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21 Mar 2016
Reparem no retrospecto atual.

Primeiro Semestre 2015
Entramos no Paulista do ano passado como patinhos feios. Elenco 100% reformulado, havíamos escapado do rebaixamento por um triz, nenhum dos nossos adversários nos respeitava completamente.
Jogávamos contra times que tinham obrigação de atacar, estavam mais entrosados e treinados do que nós. Pegamos poucos times que marcavam com 11 atrás da bola, fazíamos gols no contra-ataque e com defesas mal-postadas. Muitos gols. Fomos o melhor ataque de quase todas as competições que disputamos.
Fomos impecáveis na maioria dos jogos, perdendo apenas para o Santos na final e nos pênaltis.

Segundo Semestre 2015
Copa do Brasil -> Novamente entramos como patinho feio em todos os jogos. Todos os jornalistas enchiam a bola dos outros times e diziam que não tínhamos chances de ganhar. A obrigação dos outros times era ganhar, eles iam para cima. Jogavam no ataque e nos cediam o contra-ataque e a chance de organizar jogadas com defesas mal-postadas. Resultado? Campeão.

Brasileiro -> Começamos voando, mas quando sacaram que o esquema era se fechar atrás da linha da bola perdemos praticamente todos os jogos contra times pequenos e médios. Em jogos grandes, sempre nos destacavamos, pois, novamente, nos cediam os contra-ataques e ataques com a defesa mal-postada.

Primeiro Semestre 2016
Está servindo apenas para nos confirmar a seguinte hipótese. Quando entramos como favoritos, perdemos todos os jogos. Quando vestimos a camisa do Palmeiras e nos postamos como o gigante que somos, perdemos os jogos. Quando encurralamos o adversário no campo de defesa deles, não temos criatividade para fugir da marcação de 11 jogadores.
Quais jogos ganhamos? Os jogos em que Cristaldo e Allione participaram. E porque ganhamos? Porque os dois são os únicos jogadores do nosso elenco que conseguem desmontar esquemas defensivos.

Cristaldo -> Movimentação, garra, não desiste da bola, divide como se aquela bola valesse a vida.
Allione -> Movimentação, drible e bom passe. Mas, principalmente, drible.

Quem deveria executar essa mesma função na escalação atual? O Dudu. Mas ele está em uma fase técnica lastimável, não acerta dribles e nem passes, além de estar com pressa. Quando a bola chega nele, ele fica numa ansiedade tão grande de resolver, que toma decisões erradas. Gabriel Jesus? Jovam, promissor, driblador, mas ainda não tem estabilidade emocional. Ele tenta o drible e apanha, é o nosso jogador do atual elenco que mais apanha e isso acontece porque ele toma decisões erradas de dribles. Ele tinha que cortar para o meio, mas sempre força pela lateral. O Palmeiras não é o melhor time para apanhar, os juizes são complacentes e acabam irritando o jogador.

Enquanto não armarmos uma escalação com jogadores dribladores, que quebrem esquemas defensivos, vamos sofrer uma derrota atrás da outra. Não adianta nada saber sair jogando sem chutão, se os passes são só laterais.

Minha escalação e as devidas justificativas:

Fernando Prass (Ídolo)
João Pedro (Velocidade e capacidade de ir à linha de fundo com boas jogadas de infiltração)
Dracena (Experiência e Jogo Aéreo)
Vitor Hugo (Velocidade e Poder de Desarmes)
Victor Luiz (Enquanto jogava, sempre mostrou disposição em ultrapassagens. O Zé é bom, mas não para esse esquema atual do Palmeiras)
Matheus Salles (Dos volantes do Palmeiras é o que mais se apresenta, se movimenta e procura uma jogada diferente)
Gabriel (Idem ao Matheus Salles)
Robinho (Poder de Lançamento e bom passe para desafogar jogadas)
Allione (Drible, infiltrações e bom passe)
Cristaldo (Raça e Movimentação)
Barrios (Boa visão de jogo, boa parede e bom passe)


Enquanto nos sujeitarmos a querer jogar apostando apenas em velocidade, vamos sempre tomar ferro em jogos contra times que nos respeitam. Na liga dos campeões jogadores rápidos funcionam porque todos os times jogam para ganhar. Aqui no Brasil os times jogam para empatar e, se der, marcar um golzinho no contra-ataque (futebol mais feio do mundo, mas temos que nos adaptar à realidade).
A escalação que montei visa, principalmente, quebrar esquemas defensivos densos. Atualmente, este é nosso principal problema.

Dudu e Gabriel Jesus são ótimos jogadores, mas no momento eles servem apenas para jogos contra times grandes e para entrar quando o Palmeiras já fez o resultado. Velocidade não vai nos ajudar em nada neste momento.

Essa é a minha visão.

Criei um tópico novo por se tratar de uma sugestão à nossa diretoria e treinador.

