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24 May 2010
O bom filho ao Palestra torna
por Mauro Beting em 22.mai.2010 às 2:06h



Quanda a luz se apagar hoje, no Palestra Itália, só será acesa em um longo tempo. Num novo templo. Serão muitos meses até que os filhos da Academia possam se sentir novamente em casa. Num lar novo em folha. Lugar para esquecer as velhas falhas e os novos problemas. Um santuário para lembrar os tantos dias de nossas vidas vividas em nosso altar. Em nosso palco. Em nosso campo. Em nossa casa.

Nossa! Mas de cada um. Todos temos um cantinho no Palestra. Onde cantamos e vibramos. Onde cornetamos e divergimos. Onde o Palestra virou Palmeiras. Onde não somos mais, nem menos. Apenas palmeirenses, sempre palestrinos. Isso basta. Dispensamos apresentações. Não precisamos de explicações. Apenas somos tudo isso que tem uma casa. Que fecha para reformas. Que deve voltar como cada um de nós, e por todos nós: cada vez maior, cada vez melhor. Cada vez mais Palmeiras. Sempre Palestra.

Primeira vez

O meu primeiro canto foi na numerada. Três de agosto de 1974. Luís Américo fez o primeiro gol que vi na rede esticada do gol do placar. 1 a 0 Saad. Leivinha empatou, Dudu virou, mas um tal Fernandinho empatou. Uma zebra. Até então, só vira o Palmeiras bicampeão brasileiro em 1972-73 sair de campo satisfeito. Só assistira a jogos-shows no Pacaembu e no Morumbi. Estreava sem vitória no Palestra. No jogo inaugural do SP-74. O que acabaria não mudando muita coisa. Em dezembro, o mais importante Ronaldo da história do Dérbi paulistano faria o gol que deixaria o rival mais um ano na fila, no Morumbi.

Naquele fim de tarde de sábado de Sol paulistano, saí chateado com o empate contra o Saad. O goleiro deles se chamava Fininho. Fechara o gol. Eu, o bico, debaixo dos meus sete anos. Só fui achar legal a noite quando minha avó Albertina, que morava do lado do Palestra, me confortou na pizza da noite. Ela foi uma das que me ensinaram que não se deve vaiar “os meninos”. Que devemos ter a mesma fé que ela tinha ao acender velas em dias de jogos do time do coração da família de pai e de mãe. Dos “palmeiristas”.

Dos palestrinos que, desde aquele agosto de 1974, começaram a dividir a vida entre idas e vindas ao Palestra, ao Pacaembu, ao Morumbi. Onde fosse, onde jogasse o Palmeiras. Naquela primeira visita, meu tio Leo, pai do Erich que ainda nem havia nascido, foi minha primeira companhia, ao lado do irmão Joelmir, e do meu irmão Gianfranco. Se a escalação do Palmeiras não mudava daquela rima que era seleção – LeãoEuricoLuísPereiraAlfredoeZecaDudueAdemirdaGuiaEduLeivinhaCésareNei, todos juntos, para sempre – o meu time de companheiros mudava sempre. Saía o tio Leo, vinha o Tio Flávio. O Tio Jura. Os primos Paulo Calabar, Alessandro, Danilo. Depois o Erich. Quando dava, o Ulisses. Mais difícil era ir ao jogo com os primos do interior, o Vlamir e o Cléber.

Eternos

Não era nada complicado torcer por aquele time. Até quando ele já não era o mesmo. Como naquele 18 de janeiro de 1976: Dudu saiu machucado, num empate com a Portuguesa. E só voltou ao time como treinador. Estreando num novo empate com o Guarani, em 9 de maio. Quando lançou o jovem Pires em seu lugar. E mais o Verdão não perdeu até vencer antecipadamente o Paulistão. 1 a 0 no XV de Piracicaba. No 18 de agosto de 1976, mais de 40 mil vibraram com Jorge Mendonça, marcando o gol do título. Campeonato que a família celebrou em casa. Meu pai não conseguiu sair a tempo do trabalho. Viu parte do jogo, abriu um vinho, e fomos dormir. Ano sim, ano não, a festa parecia garantida. Era assim o Palmeiras.

