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Eguren

Produtividade em pauta

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Certamente umas das grandes (ou a maior) novidade da gestão Paulo Nobre em frente a Sociedade Esportiva Palmeiras tenha sido a colocação do famoso contrato de produtividade ,que o nosso Presidente aderiu como uma forma até mesmo revolucionária de propor as negociações no Brasil e tentar pagar o jogador que ele conseguir produzir dentro das metas pré-estabelecidas, uma estratégia ousada e de certa forma lavável, mas que encontra-se questionada por vários fatores que coloca sua continuidade em risco e vamos a discutir isso agora.

Antes de tudo ,começamos com o conceito do contrato de produtividade, usado originalmente pelo Barcelona em 2003 e explicado no livro :a bola não entra por acaso, que mostra a evolução do clube entre 2003 e 2008 e aborda esse terma, pois bem : se o jogador que quer ganhar 100 de remuneração, ele tem o seu ganho fixo ajustado para 80. A remuneração variável – ou produtividade – é definida em 40.Portanto, se os resultados forem ruins, o jogador irá ganhar 20% a menos do que o pretendido e se os resultados forem bons ele pode ganhar 20% a mais do que o pretendido originalmente.Com esse método o Barcelona ,depois de ficar de 1999-2003,voltou a faturar troféus e ser o clube que conhecemos atualmente.

 

Uma das grandes sacadas do sistema é ter uma remuneração diferenciada para os titulares e para os reservas. E titulares são aqueles que jogam pelo menos 60% das partidas (sem contar aquelas em que o jogador esteve machucado) por pelo menos 45 minutos. Então, se o jogador é titular e o time se classifica para a Champions League, o jogador basicamente tem a mesma remuneração que ele pretendia originalmente. Por outro lado, se o jogador é reserva e o time ganha tudo, o jogador também faz a sua remuneração pretendida. Não deixa de ser uma maneira de manter o ambiente relativamente calmo, sem tantos conflitos pelo jogador está na reserva ou não. é um sistema inteligente onde o todos são incentivados a buscarem a titularidade e que o time continue a ganhar.

 

No caso do Palmeiras especifico , não encontrei maiores fontes como funciona , pelo que apurei o Palmeiras meio que segue os moldes do Barça, sendo que com um enfoque maior no números de partidas disputadas, caso o atleta jogue 85% das partidas, o seu salário sofrerá um aumento.

 

Só que mesmo sendo um belo pensamento ,essa metodologia vem sendo questionada e muitos que já sugerem uma mudança a ser feita; no meu ponto de vista, alguns erros na execução do contrato de produtividade fizeram o mesmo ser tão duvidado e colocado em cheque sua continuação e aceitação perante aos demais no Palmeiras e até mesmo no Brasil:

 

-Realizar o método com base no Barcelona e de maneira solidária.

 

Aí está uma grande diferença em propor esse tipo de contrato no Barcelona e aqui no Palmeiras. Várias das metas do clube é facilmente conseguida pelo fato do campeonato Espanhol em si ser mais fácil por clube Catalão conseguir suas metas que para o alviverde, não se compara a dificuldade encontrada em comparação por ambos, não pelas forças dos elencos, pelo contrário, mas pelo nível das outras equipes em relação as duas, gerando uma dificuldade maior para o clube conseguir alcançar essas metas .E ainda mais o fato está sendo realizado de maneira praticamente solidária(outros clubes adotam essa política em alguns casos, não em sua maioria) já que o Palmeiras, que realiza esse método sozinho, encontra dificuldades diante dos rivais que por não aderirem a esse método, acaba em uma negociação quase que sempre vencer o nosso time ,até mesmo pelo limite exposto .Além de que esse método tem que por objetivo ganhar títulos(algo que todo mundo procura) para alcança-los e jogando com um elenco sem perspectiva de títulos ou até mesmo classificação, a dificuldade acaba piorando.

 

-A desmoralização do método diante da empresa e principalmente jogadores.

 

Talvez o grande x da questão. O contrato de produtividade não quer dizer de maneira geral que o jogador recebera menos e só irá ganhar o mesmo que em outra equipe alcançando metas. Temos os casos dos Argentinos que receberam um contrato maior do que aplicado na Argentina aqui e com possibilidade de aumento. O problema é que a maneira que foi colocada, principalmente pelo senhor Paulo Nobre, ajudou a melar um pouco o nome do método, que aliou o fato de estamos com uma saúde financeira e delicada e juntou o fato da produtividade ,fazendo eu esse tipo de contrato acabasse mal visto principalmente pelos atletas, o qual a maioria é leigo e acaba conciliando os fatos muitas vezes por falta de informação e acaba muita das vezes preferindo um contrato sem ser produtividade que o mesmo pela sua atual fama.

