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Sergio Verde
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Sergio Verde

Debate PTD

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4 Aug 2017
Parabéns, Marcão!!! 44 anos de amor ao Palmeiras! Boa recupaeração e muitos anos mais para comemorar!!
22 Dec 2016
É fundamental definir o conceito de campeonato paulista da época: o mais cobiçado e o mais importante para os times paulistas, muito diferente do que é hoje. Como era o mundo há 42 anos, sem internet, com raríssimas transmissões de jogo ao vivo. TV a cabo era algo inexistente e impensável... Rádio e jornais eram os principais meios de comunicação, e o poder de influência deles era tão impactante quanto às notícias on-line, fartas em qualquer smart phone hoje em dia.
Nesse cenário, impensável um time popular como os gambás estarem eternos 20 anos sem ganhar um campeonato paulista, principalmente se comparar-se que ganha-se disputando com 3 outros grandes só. Claro, os times do interior também eram fortíssimos, ainda assim, os 4 grandes da capital, e vez por outra a Lusa, estavam sempre comemorando algum título.
O que não mudou de lá para cá, foi o "mimo" da imprensa dedicado aos lixos. Haviam vencido o 1o turno, e já haviam garantido vaga na decisão do Paulista de 1974. O Palmeiras começou o campeonato meio "cambaleante", pois teve mais de meio time convocado para a Copa do Mundo daquele ano, e quando voltaram da Alemanha, não tiveram tempo de se readaptar. Mas no 2o turno, o Palmeiras fez prevalecer sua força, sua técnica, sua categoria, e venceu o 2o turno indo para a final contra os gambás.
Pronto! A receita do bolo estava feita! Gambás venceriam seu principal rival, e sairiam de seu mais longo jejum até então...
Artimanhas - todas elas suportadas e até incentivadas pela imprensa - não faltaram: desde fazer o 2o jogo da final no Morumbi (o Palmeiras era contra, pq o gramado estava em péssimo estado, por ter sido recentemente reformado, e a grama extremamente alta atrapalharia o time mais técnico), até a descarada mobilização da cidade para a festa em preto-e-branco.
No 1o. jogo, apesar do domínio absoluto do Palmeiras, empate em 1 a 1 numa 4a feira chuvosa...
No 2o jogo, com um Morumbi com mais de 100 mil sofredores, e com uns 20 mil palmeirenses espremidos nas arquibancadas, a verdade - contra tudo e contra todos - foi mantida: o Palmeiras era infinitamente superior ao seu rival, e nada, nem ninguém conseguiria reverter isso. Mais um jogo de domínio absoluto alvi-verde, da categoria de um Ademir da Guia, às defesas seguras de um Leão. Da simplicidade e eficiência na defesa com Luis Pereira e Alfredo, às subidas seguras ao ataque de Zeca pela esquerda, e Jair Gonçalves (substituindo naquela partida o ótimo titular Eurico) pela direita. Da firmeza, dedicação e resiliência de Dudu, que espantou toda a torcida ao ser "nocauteado" na barreira num tiro de Rivelino, e voltou 1 minuto depois ao campo como se nada tivesse acontecido, à inteligência e elegância de Leivinha, com seus dribles e cabeceios fatais. Da absurda velocidade de um Edu, aos dribles desconcertantes de um Nei. E, claro, com o oportunismo de um Ronaldo, que veio do Cruzeiro, e que apesar de não ser "ele", para os palmeirenses também sempre será um fenômeno, pelo golaço que calou e levou 90% de um estádio às lágrimas. Assim como 100% da imprensa.
Para os cinquentões como eu, difícil não encarar esse como o maior título de nossa história... o mais comemorado... o que tirou o preto das ruas antes do apito do árbitro, e pintou a cidade de verde logo após o final da partida... e a música que ainda ecoa em meus ouvidos... zum, zum, zum... é vinte e um!!!
28 Nov 2016
Os antigos do fórum sabem... idos de 2005, 2006, e um jovem resolve apostar num fórum do torcedor palmeirense. Como assim?? Um time na fila, rebaixado, com times medíocres...diretorias mais ainda... torcida amargurada, desconfiada, sofrida... Nunca vai dar certo!!!

Nas arquibancadas, a torcida já provara sua lealdade para com os times, vencedores ou não, com Rivaldos - reais e fakes -, Tchê Tchê ou Tuchê, Zinho ou Mazinho (the last)... mas na rede, não a detrás dos gols, mas a detrás dos computadores... será?

Mas ele não desiste, a torcida chora mais do que sorri, e o PTD segue cada vez melhor, com seus moderadores, e com a administração de mão firme do Eduardo.

