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Eduardo Luiz

Vasco x Palmeiras - Pós-jogo

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15 horas atrás, LucasVerdao disse:

10 anos sem perder pro vaxco

vaxco sem vencer ainda no campeonato…

chama o time do bebel

 

Quando falei que se eu fosse jogador jamais iria para o Palmeiras, teve gente aqui que achou um absurdo kkkk

Trouxa é quem vem pra se ferrar correndo atrás de adversário 

Árias vai virar banco da Colômbia na copa 

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10 horas atrás, Bruno_Palestra disse:

Esse time não joga futebol há mais de 2 anos, não por acaso só ganhou 2 Paulistas contra dois times de Série B na final.

Muito pouco para o elenco que tem.

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. O time de 2024 ganho em cima do fraco Santos, mas eliminou Ponte goleando e eliminou Novorizontino que tinha eliminado o São Paulo.

Em 2025 ganhamos em cima do time que eliminou Santos e Corinthians, depois de termos eliminado São Paulo.  Nisso tudo, o que importa não é de quem ganhamos, mas o simples fato de que não ganhamos nada de relevante, apesar de que certamente vocês fariam manifestação para demissão após a perda de um Estadual (ainda que dessa vez valeria pelo acúmulo de derrotas em decisão).

Em 1996, por exemplo, foi o ano fantástico para virtualmente todos. E foi um ano de apenas um Paulista. Perdemos de forma muito incompetente a final da Copa do Brasil para o fraco Cruzeiro que se sustentou em um único jogador, o Dida. E perdeu a chance do Brasileiro para o limitado Grêmio do Felipão, com o futebol mais mecânico do mundo que sofreu muito mais para jogar contra o Atlético do que contra nós. E esse era o brilhante time, dos craques e do grande treinador. E de apenas um Estadual.

O problema não é poucos títulos com bom elenco,  nem mesmo se considerarmos a baixa validade desses títulos. O problema é a forma com que o time se apresenta, com os mesmos erros frequentes (e nem me refiro às bolas longas, mas a dependência na individualidade, a insistência em determinados jogadores abaixo do nível, o modelo tático inadequado e virtualmente imutável no posicionamento, alternando baseado apenas nas qualidades de alguns).

Insisto, o ano de 2025 não era o momento e a justificativa para o rompimento da trajetória. Mas novo fracasso em 2026 já representa o ponto final. Contudo, a torcida precisa refletir o mínimo antes de apresentar as alternativas. As opções apresentadas no final do ano passado se mostraram fracassos e parecem insistir nas apostas incabíveis no começo de 2026. Por exemplo, eu vejo como muito mais adequado um investimento na contratação de um Portaluppi do que um Filipe Luís, pela experiência dos dois no contexto em que trabalharam. E sei que, infelizmente, corro sério risco de errar, porque, ainda assim, é uma aposta, na única função literalmente determinante, a de treinador.

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29 minutos atrás, Petrocchi disse:

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. O time de 2024 ganho em cima do fraco Santos, mas eliminou Ponte goleando e eliminou Novorizontino que tinha eliminado o São Paulo.

Em 2025 ganhamos em cima do time que eliminou Santos e Corinthians, depois de termos eliminado São Paulo.  Nisso tudo, o que importa não é de quem ganhamos, mas o simples fato de que não ganhamos nada de relevante, apesar de que certamente vocês fariam manifestação para demissão após a perda de um Estadual (ainda que dessa vez valeria pelo acúmulo de derrotas em decisão).

Em 1996, por exemplo, foi o ano fantástico para virtualmente todos. E foi um ano de apenas um Paulista. Perdemos de forma muito incompetente a final da Copa do Brasil para o fraco Cruzeiro que se sustentou em um único jogador, o Dida. E perdeu a chance do Brasileiro para o limitado Grêmio do Felipão, com o futebol mais mecânico do mundo que sofreu muito mais para jogar contra o Atlético do que contra nós. E esse era o brilhante time, dos craques e do grande treinador. E de apenas um Estadual.

O problema não é poucos títulos com bom elenco,  nem mesmo se considerarmos a baixa validade desses títulos. O problema é a forma com que o time se apresenta, com os mesmos erros frequentes (e nem me refiro às bolas longas, mas a dependência na individualidade, a insistência em determinados jogadores abaixo do nível, o modelo tático inadequado e virtualmente imutável no posicionamento, alternando baseado apenas nas qualidades de alguns).