 

-Vinda de jogadores considerados refugos de baixa qualidade , apostas ,sendo que boa parte seja de grande risco e não compra de jogadores em evidencia e famosos utilizando o método.

 

Outro fato que contribui para essa desconfiança pelo métodos é pelos jogadores que chegaram .A maioria são jogadores com qualidade técnica questionável e que acabam vindo por clube ou por questões de falta de mercado ou uma maneira de recoloca-lo em alta. É tão verdade que as melhores contratações vindas para o clube foram no caso do Kardec e Lúcio: um esquecido em Portugal que veio para cá com a mete de coloca-lo em evidência novamente e deu tão certo que conseguiu no nosso rival um aumento inimaginável e o zagueirão Lúcio que encostados nos bambis ,usou nosso método visando provar que ainda tem lenha para queimar, o Bruno César pode ser incluído no exemplo negativo ,que veio para se recolocar no mercado e acabou se queimando. De resto veio várias apostas ,em que se destacam positivamente :Allione e Marquinhos Gabriel e, negativamente:Sleep Menezes e Léo Gago. Dois exemplos dentre vários (quase todos ruins) das negociações realizada e que colocam a prova se tem como montar um bom elenco seguindo esse método e o melhor que há como, mas nos moldes criados e impostos fica difícil ocorrer o fato .E isso se soma se olharmos friamente que não conseguimos até hoje um jogador que esteja em alta e em evidência no mercado usando a produtividade ,principalmente em disputas contra equipes concorrentes, e faz que o nosso clube acabe que seguir os exemplos citados acima.

 

Bem ,na minha opinião em geral acredito que o contrato de produtividade é uma bela ideia e já consolidada com o Barcelona principalmente com os resultados dentro e for de campo, mas que para ser implantada tem que ter um suporte maior para ser melhor realizada e esse é o grande problema dela no Palmeiras. Como o nosso presidente diz que não possuímos uma saúde financeira boa atual e para investir em algo novo e sozinho ainda, precisa de um investimento maior para trazer o retorno esperado, até para pode investir em uma boa equipe para que as metas alcançadas sejam cumpridas, caso contrário não adianta realiza-lo para contratar jogadores com um nível abaixo que mesmo com as metas a serem cumpridas, não realizarão pela sua falta de qualidade técnica. No começo do ano tínhamos uma boa perspectiva, principalmente por ter bons valores que só precisavam de ajustes para brigamos na frente ,só que perdemos esses bons valores e além de não repor a altura ,foi justamente no meio da competição. A produtividade é uma boa, mas do jeito que está sendo realizada é melhor rever ou até mesmo afastar esse método.

 

E vocês ,o que acham? Comentem aqui no tópico sobre a produtividade e tudo relacionada a ela, o que está ocorrendo, sua opinião a respeito do assunto e o futuro dela no Palmeiras e Brasil.

 

Links que me ajudaram na pesquisa:

 

http://www.cbnfoz.com.br/editorial/esporte...siveis-reforcos

ww.gazetaesportiva.net/noticia/2013/11/palmeiras/nobre-compara-contrato-de-produtividade-a-cenoura-na-frente-do-cavalo.html

http://www.areah.com.br/cool/futebol/mater...no-futebol.aspx

http://www.lancenet.com.br/minuto/Clubes-q...1045095690.html

http://3vv.com.br/2014/01/o-contrato-de-produtividade/

http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/105699/mais-gostaram/

http://3vv.com.br/2014/01/mais-sobre-o-con...-produtividade/

http://www.efdeportes.com/efd154/a-gestao-...l-de-recife.htm

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Se esse time joga por produtividade para maiores vencimentos,tá o time inteiro desmotivado

Isso mostra a qualidade técnica da equipe,já que boa parte atualmente sabe que não temos pretensão por títulos justamente por isso,mesmo com metas não iremos conseguir por falta de qualidade.O problema que não conseguir apurar todo contrato que está sendo imposto e se for no caso de partida jogada em sua maior parte não influenciará em nada,já que não precisa alcançar as metas pelo salário obtido.

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Sempre que tiver isso de produtividade não vai ganhar nada, é uma disputa desleal, só refugo aceita esse tipo de coisa, e o mercado já mostrou que não vai mudar assim, é o Palmeiras contra o resto.

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Sempre que tiver isso de produtividade não vai ganhar nada, é uma disputa desleal, só refugo aceita esse tipo de coisa, e o mercado já mostrou que não vai mudar assim, é o Palmeiras contra o resto.

Enquanto apenas o Palmeiras fizer não vai funcionar.