O Valdivia é bom e faz muita falta porque ele sabe como ninguém desarmar esquemas defensivos, com inversões de lado, desarmes, passes impossíveis. Temos de achar um jeito de jogar da mesma forma, com jogadores que tenham características de quebrar estes esquemas.
21 Sep 2012
Imagine se a gente não cair a moral que vão ganhar os nossos jogadores... Vão entrar voando nas competições do ano que vem.

Apesar de todos os problemas eu confio DEMAIS nos jogadores deste time do Palmeiras, com exceção de alguns eu vejo neles a mesma identificação com o time que nós torcedores temos.

Pode parecer utopia, mas eu acredito que a maioria vestiu a camisa de verdade: Bruno, Artur, Henrique, Correa, Thiago Heleno, Maurício Ramos, Marcos Assunção, Thiago Real, Valdívia, Barcos, Obina, Luan, fora os jogadores que ainda não tiveram sua chance, mas anseiam por ele.

Quando vejo eles em campo, vejo vontade e determinação acima do normal, vontade e identificação que não vejo nos jogadores de nenhum outro time do Brasil. Esse é um dos fatores da família Felipão.

Claro que com um time montado com estes jogadores, talvez tenhamos muitas limitações técnicas, e por isso que teremos que nos reforçar, principalmente com um segundo atacante, um bom lateral direito. Mas a base IDENTIFICADA com o Palmeiras, algo raro nos dias de hoje, nós já temos. E temos de valorizar isso!!!

Uma das coisas que aprendi na vida é que todas as pessoas do mundo tem um defeito, até o Messi, que é baixinho. Se não aprendermos a ponderar estes defeitos e considerar mais as qualidades das pessoas, viveremos sozinhos. Nossos jogadores são assim, possuem muitos defeitos, mas também possuem muitas qualidades. Eu vou apoiá-los até o fim, pois apesar das limitações, eles respeitam o escudo que tem no peito.
23 Aug 2012
Reparei que MUITA gente critica a saída do gol do Bruno. Só não se esqueçam que temos como preparador de goleiros um dos, (senão o), melhores preparadores de goleiros do mundo.

Ele deve ter alguma falha crônica na saída de bola, caso contrário, o Pracidelli já teria melhorado isso nele.

Ele é alto, às vezes na hora de sair do gol, ele deve tomar muitos gols por baixo. Ficando no gol e pelo tamanho dele, as chances dele devem ser maiores.

Não podemos nos esquecer que os caras observam os jogadores no treino pelo menos 4x por semana.
28 Aug 2011
1 - Para quem dizia que a camisa branca era zicada, a teoria foi por terra.

2 - O Palmeiras pegou uma de suas semanas mais pedreiras no ano: São Paulo no domingo, Vasco na quinta (Mata-Mata) e Corinthians no Domingo. Ganhou 2 e empatou 1. Dá pra confiar nesse time? Eu acredito!!

3 - Temos duas pedreiras a seguir. Se não ganharmos uma e empatarmos a outra, estes três pontos de nada valerão. Tem que manter a cabeça no lugar!

Vamo verdão!!!
11 Aug 2011
Simplesmente sensacional!!!

Tinham que mandar para o W. Paulista ler! O Pierre eu tenho certeza que entende isso!

"O livro mais recente que inspirou Felipão

Capítulo do livro 'Carta a Um Jovem Atleta', de Bernardinho, será usado pelo técnico palmeirense

Felipão (Foto: Tom Dib) Felipão e sua inspiração (Foto: Tom Dib)

Maurício Oliveira
Publicada em 11/08/2011 às 08:13
São Paulo

O último texto a inspirar Luiz Felipe Scolari foi extraído do livro “Carta a Um Jovem Atleta”, de Bernardinho, técnico da Seleção Brasileira masculina de vôlei. O trecho foi citado por Felipão, durante entrevista ao LANCENET!, sobre a atuação dele como um “gerenciador de crises” no Palmeiras.

“Recentemente, li matéria muito interessante no vestiário do Figueirense (no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, em 27 de julho). Pedi para Cesar (Greco, fotógrafo do Palmeiras) tirar uma foto. Ele vai imprimir e vou colocar no vestiário dos jogadores”

Leia, abaixo, o texto que Felipão leu, na íntegra:

“Formação da equipe”

“Não se assuste nem se surpreenda: na formação de uma equipe, muitas vezes o jogador ou atleta mais talentoso é preterido, com justiça, por outro menos qualificado. As equipes não são invariavelmente constituídas apenas pelos melhores. O ideal é formá-las com os certos, ou seja, aqueles, por várias razões mais habilitados a executar uma função que esteja nos planos do treinador, a completar o grupo conforme as necessidades do momento, a compor o time a deixá-lo mais eficiente.

