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Tody Jr.

Allianz Parque

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The Day After

 

Por Junior Gottardi

 

http://www.lanostracasa.com.br/2014/07/10/the-day-after/

 

Todos que frequentam o blog já repararam que não tenho mais atualizado com fotos e informações sobre o Allianz Parque. Os frequentadores mais assíduos do La Nostra Casa sabem que faço parte da diretoria de Arena da SEP e tenho evitando tocar em alguns assuntos relacionados à nossa casa para não atrapalhar esse momento delicado que estamos passando. Gostaria que entendessem e sugiro acessar o Grupo feito por palmeirenses muito bacanas no Facebook para poderem acompanhar melhor a evolução da obra.

 

O que gostaria de abordar nesse texto, é a minha visão de como será a operação das novas arenas que foram construídas para a Copa e as demais que não estão no torneio.

 

Depois de conversar com diversas pessoas da área e estudar bastante, principalmente a parte de experiência e a psicologia do torcedor, cheguei a algumas conclusões que gostaria de dividir com vocês. :)

 

Uma Ferrari pilotada por uma criança de 5 anos.

Essa hoje é a impressão que tenho de como as operações dos novos estádios estão sendo conduzidas. Muitas vezes vejo um grande potencial em determinada arena, mas não vejo uma evolução na mentalidade dos dirigentes de clubes e de alguns consórcios aqui no Brasil para entender melhor como esse mercado tão específico funciona e deve ser adaptado da Europa para cá!

 

Como falei acima, não adianta ter uma Ferrari e o motorista não saber nem ligar o carro, né? Vejo que muitos estão apanhando bastante porque confundem atrair o seu torcedor com velhas práticas; exemplos disso nós podemos ver em todos os novos estádios que foram inaugurados recentemente.

 

A situação mais básica que começa a experiência para qualquer torcedor é a compra de ingressos! Estamos vendo o absurdo de consórcios de arenas e clubes terem sites diferentes para a compra de seu ingresso (claro que se a experiência fosse boa, o season ticket já venderia boa parte do estádio), como já vemos no Maracanã e Mineirão, os torcedores fogem dos locais centrais que são mais caros e de domínio do consórcio para comprarem os locais atrás dos gols, gerando uma canabalização na venda dos ingressos e transformando uma situação de grande potencial para ambos os lados, em um pesadelo!

 

Não seria mais fácil um pool de vendas em conjunto, em que a vida torcedor seria facilitada e o potencial de vendas também seria potencializado?

 

Ter uma arena democrática.

Nesse tópico queria mostrar a importância de ter um estádio onde possam frequentar torcedores de classes sociais diferentes e como isso é fundamental para o sucesso do equipamento e principalmente da equipe mandante.

 

A Premier League com preços de ingressos astronômicos, para muitos é o caminho a ser seguido, porém eu tenho uma opinião diferente e baseada em que o preço do “season ticket” ou o ingresso avulso deve dar a oportunidade para que aquele torcedor de periferia que pega várias conducões para asisitir um jogo, idosos e a classe A devem ter condições de acompanhar o seu time do coração. Já falei muito no passado sobre a minha preferência do modelo alemão de precificação, em que um torcedor pode pagar por voltar de 15 euros para assistir um jogo no “Stehplatz”, local em que ele pode ficar em pé, mas também existem tickets bem mais caros nos locais centrais e nos camarotes. Entendo que seguindo esse modelo a chance de sucesso é muito maior do que aplicar aqui no Brasil o modelo Inglês.

 

Uma coisa muito importante e que deve ser levada em conta é o fator campo; acho que não preciso falar da importância da vantagem de jogar em casa, né? Por isso que a torcida que acompanha mais o time precisa ser privilegiada; ela normalmente é a de baixa renda e que sempre ajuda quando o time está em uma situação difícil no campeonato. A forma mais simples de ajudar esses “fanáticos”, é ter uma política de preço baixo em alguns setores e a preferência de compra para os jogos decisivos. Dessa forma não se corre o risco de em momentos difíces, o time da casa que precisa do empurrão da torcida, ficar sem o apoio dela.

 

Bom fico por aqui e espero soltar mais alguns textos falando mais sobre esse tipo de assunto.

 

Abraços!

 

 

É uma pena que nossos diretores tenham que dividir o seu tempo com assuntos que nunca deveriam existir, ou seja: O tempo destinado a DEFENDER o clube das manobras da construtora, deveria ser usado de forma integral na organização do futuro da Arena. Pior ainda, é saber que palmeirenses - por esse ou aquele motivo - ainda persistem em apoiar a "parceira".