Não foi mais assim. Em 10 de agosto de 1977, pelo Paulistão, o Palmeiras só empatou com o Comercial de Ribeirão. 1 a 1. Foi o último jogo no estádio da estátua Ademir da Guia, que em 40 dias encerraria a carreira, parada por problemas respiratórios. Cabeça e coração das Academias palmeirenses penduravam as chuteiras. Não mais o Palmeiras seria Palmeiras até 12 de junho de 1993. Quando tudo se justificou saindo da fila contra quem o clube havia deixado mais um ano de jejum, em dezembro de 1974. Todas as dores compensavam.

Esquecíveis

Todas aquelas partidas para esquecer. Começando ainda em 1980, quando o Palmeiras teve de purgar pecados na Taça de Prata de 1981. A última vitória na nostra casa foi em 16 de agosto de 1980. Quase quatro anos do último título, e contra o mesmo XV de Piracicaba. Mais quatro jogos até o fim de ano sem vitória. Sem orgulho. Sem Palmeiras.

Honra resgatada com o acesso prematuro à turma de cima ainda em 1981, na Taça de Prata. Um show de Sena num 2 a 0 contra o Guarani parecia um novo Vecchio Palestra. Mas era só fumaça negra. Mais uma Taça de Prata em 1982, desta vez com eliminação na primeira fase. Goleadas para os rivais no SP-82. Um novo e rico time para 1983. Mas os mesmos problemas. Com novos amigos nas arquibancadas. Braga, Aloízio, Paulo Sapo, Salvador, Cecchi, seu Angiolo, Mauro Pizza, Lolô, Jorjão, Chang, Jambo, Dado, André, Marcelo, Juninho. Sofrendo juntos e esmagados com uma bola de Mendonça, da Lusa, no travessão, no SP-83, no fim do jogo. Sorrindo juntos com um pôr-do-sol maravilhoso de agosto na arquibancada de uma quinta-feira, num 5 a 1 no Taquaritinga. Quando lembro ter pensado numa namorada que não tinha. Mas que já pensava numa tarde como aquela com os filhos que eu queria ter. Motivo de sorrir sem saber o porquê na volta do ônibus na noite parada de São Paulo.

Em 1985, já tinha carro – verde. Já não tinha mais namorada. E parecia ter perdido o chão, debaixo do placar, só de pensar o que ainda estava escrito nele: 3 a 2 XV de Jaú, num domingo de novembro. Bastava ter vencido para se classificar para a semifinal. Perdemos. E fiquei ali perdido, com o ingresso inteiro na mão. A torcida invadira o Palestra pela derrota de um rival, pela manhã. E eu ali com o queixo entre as mãos, olhando para o gol da piscina. Um tempão. O mesmo que o goleiro reserva Martorelli usou para ficar sentado, no banco de reservas, olhando desconsolado para o mesmo infinito.

Como é que a gente conseguia perder assim? A gente que só sabia vencer só parecia perder e se perder no Palestra. Eu parecia aquele menino mimado que quer fugir de casa – e pede pro pai atravessar a rua e pagar as contas. Eu dizia que não voltaria àquela casa zicada. Achava que a culpa também era do estádio. Lá eu não mais voltaria. Promessa jamais cumprida. Porque isso não é coisa que se prometa.

Promessas

E lá estava eu de novo, em 1986, com o Cecchini, Zuccari, Altit, Rosa, Melura, Mancusi, Zerbini, Izzo, Paulinho Iudicibus, Cafarnaum, Raduan, Sangiuliano. 1987… 1988… Mais ainda em 1989, com um belo time, com Leão no banco, e a melhor campanha na primeira fase do Paulistão. Na segunda também. Taça dos Invictos. E a eliminação por uma única derrota, em Bragança. E lá vamos nós para 1990. Sempre no Palestra. Agora com Denise, Raquel. E os amigos de verde e de credo de sempre. Sempre saindo do estádio e do estado normal pelas derrotas doidas e doídas. Pelas madrugadas choradas com os amores. Ou com sonhos de amores e vitórias que pareciam impossíveis.

