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Edson Verde

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23 May 2017
Borja sentiu dor na perna esquerda e saiu mancando de campo na companhia do médico.

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30 Sep 2015
Uma das grandes novidades no Campeonato Brasileiro deste ano, as partidas às 11h de domingo deixarão de ser realizadas em breve. Após reunião nesta quarta-feira, na sede da CBF, com médicos e dirigentes da entidade, ficou decidido que o horário não será mais utilizado a partir da 32ª rodada. Os últimos confrontos na faixa matinal serão Flamengo x Joinville e Avaí x Vasco, pela 29º rodada, no próximo domingo, e São Paulo x Vasco e Ponte Preta x Coritiba, pela 31ª rodada, no próximo dia 18 de outubro.
Palmeiras, calor, Morumbi (Foto: Marcos Ribolli)
Jogadores do Palmeiras se hidratam: paradas continuam ocorrendo (Foto: Marcos Ribolli)
O diretor de competições da CBF, Manoel Flores, ainda anunciou que está em estudo um novo horário ainda para esta edição, mas dificilmente será nas manhãs.

A alta temperatura no horário gerou várias reclamações de jogadores, dirigentes e técnicos de equipes que aturam às 11h de domingo. A vitória por 3 a 0 do Goiás em cima do Joinville, pela 27ª rodada, chegou a ter 44ºC de sensação térmica no Serra Dourada (vídeo acima). Mesmo com parada técnica nos dois tempos, a CBF entendeu que era o momento de não utilizar mais as manhãs de domingo para marcar seus jogos.
- Pelos resultados obtidos, baseados nos índices internacionais, em nenhum dos jogos houve algum índice que pudesse significar risco aos atletas. Foram mantidos os jogos já programados, das rodadas do dia 4 e do dia 18. Foi estendida a parada médica para hidratação e para o resfriamento dos atletas, mas isso em qualquer jogo que estiver com mais de 28º, de três minutos em cada tempo. Serão só esses jogos às 11h que estão programados. Vamos continuar monitorando de todos os jogos do campeonato - afirma Jorge Pagura, presidente da Comissão Nacional de Médicos do Futebol.

Ao todo, já foram disputadas 30 partidas no horário. Quem mais atuou foi a Ponte Preta, que fez seis partidas na faixa e ainda fará mais uma. Fluminense e Atlético-MG foram as equipes que menos jogaram nas manhãs de domingo: apenas uma vez cada. A média de público do horário é maior do que o número geral do campeonato: 24.131 pagantes contra 17.234. O segundo e o terceiro melhores públicos da competição são de jogos nas manhãs de domingo: a vitória do São Paulo por 3 a 1 em cima do Coritiba e o triunfo do Atlético-MG por 1 a 0 no Joinville. Diante dos números, a CBF deve manter o horário em 2016 e estuda até utilizá-lo em mais partidas.
- Foi um tremendo sucesso. Do ponto de vista da competição, vamos sentir falta do horário. Representou uma média de público bem acima da média do campeonato. Não houve reclamações formais, pelo contrário, tivemos muitos pedidos dos clubes para jogar às 11h. Foi uma finalização de algo muito positivo. Tudo é possível, se for interessante para o campeonato, acho que sim (ter mais de dois jogos às 11h). A gente tem uma sorte de ter campeonato que é majoritariamente no inverno, apesar de no Brasil o inverno ser subjetivo. A gente consegue trabalhar esses horários diferentes. A gente não esperava o sucesso que foi, e se for interessante, vamos ampliar - analisou o diretor de competições da CBF, Manoel Flores.
Possibilidade de novo horário

Ao mesmo tempo em que decretou o fim das partidas às 11h de domingo, a CBF anunciou que estuda novos horários para o campeonato. Até o momento, a tabela tem datas e horários definidos apenas até a 31ª rodada. Segundo Manoel Flores, a entidade deve divulgar ainda nesta semana as outras rodadas, e há possibilidade de um novo horário ser utilizado.

- Poderia, sim. A gente está caminhando para uma média de público interessante. Ficamos muito felizes com o horário das 11h. O que fazer agora que o horário não existe mais? Vamos ver como substituir esse horário. De repente um horário alternativo. Não temos a decisão tomada ainda, mas é algo que está sendo estudado e talvez seja usado ainda este ano - comentou Manoel.

Segundo o diretor de competições da CBF, o novo horário não será ainda mais cedo. Manoel, entretanto, não soube precisar sobre qual faixa do dia as partidas seriam encaixadas. A entidade, com o auxílio da Comissão Nacional de Médicos do Futebol, avaliará as partidas até o fim do ano e poderá, inclusive, concluir que em 2016 o Brasileirão poderá ter jogos às 11h de domingo durante todo o campeonato.

- Os campeonatos que temos como referência utilizam 12, 13 horários diferentes, e isso é benéfico para o produto. Quando a gente resolveu implementar o horário das 11h foi pensando no produto e tivemos resultados interessantes. Não houve prejuízo, houve questão de adaptação. Foi numa decisão em conjunto que tomamos uma precaução. Vamos analisar até o fim do campeonato para ter uma base maior de dados para o ano que vem. Quem sabe a gente consegue medir e constatar que não haverá risco de manter um horário desse para o campeonato inteiro, mas isso tudo com base em dados - declarou Manoel.