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Acho que 100% do forum defende essa mesma idéia, seguir o modelo Alemão e não os outros, mas o grande problema é que não querem isso, como em todas as coisas o Brasil e seus empresarios tem uma idéia bem ridicula de que 10 mil pagando 100 são melhores que 20 mil pgando 50 ou 30 mil pagando 40, vai entender.

 

Não existirá legado algum se nada for feito diferente do que tem sido feito nos ultimos anos.

 

Nesse caso acho é mais facil mudar algo pelos 7x1 do que por qualquer outra coisa.

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Fico feliz em saber que o Gottardi tem um pensamento bem diferente dos outros gestores de Arenas no Brasil.

Tive oportunidade de conversar com ele e vem muita coisa boa por ai.

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Ótimo post.

 

Eu gostaria muito que as cadeiras removíveis e uma geral atrás de um dos gols fosse um dos resultados da arbitragem. Se a wtorre quer cadeiras a que claramente nunca teve direito, que tal darmos algumas poucas cadeiras em troca de uma "geral" para evitar a completa elitização do público pagante e garantir maiores públicos e um maior efeito caldeirão?

 

Seria bom para a construtora, que tb lucraria com o consumo de produtos pelo público adicional, bom para o clube, que atenderia a uma demanda de seus torcedores, bom para o time, que teria um melhor apoio nas arquibancadas e bom para a torcida, que teria a possibilidade de comparecer com mais frequencia ao estádio sem gastar tanto dinheiro. Serviria até mesmo como uma mão a ser estendida às organizadas, que poderiam então oferecer algo em troca ao clube e aos demais torcedores que não são organizados, no intuito de iniciar um processo de pacificação.

 

Mas claro, uma cadeira vale mais que um lugar em pé... A troca teria que ser feita considerando essa diferença de valores.

 

 

 

Quanto àqueles que ficam ao lado da construtora, o que posso dizer?

Na minha humilde opinião, esses deveriam ser banidos do clube, pois não há motivo honesto para que um palmeirense bem intencionado fique ao lado da construtora nesses imbróglios recentes.

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Excelente visão, Gottardi.

 

Tive a oportunidade de presenciar um jogo do BR-14 num dos estádios novos (Maracanã), e de fato apenas os setores atrás dos gols tem público respeitável. Os meios ficam vazios, e isso é horrível para o espetáculo em todos os cenários - até mesmo pra quem acompanha pela TV.

 

Infelizmente vejo pouca flexibilização dos consórcios em relação á isso, talvez porque alguns contratos tenham sido feitos de forma que os clubes ou o governo dividam parte do prejuízo também.

 

No caso da Allianz Parque, até pela parceria com a AEG, que é mestre nisso, eu tenho boas perspectivas.

 

Valeu pelo seu trabalho em defesa do Palmeiras.

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Muitas das pataquadas que estão fazendo em alguns estádios, desorganização, qualidade baixa nos serviços e preços impossíveis, já era de se esperar pois são obras das mesmas pessoas que ofereciam serviços quando eram apenas estádios, não "Arenas". Mudar o nome não muda os erros. Como os projetos foram concebidos pela aparência, foco em "ideias legais" pra aparecer na TV, e investindo pouco em estudo, ficou esse agrupado de possibilidades mal executadas, nada surpreendente. E pelo ritmo que vão em 2024 metade dessas Arenas estarão no mesmo nível que seus antecessores.

Juntando despreparo, pressa e aquele velho lema do empresário brasileiro de secar a vaca até a morte, era de se imaginar que tivessem problemas pra acertar valores de ingressos, especialmente com os altos custos das novas estruturas.

 

Entretanto, acho que aqui teremos um oásis em meio a desolação. A participação de empresas como a AEG, K&K e etc, com uma grande dose de planejamento, pode nos salvar do mesmo destino dos Entulhões brasileiros. Não que seja inexistente esse risco, ainda é o Brasil e não são empresas isentas de problemas, mas parecem estar dando sinais que investirão em algo mais, em semear boas ideias e ter paciência pra ter os resultados ideais, sem os desesperos comuns nessas bandas. Pelo perfil dos funcionários que estão buscando, pelo grau de experiência e diversidade deles, pelas inúmeras alterações ao projeto e das relações que estão criando, dá pra imaginar que vão fazer um alto investimento intelectual para melhorar os serviços e operações, o quão profundo for preciso, criando ramificações desses desenvolvimento.

E justamente pelo fato de aqui a AEG ser absoluta, sem ouvir baboseiras da WTorre ou Palmeiras, que eles podem fazer esse tipo de aposta, mais até do que nos outros estádio que ela gerenciará.