Naquele 12 de maio de 1990, empate sem gols com o Bragantino de Luxemburgo, uma vaga na Copa do Brasil perdida, um treinador demitido. Meu último jogo no estádio como torcedor. Em um mês começaria meio sem querer no Jornalismo agora esportivo. Para sempre futebolístico. Nas páginas esportivas fiquei. Permaneço. Sempre como um palmeirense que está jornalista. Que um dia já foi estudante. Que pretende ser um palmeirense aposentado do Jornalismo. Jamais da paixão de ir ao Palestra como fui, de 1974 a 1990. Só como torcedor.

Porque, então, veio o dever de tentar ser imparcial, isento e objetivo. De torcer sempre, mas jamais distorcer pelo Palmeiras. O que, muitas vezes, levou a muitas atitudes e ações distorcidas. Por mim e por outros. Faz parte. Como sempre fez o nosso Palestra.

Novas cores

De qualquer jeito. Com qualquer camisa. A verde listada da Parmalat estreou em 26 de abril de 1992. 1 a 0 no Cruzeiro. Gol de Paulo Sérgio. Eu já estava na Rádio e TV Gazeta. Comentando. Logo, cornetando um time que demitiu o treinador depois de um empate sem gols e sem futebol contra o Noroeste, em 19 de agosto. 16 anos e um dia do título de 1976. Uma noite trágica que quase acabou ainda pior, com torcedores querendo bater em colegas na cabine ao lado da minha. Quase apanhei junto. Só escapei por ser palmeirense como os agressores. Embora metade da turba achasse que não. Mais ou menos como a proporção da torcida, hoje.

Não cheguei a repensar o ofício. Nem o amor. Palmeiras não se pensa. Não se escolhe o Palmeiras. Ele nos acolhe. Ele sabia que ainda viria 1993. O Paulista. O Rio-São Paulo. O Brasileirão. Faltava uma festa no Palestra. No SP-94, foram quatro: a virada sobre o São Paulo no dia em que morreu Senna. O 1 a 0 sobre o Ituano no domingo seguinte, com a primeira volta olímpica no estádio. A segunda – a oficial – foi em Santo André; a definitiva, com a faixa no peito, foi no Dérbi, no Pacaembu.

Isso sem falar na maior derrota internacional do Boca Juniors, em 9 de março. 6 a 1 Palmeiras. O jogo que o filhinho de Evair hoje vê em DVD e pergunta ao Matador se “é tudo verdade”. Parece mentira. Parecia Palmeiras no Palestra.

Como foi em 3 de agosto de 1995. 5 a 1 no Grêmio. Faltou um gol para eliminar o Tricolor de Felipão. Mas não faltaram aplausos para aquela epopeia. Nesse dia, senti falta de estar ali na arquibancada, junto com os novos amigos Strifezzi, Fagundes, Di Lallo, Klein, Cassiano, Solarino, Bob, Bom Angelo. Gritando como urrei quase sozinho naquela noite perdida em 1986 para a Inter de Limeira. Berrando como deixei o estádio naquele 11 de setembro de 1994. 1 a 0 no Inter. Meu último jogo de solteiro. Comentei pela rádio. Mas, quando deixei o estádio, dei aquela última olhada para a arquibancada escura. Tentando me encontrar onde algumas vezes quase me perdi de alegria e tristeza. Pensando na nova e maravilhosa vida que teria e tenho com Helen. Minha pequena palmeirense que não gosta de futebol. Mas que gosta do Palmeiras. Um caso de amor. Um amor de casa.

