marsan.marco

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Sobre marsan.marco

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  1. Sinceramente, acho que não tem nada a ver alhos com bugalhos. O fato da Leila querer ser patrocinadora e presidente, do meu ponto de vista, é mais benéfico do que maléfico, pois haverá uma tendência a cuidar melhor do dinheiro que está sendo investido no clube. Por outro lado, ela teria uma arma nas mãos para usar no jogo político ("se não fizerem minhas vontades tiro o $$$"). Mas considerando que isso ela já pode fazer agora, o mal não é tão grande. Acho que o receio maior é de grupos políticos que perderão espaço naturalmente com a ascenção da Leila. Há que se considerar também que, se ela for eleita em 2021, ficará no poder por no máximo 6 anos. Isso se o primeiro mandato tiver bons resultados. Até lá é muito tempo, sendo jogo de adivinhação querer projetar agora o que acontecerá até lá. De toda forma, quem elege o presidente, atualmente, são os sócios. Aos conselheiros cabe apenas aprovar as chapas.
  2. Suponhamos que o jurídico tenha mesmo esquecido a tal taxa. Quando vence o prazo para interposição da reclamação/pedido de anulação/investigação? Acredito que esse prazo ainda não esteja expirado. Então a solução seria recolher a taxa agora e, se for o caso, entrar com outra ação idêntica.
  3. O que me deixa estarrecido é ver que ainda há torcedores do Palmeiras achando que "com certeza" não foi pênalti no Dudu porque o Ralf toca primeiro na bola. Já vi trocentas vezes a imagem e o Ralf DEFINITIVAMENTE não toca primeiro na bola. A imprensa fixa a imagem nos pés do Ralf, mas o pênalti é cometido EM CIMA, a perna do Ralf na coxa do Dudu. Esse toque é, no mínimo, simultâneo ao toque na bola. Então é caso de atropelamento. Ralf atropela Dudu e bola. Isso é, com certeza, um lance interpretativo. Dada a velocidade da jogada, vendo o lance uma única vez e ao vivo, é impossível ao olho humano determinar quem tocou o que primeiro. Uma eventual certeza só poderia existir revisando o lance várias vezes, em câmera lenta, por vários ângulos. E isso a arbitragem em campo não possui. Portanto, se o quarto ou quinto árbitro afirmam que viram o lance e têm certeza absoluta de que não foi pênalti, ou estão mentindo ou precisam ser internados num manicômio. E outra, como já disseram por aí, essa história de que "não existe falta se tocar primeiro na bola" não está na regra. Isso não existe. É só um recurso a mais para ajudar a arbitragem a interpretar o lance. Ademais, se isso valesse como regra, jamais poderia ter sido marcado o pênalti do Jailson no outro confronto. O árbitro poderia até ter advertido (e expulsado) o Jailson por força excessiva, mas jamais poderia ter anotado o pênalti. Enfim, no lance do Dudu não é possível afirmar com certeza se houve pênalti ou não. É lance interpretativo. Eu, particularmente, acho que foi. Marcar ou não o pênalti seria mais uma das inevitáveis discussões do futebol que ficariam para a posteridade. Mas no caso específico, a penalidade foi marcada pelo árbitro e depois desmarcada não por opinião do quarto árbitro (que tinha sim bom ângulo para interpretar a jogada), mas somente após a informação que foi trazida pelo quinto árbitro. Informação essa que só pode ter vindo de fontes externas. Até essa intervenção do quinto árbitro, tanto o árbitro principal quanto o quarto árbitro não estavam seguros nem para confirmar nem para desmarcar a penalidade.
  4. Venho pensando nisso desde ontem. Com certeza existem recursos para evitar esse tipo de situação. Algumas providências devem ser tomadas de imediato: 1. Impedir que "outras" pessoas ocupem a beira do gramado. O chefe da arbitragem e aqueles outros engravatados não tinham que estar ali. 2. Impedir que os repórteres tenham acesso à equipe de arbitragem durante a partida. 3. Impedir que a equipe de arbitragem (quarto e quinto árbitros, principalmente) portem equipamentos de comunicação (celulares, rádio) com o ambiente externo ao gramado durante a partida. 4. Exigir um rádio adicional sintonizado na mesma frequência dos utilizados pela equipe de arbitragem e gravar toda a conversa entre eles durante a partida. Se negarem, que se use um equipamento para interceptar a comunicação. Se ainda assim proibirem que se use um bloqueador de sinal para impedir que o equipamento deles funcione. E, se tudo isso for contra as regras, dane-se. Não sei se estou "viajando", mas se eles podem usar meios ilícitos, nós também podemos. Uma vez jogada a caca no ventilador, o estrago estará feito e a farsa será desmascarada.