 

É CERTEZA que no começo teremos problemas mas espero que em 2020 possamos comemorar essa parceria. Seria bom que o Palmeiras soubesse separar os problemas e se aproximasse da AEG pois o clube só tem a ganhar com isso.

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Muitas das pataquadas que estão fazendo em alguns estádios, desorganização, qualidade baixa nos serviços e preços impossíveis, já era de se esperar pois são obras das mesmas pessoas que ofereciam serviços quando eram apenas estádios, não "Arenas". Mudar o nome não muda os erros. Como os projetos foram concebidos pela aparência, foco em "ideias legais" pra aparecer na TV, e investindo pouco em estudo, ficou esse agrupado de possibilidades mal executadas, nada surpreendente. E pelo ritmo que vão em 2024 metade dessas Arenas estarão no mesmo nível que seus antecessores.

Juntando despreparo, pressa e aquele velho lema do empresário brasileiro de secar a vaca até a morte, era de se imaginar que tivessem problemas pra acertar valores de ingressos, especialmente com os altos custos das novas estruturas.

 

Entretanto, acho que aqui teremos um oásis em meio a desolação. A participação de empresas como a AEG, K&K e etc, com uma grande dose de planejamento, pode nos salvar do mesmo destino dos Entulhões brasileiros. Não que seja inexistente esse risco, ainda é o Brasil e não são empresas isentas de problemas, mas parecem estar dando sinais que investirão em algo mais, em semear boas ideias e ter paciência pra ter os resultados ideais, sem os desesperos comuns nessas bandas. Pelo perfil dos funcionários que estão buscando, pelo grau de experiência e diversidade deles, pelas inúmeras alterações ao projeto e das relações que estão criando, dá pra imaginar que vão fazer um alto investimento intelectual para melhorar os serviços e operações, o quão profundo for preciso, criando ramificações desses desenvolvimento.

E justamente pelo fato de aqui a AEG ser absoluta, sem ouvir baboseiras da WTorre ou Palmeiras, que eles podem fazer esse tipo de aposta, mais até do que nos outros estádio que ela gerenciará.

 

É CERTEZA que no começo teremos problemas mas espero que em 2020 possamos comemorar essa parceria. Seria bom que o Palmeiras soubesse separar os problemas e se aproximasse da AEG pois o clube só tem a ganhar com isso.

 

Perfeito.

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Muitas das pataquadas que estão fazendo em alguns estádios, desorganização, qualidade baixa nos serviços e preços impossíveis, já era de se esperar pois são obras das mesmas pessoas que ofereciam serviços quando eram apenas estádios, não "Arenas". Mudar o nome não muda os erros. Como os projetos foram concebidos pela aparência, foco em "ideias legais" pra aparecer na TV, e investindo pouco em estudo, ficou esse agrupado de possibilidades mal executadas, nada surpreendente. E pelo ritmo que vão em 2024 metade dessas Arenas estarão no mesmo nível que seus antecessores.

Juntando despreparo, pressa e aquele velho lema do empresário brasileiro de secar a vaca até a morte, era de se imaginar que tivessem problemas pra acertar valores de ingressos, especialmente com os altos custos das novas estruturas.

 

Entretanto, acho que aqui teremos um oásis em meio a desolação. A participação de empresas como a AEG, K&K e etc, com uma grande dose de planejamento, pode nos salvar do mesmo destino dos Entulhões brasileiros. Não que seja inexistente esse risco, ainda é o Brasil e não são empresas isentas de problemas, mas parecem estar dando sinais que investirão em algo mais, em semear boas ideias e ter paciência pra ter os resultados ideais, sem os desesperos comuns nessas bandas. Pelo perfil dos funcionários que estão buscando, pelo grau de experiência e diversidade deles, pelas inúmeras alterações ao projeto e das relações que estão criando, dá pra imaginar que vão fazer um alto investimento intelectual para melhorar os serviços e operações, o quão profundo for preciso, criando ramificações desses desenvolvimento.

E justamente pelo fato de aqui a AEG ser absoluta, sem ouvir baboseiras da WTorre ou Palmeiras, que eles podem fazer esse tipo de aposta, mais até do que nos outros estádio que ela gerenciará.

 

É CERTEZA que no começo teremos problemas mas espero que em 2020 possamos comemorar essa parceria. Seria bom que o Palmeiras soubesse separar os problemas e se aproximasse da AEG pois o clube só tem a ganhar com isso.

Essa é minha maior preocupação.

Dependendo das eleições deste ano, quem entrar pode manter a mesma visão miope dos gestores das outras arenas.