Único

Do tamanho do futebol daquele trem-bola palmeirense de 1996. A maior campanha do profissionalismo. O time que chegou aos 100 gols no Palestra, num domingo gelado de junho, ganhando o returno e o título antecipado. 2 a 0 no Santos. 102 gols. Acabou a transmissão que fiz no Sportv, fui ao banheiro, arranquei o uniforme da TV, deixei apenas o do Palmeiras na noite fria. Enfiei um gorro que só deixava os olhos para fora e saí celebrando pelo clube e pelas ruas. Até na TV apareci. Na concorrente. Vibrando como um encapuzado torcedor comum. Celebrando como faria na final da Mercosul de 1998, depois do Natal. 1 a 0 no Cruzeiro. Fogos na Turiaçu fechada. Eu e os amigos no Bar do Elias pela madrugada. Chegando cedo em casa apenas para deixar sobre o berço do Luca, então com três meses, a faixa que ele até hoje guarda. A de campeão da Mercosul.

Foi o primeiro título dele. O segundo viria num chute para fora de Zapata. Quando Oberdan Cattani conversava com as estátuas de Waldemar Fiume e Junqueira, nas alamedas do clube. Quando Evair orava no vestiário. Quando eu levantava na tribuna de imprensa e batia palmas. Quando um querido colega ouvia nas escadas o estádio celebrar a vitória nos pênaltis contra o Deportivo Cali. Quando Marcos ergueu o chavão do jipão como craque da Libertadores. Quando o Campeão do Século XX fechava um ciclo no Jardim Suspenso pela emoção, no verso de Moacyr Franco. No “Amor é Verde” na Água Branca.

Amor que explica a virada de 4 a 2 no Flamengo, em 21 de maio de 1999. Quando Felipão treinou o time, a torcida, a imprensa e a História. Os gols do Filho do Vento fizeram do Palestra um vulcão verde. Um dos maiores jogos da história. Uma virada como a que seria sofrida em 2000, na final da Mercosul. Uma dor como a goleada para o Vitória, em 2003. Um nó na garganta como a Segundona dos infernos, no mesmo ano.

Filhos

Mas onde há verde há vida. No 7 de outubro de 2003, 3 a 2 no Brasiliense, meu Luca estreou no Palestra, no colo da mãe, ao lado do avô, do baixo de seus cinco anos. A torcida uniformizada fez um espetáculo inesquecível de cores, luzes e Palmeiras. Meu filho vibrou com os três primeiros gols. Chateou-se com o primeiro candango. Mas nem sofreu com a iminência do empate. Estava brincando com o celular do pai quando saiu o segundo gol do Brasiliense. Nada percebeu pelo silêncio do estádio. Só foi se tocar quando leu no placar tantas vezes amaldiçoado que estava 3 a 2, não 3 a 1 como imaginava.

Para ele foi só 3 a 1. Para mim, a goleada da vida. Só comparável aos 3 a 0 sobre Paraná, em 20 de outubro de 2007, quando o caçula Gabriel estreou nos estádios. Ou aos 5 a 0 da final do SP-08, quando o Lance! e meu colega Portella propiciaram a chance de colocar meu primogênito na cabine abaixo da Rádio Bandeirantes. A cada um dos cinco gols, bastava me levantar da cadeira, olhar para baixo, e ver meu Luca com aqueles olhos mais lindos do mundo ser, naquele instante, o segundo menino mais feliz do planeta, sorrindo para o pai.

O velho pai estava mais feliz e infantil que o filho.

Ainda é mais bobo que todos em casa.

Porque sabe que muitos pais palestrinos devem ter se sentido como eu, em 2008, naquela tarde de sábado de 21 de abril de 1917. Quando o Palestra Itália fez seu primeiro jogo no campo do Parque Antártica. 5 a 1 no Internacional paulistano. Palestrinos que devem ter se orgulhado quando, em 1920, a escritura do terreno enfim virou patrimônio do clube. Quando o Stadium Palestra Itália foi inaugurado, em 13 de agosto de 1933. Goleando o Bangu por 6 a 0. Um time que tinha dois Da Guia na equipe. Tios de um certíssimo Ademir, maior craque do gramado no nível do solo, do jardim suspenso inaugurado em 7 de setembro de 1964.