Numa corrida de revezamento, o velocista mais rápido pode não ser tão presto na passagem do bastão, o que levará o treinador a escolher um corredor alguns centésimos de segundo mais lento, mas perfeito na manobra de transferência. Obviamente, o técnico leva em conta o talento, mas também que tipo de resultado o atleta produz. Quanto vale, no voleibol, uma bela cortada, uma cravada com estilo? Um ponto. Quanto vale uma largada? Um ponto também. Não se trata de escolha entre a jogada belíssima e o lance comum, e sim de uma questão de rendimento, produtividade. A escolha do treinador é feita em função da eficiência, dos resultados apresentados e examinados. Recairá sobre o atleta certo para o momento, não necessariamente aquele tido como mais talentoso.

Nalbert, nosso capitão da seleção brasileira de vôlei durante o ciclo olímpico de 2001 a 2004, dizia a Dante, um jogador talentosíssimo: “Seu fosse você jamais ficaria no banco para mim”. Era uma forma de reverenciar o companheiro sem deixar de dizer-lhe que ele, Nalbert, tinha outras características que o credenciavam a ser o titular. O capitão, naquele período, mostrava mais eficiência, segundo testemunhavam nossos levantamentos de produção do jogador (como sacou, como atacou, defendeu, passou, quantos acertos, quantos erros, ações positivas, ações negativas, o seu saldo, enfim, o registro de sua eficácia, aquilo que os americanos chamam de tracks record, a trilha, o caminho da produtividade). O talento, por si só, não garante que a produção seja melhor possível, ou a suficiente, nem tira, sozinho, o jogador ou a equipe de certas dificuldades. Há situações em que a primazia é da chama de guerreiro, da determinação de suplantar obstáculos, ultrapassar barreiras. O processo da escolha dos atletas para formar o time há de considerar uma tríade de aspectos: além do talento, o fogo da paixão que alimenta a obstinação e a firme disposição de pagar o preço exigido pelos resultados.

Paralelamente, é essencial avaliar se o jogador tem espírito de equipes, se é um team player, disposto a pôr o talento individual a serviço do conjunto, dos objetivos gerais, como faz o grande solista a integrar-se à orquestra. Há jogadores que, designados para reserva, rebelam-se contra a decisão do treinador, imaginando-se, pelo talento às vezes notório, merecedores da condição de titular. Em geral, acreditam-se preteridos por motivos pessoais, crença que passa a justificar, diante de si mesmos e dos mais próximos, a sua não escalação como efetivos. No banco, alguns se deixam tomar por tal sentimento negativo que chegam torcer contra o companheiro na sua posição: “Espero que ele não vá bem, para que possa substituí-lo”. Quando são chamados à ação – a dinâmica do jogo pode pedir sua presença em vários momentos -, dificilmente se saem bem, porque entram desconfiados (“Agora devem estar torcendo contra mim”) e com um certo sentimento de culpa, a sensação de que sua torcida negativa interferiu na atuação do outro. É bem diferente a reação do jogador no qual prevalece o espírito de equipe. Ele entende a reserva como uma posição momentânea, uma função diversa. Sabe que a qualquer instante poderá ser chamado a contribuir de dentro. Quando é o caso, entra e faz a sua parte com consciência e altruísmo, não raro com brilho. No último ciclo olímpico, Giovani ficou mais vez no banco do que atuou como titular. Entrava tanto bem no time que uma vez me disseram, quase numa cobrança: “É um jogador iluminado”. Respondi: “Não, é um jogador altruísta, que merece que as coisas dêem certo quando ele entra, porque o sentimento dele é tão positivo, que é como se tudo conspirasse a seu favor quando ele vem dar a sua contribuição”.

Entender corretamente a condição momentânea de reserva é uma coisa, aceitá-la passivamente, com acomodação, é outra, reprovável. Como treinador, quero no banco jogadores inconformados. Não rebelados ou revoltados, mas incomodados, querendo uma oportunidade, brigando para que ela apareça, treinando com afinco para conquistá-la. É saudável e louvável a disputa interna entre atletas da mesma equipe para uma posição, pela titularidade. Se ética e leal, só engrandece o time e satisfaz o treinador, nesse caso acometido, como na blague, da famosa dor de cabeça de ter bons jogadores em excesso – todos comprometidos, naturalmente, com o mesmo objetivo: ganhar e produzir o máximo possível.

O jovem atleta perceberá que cobrar – e ser cobrado – faz parte da rotina esportiva. A cobrança é natural – todos queremos alguma coisa de melhor, mais empenho do outro. Ele também quer que consigamos dar alguma coisa a mais. A cobrança não é negativa. Reflete inconformismo. Mas só se manifesta de forma positiva se há confiança. Ambientes muito harmônicos podem mascarar desconfianças. As pessoas não se cobram porque não confiam umas nas outras. Se confiam, posso cobrar e aceito ser cobrado, com a certeza de que há boa intenção, por mais dura – eventualmente erramos na formula – que seja cobrança.”


Do livro “Carta a Um Jovem Atleta”, de Bernardinho

Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/palmeiras/Palme...l#ixzz1UjJ7SbC1
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