Insisto, o ano de 2025 não era o momento e a justificativa para o rompimento da trajetória. Mas novo fracasso em 2026 já representa o ponto final. Contudo, a torcida precisa refletir o mínimo antes de apresentar as alternativas. As opções apresentadas no final do ano passado se mostraram fracassos e parecem insistir nas apostas incabíveis no começo de 2026. Por exemplo, eu vejo como muito mais adequado um investimento na contratação de um Portaluppi do que um Filipe Luís, pela experiência dos dois no contexto em que trabalharam. E sei que, infelizmente, corro sério risco de errar, porque, ainda assim, é uma aposta, na única função literalmente determinante, a de treinador.

É brincadeira você afirmar que o Cruzeiro era fraco, a base daquele time "só" ganhou a Libertadores de 97.

Já o Grêmio só vinha do título da Libertadores de 95 e ganhou o Brasileiro de 96.

Sua visão sobre os times da década de 90 está completamente equivocada. Pior ainda é conseguir comparar com o cenário atual.

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34 minutos atrás, Bruno_Palestra disse:

É brincadeira você afirmar que o Cruzeiro era fraco, a base daquele time "só" ganhou a Libertadores de 97.

Já o Grêmio só vinha do título da Libertadores de 95 e ganhou o Brasileiro de 96.

Sua visão sobre os times da década de 90 está completamente equivocada. Pior ainda é conseguir comparar com o cenário atual.

Rs sério!? Cruzeiro campeão da Copa do Brasil era Dida, Vitor, Baresi, Célio, Lúcio, Nonato, Marcelo Ramos, Palhinha, Cleisson, Ricardinho e Roberto Gaúcho. Tirando Dida, Palhinha e Ricardinho, os outros jogavam o quê? Você acompanhava? Porque eu sou mineiro, esses times eram da minha adolescência e venho de família cruzeirense, sei bem o que o time representava. E enaltecer Libertadores deles... está agindo como torcedor que valoriza título dos outros mesmo com péssimo desempenho e reduz o próprio quando sofre percalço. Espera...

E Felipão tinha como mérito único o pragmatismo. Quando nós éramos provavelmente a melhor folha de pagamento do país, com a maior porta de contratação, ele nos deu em 3 ano e 6 meses uma Copa do Brasil, uma Libertadores, uma Mercosul e um Rio-São Paulo. Parece muito? O Abel conquistou muito mais no mesmo intervalo, com uma concorrência de mercado muito maior, pelo que o Flamengo alcançou com os recursos e as SAFs permitiram.

Contextos...

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25 minutos atrás, Petrocchi disse:

Rs sério!? Cruzeiro campeão da Copa do Brasil era Dida, Vitor, Baresi, Célio, Lúcio, Nonato, Marcelo Ramos, Palhinha, Cleisson, Ricardinho e Roberto Gaúcho. Tirando Dida, Palhinha e Ricardinho, os outros jogavam o quê? Você acompanhava? Porque eu sou mineiro, esses times eram da minha adolescência e venho de família cruzeirense, sei bem o que o time representava. E enaltecer Libertadores deles... está agindo como torcedor que valoriza título dos outros mesmo com péssimo desempenho e reduz o próprio quando sofre percalço. Espera...

E Felipão tinha como mérito único o pragmatismo. Quando nós éramos provavelmente a melhor folha de pagamento do país, com a maior porta de contratação, ele nos deu em 3 ano e 6 meses uma Copa do Brasil, uma Libertadores, uma Mercosul e um Rio-São Paulo. Parece muito? O Abel conquistou muito mais no mesmo intervalo, com uma concorrência de mercado muito maior, pelo que o Flamengo alcançou com os recursos e as SAFs permitiram.

Contextos...

O Marcelo Ramos não jogava nada?

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Jogava alguma coisa? Sério, Valdir Bigode jogava mais. Guilherme jogava mais. Fábio Jr. era ídolo. Acha mesmo que Marcelo Ramos jogava alguma coisa? E nós vimos ele com a nossa camisa.

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33 minutos atrás, Petrocchi disse:

Jogava alguma coisa? Sério, Valdir Bigode jogava mais. Guilherme jogava mais. Fábio Jr. era ídolo. Acha mesmo que Marcelo Ramos jogava alguma coisa? E nós vimos ele com a nossa camisa.

Com certeza jogava.

E se fosse para se basear exclusivamente pelo o que jogou no Palmeiras, o Fábio Jr que você mesmo citou, não fez grande coisa aqui. Ao contrário do que no Cruzeiro.

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