Sagrado solo que viu um Dérbi terminar em 8 a 0, em 5 de novembro de 1933. Sagrada Academia de craques, alguns bagres. De vitórias para guardar nos olhos, de derrotas para se perder no cimento corroído pelo uso. Por alguns abusos. Por alguns desusos.

Nossa casa

Daria a alma palmeirense para ver tantos jogos que não pude ver na nossa casa que merece reparos, como tantas coisas que temos feito e/ou desfeito. Você deve ter outros tantos para contar aos filhos. Outros que nem queremos lembrar para o travesseiro.

Mas, neste último sábado do velho Palestra, quando estivermos na cama, vamos lembrar porque fomos a cada jogo. Até naqueles que não pudemos ir. Não quisemos. Ou o Palmeiras não quis jogar.

Acontece. Não conheço casa perfeita. Todas trincam. Caem pedaços. Dão trabalho. Precisam de reformas na base. Nem sempre uma pintadinha dá jeito. Até porque sempre vai ter alguém para achar defeito. É assim nossa casa. É assim o lar de qualquer um.

Mas, hoje, quando vamos fechar os portões por longos meses, é hora de abraçar cada pedaço que vai cair ou sair do lugar. É tempo de lembrar os degraus da escada que dão para a arquibancada, para o gramado que cheira de tão perto. Mesmo tão elevado. Tão suspenso. Tanto suspense. Se não pudermos lotar hoje o estádio para dizer até logo, guardemos o coração para a festa da volta. Prometamos aos filhos que, em breve, estaremos de volta. Mesmo que tenhamos prometido a nós mesmos não voltarmos quando as coisas não vão nada bem, como agora. É hora de chamar o Bonfá, o Simoninha, o Kleine, o Iamin, o Narda, o Patricius, o Fred, Luciano, Juan, Rogério, Hélder, Finelli, Canuto, Bianchi, Fabian, Conrado, Barneschi, Fábio, tanta gente que não cabe aqui. Ah, claro, e o Bindi, que vai supervisionar lá do céu a obra.

Até logo

Quando as luzes dos refletores se apagarem, quando as redes forem tiradas das traves, quando os escudos do Palestra Itália e do Palmeiras atrás das metas mal puderem ser vistos, é hora de cada palmeirense levar seu tijolo para casa. Um imenso pedaço de nossas vidas não será demolido – apenas reformado.

É o progresso. Necessário avanço. Mas um clube que teve de mudar de nome, mas não de ideais, sabe como levar de vencida. Sabe como se virar fora de casa. Sabe como plantar sementes e criar Palmeiras. Sabe que o nosso berço está lá esperando para embalar novamente os nossos e novos sonhos.

Aproveitemos as obras para reformar não apenas o nosso campo. Também os nossos pensamentos.

No fundo, podemos perder a casa. Não o nosso lar.

Este é o berço da Academia do país do futebol. O palco do Campeão do Século. O altar da comunhão palmeirense.

O Palestra Itália. O Palmeiras dos filhos desta pátria mãe gentil, dos netos da Mamma Itália. Mas tanto amor não tem cabimento. Por isso o Palestra precisa ser maior. Moderno como o gramado elevado de 1964. Eterno como o estádio que é nosso há 90 anos. E continuará sendo de cada um quando reabrir os portões para a História.

Quando voltar, nossa casa será como o nosso amor. Ainda maior. Ainda melhor. Ainda mais Palestra Itália. Sempre mais Palmeiras.


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Grande texto de Mauro Beting, emocionante...
19 Apr 2010

Palmeiras lança programa de visita aos treinos para torcedores mirins


A Sociedade Esportiva Palmeiras convida os seus torcedores mirins, devidamente acompanhados por um responsável legal, para visitar a Academia de Futebol e assistir a um treino da equipe, em data que será divulgada no site oficial.

A visita só será possível mediante o envio da ficha de inscrição completamente preenchida. Serão convidados os 60 primeiros torcedores mirins devidamente inscritos. A idade máxima será de 12 anos (devidamente comprovada).


