Yesterceptor

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Sobre Yesterceptor

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    SÃO PAULO
  1. ARRANCADA COMEÇA DOMINGO!!! AVANTI, PALESTRA!!!!!!!!!!!
  2. Pelo futebol apresentado, sim... é chegar aos 43 pontos, necessários pra se livrar de vez do perigo de rebaixamento...
  3. Assim como nos últimos campeonatos, principalmente depois do angustiante Brasileirão de 2014, é ATINGIR A PONTUAÇÃO NECESSÁRIA PRA SAIR TOTALMENTE DA ZONA DE REBAIXAMENTO.... Acho que com 43 pontos já evitamos isso, então não está difícil... mas pelo futebol apresentado, é sim preocupante... Atingindo isso, é permanecer no G4 ou até G6 (o 5º e 6º disputam a pré-Libertadores)
  4. Palmeirense virou muito soberbo depois do título do ano passado... (eu fui um deles)... e pra mim essas eliminações desse ano é UM GRANDE APRENDIZADO!
  5. É o que eu digo, não temos que reclamar de nada.... lamentar, claro, não ter sido campeão esse ano.... mas logo no primeiro ano de injeção de grana (vindo do Nobre), já fomos campeão da Copa do Brasil.... na sequencia, ano passado, do Brasileirão depois de 22 anos... RECLAMAR DO QUE??? PÁRA! kkkkk
  6. É isso aí, o pior é ficar década sem títulos...
  7. Amigos, foristas. Só vai ler esse meu depoimento quem viveu a época. E tem um amadurecimento sobre o futebol e o Palmeiras. Identidade e personalidade se cria nas perdas. Acompanhei de perto os anos 90. A última grande tristeza que me recordo foi ter perdido o Paulistão de 1992 pro SP, antes disso a lamentável invasão da torcida à sala de troféus quebrando tudo depois de uma eliminação dolorosa num empate em casa diante da Ferroviária em 1990, onde com a vitória poderíamos ter ido à final. E foi uma época de libertação para nós jovens palmeirenses. Fui gritar campeão só com 15 anos, em 1993. A tiração de sarro da fila de títulos ardia a alma de um jovem torcedor, principalmente pra quem ainda não havia gritado "É Campeão!". Haviam aqueles que tinham visto o último título no longíquo 1976, um paulistão, na época super valorizado, sobre um XV de Piracicaba. E descreviam, como meu próprio pai falava, que a alegria de ser campeão era única. Então quando eu ia num clássico e dividíamos um Morumbi contra o SP ou Corinthians era algo fascinante pra mim. Ali duelávamos em músicas, bandeiras, bandeirões, divisão de presença de torcidas. Era uma guerra sadia, de espaço, territorial, de presença e ostentação. Mas nada era tão cruel e humilhante pra mim (e pra nossa torcida) quando começavam a contagem de 1 a 16 seguido de um "parabéns pra você". Aquilo me enraivecia, entristecia, mas aumentava ainda mais minha torcida e minha paixão pelo Palmeiras. Não sei porque. Hoje vejo que era uma maneira de ajudar o time e também a criar minha identidade de palmeirense pra sempre. Atualmente tira-se sarro (sem motivo pra mim) que o "Palmeiras não tem Mundial" ou "Ganhou por fax". Prontamente respondido e muito bem argumentado por mim à todos que tentam diminuir a nossa história e nossas glórias. Você hoje em dia está bravo, emputecido por termos saído da Libertadores ou da Copa do Brasil???? Não sabe realmente o que é sofrer pelo Palmeiras! Sofrimento igual ou parecido de ter ficado sem gritar campeão durante toda sua infância e parte da mocidade foi ter rebaixado em 2002 e 2012. Mas mesmo assim em 2002 já havíamos sido campeões dois anos antes da Copa dos Campeões e do Rio-SP, alçando a alcunha de CAMPEÃO DO SÉCULO por toda mídia brasileira e CBF. E também em 2012 quando fomos rebaixados novamente, pra mim muito bem amenizado pelo Bi da Copa do Brasil, alçando a alcunha, agora, de MAIOR CAMPEÃO DO BRASIL. Hoje em dia voltamos a ser protagonistas do futebol brasileiro. E tenho certeza absoluta que coisas grandes, muito grandes virão, depois de uma eliminação tão significativa, mas não traumatizante pra mim. Os traumas pra mim já se foram em 1993. A dor já se foi e cicatrizou nos rebaixamentos e no quase rebaixamento em 2014. Pensar que não teremos mais que se preocupar com isso é um grande alívio e uma evolução tremenda. O que nos espera de hoje em diante é lutar como protagonistas por todos os títulos que disputarmos. Perder, faz parte. Mas sempre na parte de cima, lutando para ser campeão. A MAIOR IMAGEM DA HISTÓRIA DO PALMEIRAS FICA COM NOSSO ETERNO MATADOR, EVAIR. NOS TIRANDO DE UMA FILA DE QUASE 17 ANOS SEM TÍTULOS. Pense nisso, palmeirense. Grande abraço á todos.