Fonte: RGT
29 Jan 2015
O Palmeiras identificou uma defasagem tecnológica em seu departamento médico e trabalha para melhorá-lo, focando sobretudo em prevenção e recuperação de lesões. O clube espera que, em curto prazo, jogadores como Valdivia e Mouche não precisem acionar profissionais de fora para o tratamento de problemas físicos.
O chileno é esperado nesta quinta-feira após uma semana no Chile com o fisioterapeuta cubano José Amador, visando a recuperação de sua coxa esquerda. Já Mouche operou o joelho direito e foi autorizado a fazer parte do tratamento na Argentina.

A ideia não é demitir profissionais, mas reforçar a equipe. Tanto que Jomar Ottoni, fisioterapeuta do Cruzeiro, está sendo contratado para auxiliar José Rosan e João de Souza, que já estavam no clube. Um fisioterapeuta da base será promovido.
- A gente identificou que as deficiências não são humanas, são tecnológicas. Se o sujeito não tem recurso para trabalhar, não consegue fazer em excelência - disse Altamiro Bottino, coordenador ciêntifico contratado neste mês, ao LANCE!Net.

Altamiro Bottino, coordenador científico, é quem comanda a reformulação (FOTO: Divulgação/Palmeiras)
Além disso, o clube já começou a usar novos equipamentos. A expectativa é contar com a nova aparelhagem até o início do Brasileirão.
- Estamos trazendo equipamentos de eletroestimulação. São correntes elétricas para acelerar processos cicatriciais, drenar musculutura e diminuir a dor. Também teremos equipamentos de avaliação muscular que reproduzem o que ocorre no campo. No Brasil, a maioria não tem - acrescenta Altamiro.
O Verdão crê estar caminhando para atingir a excelência quando as novas instalações da Academia ficarem prontas. O espaço deve ser entregue de forma integral apenas no início de 2016, mas espera-se que no meio deste ano já seja possível utilizar algumas áreas, incluindo as piscinas, algo que o clube nunca teve e que faz muita falta no dia a dia.
Confira um bate-bola exclusivo com o coordenador científico Altamiro Bottino:
LANCE!Net: Quais a previsão para ter os novos equipamentos em uso?
Altamiro: Já começou a ser usado, hoje (quarta) temos um treino em horário integral. Do almoço até a tarde a equipe já estará em treinamento para entender, porque não adianta ter o equipamento e não saber mexer. Isto começou hoje.

No último treino já tiveram novidades, como o uso do Drone. Qual a serventia disto?
É uma nova filosofia. (O drone) Em um primeiro momento é para análise de desempenho, para ver a movimentação do jogador, se ele cumpriu uma determinação tática de ocupar um espaço do campo. Isto dá condições de o professor Oswaldo e a comissão técnica saber se houve obediência tática no cumprimento de uma tarefa.

Para quais setores vocês trarão funcionários?
Vai ter na fisioterapia, na análise de desempenho, na preparação física...estamos trazendo para todos os setores que necessitarmos reforçar a equipe. Importante ressaltar que não estamos substituindo pessoas. O patrimônio intelectual da empresa a gente considera capaz. Estamos ocupando alguns espaços que ainda não tinha profissional para ocupar a demanda. Mais gente para agregar. Estamos aumentando o grupo de trabalho para nossa eficiência subir.

O clube está construindo um novo centro de treinamentos. Quando este começará a ser usado, e qual sua avaliação destas instalações?
Fantástiscas. Vai unir o esforço humano com estrutura. Tem alguns espaços que vamos colocar em funcionamento já. Mas tem um sujeito trabalhando aqui (no antigo DM), e vai ter outro que precisa trabalhar lá. Esta organização que ainda estamos estruturando.

Quais inovações vocês já estão implementando no dia a dia?
Na análise de desempenho já estamos com um software, e a equipe já está sendo treinada para usar ele, que dialoga com o GPS. A gente vai conseguir agregar as informações de aceleração, desaleração, de impacto que o corpo sofreu com aplicação tática.

Considera que os aparelhos do Palmeiras eram muito defasados?
Tecnologicamente falando, sim.

Em quais áreas?
No controle do treinamento, e na prevenção tinha muito pouca coisa. A área curativa atendia bem, mas aí a coisa já aconteceu. Por exemplo: não adianta depois do treino eu saber que o treino foi forte. Eu preciso saber na hora que está acontecendo para diminuir a força e a intensidade, e a duração. Isto era sempre depois. Hoje conseguimos fazer minimamente em tempo real. Eu posso interagir com o treinador e o preparador físico e falar: 'está bom por aqui'. E o Oswaldo é uma pessoa muito receptiva a isto. A gente consegue definir, delimitar as cargas, quando tem ferramenta para isto.

Recuperar jogadores de forma mais rápida é uma meta com esta reformulação?
Este é o grande desafio. Imagina o sujeito que tem uma lesão e vai levar 20 dias (para recuperar), um sujeito que custa caro para o clube, que a torcida quer ver em campo. E você às vezes tem recursos que te levam no limite dos 20 dias, quando poderia ter implementos para reduzir isto para 80% ou metade do tempo. Todo mundo fica feliz: o jogador porque vai ser útil, a torcida vai vê-lo em campo, o clube volta a disputar em excelência. Não fica ruim para ninguém.

Você tem um cargo que é novo no Palmeiras. Qual a avaliação deste início de trabalho no clube?
Não tinha em lugar nenhum (a função). É desafiador, uma coisa nova, até acompanhei na mídia as pessoas perguntando o que faz um coordenador científico. Nossa função é tentar otimizar e maximar resultados. Se os resultados aconteceram, as pessoas vão entender. Se não, vão dizer que é desnecessário. Estamos na expectativa de bons resultados e títulos.

http://www.lancenet.com.br/palmeiras/Palme...1293470853.html
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