O Palmeiras vira o jogo de novo, torna-se campeão novamente, mas o PTD já nascera vencedor... 10 anos atrás... por um jovem idealista, que de seu ideal uma forma de dedicar-se 100% às cores verde e branca!

Precisávamos deste espírito para conduzir nosso Palmeiras. E o espírito empreendedor e de enxergar o quanto o Palmeiras e sua torcida são gigantes do Eduardo, "contaminou" o Paulo Nobre.

Eduardo Luiz, "parmerense dos bão" como diz uns aqui... vc também merece nossos parabéns e nosso muito obrigado por manter esse espaço por tantos e difíceis anos... com tanta e difícil gente!

Parabéns, Campeão!!
21 Sep 2016
Depois do jogo contra o Grêmio no Pacaembú no 1o turno, fiquei possesso (apesar de nossa vitória) com ele, e o critiquei, quem o contratou, falei que era botinudo, grosso, perna de pau e por aí vai. Como Deus (ou Moisés...rsrs...) é sábio e me fez um mero torcedor e não treinador ou gerente de futebol, ainda bem que ele continuou no time e calou minha boca "com juros e correção monetária"!!! E que baita jogador é ele, não? Sem ser habilidoso à là Djalminha, Valdívia, e afins, deu um jeito em nosso meio de campo, sendo um jogador inteligente, raçudo, que sabe marcar, tem bom passe, chuta, cabeceia, se posiciona e movimenta bem, busca o jogo à todo momento dando opções aos demais, e tem uma vontade e uma dedicação de encher os olhos de todos nós!!! Faz o Elias ex-gambás parecer um "Paulão".
E o video de sua filha cantando o hino do Palmeiras, sem dúvida vai ficar para a história!! biggrin.gif Uma das coisas mais graciosas e emocionantes dos últimos tempos.

Portanto, Moisés, me desculpe!!! Não deveria nunca ter duvidado de sua capacidade, e obrigado pelo bem enorme que vc tem feito pelo Verdão!!!

(e, claro: chupa, Sergio Verde!!!! hahahahahaha...)
30 Jan 2015
Achei bem legal esse texto do PVC para o UOL. Otimista na medida certa (sem exageros) ...


"A temporada de reforços do Palmeiras em 2015 só tem paralelo em 1993.

O Palmeiras anunciou a contratação de Edílson por 1 milhão de dólares. Na semana anterior, falava-se que José Carlos Brunoro, o diretor da época, trabalhava com o meia do Guarani ou com a hipótese de contratar Edmundo, mais caro. Quando Edílson chegou, imaginou-se que a temporada de reforços havia acabado. Mais dois dias e o Palmeiras anunciou Edmundo por US$ 1,8 milhão, a mais cara contratação do futebol brasileiro em todos os tempos.

Naquele janeiro de 1993 também chegaram Roberto Carlos do União São João e Antônio Carlos, voltando ao Brasil depois de seis meses no Albacete, da Espanha. Não foram dezessete reforços, mas se somasse as contratações feitas pela Parmalat desde abril de 1992 quando assinou a co-gestão com o clube, o paralelo com os dias de hoje estará feito. Chegaram Zinho, Mazinho, Edinho Baiano, Daniel Frasson, Jean Carlos, Cuca.

A sequência dos anos Parmalat foi sempre repleta de contratações, mas nem sempre em janeiro. Djalminha e Luizão foram anunciados em outubro de 1995, para montar o time dos 102 gols de 1996. Em dezembro de 1997, o Palmeiras contratou Paulo Nunes e Arce, para montar a espinha dorsal de 1998.

As montagens das equipes foram mais espalhadas. Mas em 1993 era preciso montar um time campeão e não faltou ousadia.

Claro que em 2015 o mercado não oferece de uma só vez craques como Antônio Carlos, Roberto Carlos, Edílson e Edmundo. Dos reforços de Alexandre Mattos, Arouca é o mais certo. Campeão carioca pelo Fluminense, tricampeão paulista pelo Santos, campeão da Libertadores, pode ser um dos líderes de um ciclo que precisa se criar no Allianz Parque.

O elenco atual não tem craques indiscutíveis. Mas foi montado com critério diferente do ano passado. Em 2014, Gílson Kleina queria um time que marcasse no ataque, mas a defesa foi preenchida com Lúcio, lento com seus 36 anos. Hoje o time pode ter Nathan e Vítor Hugo, rapidez na defesa.

O time tem cadência e dois possíveis reservas para Valdivia — ou titulares — com Alan Patrick e Robinho.

Mas também tem velocidade com Dudu.

E tem dois jogadores por posição, mesmo que sem nenhum Edmundo dos velhos tempos.

O elenco é bom e está montado. O técnico é experiente e pode fazer o time jogar."
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