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gustavo_p

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  1. Opa, valeu, vi que o mando era do Palmeiras e esqueci totalmente desse lance de troca do gramado...
  2. Sandro era muito bom quando começou, mas em algum momento parece que esqueceu de jogar, tanto que há mais de seis anos só roda por times pequenos e não fica seis meses em nenhum. No Tottenham mesmo já não foi grande coisa depois do primeiro ano por lá... o Sandro bom era o do Internacional, isso há dez anos. Já o Rafael Carioca pra mim tem praticamente as mesmas características do BH (por isso daria na torcida a mesma "raiva", ainda que eu goste muito do BH e acho que o atual sistema de jogo não o favorece), mas é menos jogador. Dos três que vc citou, o único que acho que valeria uma observação é o Fernando, mas aí tem outras questões envolvidas que já mencionaram ali. De qualquer forma, tb não iria atrás de volante não. Achava que esse ano seria do Matheus Fernandes, mas já que venderam ele concordo que é momento de dar chance pra base, até pq o começo do Gabriel Menino tem sido muito interessante.
  3. Sandro é ex-jogador faz tempo e o Rafael Carioca é aquela coisa, se a gente passa raiva com o BH a tendência é passar dez vezes mais com o Rafael, não faz sentido nenhum querer esse cara aqui.
  4. Opa, como faz pra comprar ingresso pra jogo não sendo Avanti? Talvez eu vá pra SP nesse fim de semana, aí pensei em ver o jogo no domingo.
  5. O Rony é muito bom sim, tem que ver os valores só, mas é mais bola que o Michael. Se rolar uma troca incluindo o Veiga ou DB, por exemplo, acho que dá negócio. Palmeiras não pode abrir mão de ter jogadores decisivos e poucos jogadores que não os do Flamengo foram mais decisivos que o Rony ano passado. Compararam os números dele com os do Scarpa ali e realmente são até parecidos, mas esses números não levam em conta o jeito que o Rony chamou o jogo quando ele tava complicado ou foi o escape do CAP em várias ocasiões, às vezes deixando o outro time com receio de ir totalmente pra cima pq a saída dele no contra-ataque é muito perigosa.
  6. Pois é, eu já acho que o modelo adotado pra esse ano é bom. Melhor que começar o ano com um elenco de 35 jogadores pra só depois descobrir que ele é deficiente, quando já não existe mais a possibilidade de ajustes, é começar o ano com um elenco mais enxuto, fazendo os testes necessários, identificando as necessidades, observando em que posições a base dá ou não conta do recado, pra aí sim contratar com critério, pontualmente, reforçando o time pro momento mais importante da temporada.
  7. Pô, mas aí o cara tinha indicado Pratto e Facundo Ferreyra, a diretoria disse que não tinha dinheiro e trouxe Cristaldo e Mouche, aí não tem o que fazer também.
  8. Prass é ídolo do clube - ou pelo menos meu e de muitos outros torcedores - e ao lado do Dudu é quem melhor simboliza essa reconstrução do time. Foi importantíssimo quando chegou, protagonista no título de 2015, líder, sério, dedicado, aqui se tornou jogador de seleção brasileira e mesmo quando perdeu a posição de titular (primeiro pro Jailson, depois de falhar na Libertadores de 2017, e mais tarde pro Weverton, que também teve uma postura muito profissional ao chegar aqui como campeão olímpico e conquistar a posição aos poucos, nos treinos, trabalhando pra isso) nunca veio a público questionar as escolhas da comissão técnica. Em resumo, foi sempre um gigante com a camisa do Palmeiras. O que não quer dizer também que o ciclo dele não possa se encerrar. De Rossi não teve o contrato renovado pela Roma, Buffon deixou a Juventus pra jogar no PSG, são situações que acontecem no mundo do futebol. Se a comissão técnica do Palmeiras avaliou que não era mais interessante seguir com o Prass como atleta do time aos 41 anos, tudo bem, não há problema nisso, é um processo de avaliação interna e o jogador, como profissional, precisa saber lidar com isso. O erro nessa história, porém, está na forma como a situação foi conduzida. Se internamente a decisão de não ter o Prass como goleiro do Palmeiras em 2020 já havia sido tomada, deviam tê-lo comunicado dessa decisão de forma clara, direta e respeitosa. No caso a gratidão (ou a falta dela) não está em renovar ou não o contrato do atleta, já que essa é uma decisão (pelo menos supostamente) técnica, mas na condução do episódio. Tivessem comunicado o Prass com antecedência sobre não haver interesse em renovar o contrato e proposto pra ele um jogo de despedida, estaria tudo bem. Do jeito que fizeram, no entanto, é ridículo e desrespeitoso sim.
  9. Sánchez eu só contrataria se fosse o Alexis. O meia é bom, mas pode ficar lá no Santos mesmo.
  10. Eu espero do fundo do meu coração que eles tomem uma sacolada no sábado e no domingo sejam campeões com um empate do Palmeiras pra nem terem o gosto de comemorar o título, ganharem sem entrar em campo com o gosto da derrota na boca. Ano que vem é outra história.
  11. Alguém daqui vai no jogo contra o CAP no domingo? Se tiver alguém a fim de ir, mandem DM aí.
  12. Palmeiras vem de quatro vitórias seguidas, conseguiu se manter próximo ao Flamengo mesmo durante a melhor fase deles, o time vem recuperando a solidez defensiva que tinha, ontem soube vencer mesmo pressionado, aí você entra no fórum e o pessoal que não tem do que reclamar aparece pra falar do tamanho da bunda do Zé Rafael. É difícil.
  13. Eu acharia o Fernando Diniz interessante como um auxiliar fixo, tipo o que o Valentim fazia na época do Cuca, treinando a linha de defesa, ou o Paulo Turra nessa passagem do Felipão. Poderia funcionar bem atuando com um outro técnico mais "resultadista" pra buscar o equilíbrio entre defesa e ataque, toque de bola e marcação forte. Como não acredito que seja possível, fica só no plano do sonho. Como técnico é sem chances, o cara é 100% maluco.
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