marsan.marco

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Sobre marsan.marco

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  1. Pois é. O juiz deu um minuto a mais para o Cruzeiro poder cobrar a falta e lançar a bola na área. Aí quando saiu o contra-ataque ele resolve mudar de ideia. Ou seja, o acréscimo só valia para o Cruzeiro tentar o gol, não para o Santos.
  2. Já eu entendo que nosso ataque acabou depois que Borja saiu. Com a entrada do Deyverson não tivemos nenhuma chance de gol. Mas são pontos de vista... Sem contar que ele deixou a mão no rosto do adversário de novo! Se o juiz visse, poderia ser outra expulsão.
  3. É o Dewson. Falar mais o que? O lance do lateral no final do jogo foi surreal.
  4. Bom, acho que aí seria no máximo 5 anos pois depois disso não poderia mais haver cobrança da Receita, já que esse é o prazo prescricional para lançamento dos tributos.
  5. Só complementando o seu questionamento: Se eu tenho um monte de dinheiro, que é meu e somente meu, porque não posso dá-lo a quem eu quiser? No fundo era isso o que a Crefisa estava fazendo, ao contratar jogadores sem a garantia de retorno. O que quebrou o esquema, no meu entendimento, foi a questão de devolver o valor investido no caso de venda dos jogadores com lucro. Esse detalhe é que configura o "empréstimo" e que foi considerado ilegal pela Receita. A saída para isso seria um acordo de "cavalheiros": a Crefisa diz que "doou" o valor ao Palmeiras e no futuro, havendo lucro, o Palmeiras "doa" o valor de volta à Crefisa. Isso seria ilegal? É claro, para tornar viável essa solução seria necessário garantir a continuidade da gestão atual. Talvez por isso seja tão importante para Leila e Galiotti a aprovação da mudança no estatuto.
  6. Mais um que está boiando...
  7. O gol do América foi absolutamente legal. DB dava condições ao jogador que fez a assistência, com bastante folga (não foi sequer lance de "mesma linha"). O que fez o gol estava atrás da linha da bola no momento do passe, também com bastante folga. Portanto, não houve impedimento. Quando ao lance do pênalti no LL, nenhuma dúvida. Não marcou porque era a nosso favor. Se fosse contra, não haveria nenhuma hesitação.
  8. Algo que achei tristemente sintomático ontem: em várias cobranças de laterais, DB e MR dando broncas no time porque ninguém se mexia para receber a bola. Todo mundo escondido. Em cobrança de lateral! Outra coisa que percebi: em vários lances de bola recuperada ou de laterais em nosso favor, alguns jogadores simplesmente viravam de costas para a jogada e saiam trotando para o outro lado, ao invés de oferecerem alternativa para a construção de jogadas. Estranho, muito estranho...
  9. Foram poucos, mas me lembro de pelo menos dois: Um do LL acho que logo na sua estreia, num rebote do Borja. Outro do BH na segunda semi-final, contra o Santos.
  10. É isso! Por isso afirmei que não se pode sentar em cima da sorte de ter vencido jogando mal. É preciso aproveitar a oportunidade e corrigir as falhas para evoluir. É que não é fácil evoluir. Existem alguns "vícios" (de movimentação, de posicionamento, etc) cuja correção não se assimila de um dia para outro. Como em qualquer outra esfera de atuação. Eu que jogo tênis (beeemmm amador) sei disso e por isso usei como exemplo. Estou literalmente careca de saber que "tem que abaixar a cabeça da raquete", "não apertar o cabo", "não bater caindo para trás", etc. Mas estou volta e meia cometendo esses e outros erros. E olha que jogo há anos. Só com insistência e persistência mesmo. Há coisas que o corpo faz naturalmente sem percebermos. Como não acompanho os treinamentos não posso saber se as falhas do time estão sendo trabalhadas adequadamente. Às vezes tiramos conclusões a partir de aparências. A realidade pode ser diferente.
  11. Não é possível comparar diretamente futebol com tênis. A começar pelo fato de que tênis é individual e futebol é coletivo. Mas há um conceito do tênis que pode ser aplicado ao futebol com muita propriedade. Não é sempre que um jogador está numa boa jornada. Há dias em que o braço está descalibrado, que não consegue sentir bem a bola. Enfim, há partidas ou fases em que o jogo não flui. Mesmo nessas situações, os melhores jogadores conseguem, às vezes, vencer a si mesmos e ao adversário. Muitas vezes vencer jogando mal é mais importante do que vencer jogando bem. É claro que o ideal é sempre jogar bem, mas isso não é possível na prática porque não somos máquinas. Vencer jogando mal é importante porque melhora a confiança e mostra que se, mesmo jogando mal você consegue vencer, então no dia em que jogar bem será uma barreira quase intransponível para o adversário. Se o jogador não sentar em cima da "sorte" de ter vencido jogando mal e buscar a correção das suas falhas, terá uma ótima oportunidade de evoluir seu jogo. Dito isso, concluo que vencer jogando mal é muito bom! E isso vale tanto para o tênis quanto para o futebol.
  12. Veja, concordo que que Roger falhou ao não tentar mudar o jeito de jogar contra eles, mesmo sabendo que das outras vezes não havia dado certo. Mas esse raciocínio pode conter uma armadilha. Em 2016 jogamos três vezes contra eles e vencemos todas. Isso significa que nossas vitórias não foram mérito nosso, mas apenas "burrice" do outro lado, que não aprendeu com os erros? Entendo que, da mesma forma como deveríamos entrar "mordidos" por conta dos acontecimentos da final do paulista, os adversários da mesma forma tinham motivos para tanto, pois segundo o nosso lado, eles só venceram porque tiveram ajuda externa. Isso também foi motivador para eles. Enfim, acho que toda a análise tem que ser mais profunda pois nenhum time joga sozinho. Os jogadores são humanos. Se eles são nosso maior rival, nós somos os deles. Se nós queríamos "passar o trator" para apagar a final do paulista, eles também queriam para confirmar aquele resultado. PS.: Desculpem, o assunto avançou e acho que esta mensagem ficou fora do contexto.
  13. Se esse é o melhor trio de arbitragem do Paraguai, que vai representá-los na copa do mundo, tento imaginar os outros... mas não consigo...
  14. A falha do zagueiro no gol de empate foi mesmo ridícula. O que dá para relevar é que muitos jogadores desse time acabaram de sair do sub-17. O adversário é bem mais maduro, dava para ver a diferença no porte físico.