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    • 3 milhoes por mes para conquistar paulista e se contentar com vice brasileiro. O técnico do Mirassol faria (no minimo) o mesmo por 1/10 desse valor.
    • O fim das BETs não pode ser desculpa. Vai afetar a todos os clubes. Uns mais, porém no geral o baque será grande. Na natureza, sobrevive aquele que se adapta. O Futebol até então sobrevivia sem essa verba  e se  quiser sobreviver obrigatoriamente terá que se adaptar. Os salários de jogadores de ponta estão estratosféricos e no geral inflacionados. Muito longe da    realidade brasileira. Mas se quiser ser e se manter competitivo, é o preço.  A base tem sido a principal fonte,  tem mantido essa conta e isso não vai mudar. É a realidade brasileira. As SAF não tem se mostrado solução confiável. Oscila muito e a sempre tem as ciladas. Me preocupa mais a investida do enteado da Leila no Vasco. Isso não está transparente. Ela indo para o Vasco em definitivo levará um Know How que levamos anos para desenvolver,   podendo  levar profissionais e produzir algum estrago. Leila entende de negócios e sabe administrar. Certo que um clube tem suas particularidades, e isso ela aprendeu. É admirada pelas mulheres que acompanham futebol, independente do time que torcem.  Embora reconheça suas qualidades, não tenho toda essa admiração por ela. Como torcedor, sei que jogadores, dirigentes, técnicos jamais serão maiores que o clube. O conselho deveria estar vendo essa situação   
    • Quer bater de frente com cheirinho é assim mesmo. A única variável que temos a nosso favor é que a gente faz muito mais grana com a base, e só assim conseguimos rivalizar. Cruzeiro, que seria hj a terceira via, tem um mecenas por lá. Então pra seguir com as próprias pernas, sem precisar de um mecenas, e bater de frente com cheirinho, é na venda de jogadores. Nenhum outro presidente conseguiu igualar isso sem contar com a vende de jogador ou de recurso próprio.
    • O mais irônico é que ele disse precisar dos dinheiros da Bets para pagar o Paquetá....    
    • A grande carência do Palmeiras (e do futebol brasileiro, à exceção do Cruzeiro com Mateus Pereira e o Flamengo com Arrascaeta) é um meia criativo, como foi Valdivia. Faz uma diferença enorme. Só a título de exemplo, em 1984 o Palmeiras trouxe Mário Sérgio, craque camisa 10 e estava voando no Paulista, vários pontos na frente do segundo. Ele era o maestro do time, que jogava por música. Foi pego no antidoping, suspenso, e o time desabou, parou de jogar bola. A carência, como dito, é do futebol em geral. A boa notícia é que na base tem uns 2 garotos camisa 10 que prometem muito. Um, parece, é paraguaio, Robert Jr, comparado ao Messi. Já vi lances incríveis dos dois, mas não lembro o nome do outro, acho que é Vinicius Jr. Pena que ainda são Sub-17, então vamos ter que esperar um pouquinho. (Quem acompanha melhor a base deve saber de quem estou falando)
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