Os torcedores mirins poderão, ao final do treino, entrar em campo e solicitar autógrafos e tirar fotos com os jogadores (os pais e responsáveis deverão permanecer na arquibancada).

Após o recebimento da inscrição, será enviado um convite a cada um dos torcedores selecionados por ordem cronológica, informando com detalhes os procedimentos da visita – Importante: só será permitida a entrada na Academia com este convite.

Os nomes das crianças e dos responsáveis legais serão conferidos na portaria da Academia, mediante documentação adequada tanto dos torcedores como dos acompanhantes.

É muito importante ressaltar que os torcedores mirins convidados em um determinado dia de promoção não poderão participar de todos os sorteios, para permitir uma ampla participação e garantir a oportunidade de o maior número possível de garotos e garotas conhecerem os ídolos alviverdes.


http://www.palmeiras.com.br/conteudo/?cate...%20II&menu=


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Boa iniciativa...

Cativar nossas crianças é uma grande iniciativa...


Moderação, se for repetido favor deletar
16 Mar 2010
2 Feb 2010
Belluzzo faz mistério sobre nomes, mas promete três reforços
02 de fevereiro de 2010 • 12h58 • atualizado às 13h39

A temporada começou, mas o Palmeiras ainda segue atrás de reforços. De acordo com o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo, o time deve anunciar três atletas ainda nesta semana, provavelmente a partir de quarta-feira. Embora não tenha dito os nomes, Belluzzo deixou claro que são dois atacantes e um meia.

"As negociaçoes tem uma série de participantes. Posso garantir que são jogadores que chegam para jogar. A razão de eu não dizer os nomes é que a gente começa a soltar, depois não fecha negócio e os torcedores ficam frustrados. Vocês (jornalistas) têm o dever de perguntar, mas eu também tenho o dever de não responder", justificou.

Perto do acerto com os reforços misteriosos, Belluzzo admite que não tem dormido direito por estar focado em contratá-los. "Não tiro férias enquanto não resolver isto. Nem durmo enquanto não trouxer os reforços", desabafou.

Um dos nomes especulados pela imprensa é o de Ewerton, atualmente no Zaragoza, da Espanha. Para o presidente, o atacante seria um bom reforço para o clube alviverde.

"Consideramos interessante, mas não há nada de concreto. Vamos com calma, porque não depende só do Palmeiras. Tem o clube que ele defende na outra parte", concluiu.

http://esportes.terra.com.br/futebol/estad...s+reforcos.html




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O presidente Luiz Gonzaga Belluzzo voltou a prometer que vai contratar jogadores para o setor ofensivo do Palmeiras. E o dirigente revelou que um dos atacante que o time do Palestra Itália tenta contratar atua fora do Brasil e é estrangeiro. Recentemente, o clube fracassou na tentativa de trazer o boliviano Marcelo Moreno, que acertou sua transferência para o Wigan, da Inglaterra.

"Talvez a gente possa surpreender o mercado, com algum jogador que possa atuar fora do país e seja estrangeiro", revelou Belluzzo, em entrevista à TV Bandeirantes. Ele justificou a demora para anunciar reforços. "Contratar jogador com sucesso no exterior demora mais um pouco do que um mediano", disse.

Belluzzo afirmou que aprovou a atuação do Palmeiras contra o Corinthians e culpou a falta de atacantes qualificados pela derrota por 1 a 0 no clássico de domingo. "Eu acho que tivemos deficiências na finalização. É questão de treinamento e enriquecimento do elenco. Nos precisamos de mais atacantes. O nosso elenco está reduzido. So pode subir a garotada em um time mais engrenado. O Joãozinho entrou com personalidade, tem potencial, mas não podemos descarregar nele os problemas", analisou.


http://espnbrasil.terra.com.br/palmeiras/n...NTE+ESTRANGEIRO
2 Feb 2010
FPF libera 120 crianças em campo nos jogos do Verdão
Agência Palmeiras
01/02/2010 17h53
O programa ‘Torcedor Mirim’, que proporciona aos jovens torcedores do Verdão, com idade até 12 anos, a possibilidade de entrar em campo com o time do Palmeiras nos jogos de mando do clube, ampliou o número de crianças de 40 para 120. A Federação limitava esse número a 40.