  5. Foi o que eu disse em outro tópico: se olhar só para a bola e o pé do Ralf, parece que não foi pênalti. Mas, ao mesmo tempo em que está tocando a bola, o defensor está atingindo o Dudu EM CIMA, na coxa. Foi penalti, sem dúvida.
  6. Tem que chegar lá e dizer que mantém tudo o que foi dito, e acrescentar ainda mais. Se tiver punição, dane-se! Mais prejudicados do que já somos!
  7. Como alguém já comentou: se não foi pênalti porque o Ralf pegou primeiro na bola (tenho dúvidas disso, queria ver a imagem novamente, pois se dá ênfase ao pé do Ralf na bola, mas é preciso verificar se ele já está em contato com o corpo do Dudu por cima), então o lance do Jailson na fase de grupos também não foi.
  8. Não se se foi assim, mas consigo imaginar algo do tipo: Times divididos em dois grupos. Os times de um grupo jogam somente contra adversários do outro grupo. Quem somar mais pontos em cada grupo vai para a final. Assim, é possível um time vencer todos os jogos e não ser o campeão do grupo, se houver outro time no mesmo grupo que também tenha vencido todas as suas partidas e feito um saldo de gols melhor.
  9. Imagina! Nem saiu sangue!
  10. Olha, se a arbitragem estivesse com intenção de nos prejudicar, teve muitas chances para isso desde o início do jogo. Os adversários ficaram o tempo todo tentando cavar faltas inexistentes e o juiz não entrou na deles. Só não entendi o motivo da expulsão do Jailson. Interpretaram o lance como agressão? De resto, a arbitragem foi perfeita.
  11. Essa cornetagem em cima do Borja já virou caso para estudos. Acompanhei todos os 5 jogos da temporada pela TV e, em vários momentos, em lances perdidos bizonhamente por Dudu, William, Keno, Lucas Lima, Tche-Tche, etc, me vi pensando o seguinte: "Se fosse o Borja nesse lance, coitado, seria xingado até a quinta geração". Não quero com isso dizer que Borja é craque ou que não esperava mais dele. O que estou dizendo é que ele está na média do time. Não está produzindo menos ou errando mais que os companheiros de ataque.
  12. Olha, se o lance do "penalti" fosse no ataque do Palmeiras, com o Dudu, por exemplo, além de não marcar nada o árbitro daria cartão amarelo ao Dudu por simulação.
  13. Mas a RGT está contra? A Crefisa é uma das maiores anunciantes da RGT...
  14. Gosto da regra que existia no passado e que ainda vale no futsal: em jogos de mata-mata não conta saldo de gols. Vitórias por qualquer placar têm o mesmo peso. Fazendo algumas adaptações, se um time perder a primeira por 2x0 e vencer a segunda por 1x0, vai para a prorrogação. Aí tem vantagem do empate quem teve o melhor saldo de gols no confronto. Se os saldos estiverem zerados, novo empate na prorrogação leva para os pênaltis. Vantagens disso? Um time que tomar um gol fora de casa pode partir para o ataque sem medo de tomar uma goleada. Um time que golear no primeiro jogo não pode simplesmente sentar em cima do resultado no jogo de volta. Acho que a retranca e o anti-jogo tenderiam a diminuir. Há desvantagens também, mas talvez valha a pena um teste.
  15. Quando um atacante aparece cara a cara com o goleiro e faz o gol, nunca podemos dizer que o goleiro "falhou". Porém quando o atacante sai cara a cara com o goleiro e não faz o gol, geralmente é mérito do goleiro, que fechou bem os ângulos e obrigou o atacante a correr mais riscos na finalização. Com o Prass de hoje, este segundo caso nunca ocorre, pois ele não dificulta a vida do atacante. É só dar a cavadinha e tocar por cima. Ele sempre cai para trás antes da finalização. Não é exatamente uma falha, mas é uma deficiência técnica. Não dá para colocar a derrota nas costas dele, mas ele poderia ter feito mais. Contudo, considerando que o time todo pouco produziu, não dá para culpar um ou outro.