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Vincenzo Palestra

Sobre o futuro e Abel Ferreira

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Gratidão é reconhecimento; subserviência é submissão. Confundir essas duas coisas compromete qualquer projeto sério — no futebol, inclusive. Abel Ferreira entrou para a história do Palmeiras. Isso é indiscutível. Títulos, mentalidade vencedora, protagonismo internacional. A gratidão do clube, da torcida e da instituição é legítima e permanente. Mas o futebol não é um altar, é um ciclo. E ciclos, quando se prolongam além do ponto, começam a cobrar seu preço.

Hoje, o trabalho de Abel dá sinais claros de esgotamento. Não apenas pelos resultados, mas principalmente pelo conteúdo: um time previsível, com baixa capacidade de adaptação, dependente de encaixes individuais e cada vez mais distante do futebol dominante que o próprio Abel ajudou a construir. A sensação é de que o adversário já sabe como o Palmeiras joga — e mais grave: sabe como neutralizá-lo. Além disso, há o desgaste emocional. Abel passou de líder mobilizador a figura em permanente estado de tensão, conflito e justificativa pública. A linguagem corporal, as entrevistas, a relação com arbitragem e imprensa mostram um treinador cansado, defensivo, muitas vezes mais reativo do que propositivo. Isso reverbera no elenco. Em futebol de alto nível, ambiência pesa tanto quanto tática.
Outro ponto sensível é a relação com a renovação. O Palmeiras vive um momento estratégico: base forte, ativos valorizados, necessidade de atualização de ideias. Manter um treinador por gratidão, quando o projeto pede oxigenação, não é lealdade — é imobilismo. Clubes grandes, na Europa que inspira o próprio Abel, sabem a hora de agradecer e seguir adiante. Ferguson foi exceção; a regra é ciclo. Defender a continuidade incondicional de Abel não é defender o Palmeiras. É defender a memória em detrimento do futuro. E memória se honra com respeito, não com apego.

Por isso, Abel deve sair grande, enquanto ainda é grande. Com portas abertas, aplausos e história consolidada. O erro não seria a saída; o erro seria esperar que o desgaste transforme um ídolo em problema.

 

Gratidão preserva. Subserviência adia o inevitável — e cobra juros.

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Abel até 2022 era bom técnico.

Depois da assinatura do contrato com o time do qatar ele se perdeu e ao que parece perdeu o elenco tambem.

se ele tivesse um mínimo de hombridade restante ele pegaria o boné e pedia demissão.

Se continuar, não consigo atribuir nada além de que ele quer continuar com a mamata que tem com leila e barros (lixo de diretor)

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10 horas atrás, LucasVerdao disse:

Abel até 2022 era bom técnico.

Depois da assinatura do contrato com o time do qatar ele se perdeu e ao que parece perdeu o elenco tambem.

se ele tivesse um mínimo de hombridade restante ele pegaria o boné e pedia demissão.

Se continuar, não consigo atribuir nada além de que ele quer continuar com a mamata que tem com leila e barros (lixo de diretor)

E digo mais, depois da divulgação dos livros, não se reinventou, e deu o mapa da mina para os outros (claro que vendo vt's dos jogos também é possível obter, mas lá no livro tem muita coisa mastigada, de como ele pensa o jogo). Já tem meio caminho andado para anular suas estratégias.

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Enquanto foi técnico de futebol, foi ótimo. Após a transformação em coach de vida e líder de seita, passou a ser uma presença cada vez mais nociva, em todos os aspectos.

Duvido que haja futuro promissor com ele no comando.

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18 horas atrás, Lucas H. disse:

Enquanto foi técnico de futebol, foi ótimo. Após a transformação em coach de vida e líder de seita, passou a ser uma presença cada vez mais nociva, em todos os aspectos.

Duvido que haja futuro promissor com ele no comando.

 

 

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20 minutos atrás, Lucas H. disse:

O sorriso de quem sabe que ninguém vai ameaçar seu trono e a seita vai continuar. Abel, o homem que virou verbo.

 

Abel Eterno!

#AbelEterno

Abel pra sempre 

 

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