Após um encontro entre Palmeiras e FPF na semana passada, ficou decidido que o número seria aumentado conforme sugestão do Palmeiras, ou seja, agora, 120 crianças palmeirenses poderão entrar em campo com os jogadores do Verdão. A nova medida já vale para a próxima partida do clube, que será disputada no próprio Palestra Itália, diante da Portuguesa, no próximo dia 04 de fevereiro (quinta feira).

A S.E. Palmeiras agradece a FPF pelo apoio e a compreensão.


Torcedor Mirim

Entre em campo com o time do Palmeiras

Viver a emoção de entrar em campo junto com o time principal do Palmeiras é uma sensação única, que se carrega para toda a vida. Todo palmeirense com idade até 12 anos pode realizar agora esse sonho.

Atenção galerinha: saiba o que é preciso para entrar em campo junto com os jogadores do Verdão!!!

O palmeirense até 12 anos deverá satisfazer as seguintes exigências para entrar com os jogadores no gramado em dias de jogos em que o Palmeiras é mandante do jogo:


* Ter uma idade máxima de 12 anos

* Estar com o uniforme completo do Palmeiras (camisa, calção e meia) e usar tênis ou chuteira. As meninas podem vir com calça branca tipo "leg" no lugar do calção se preferirem.

* Não portar caneta, papel, máquina fotográfica, gravador, filmadora, celular ou qualquer outro objeto que não faça parte do uniforme.

* Estar acompanhado de um responsável que deverá assinar e entregar o Termo de Responsabilidade.


A criança será recebida quando o jogo for no Palestra Itália próximo da entrada dos vestiários dos jogadores e ao lado da Ouvidoria da S.E.Palmeiras. Há placas informativas. Nesse local também serão devolvidas aos responsáveis.

O acesso ao campo estará limitado a 120 crianças. Haverá distribuição de senhas numeradas por ordem de chegada, sendo as senhas entregues com a mesma numeração tanto às crianças quanto aos seus responsáveis.

As crianças serão identificadas até 30 minutos antes do início da partida, não sendo permitida a entrada após esse horário. A entrada delas um recinto apropriado ocorrerá tão logo cheguem ao local indicado.

Elas serão entregues após verificação da coincidência dos números de suas senhas com os números das senhas dos responsáveis.

As escolinhas de futebol deverão solicitar autorização por escrito com 10 dias de antecedência em relação às datas dos jogos ao Departamento de Sede da S. E. Palmeiras, informando a quantidade de crianças que estarão entrando com os jogadores no jogo solicitado e os dados completos dos monitores responsáveis pelas crianças. Somente serão aceitas escolinhas com autorização prévia e que se apresentarem com um monitor responsável para cada grupo de 20 crianças. Todas as crianças deverão atender obrigatoriamente às exigências deste Regulamento.

As crianças que estiverem com os responsáveis no setor VISA deverão estar no local de recebimento pelo menos 60 minutos antes do início do jogo de futebol, devendo ser respeitadas obrigatoriamente todas as exigências deste Regulamento.

Em dias que a S. E. Palmeiras mandar seus jogos fora da capital do Estado de São Paulo, ou em outro estádio da capital, as crianças também poderão entrar em campo com os jogadores, devendo-se viabilizar a participação por meio do envio de e-mail para torcedor.mirim@palmeiras.com.br. A viabilidade ou não da entrada delas estará sempre condicionada à aprovação da Diretoria da S. E. Palmeiras. Os interessados serão avisados pelo menos com um dia de antecedência em relação à data de realização dos jogos.

Em jogos de finais de campeonato, a entrada estará sempre sujeita a confirmação, de acordo com deliberação da Diretoria da S. E. Palmeiras.

Qualquer dúvida, enviar e-mail para torcedor.mirim@palmeiras.com.br
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