Teve quem criticasse o AVANTI porque em jogos importantes quem pagou 70 reais entrou "de graça", quando o clube podia aumentar o ingresso e cobrar 50 ou 100 reais destas pessoas.

Mas ninguém faz conta básica...

O cara que paga 70 no pacote, paga 840 no ano. Se ele for em 10 jogos, 84/jogo, se ele for em 20, 42/jogo. Temos média de 35 por ano, duvido que muitos possam ir a todos.

Sem o Avanti, o cara pagaria 20 conto nos ingressos dos 20 jogos que ele foi no ano (400 reais), e 50 ou 100 em um ou outro jogo importante.

No total 500 ou 600 reais, quando no AVANTI pagou 840...

Essa conta parece difícil pra 99% dos dirigentes brasileiros.

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Por Junior Gottardi

 

http://www.lanostracasa.com.br/2014/07/10/the-day-after/

 

Todos que frequentam o blog já repararam que não tenho mais atualizado com fotos e informações sobre o Allianz Parque. Os frequentadores mais assíduos do La Nostra Casa sabem que faço parte da diretoria de Arena da SEP e tenho evitando tocar em alguns assuntos relacionados à nossa casa para não atrapalhar esse momento delicado que estamos passando. Gostaria que entendessem e sugiro acessar o Grupo feito por palmeirenses muito bacanas no Facebook para poderem acompanhar melhor a evolução da obra.

 

O que gostaria de abordar nesse texto, é a minha visão de como será a operação das novas arenas que foram construídas para a Copa e as demais que não estão no torneio.

 

Depois de conversar com diversas pessoas da área e estudar bastante, principalmente a parte de experiência e a psicologia do torcedor, cheguei a algumas conclusões que gostaria de dividir com vocês. :)

 

Uma Ferrari pilotada por uma criança de 5 anos.

Essa hoje é a impressão que tenho de como as operações dos novos estádios estão sendo conduzidas. Muitas vezes vejo um grande potencial em determinada arena, mas não vejo uma evolução na mentalidade dos dirigentes de clubes e de alguns consórcios aqui no Brasil para entender melhor como esse mercado tão específico funciona e deve ser adaptado da Europa para cá!

 

Como falei acima, não adianta ter uma Ferrari e o motorista não saber nem ligar o carro, né? Vejo que muitos estão apanhando bastante porque confundem atrair o seu torcedor com velhas práticas; exemplos disso nós podemos ver em todos os novos estádios que foram inaugurados recentemente.

 

A situação mais básica que começa a experiência para qualquer torcedor é a compra de ingressos! Estamos vendo o absurdo de consórcios de arenas e clubes terem sites diferentes para a compra de seu ingresso (claro que se a experiência fosse boa, o season ticket já venderia boa parte do estádio), como já vemos no Maracanã e Mineirão, os torcedores fogem dos locais centrais que são mais caros e de domínio do consórcio para comprarem os locais atrás dos gols, gerando uma canabalização na venda dos ingressos e transformando uma situação de grande potencial para ambos os lados, em um pesadelo!

 

Não seria mais fácil um pool de vendas em conjunto, em que a vida torcedor seria facilitada e o potencial de vendas também seria potencializado?

 

Ter uma arena democrática.

Nesse tópico queria mostrar a importância de ter um estádio onde possam frequentar torcedores de classes sociais diferentes e como isso é fundamental para o sucesso do equipamento e principalmente da equipe mandante.

 

A Premier League com preços de ingressos astronômicos, para muitos é o caminho a ser seguido, porém eu tenho uma opinião diferente e baseada em que o preço do “season ticket” ou o ingresso avulso deve dar a oportunidade para que aquele torcedor de periferia que pega várias conducões para asisitir um jogo, idosos e a classe A devem ter condições de acompanhar o seu time do coração. Já falei muito no passado sobre a minha preferência do modelo alemão de precificação, em que um torcedor pode pagar por voltar de 15 euros para assistir um jogo no “Stehplatz”, local em que ele pode ficar em pé, mas também existem tickets bem mais caros nos locais centrais e nos camarotes. Entendo que seguindo esse modelo a chance de sucesso é muito maior do que aplicar aqui no Brasil o modelo Inglês.

 

Uma coisa muito importante e que deve ser levada em conta é o fator campo; acho que não preciso falar da importância da vantagem de jogar em casa, né? Por isso que a torcida que acompanha mais o time precisa ser privilegiada; ela normalmente é a de baixa renda e que sempre ajuda quando o time está em uma situação difícil no campeonato. A forma mais simples de ajudar esses “fanáticos”, é ter uma política de preço baixo em alguns setores e a preferência de compra para os jogos decisivos. Dessa forma não se corre o risco de em momentos difíces, o time da casa que precisa do empurrão da torcida, ficar sem o apoio dela.

