadeira de capitão, os erros de 2014, as perspectivas para 2015, o relacionamento com Alexandre Mattos, as lideranças do elenco e a polêmica criada pela imprensa em torno da contratação de Aranha.

E, por fim, fez uma promessa para o leitor do Verdazzo que é sócio Avanti.


VERDAZZO: No final do ano passado uma resposta sua para o CQC ficou famosa. O torcedor gostou de você dizer que se fosse para um time grande você ia descer um degrau, já que o Palmeiras é gigante. Como surgiu essa resposta?

Fernando Prass: Aquilo nem foi pensado. A gente tinha acabado de sair de um jogo tenso, como tinha sido aquele contra o Atlético-PR (na última rodada do Brasileirão 14) e eu nem estava pensando em entrevista... quando me avisaram que eu tinha que passar pela Zona Mista, para atender os repórteres. O futebol é nossa profissão, assim como tem gente que tem o humor como profissão e foi o caso deles (do CQC). E foi a resposta que me veio na cabeça na hora, porque ali é tudo muito rápido e se bobear os caras acabam te complicando.

VERDAZZO: Você está indo para o seu terceiro ano no Palmeiras e o Oswaldo de Oliveira é o seu quarto técnico. Você nem chegou a jogar sob o comando do Ricardo Gareca. Como você enxerga essa mentalidade de troca constante de técnicos, que não muda no Brasil?

Fernando Prass: O futebol brasileiro não tem a paciência necessária para dar uma chance para um trabalho se consolidar. Quando não vem o resultado, a primeira coisa que se troca é o treinador. E a segunda também é o treinador. E depois se troca 20 jogadores. Foi o que aconteceu aqui. Porque infelizmente, no futebol você não tem tempo para ficar esperando os resultados. Muitas vezes você joga por água abaixo um trabalho que poderia ser bem sucedido se tivesse mais tranquilidade para fazer as coisas. E a gente sentiu isso bem na pele, tanto dentro quanto fora de campo, nesses últimos dois anos aqui.

VERDAZZO: Vamos falar de 2014. Você era o capitão com o Gilson Kleina e depois de voltar da lesão não recuperou a faixa, já sob o comando do Dorival Júnior. Como você encarou isso?

Fernando Prass: Para mim não teve problema algum. Sempre falo que eu não ganho a mais por ser capitão, não tenho poder a mais por ser capitão. Não tem diferença nenhuma. A única coisa que muda é que você sorteia o lado do campo antes do jogo e assina a súmula no final do jogo. Sinceramente, para mim não muda em nada. Mas obviamente era uma honra, sem dúvida nenhuma, ser capitão de uma equipe com o prestígio que tem o Palmeiras.

VERDAZZO: Você não era capitão mas sempre foi um dos líderes do time, assim como o Lúcio. Como você viu a saída dele do Palmeiras?

Fernando Prass: Acredito que foi uma coisa natural do futebol. Ele achou que já não era o melhor para ele permanecer no Palmeiras e que teriam outras possibilidades fora daqui, que seriam mais interessantes. E ele conversou isso com a diretoria, que aceitou.

VERDAZZO: Qual foi o principal problema na montagem do elenco do ano passado?

Fernando Prass: Ano passado a gente teve muitos problemas. A gente montou um time no começo do ano, depois perdeu dois jogadores da espinha dorsal, o Kardec e o Henrique. Aí contratou mais alguns atletas no meio do ano. Depois da Copa, contratamos mais alguns. E junto com isso, três técnicos. É muito complicado para quem comanda. O Gareca chegou e contratou quatro jogadores que ele queria. Mas quatro não é nada para um elenco que tem 30, 35. O Dorival chegou, trouxe mais dois ou três, mas os outros 30 e poucos, que já estavam, não haviam sido escolhidos por ele. Aí entram vários fatores, como esquema de jogo, gestão de grupo... E essas trocas dificultam muito.

VERDAZZO: E o que você está vendo de diferente esse ano, na montagem do time?

Fernando Prass: Claro que é impossível manter o mesmo elenco o ano inteiro, porque existem vendas, trocas, algum jogador que não corresponde pode sair, mas esse ano a gente espera que possa se criar uma base, porque aí você não tem que recomeçar o trabalho do zero.

VERDAZZO: Qual sua relação com a atual diretoria? Já chegou a conversar individualmente com o Alexandre Mattos?

Fernando Prass: Já conversei com o Mattos sim, o time tem contato frequente com ele nos jogos, na concentração, no vestiário, no dia-a-dia. O relacionamento com ele e com toda a diretoria é bom, é tranquilo, a gente tenta ajudar da forma que pode, não só dentro de campo, mas fora também. Sempre que a gente é requisitado para alguma situação extra-campo, que eles precisem de uma outra visão, a gente auxilia da maneira que pode.

VERDAZZO: Você explicou que não se importa em não ser o capitão do time. Mas líder, você naturalmente é, por sua experiência e tempo de clube. Além do Zé Roberto, que virou o capitão e arrepiou todo mundo com aquela preleção, quem mais no elenco você enxerga que pode ter esse papel de líder em 2015?

