Felipe_Monte

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Sobre Felipe_Monte

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  • Data de Nascimento 01-11-1990

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  1. até

    Partida feia de se ver.
  2. Pontual texto do Trivela comentando de forma contextualizada a demissão do Roger Machado, não reproduzindo o clichê de que seria mais um exemplo da falta de continuidade no trabalho dos técnicos do Brasil sem analisar as circunstâncias de cada caso em concreto, além de um convite a reflexão para o Palmeiras também. Vale a leitura. http://trivela.uol.com.br/a-separacao-entre-palmeiras-e-roger-machado-tem-que-ser-uma-oportunidade-para-ambos-refletirem/
  3. Alguém indica um link bom ai?
  4. Desde 2015 o Santos têm sido um adversário à parte para nós, as partidas costumam ser definidas por 1 gol de diferença e não temos conseguido atuar bem contra eles (principalmente em casa, estejam eles em boa ou má fase), salvo recentes exceções com participação decisiva do Willian. No ano passado, por mais de uma vez o time inverteu a lógica e quando dependia apenas de si mesmo para permanecer na busca do título o time flopou, não aproveitando a sua superioridade diante de adversários inferiores, espero que não aconteça isso dessa vez e possamos vencer, não espero uma mudança drástica no desempenho da equipe - até mesmo pelas recentes saídas e adversários fracos na "intertemporada" - mas sim que alguns erros tenham sido corrigidos e o Roger dê um padrão tático a equipe. Em tempo, que o Lucas Lima se inspire nesse cara hoje:
  5. Dado o histórico do clube em contrariar a lógica, ao perder para adversários inferiores ou quando é favorito ao mesmo tempo em que ganha partidas mais difíceis, principalmente atuando fora de casa, é capaz de vencer hoje, é o binômio poder-dever.
  6. Não achei pênalti, francamente.
  7. Olha o gol dele aí.
  8. Jaílson - Não teve culpa no gol, embora tenha errado algumas reposições, muito devido a buscar opções rápidas de contra-ataque não aproveitadas pelo time, nada que retire seus méritos e amplos créditos. Diogo Barbosa - Não fez uma boa partida, errou passes e pouco apoiou o ataque no segundo tempo - acabou não explorando sua principal característica, talvez devido as subidas constantes do Marcos Rocha pelo outro lado -, embora seja um bom jogador e certamente evoluirá com o tempo, porém, não devia ter ganho a titularidade do Victor Luis apenas pelo "status", o outro vinha atuando bem e com regularidade, tanto ofensiva quanto defensivamente. Thiago Martins - Demonstra falta de confiança desde a metade do Paulistão, possui qualidades como boa velocidade, não é ruim na bola aérea defensiva - seu parceiro de zaga é melhor nesse quesito - e merece o banco devido as atuações inconstantes, mas o problema está longe de unicamente a zaga, visto que os erros se alternam entre os zagueiros, assim como as atuações positivas e isto é reflexo da fragilidade do sistema defensivo. Defendi e defendo ele, pode evoluir, sendo que é mais novo do que o próprio Antonio Carlos, mas neste momento mereceria a reserva, a não ser que haja uma mudança para que a zaga não fique tão exposta e os erros individuais sejam minimizados. Antonio Carlos - Como dito acima, também têm alternado suas atuações e erros com o Thiago, o sistema defensivo é falho e faz com que a zaga fique exposta e os erros individuais apareçam com maior frequência, e geralmente costumam interferir no resultado, é um bom zagueiro, muito bom na bola aérea, disposição nas jogadas, mas costuma avançar pela direita para proteger o espaço deixado pelo Marcos Rocha, e quando erra a jogada, não há ninguém para cobrir o seu próprio espaço, salvo quanto o seu parceiro de zaga aparece do lado direito, não merece a reserva mas precisa melhorar no posicionamento. Marcos Rocha - Precisa se entender melhor com o Antonio Carlos quanto ao posicionamento, e isto é desde o Paulistão, as vezes os dois vão para a disputa da jogada e o adversário passa por ambos e encontra caminho livre para o gol, quando não muito é o Antonio que se antecipa demais e o Rocha fica na sobra com algum cruzamento na área. Ontem abusou dos lançamentos sem efetividade e a sua disposição de ir e voltar não foi suficiente para passar segurança defensiva, por vezes indo recuperar a bola em um espaço deixado por ele mesmo, é outro bom jogador que precisa de mais solidez no sistema defensivo para explorar sua qualidade no passe, cruzamento e velocidade. Felipe Melo - Atuação ruim, mas não somente pelo erro ridículo em conjunto com o Thiago Martins na hora do gol, abusou dos lançamentos, tentou jogadas de efeito no campo defensivo e no meio desnecessárias e que resultaram em perda da posse de bola, não deu cobertura as idas do Marcos Rocha pela direita, perdeu algumas na velocidade e pouco entrosamento com o Bruno Henrique pelo meio. Bruno Henrique - Possui uma boa leitura de jogo, costuma sempre estar próximo e ser opção nas principais jogadas de ataque, mas parece que precisa de um jogador mais combativo para equilibrar as características no meio, embora costume preencher alguns espaços, não é muito incisivo na marcação e não possui muita velocidade, suas atuações tem sido regulares, mas pode evoluir e ser ainda mais participativo. Lucas Lima - Precisa se entender com o Roger Machado. Durante o Paulista, ele comentou que estava jogando de forma mais recuada, uma função diferente do que ele exercia no Santos, mas que estava se sentindo bem por ali, ou seja, opção do técnico. Depois o próprio técnico dá mais de uma declaração falando que é o jogador que gosta de atuar assim (?!), mas que falta mais proximidade na área (?), assim fica complicado. Pela sua atuação, discreta, como têm ocorrido nos últimos jogos, sem inversão de jogadas, posicionamento distante dos atacantes, passes sem profundidade, mais um que está sendo prejudicado pela ausência de mudanças no esquema tático e desorganização do time. Keno - Não conseguiu tabelas com o Diogo Barbosa das poucas vezes que este subiu ao ataque, em vários momentos precisou apelar para jogadas individuais e mesmo com sua habilidade, sofreu com a marcação e falta de entrosamento entre o meio campo e ataque - Lucas Lima não acompanhou as jogadas e por vezes estava distante -, por mais de uma oportunidade segurou a bola aguardando opções de triangulação sem sucesso, ainda assim, foi uma opção de perigo na maior parte do tempo. Dudu - Desde que renovou o contrato, passou a atuar melhor, embora longe do ideal e de forma irregular, tentou jogadas de velocidade pelo lado, alguns cruzamentos ineficientes, prendeu a bola de forma excessiva, vários passes errados, mas deu uma boa assistência, parece que cobra faltas por ser o capitão do time, a cada vez não resulta em nenhuma jogada perigosa e sim posse da bola para o adversário, não foi um dos piores ontem, mas contra a fraca equipe do Botafogo, poderia ter ido muito melhor. Willian - Disposição e velocidade em meio a desorganização tática costumam não funcionar, seja com ele, Deyverson, Borja, Fernando, Papagaio...somando-se a isso erros individuais, jogadas não continuadas, erros de passes, não guardou posição, de uma forma geral foi de mediano para ruim, e a declaração no final foi ainda pior. _ Moisés - Pouco tempo em campo, parte dele de forma discreta e da parcela que foi participativo conseguiu algumas inversões de jogadas, passes mais ousados mas ainda não está no ideal da condição física, talvez mereça mais oportunidades para adquiri-la. Guerra - Deu uma maior dinâmica ao jogo, muito participativo, fez um lindo gol, sofreu várias faltas e uma agressão (que merecia cartão para o jogador do Botafogo), errou alguns passes e jogadas, chutes e aquele chute bizonho no fim, mas terminou com saldo positivo, apesar da desorganização do time. Deyverson - Sem ritmo de jogo, ficou perdido - para não dizer isolado - entre os zagueiros do Botafogo, sem receber passes em boas condições ou mesmo cruzamentos, não conseguiu fazer o pivô e merecia cartão por agredir o Lindoso.
  9. 2. A camisa é realmente bonita, mas ainda possui uns detalhes que preciso me acostumar, embora a atual - para mim - seja bonita também.
  10. Penso no mesmo sentido, o time jogou mal as duas partidas, anular um adversário inferior não é sinônimo de jogar bem (principalmente quando você também cria poucas oportunidades de gol e o goleiro é o principal destaque não só das duas partidas como da classificação), ainda que seja contra um clube tradicional, e esperar uma goleada nem sempre é soberba, mas sim querer que o seu time aproveite da melhor forma possível as diferenças que o seu atual patamar pode proporcionar, assim como em um passado recente outros clubes (sim, no plural) fizeram conosco (e por anos). Dizer "clássico é clássico" é válido, pois são partidas com uma atmosfera diferente e nem sempre a melhor equipe vence, há uma certa dose de relatividade, contudo, isto não significa por si só que as diferenças entre uma equipe e outra simplesmente desapareçam e ambas iniciem com um status de igualdade a partida. Definitivamente, não, a margem de relatividade é apenas mais um fator dentre outros que envolvem um clássico, e está longe de ser preponderante ante um elenco mais qualificado, que está em uma melhor fase tanto financeira quanto administrativamente.
  11. Em partes concordo com você, mas como o ricardo_sep disse no outro tópico, falta equilíbrio entre as posturas de intensidade da marcação alta e outra mais conservadora, somado aos outros fatores que eu disse acima, é insuficiente atrelar (tudo) isso apenas ao desgaste físico, lembrando que em outras oportunidades anteriores o time mostrou oscilações durante as partidas, e isto é dever do Roger corrigir, assim como a deficiência na bola aérea defensiva.