 

Bom fico por aqui e espero soltar mais alguns textos falando mais sobre esse tipo de assunto.

 

Abraços!

 

 

É uma pena que nossos diretores tenham que dividir o seu tempo com assuntos que nunca deveriam existir, ou seja: O tempo destinado a DEFENDER o clube das manobras da construtora, deveria ser usado de forma integral na organização do futuro da Arena. Pior ainda, é saber que palmeirenses - por esse ou aquele motivo - ainda persistem em apoiar a "parceira".

 

Visão bacana Gottardi. Vivemos em um país de terceiro mundo, desigual, onde historicamente, como você citou, a classe mais pobre é a mais assídua aos estádios, até pela pobreza das alternativas de entretenimento, assumindo o futebol um grau de importância no cotidiano desse indivíduo muito mais abrangente. Assim, só pra reafirmar seu posicionamento, também acho que é fundamental a adoção de um modelo que atenda esse estrato social, usando de referência o modelo alemão

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Espero que não impere no clube a visão maniqueísta em relação a clube e construtora.

Que saibam separar os problemas identificados e levados à via contratualmente definida para solucionar os conflitos (por haver conflitos nesse tipo de contrato é que já se coloca no texto a forma de solucionar), das partes e seus interesses extra-conflito, qual seja: a arena e os potenciais a ela relacionados (principalmente a exposição e valorização da marca do clube, empresa e parceiros em conjunto).

Vejo com preocupação que muitas pessoas próximas à diretoria sejam declarados inimigos mortais da construtora que será nossa irreversível (salvo uma cessão dos direitos contratuais que detém) parceira por 30 anos, quando uma relação saudável poderia já ter - por exemplo (aqui só trago para ilustrar, não tendo qualquer informação sobre isso ter atrapalhado um acordo) - contribuído para solucionar o nosso gap de patrocinador master, ao facilitar a negociação de exposição da marca do patrocinador master também na Arena da qual seremos comodatários em dias de jogos.

Espero que eles, gestores preparados como acho que são, saibam o básico: não transformar contendas pontuais em contendas pessoais, transformando uma negociação que vise o melhor resultado para ambos em uma briga por posições onde a vitória de um será necessariamente a derrota do outro.

Infelizmente, acho que talvez a situação já esteja em um patamar de ofensas pessoais irreversíveis e torço que fatos novos sejam levados à equação para corrigir os rumos que a relação tomou.

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Acho que 100% do forum defende essa mesma idéia, seguir o modelo Alemão e não os outros, mas o grande problema é que não querem isso, como em todas as coisas o Brasil e seus empresarios tem uma idéia bem ridicula de que 10 mil pagando 100 são melhores que 20 mil pgando 50 ou 30 mil pagando 40, vai entender.

 

Não existirá legado algum se nada for feito diferente do que tem sido feito nos ultimos anos.

 

Nesse caso acho é mais facil mudar algo pelos 7x1 do que por qualquer outra coisa.

 

Não sei se é bem assim não. Essa questão do preço dos ingressos é discutida aqui no fórum tem um bom tempo, desde o Tirone, e sempre existem os defensores do preço altíssimo, apesar de todos os fracassos dessa política. Que continuou com o Nobre, diga-se.

 

O próprio modelo inglês, tão elogiado, é motivo de discussão na Inglaterra por conta da mudança radical no perfil de torcedores, o que acabou mudando também o clima do estádio. Se existe algum modelo que deve ser adaptado, como o próprio Gottardi e você pontuaram, é o alemão.

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Não sei se é bem assim não. Essa questão do preço dos ingressos é discutida aqui no fórum tem um bom tempo, desde o Tirone, e sempre existem os defensores do preço altíssimo, apesar de todos os fracassos dessa política. Que continuou com o Nobre, diga-se.

 

O próprio modelo inglês, tão elogiado, é motivo de discussão na Inglaterra por conta da mudança radical no perfil de torcedores, o que acabou mudando também o clima do estádio. Se existe algum modelo que deve ser adaptado, como o próprio Gottardi e você pontuaram, é o alemão.

 

Eu digo o modelo alemão de espaço sem cadiras e preços de acordo com o lugar.

 

Não sou a favor de fazer jogos com ingressos com valores sempre baixos, assim não há time hoje que sobreviva, quem sabe no futuro quando perceberem que estão pagando demais para os jogadores os preços possam baixar.

 

Sou defensor de carne no começo da temporada, preços diferenciados de acordo com campeonatos, grau de importancia dos jogos, e localização no estadio.

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