 

Certamente.Se o Palmeiras fizesse com um investimento maior até poderia dar certo,mas realizar nesses moldes é loucura e querer morrer abraçado com a causa.

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eu acredito que o foco esta errado, não é a produtividade que esta errado, mas os métodos e valores da produtividade.

 

Ex:

Rival: Jogador X recebe uma proposta do “Sport” R$ 100,00

 

1ª Proposta Verdão: R$ 70,00 + 20 de Produtividade = R$ 90,00, ou seja R$ 10,00 a menos ou

 

2ª Proposta Verdão: R$ 80,00 + R$ 20,00 de produtividade se ganhar o brasileiro, ou seja R$ 100,00 igual ao rival, só que com uma pressão maior e caso ganhe alguma coisa que hoje no verdão e raro.

 

Jogador: Analisa juntamente com o empresário e vai querer ir para o Rival... ou ele recebe menos ou vai ganhar o mesmo tanto no rival Sport se, somente se, ganhar o brasileiro... ai complica.

 

1 º acho que deveria começar com a base – R$ 10,00 + 10,00 Produtividade por partida, assim o cara ia querer jogar a máximo possível – de 40% a 50 % do efetivo – 12 a 15 jogadores;

OBS: com um teto de mediano para baixo em relação ao mercado atual.

 

2º Jogador mediano R$ 30,00 + produtividade por jogos + Bonus por titulo – de 30% ou 40% - 09 a 12 jogadores;

OBS: Com valores não superiores a 80 mil, 1 ano de contrato e passe com valor fixo, rendeu paga, não vai embora.

 

3º Jogador top – Rival oferece R$ 100,00, palmeiras R$ 90,00 + produtividade de R$ 30,00 por jogo + bônus de R$ 20,00 por titulo, assim R$ 120,00 jogando bem e com possibilidade de R$ 140,00 no final, isso seria 40% a mais que os rivais ou 10 % a menos caso não de certo – de 20% a 30% do efetivo – 06 a 10 jogadores.

 

OBS: Os jogadores da base o verdão teria uma economia, assim podendo gastar mais no jogadores TOP.

Agora o que não pode é o Verdão perder para isport, Goiás, criciúma, como esta acontecendo. E outra, gastar dinheiro e jogadores com eguren, josimar ou fazer contratos logos com jogadores fracos, assim fica sem grana mesmo para contratar os TOP.

 

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Ninguém vai deixar de receber integral para ganhar menos aqui.

 

 

 

Enquanto for só aqui nunca vai dá certo. A ñ ser que alguns achem que tá dando certo e devemos aplaudir o rebaixamento dos refugos.

 

 

Ps: Para alguns é normal perder jogador para o sport.

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eu acredito que o foco esta errado, não é a produtividade que esta errado, mas os métodos e valores da produtividade.

 

Ex:

Rival: Jogador X recebe uma proposta do “Sport” R$ 100,00

 

1ª Proposta Verdão: R$ 70,00 + 20 de Produtividade = R$ 90,00, ou seja R$ 10,00 a menos ou

 

2ª Proposta Verdão: R$ 80,00 + R$ 20,00 de produtividade se ganhar o brasileiro, ou seja R$ 100,00 igual ao rival, só que com uma pressão maior e caso ganhe alguma coisa que hoje no verdão e raro.

 

Jogador: Analisa juntamente com o empresário e vai querer ir para o Rival... ou ele recebe menos ou vai ganhar o mesmo tanto no rival Sport se, somente se, ganhar o brasileiro... ai complica.

 

1 º acho que deveria começar com a base – R$ 10,00 + 10,00 Produtividade por partida, assim o cara ia querer jogar a máximo possível – de 40% a 50 % do efetivo – 12 a 15 jogadores;

OBS: com um teto de mediano para baixo em relação ao mercado atual.

 

2º Jogador mediano R$ 30,00 + produtividade por jogos + Bonus por titulo – de 30% ou 40% - 09 a 12 jogadores;

OBS: Com valores não superiores a 80 mil, 1 ano de contrato e passe com valor fixo, rendeu paga, não vai embora.

 

3º Jogador top – Rival oferece R$ 100,00, palmeiras R$ 90,00 + produtividade de R$ 30,00 por jogo + bônus de R$ 20,00 por titulo, assim R$ 120,00 jogando bem e com possibilidade de R$ 140,00 no final, isso seria 40% a mais que os rivais ou 10 % a menos caso não de certo – de 20% a 30% do efetivo – 06 a 10 jogadores.

 

OBS: Os jogadores da base o verdão teria uma economia, assim podendo gastar mais no jogadores TOP.