Fernando Prass: Sempre tem uns jogadores que aparecem mais e outros que aparecem menos; falam mais e falam menos. Além do Zé Roberto, o Lucas é um jogador experiente, que pode assumir esse papel, o Rafael Marques também. O Arouca chegou agora, não conheço pessoalmente, mas acho que também é um candidato. O Tobio, dentro das suas características, é outro. Muitas vezes as pessoas confundem o líder com aquele cara que grita no campo, que fala mais, e muitas vezes é o contrário, tem líder que observa mais, que é tranquilo, que fala menos.

VERDAZZO: Como você viu a ascensão da base, com essa molecada (João Pedro, Nathan, Gabriel Dias, Victor Luís, Renato...) que sobreviveu a um furacão danado no ano passado?

Fernando Prass: A ascensão deles não foi nem por opção né, foi na necessidade. O Palmeiras teve que lançar esses meninos na pior fase possível para um garoto dessa idade entrar. Uma alta pressão, com um time que não estava correspondendo dentro de campo... foi um período muito difícil, a gente que é experiente sente, eles então devem ter sofrido muito mais. E conseguiram passar, com certeza foi um batismo de fogo. Tanto os que ficaram quanto os que podem sair, sem dúvida saíram fortalecidos, por tudo o que a gente passou.

VERDAZZO: Ano passado, o Dorival chegou a armar o time algumas vezes com um volante mais recuado, que sem a bola formava uma linha de 3 zagueiros. O Oswaldo, nesses primeiros jogos, armou um time muito veloz, que joga na vertical. Você, que é experiente e tem uma visão total do jogo lá do gol, conversa sobre esquema tático com os treinadores? Como enxerga essas mudanças?

Fernando Prass: Não chego a discutir esquema, no máximo posicionamento em bola parada. Essa questão de esquema tático depende primeiro da visão que o treinador tem, das preferências dele. E também dos jogadores que ele tem à disposição. Porque não adianta querer jogar num 3-5-2 se você não tem as peças para montar o time assim. Então eu acho que o treinador tem que ter a competência para conseguir, dentro do grupo de jogadores que ele tem, montar o melhor esquema, aquele que tire o máximo de cada jogador.

VERDAZZO: Qual a sua relação com a torcida? Como você é tratado quando encontra com os torcedores na rua, no shopping, em restaurante?

Fernando Prass: A relação é boa, sempre que saio e ando na rua o apoio de quem vem falar com você é muito forte. Claro que ano passado a gente notava um receio e um temor muito grande dos torcedores, pela situação da gente estar brigando contra o rebaixamento. Esse ano as abordagens são totalmente contrárias, é muita euforia.

A gente que é jogador tem que saber balancear tudo isso. Ano passado não podia se desesperar com o que vinha de fora, e este ano a gente também não pode se empolgar, afinal de contas, a temporada está apenas começando, temos só um jogo oficial e falta muita coisa para formar um time realmente forte. Mas o contraste com o ano passado é muito grande.

VERDAZZO: Na última semana começou a sair na imprensa que você estava bravo por causa da contratação do Aranha. Você gostaria de esclarecer essa história para o torcedor palmeirense?

Fernando Prass: É até bom você me perguntar isso. Desafio qualquer pessoa a me mostrar uma declaração minha diferente da que eu dei. Eu sabia que se eu dissesse que sim - que era a favor da contratação do Aranha - iam dizer que eu estava desprestigiando os goleiros do Palmeiras. E que se eu dissesse que não – que era contra a contratação do Aranha - iam dizer que eu estava contra o Aranha. A declaração foi: “Eu tenho que me preocupar em jogar futebol, porque eu sou pago para jogar futebol. E quem tem que cuidar de contratação, avaliação de grupo, é a comissão técnica e a diretoria de futebol, que são pagas para isso.”

Em cima disso colocaram que eu estava insatisfeito, que eu estava isso, que eu estava aquilo. E de repente uma ou duas pessoas fizeram essa maldade e muitas pessoas, por ignorância, foram atrás. E vira uma coisa grande, com três, quatro emissoras de TV falando a mesma coisa. É uma coisa absurda. Mas eu repito, desafio a pegarem uma declaração minha sobre isso que seja diferente dessa que eu te falei. O pessoal gosta de vender mais jornal, de receber mais cliques... e acaba tentando criar uma polêmica onde não tem nada.

VERDAZZO: O palmeirense tá empolgado e o Avanti é uma consequência disso. Você fez o desafio para chegar a 100 mil sócios até o fim do ano. A gente do Verdazzo quer incrementar esse desafio, para que essa marca seja atingida mais rápido. Assim que chegar nos 100 mil sócios Avanti, você manda uma camisa autografada para a gente sortear entre os Avantis leitores do Verdazzo?

Fernando Prass: Eu até tinha pensado que ia demorar mais para chegar em 100 mil, de repente no meio do ano, fim do ano... mas do jeito que dá indo, até o fim do mês já deve atingir os 100 mil, é impressionante a força da torcida. Mas tá combinado. Se chegar aos 100 mil, eu mando uma camisa autografada para vocês presentearem um Avanti.




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