marsan.marco

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Sobre marsan.marco

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  1. Retornei de Orlando na semana passada. Durante a viagem tive a oportunidade de passar pelas lojas da Puma nos Outlets. E lá estava o nosso manto (camisas 1 e 2) em destaque, em vários tamanhos e boa quantidade, ao lado das camisas do B. Dortmund. Então se confirma pelo menos parcialmente o que a Puma prometeu ao afirmar que que divulgaria nossa marca no exterior. O único problema, o preço: 90 trumps. O mesmo preço das camisas do B.D.
  2. Então, não tenho certeza disso. O que ouvi é que após uma eventual venda do atleta, o clube tem até 2 anos para quitar o "empréstimo". Mas acho que isso não impede a quitação antes da venda. Outra dúvida é se os juros correm desde já ou apenas após a venda. Tem que ver como foi amarrado esse contrato.
  3. Lendo alguns comentários aqui fico com a impressão de que há certa confusão com determinadas questões relacionadas ao patrocínio e à dívida contraída junto à Crefisa. A questão do patrocínio permanece a mesma de sempre: o que entra é do Palmeiras e fazemos com esse valor o que quisermos. Pagamos contas e salários, investimos em infraestrutura, contratamos jogadores, etc. Nada disso acarreta dívida junto à patrocinadora. A dívida que a Receita Federal nos obrigou a contrair consiste em valores adicionais, além do patrocínio, que a patrocinadora investiu específicamente para a contratação de determinados atletas, mediante aquele acordo de cavalheiros: se o atleta der lucro na revenda, é da patrocinadora; se der prejuízo, a patrocinadora absorve. Essa operação é ilegal. Não tem nada a ver com atletas contratados com o valor normal do patrocínio. Depois que a Receita impôs a multa, cessaram esses "empréstimos" para contratação de atletas. Creio que dificilmente voltarão a ocorrer. Então, essa dívida não vai crescer além dos juros. Penso que temos fluxo de caixa para absorver essa despesa sem traumas. Basta adotar uma solução parecida com a dívida com Paulo Nobre: que se faça um provisionamento mensal de um percentual da receita e se aplique em um fundo para quitar essa dívida quando chegar o momento de pagá-la.
  4. Creio que o principal efeito do resultado desse julgamento do HC seja a sinalização para TRT/RJ e para as partes que, uma vez que o processo suba para o TST após o julgamento no Rio, a causa será favorável ao Scarpa. Então, o Flu e os juízes do TRT/RJ já sabem que o máximo que conseguirão é adiar a decisão final desfavorável ao clube. Se os juízes do TRT/RJ tiverem um pingo de bom-senso, dado o julgamento do HC e a recente decisão da desembargadora da corregedoria do TRT/RJ (no caso da penhora dos 200 milhões), já decidirão a favor do jogador.
  5. Pois é. O juiz deu um minuto a mais para o Cruzeiro poder cobrar a falta e lançar a bola na área. Aí quando saiu o contra-ataque ele resolve mudar de ideia. Ou seja, o acréscimo só valia para o Cruzeiro tentar o gol, não para o Santos.
  6. Já eu entendo que nosso ataque acabou depois que Borja saiu. Com a entrada do Deyverson não tivemos nenhuma chance de gol. Mas são pontos de vista... Sem contar que ele deixou a mão no rosto do adversário de novo! Se o juiz visse, poderia ser outra expulsão.
  7. É o Dewson. Falar mais o que? O lance do lateral no final do jogo foi surreal.
  8. Bom, acho que aí seria no máximo 5 anos pois depois disso não poderia mais haver cobrança da Receita, já que esse é o prazo prescricional para lançamento dos tributos.
  9. Só complementando o seu questionamento: Se eu tenho um monte de dinheiro, que é meu e somente meu, porque não posso dá-lo a quem eu quiser? No fundo era isso o que a Crefisa estava fazendo, ao contratar jogadores sem a garantia de retorno. O que quebrou o esquema, no meu entendimento, foi a questão de devolver o valor investido no caso de venda dos jogadores com lucro. Esse detalhe é que configura o "empréstimo" e que foi considerado ilegal pela Receita. A saída para isso seria um acordo de "cavalheiros": a Crefisa diz que "doou" o valor ao Palmeiras e no futuro, havendo lucro, o Palmeiras "doa" o valor de volta à Crefisa. Isso seria ilegal? É claro, para tornar viável essa solução seria necessário garantir a continuidade da gestão atual. Talvez por isso seja tão importante para Leila e Galiotti a aprovação da mudança no estatuto.
  10. O gol do América foi absolutamente legal. DB dava condições ao jogador que fez a assistência, com bastante folga (não foi sequer lance de "mesma linha"). O que fez o gol estava atrás da linha da bola no momento do passe, também com bastante folga. Portanto, não houve impedimento. Quando ao lance do pênalti no LL, nenhuma dúvida. Não marcou porque era a nosso favor. Se fosse contra, não haveria nenhuma hesitação.
  11. Algo que achei tristemente sintomático ontem: em várias cobranças de laterais, DB e MR dando broncas no time porque ninguém se mexia para receber a bola. Todo mundo escondido. Em cobrança de lateral! Outra coisa que percebi: em vários lances de bola recuperada ou de laterais em nosso favor, alguns jogadores simplesmente viravam de costas para a jogada e saiam trotando para o outro lado, ao invés de oferecerem alternativa para a construção de jogadas. Estranho, muito estranho...
  12. Foram poucos, mas me lembro de pelo menos dois: Um do LL acho que logo na sua estreia, num rebote do Borja. Outro do BH na segunda semi-final, contra o Santos.
  13. É isso! Por isso afirmei que não se pode sentar em cima da sorte de ter vencido jogando mal. É preciso aproveitar a oportunidade e corrigir as falhas para evoluir. É que não é fácil evoluir. Existem alguns "vícios" (de movimentação, de posicionamento, etc) cuja correção não se assimila de um dia para outro. Como em qualquer outra esfera de atuação. Eu que jogo tênis (beeemmm amador) sei disso e por isso usei como exemplo. Estou literalmente careca de saber que "tem que abaixar a cabeça da raquete", "não apertar o cabo", "não bater caindo para trás", etc. Mas estou volta e meia cometendo esses e outros erros. E olha que jogo há anos. Só com insistência e persistência mesmo. Há coisas que o corpo faz naturalmente sem percebermos. Como não acompanho os treinamentos não posso saber se as falhas do time estão sendo trabalhadas adequadamente. Às vezes tiramos conclusões a partir de aparências. A realidade pode ser diferente.