Agora o que não pode é o Verdão perder para isport, Goiás, criciúma, como esta acontecendo. E outra, gastar dinheiro e jogadores com eguren, josimar ou fazer contratos logos com jogadores fracos, assim fica sem grana mesmo para contratar os TOP.

No seu post está contida uma ideia que eu tb considero essencial pra viabilizar a produtividade, num cenário em que só nós recorremos a ela. O salário fixo deve ser um pouco menor que o dos rivais, e o acréscimo por produtividade deve ser significativo. Essa proporção 10% a menos a 40% a mais é bem interessante.

 

Acho tb que o conceito de produtividade precisa ser muito bem definido, e não é fácil. Deve ser uma fórmula que leva em conta indicadores individuais de desempenho com base na performance anterior do jogador e na esperada, conforme a função; indicadores coletivos de desempenho, da mesma maneira; e, com um peso menor, resultados e disponibilidade, esta avaliada com muito cuidado quanto aos motivos. Toda e qualquer meta deve ser realista, e a produtividade deve ser escalonada. Assim, se vc contrata um meia que tem 96% de aproveitamento em passes curtos, a fórmula de produtividade deve prever, como um dos fatores, no máximo 98% para um bônus, mas haveria um acréscimo se o número ficar em 97%. Além disso, a definição das metas coletivas só seria feita após o elenco estar formado para a pré-temporada e variar conforme dispensas e contratações ao longo do ano.

 

Não é fácil de se implementar, e não sei se qualquer produtividade é melhor que nenhuma produtividade.

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Não dá certo, o Palmeiras não é uma loja de móveis ou uma agência de seguros na qual o vendedor tem de cumprir as metas para ganhar bonificações. O produto do futebol é a paixão do torcedor, alimentada pelas vitórias. E como as vitórias vem? Com jogadores diferenciados. Porém, produtividade não tem vez com jogadores diferenciados. O gestor de boteco, Paulo Nobre, usou 100 milhões pra contratar um monte de perna de pau e expulsou nossas estrelas porque não sabe lidar com elas. Tentou enquadrar todos os jogadores na política do "bom" e barato e agora colhe os frutos.

 

 

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Eu acho que o contrato de produtividade é bom em si, mas esse contrato do nobre aparentemente nao tem muita diferenca do contrato padrao que os outros clubes oferecem, aí nao precisa ser muito inteligente pra ver que nao vai funcionar.

 

Na minha idéia de produtividade, seria o cara ganhar tipo o dobro do que ganharia com contrato padrao caso alcance os resultados, basicamente hoje esperam que o jogador fique super motivado pra vencer os jogos e campeonatos pra no final ganhar a mesma coisa que ganharia num rival ou como ja disseram aqui no topico ganhar um pouco mais.

 

A politica de produtividade não deve ser jogada no lixo porque esta sendo mal executada.

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Guest Fabito Henrique

A idéia do Nobre é boa!

Mas é falha!

Ele não soube executa-la, esqueceu que para convencer os bons jogadores a aceitar esse tipo de contrato ele tem que garantir que o time terá qualidade suficiente para brigar por títulos, para assim, eles ganharem mais!

Ou seja, ele contrata bons jogadores, isso naturalmente atrai outros bons jogadores, pois a chance de conquista aumenta, e o salário que ele poderia pagar em casa de sucesso seria maior que o salário pago por outros clubes!

 

Porém, e fez o inverso!

Se livrou de todos os bons jogadores, eliminando qlq chance do palmeiras brigar por algo!

 

Me falem "qual bom jogador" vai aceitar um contrato por metas e objetivos atingidos em um time que não briga por nada? Em um time cheio de jogadores contestáveis? Um time desacreditado? Sem perspectivas?

 

Só na cabeça do nobre mesmo!

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Alguém aqui do forum jah teve acesso de algum contrato de produtividade de algum jogador? Ou alguma reportagem onde o PN ou o Brunoro explicam exatamente os percentuais e a forma de produtividade? As vezes a forma está boa e como é a primeira vez seja feito alguns ajustes.....ou pode estar uma bosta caso seja apenas por titulos ou vaga para libertadores....causando um desanimo total visto que a situação que estamos não iremos conseguir nada disso.... Masss....eu sou mais radical... Primeiro que se está recebendo o fixo e imagens em dia e por estar nessa instituição gigantesca, tem que no minimo dar o sangue por este manto.

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Bom dia, assistindo ontem ao Mesa Redonda da Gazeta, vi uma entrevista do Presidente dos Gambás Mario Gobi ao Chico "Langa" e ao Flávio Prado e o mesmo teceu elogios ao Palmeiras sobre a questão da Produtividade e disse que esse será o modelo certamente adotado por todos os clubes brasileiros, e deixou claro que todos estão à beira da falência na atual situação.

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