  8. Foi como eu disse e volto a repetir. Palmeirense em sua maioria é extremamente emocional e inconsequente nas suas palavras. Perder faz parte. Saímos da fila do Brasileirão depois de 22 anos. Com o título do ano passado consolidamos a hegemonia de #maiorcampeaodobrasil e isso, senhores, desperta uma inveja, um ódio muito grande tanto de torcedores rivais, mas imprensa com torcedores rivais à beça.
  9. Pode até aumentar, mas eu acho que se o Cuca permanecer e seus jogadores de confiança ficarem e ele conseguir dar um padrão pra esse time, acho que valeu o aprendizado desse trauma dessa desclassificação... Realmente não há comparação de peso de títulos de nós pra outros, o Palmeiras é um dos top 4 do país, assim como SP, Corinthians e Flamengo hoje em dia... a pressão por títulos pra esses times sempre serão maior do que os outros...
  10. Muito bom, sergião!!! Vc soube por notícia, jornal isso ou viu pessoalmente?
  11. Lamentar os 3 vices que tivemos... em 2000 Asprilla perdeu gol feito, que nos daria o Bi... na sequencia em 2001 fomos roubados pelo Ubaldo Aquino descaradamente, se vencessemos íamos pra final e direto pro mundial de clubes, já que na final estava o Cruz Azul do México e eles não podem disputar representando a Conmebol. Meu tio foi na final de 1968 no Pacaembu e o time estava redondinho, era pra sermos campeões em cima do Estudiantes-ARG... Enfim...
  12. Apesar dos pesares, o Palmeiras se tornou o clube brasileiro com maior número de gols na Libertadores se tornando ainda TOP 10. Gol de Moisés coloca Verdão no Top10 de times com mais gols na Libertadores 10/08/2017 - 01h25 Gol de Moisés rendeu marca histórica ao Verdão Confira o Top10 dos clubes com mais gols na história da Libertadores 1º Peñarol (Uruguai) 531 gols 2º River Plate (Argentina) 526 gols 3º Nacional (Uruguai) 523 gols 4º Olímpia (Paraguai) 419 gols 5º Boca Juniors (Argentina) 410 gols 6º Cerro Porteño (Paraguai) 377 gols 7º Bolívar (Bolívia) 328 gols 8º Colo-Colo (Chile) 326 gols 9º Universidad Católica (Chile) 324 gols 10º América de Cali (Colômbia) Palmeiras (Brasil) 287 gols palmeiras.com.br Antes de entrar em campo para enfrentar o Barcelona de Guayaquil-EQU, nesta quarta-feira (09), pelo jogo de volta das oitavas de final da Conmebol Libertadores Bridgestone, no Allianz Parque, a história contabilizava 286 gols marcados pelo Verdão na competição continental ao longo de suas 17 participações. Ao marcar o gol de número 287 com Moisés, aos cinco minutos do segundo tempo, o Verdão entrou para um seleto grupo: está agora entre os 10 clubes que mais balançaram as redes no torneio em todos os tempos, na décima posição, empatado com o América de Cali-COL. “Lamento que o gol não tenha dado ao Palmeiras a classificação que tanto sonhávamos. Mas fico contente em saber que isso ajudou o clube a alcançar mais este feito histórico”, declarou Moisés. A partida diante do Barcelona de Guayaquil-EQU também marcou a estreia do dono da camisa 10 alviverde no torneio. O autor do gol alviverde nesta quarta-feira, inclusive, voltou a figurar em uma partida oficial no