SKull

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  1. Talvez fosse aceitável uma oferta futura na casa dos 15 milhões de euros, pois nenhum jogador disponível para a função que o Dudu realiza vale, no futebol atual, menos que 30 milhões de reais. Aliás, vendo as transações que os clubes fizeram, foi um p... negócio comprarmos o Dudu por 20 milhões de reais.
  2. Empatamos com o Bahia em casa, Sardinhas rodaram nesta segunda lá na Vila e por aí vai... Ninguém quer ganhar esse campeonato, incrível.
  3. Esse Rafinha é o lateral direito (32 anos), o filho do Mazinho é o Thiago Alcântara e o Rafinha Alcântara, do Barcelona.
  4. Não gosto do cara como pessoa e vejo seu retorno como algo totalmente equivocado, mas a nossa defesa deixou a desejar demais neste ano. Juninho e Luan não estão bem, Edu Dracena já tem certa idade, Mina tem sequências de lesões e o Antonio Carlos não consegue ter sequência. Se for bem, encaixar uns 2 ou 3 jogos, pode virar titular na reta final.
  5. Conmebol quer realizar um espetáculo maquiado de Champions League, mas permitindo clubes, estádios e torcidas racistas, manipuladores e sem condições de receberem um jogo de uma equipe de futebol. Ah, além de realizar jogo único num continente sem a mínima infra-estrutura para tal... Parabéns...
  6. Restarão menos de R$ 70 milhões de dívidas com o Governo e que estão parcelados a longo prazo após acordo com o poder público". Dívidas com o governo que, geralmente, possuem desconto para a sua quitação e que devem possuir taxas de juros bem mais elevadas do que o acordo com o Nobre foram "deixadas de lado" quando Galiotte aportou um grande capital para quitar a dívida com Nobre... A prioridade deve ser, sim, o pagamento das dívidas da S. E. Palmeiras, mas não a estável... Ah, política da S. E. P. f... tudo com o clube, como sempre.
  7. Ai se tá sendo muito inocente Fabrício... Essa lista não tem a mínima credibilidade...
  8. Vocês sabem que essas matérias da Forbes são "compradas", certo?
  9. O cenário positivo que vivíamos no final de 2016 foi sendo destruído durante a atual temporada. Todas as certezas que possuíamos na qualidade da equipe, da habilidade da diretoria de futebol, da estratégia de seu treinador e do individual dos atletas tornaram-se duvidas e críticas para o futuro da equipe. Sabe aquela sensação de que nada poderá dar errado e, inexplicavelmente, dá tudo errado? Esse é o Palmeiras em 2017 que foi construindo seu próprio fracasso através de insegurança, incompetência e indisciplina. Para entendermos os erros precisamos buscar os acertos que posicionaram a equipe neste caminho, como a perspectiva de rebaixamento em 2014 que foi decidida apenas na última rodada. Nosso principal jogador, em 2014, era questionável em aspectos importantes, faltava caráter e físico para que conseguisse desempenhar um bom futebol de forma constante e o seu relacionamento dentro do elenco não parecia ser tão saudável. Vislumbramos 2017 com um jogador de igual polêmica dentro da imprensa, com um físico que não possibilitava realizar suas funções dentro de campo (não pelas lesões, mas por sua lentidão) e problemas de relacionamento. Em um intervalo de 3 anos, por que Mattos trouxe um atleta com perfil semelhante ao que, de forma correta, ele dispensou em 2015? O mesmo vale para os problemas no ataque. Lembram quando contratávamos apostas da segunda divisão por que nossos jogadores não correspondiam? A contratação não era pelo jogador ser bom, mas pela necessidade de responder as críticas da torcida e buscar um "fato novo". Quem que foi contratado desta forma que obteve êxito no Palmeiras? T. Santos foi monitorado durante seis meses, teve bons índices de passe (na segunda divisão, calma) e excelente média de desarme. Foi contratado para suprir uma necessidade do time e, se não é um atleta brilhante, conseguiu cumprir o prometido. Mas, e o caso de Deyverson? Foi contratado para ser o responsável pelos gols da equipe, porém atuava constantemente pela faixa lateral, não apresentava um desempenho de alto nível e possuía médias baixas no índice de passes e de número de gols por jogos em sua carreira. Qual o critério adotado? Desespero... Quando G. Jesus surgiu e começou a atuar no profissional, o jovem atacante recebeu muitas críticas. Eu lembro que, em alguns jogos, ele não desempenhou um bom futebol, mas foi blindado, recebeu atenção especial da direção de futebol e o clube cultivou seu amadurecimento. O resultado foi a criação de um monstro, no bom sentido. Gabriel foi importante na Copa do Brasil em 2015, foi nosso melhor jogador disparado no primeiro semestre de 2016 (além de ser o principal jogador nosso na Libertadores) e auxiliou demais em voltarmos a ganhar um Brasileiro. Agora vem a grande questão, por que a forma de tratamento e moldagem de atleta foi totalmente diferente com Vitinho? Não, não vejo o meia com potencial para ser um novo Gabriel Jesus (até por que não tem ninguém com tal potencial no futebol brasileiro), mas era um ativo importante para o futuro do time. Percebam que a principal mudança da gestão do Palmeiras até 2014 era a falta de um diretor do calibre de Alexandre Mattos. Quando ele chegou rapidamente entendeu as necessidades da equipe, blindou o elenco e foi de frente com todas as críticas. A parceria que Mattos e Nobre montaram na gestão de futebol foi vencedora. O que mudou? Não vou eximir os erros do dirigente em 2017, mas a bagunça política que tomou conta do Palmeiras nesta temporada implica demais na falta de coerência e nas decisões desesperadas da atual temporada. O resultado é um treinador que não aparenta querer trabalhar no clube, um elenco caríssimo e mal montado, uma política que afugenta quem deseja trazer benefícios ao clube e a insegurança de que o reflexo atual seja permanente no futuro da S. E. Palmeiras. Palmeiras... Quem é você?
  10. 2018 é fácil: fazer o oposto do que foi feito em 2017. Ter um técnico para a temporada inteira e que possua condições de aguentar a pressão - Cuca ficando ou não, precisamos de alguém de nome. Manter o time atual e corrigir problemas individuais - Falta de qualidade nas laterais, ausência de um atacante de bom nível, jogadores "idosos" que não atribuem nada ao elenco e baixo rendimento de atletas contratados na atual temporada. Diversificar o elenco - Não temos um bom batedor de faltas, não possuímos líderes reais em campo (maioria é velho e só sobra o Moisés com esse perfil), falta jogadores com idade "intermediária" (não são apostas e não estão velhos). Enfim, precisamos de 4 ou 5 contratações que sejam de bom nível para 2018, uma limpeza em parte do elenco e o restante é composição com a base, além de observar possíveis apostas dentro dos estaduais. Não precisamos de muito, precisamos de acertos.
  11. Decida se você quer continuar na S. E. Palmeiras ou não. Pois se você quer, precisará trabalhar de forma correta, séria e decidida.
  12. Não gosto do seu perfil, não gostava do trabalho dele pelo Palmeiras (time ganhava por que não queria X como treinador e não por ele)... Fora que foi mal em sua saída após o Palmeiras e não gostei de sua volta. Poderia ser outro perfil, outro treinador...
  13. De acordo.