  12. Apesar da vitória, mais uma vez conseguimos um placar ínfimo contra a fraca equipe do Santos, lembrando que a premissa do cansaço pode ser utilizada para ambos os lados, uma vez que os dois times jogaram na mesma data e tiveram o mesmo curto período de descanso, e o jogo deles foi também movimentado e chegou a ir para os pênaltis (o jogo monótono foi na primeira partida contra o Botafogo-SP e não na segunda), ainda assim pesa fatores como termos um elenco muito melhor, com estrutura de excelência, pagamentos em dia, um departamento médico de um nível elevado, ao contrário do que ocorre por aquelas bandas e ainda assim poderíamos ter sofrido de três a quatro gols se não fosse a atuação monstra do Jaílson. Não desconsiderando boa parte do primeiro tempo da equipe, que dominou a equipe deles e o resultado foi o gol precoce, porém, começou a decair o rendimento um pouco antes do cansaço dos jogadores, a reação do Santos não foi somente pelo cansaço do Palmeiras mas porque um pouco antes diminuímos o ritmo da partida para segurar o resultado e cadenciar o jogo, e essa oscilação durante as partidas têm sido recorrente no campeonato - salvo algumas exceções, como exemplos mais recentes as partidas contra o Jardim Leonor e o Novorizontino -, muitos se perguntavam se isso era devido a uma postura de se resguardar para as fases finais ou se tratava de uma inconstância, bom, parece que há um pouco dos dois casos. E com relação a torcida única, ano passado, com também um elenco inferior, ganharam de nós em pleno Allianz Parque. Não me conformo em ainda não termos goleado esse time arrogante ainda e pressiona-los durante toda a partida. De qualquer forma, é aproveitar a(s) vantagem(ns) para a próxima partida e garantir a vaga na final e calar a boca do Judas Girotto com o título.
  13. Não, nenhuma. Inclusive, isso foi anunciado (com ares de "mistério") no Twitter tanto do Bolt quanto da própria Puma recentemente, tudo devidamente orquestrado pela publicidade, marketing e propaganda da empresa alemã explorando ainda mais a imagem de seus maiores expositores no esporte.
  14. Pois é, cara, apesar da base deles ter sido desmontada, mais uma vez não conseguimos construir um resultado acima do que têm ocorrido nas últimas partidas e o desempenho foi abaixo do que poderia (reforçando o primeiro parágrafo que eu havia escrito), confesso que isso me deixa bem irritado, depois vou comentar melhor no tópico de pós-jogo.
  15. As vezes quando mais se espera que o time jogue bem e construa um ótimo resultado, o Palmeiras contraria as expectativas e acaba invertendo a lógica, que isto não se repita hoje.. Possuímos todas as condições de golear o Santos, independente de ser torcida única, desfalques e o mando de campo ser deles, além do mais, esse time prepotente e arrogante merece isso, dada a sua postura desde 2015 (e isto também vale para alguns jogadores, como o Braz), porém, nos últimos jogos os placares têm sido bem apertados: Histórico de confrontos desde 2015: 11/03/2015 – Santos 2 x 1 Palmeiras – Campeonato Paulista – Vila Belmiro 26/04/2015 – Santos 0 x 1 Palmeiras – Campeonato Paulista – Allianz Parque 03/05/2015 – Santos 2 (4) x (2) 1 Palmeiras – Campeonato Paulista – Vila Belmiro 19/07/2015 – Santos 0 x 1 Palmeiras – Campeonato Brasileiro – Allianz Parque 01/11/2015 – Santos 2 x 1 Palmeiras – Campeonato Brasileiro – Vila Belmiro 25/11/2015 – Santos 1 x 0 Palmeiras – Copa do Brasil – Vila Belmiro 02/12/2015 – Santos 1 (3) x (4) 2 Palmeiras – Copa do Brasil – Allianz Parque 20/02/2016 – Santos 0 x 0 Palmeiras – Campeonato Paulista – Allianz Parque 24/04/2016 – Santos 2 (3) x (2) 2 Palmeiras – Campeonato Paulista – Vila Belmiro 12/07/2016 – Santos 1 x 1 Palmeiras – Campeonato Brasileiro – Allianz Parque 29/10/2016 – Santos 1 x 0 Palmeiras – Campeonato Brasileiro – Vila Belmiro 19/03/2017 – Santos 1 x 2 Palmeiras – Campeonato Paulista – Vila Belmiro 14/06/2017 – Santos 1 x 0 Palmeiras – Campeonato Brasileiro – Vila Belmiro 30/09/2017 – Santos 1 x 0 Palmeiras – Campeonato Brasileiro – Allianz Parque 04/02/2018 – Santos 1 x 2 Palmeiras – Campeonato Paulista – Allianz Parque