último domingo, pela 19ª rodada Campeonato Brasileiro, contra o Atlético-PR, e deixou uma boa impressão após jogar por 45 minutos – o jogador havia ficado aproximadamente cinco meses fora do time por lesão. Apesar de lastimar a eliminação do Verdão nas oitavas de final da Conmebol Libertadores Bridgestone, Moisés exaltou as qualidades do elenco e projetou a sequência para o restante da temporada: “Esse grupo tem muito brilho, muitos homens que trabalham sério e vamos fazer um grande ano para que a gente vá para a Libertadores ano que vem de novo. Agora é foco total no Brasileirão", completou Moisés Vale lembrar que o Palmeiras já era o time brasileiro com mais gols no campeonato continental. Se tornou detentor desta marca no quarto jogo da primeira fase da Conmebol Libertadores Bridgestone 2017, no dia 26 de abril. Na ocasião, o Verdão bateu o Peñarol no Uruguai, por 3 a 2, de virada: com os três tentos desse embate, a agremiação passou a acumular 281 bolas na rede, superando as 278 impostas por Cruzeiro e do São Paulo, clubes com os quais o Alviverde estava empatado até antes de duelar com os uruguaios naquela oportunidade.
  13. Pois é, o penalti claríssimo no Fernando não dado na Libertadores de 2001. Boca chega a ser mais sujo que o Curintia.... Era pra termos sido TRICAMPEÕES DA LIBERTADORES 99/2000/2001
  14. Não sei se sou só eu ou todos vocês, mas como em outras eliminações doloridas, algumas imagens não saem da minha cabeça. Ficam me atormentando a todo instante. Ontem a que mais me marcou e a toda hora vem à minha cabeça são a bola na trave do Keno e a cobrança perdida do Egídio. Não só essas, mas colocando um pouco a cachola pra funcionar me remete à outras imagens de outros momentos tão doloridos como esse para mim. 1996: FINAL DA COPA DO BRASIL X CRUZEIRO - Velloso falhando num dos últimos lances do jogo; 1999: FINAL DO MUNDIAL INTERCLUBES X MANCHESTER UNITED - Esse jogo me lembra dois lances cruciais: Marcos perde o tempo da bola e o time ingles faz o único gol do jogo e Oséas perde gol absurdo. Fora o gol do Alex em impedimento mal anulado. 2000: FINAL DA COPA LIBERTADORES 2000 X BOCA JRS. - Asprilla perde gol feito perto dos 40 do segundo tempo, seria o gol da vitória e do Bi da Libertadores. 2002: ÚLTIMA RODADA DO BRASILEIRÃO X VITÓRIA-BA - Zagueiro Alexandre (ETERNA MAIOR DOR) faz duas lambanças que comprometem um jogo muito bom que estávamos fazendo, causando rebaixamento. Esses são os lances e as imagens que fazendo uma rápida lembrança traz péssimas recordações. Compartilhe as imagens que não saem da sua memória!
  15. Não há outro no mercado, mas notoriamente DEVE MUDAR O ESQUEMA DE JOGO. Esse com dois pontas e um "falso" 9, já deu... Ataque é (por enquanto) Deyverson e Keno (ou Guedes) Deve haver um meia criativo com um volante apoiador ao lado (Moisés e Guerra) ou dois de criação (Guerra e Rafael Veiga) + Bruno Henrique e Tche Tche (ou Tiago Santos) de volantes... Zaga Luan e Edu Dracena (agora com a contusão do Mina) Volta o Zé na lateral esquerda (pra mim melhor que o Egídio) Jailson (Prass enquanto se recupera)