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Fabricio MG

CD aprova mandato de presidente para 3 anos + ( reeleição de 3) a partir de 2018 . Porém, precisa passar pela assembléia de Sócios em julho

73 posts neste tópico

Tinha que ser de 5 em 5 anos,com chances de perda de mandato caso o time não se classifique para Libertadores em um desses anos.

 

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Ontem a Leila demonstrou que é quem tem o maior poder político no clube.

Não sei se isso é bom ou ruim, só o tempo dirá...

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26 minutos atrás, T-R3X disse:

Ontem a Leila demonstrou que é quem tem o maior poder político no clube.

Não sei se isso é bom ou ruim, só o tempo dirá...

Então diz logo ai @tempo

Andespsan, Nelore e MavisTheOne curtiram isso

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1 hora atrás, T-R3X disse:

Ontem a Leila demonstrou que é quem tem o maior poder político no clube.

Não sei se isso é bom ou ruim, só o tempo dirá...

Ela pode até ter mais poder mais está extremamente equilibrado, a mudança foi aprovada apenas por 3 votos de diferença o que é bem pouco. e quando tentaram mudar para 2020 caiu para 1 voto só dos 280 conselheiros 141 votaram contra ter validade  o mandato de 3 anos em 2020.

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3 minutos atrás, jpalst disse:

Ela pode até ter mais poder mais está extremamente equilibrado, a mudança foi aprovada apenas por 3 votos de diferença o que é bem pouco. e quando tentaram mudar para 2020 caiu para 1 voto só dos 280 conselheiros 141 votaram contra ter validade  o mandato de 3 anos em 2020.

Não deixa de ser o maior poder, agora com ela praticamente presidente em 2020, essa diferença só vai aumentar...

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mais minha duvida hoje seria como está dividido os conselheiros e os grupos. como rolou bastante grana nisso não dá para saber qual é a real situação da "bancada" Leila/Galiote  que parece ter apoio do ex-presidente belluzo. e como está a  Oposição com as bancadas de Paulo Nobre e Mustafá contursi (são grupos separados).

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2 horas atrás, T-R3X disse:

Ontem a Leila demonstrou que é quem tem o maior poder político no clube.

Não sei se isso é bom ou ruim, só o tempo dirá...

Corrige aí: ela tem o poder financeiro.

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Votação sobre vitalícios no Palmeiras deve ter pedido de impugnação

Havia três propostas: diminuir o número de vitalícios de 148 para 100 e manter em 152 o número de conselheiros eleitos pelo voto; outra era deixar 100 vitalícios e aumentar o número dos votados para 200; e uma terceira para que fossem 120 vitalícios e 180 conselheiros aclamados por eleição. 

De acordo com Seraphim Del Grande, presidente do Conselho Deliberativo, a primeira ideia foi logo rejeitada. As outras duas foram para votos, no estilo "senta e levanta", quando os a favor da mudança devem ficar em pé. Conselheiros que estavam na votação dizem que a maioria ficou em pé e o resultado chegou a ser aclamado, pela mudança para 120 vitalícios e outros 180 conselheiros. 

José Apparecido, por sua vez, entrará com o pedido para que o tema seja votado novamente em uma próxima reunião do Conselho Deliberativo, sob a argumentação de que houve duas decisões divergentes sobre o tema - primeiro em favor da mudança, e depois pela manutenção do formato atual.

Fonte: Lance

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Postado (editado)

2 horas atrás, jpalst disse:

mais minha duvida hoje seria como está dividido os conselheiros e os grupos. como rolou bastante grana nisso não dá para saber qual é a real situação da "bancada" Leila/Galiote  que parece ter apoio do ex-presidente belluzo. e como está a  Oposição com as bancadas de Paulo Nobre e Mustafá contursi (são grupos separados).

Jplast.

Não importa tanto a divisão de Grupos....só se for pra aprovação de contas...impeachment entre outros assuntos...É precisa de muita gente pra perturbar nesses assuntos.....quem vota agora pra presidente são os milhares de sócios do clube social.....chapa pra entrar em eleição só precisa de 45 assinaturas de conselheiros...quem perdeu ficou vendido,por isso o desespero.....Isso pelo pouco que li do estatuto mas posso está errado

Já tentei mapear isso (tamanho do Grupos)...mas têm muita mudança depois da eleição de conselheiros...É a Leila Fazia parte da Chapa do Mustafá....não da pra saber como ficou depois que romperam....Grupo do nobre também rompeu entre nobre/Galiotte.

Conselho terá algumas cadeiras renovadas, um pouco antes da eleição presidencial....não tenho nem duvidas que o Grupo Leila/Galiotte ficará ainda maior....De todo jeito acho mais importante o tamanho de simpatizantes Sócios de Cada Grupo

Editado por Luciano Borgognoni

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21 horas atrás, Luciano Borgognoni disse:

Jplast.

Não importa tanto a divisão de Grupos....só se for pra aprovação de contas...impeachment entre outros assuntos...É precisa de muita gente pra perturbar nesses assuntos.....quem vota agora pra presidente são os milhares de sócios do clube social.....chapa pra entrar em eleição só precisa de 45 assinaturas de conselheiros...quem perdeu ficou vendido,por isso o desespero.....Isso pelo pouco que li do estatuto mas posso está errado

Já tentei mapear isso (tamanho do Grupos)...mas têm muita mudança depois da eleição de conselheiros...É a Leila Fazia parte da Chapa do Mustafá....não da pra saber como ficou depois que romperam....Grupo do nobre também rompeu entre nobre/Galiotte.

Conselho terá algumas cadeiras renovadas, um pouco antes da eleição presidencial....não tenho nem duvidas que o Grupo Leila/Galiotte ficará ainda maior....De todo jeito acho mais importante o tamanho de simpatizantes Sócios de Cada Grupo

valeu pela explanação entendi agora como funciona o sistema mais ou menos. os sócios tem o poder do voto e os conselheiros aprovam a chapa. acredito que vai ser a disputa Pela Presidência vai ficar entre Galiote x Genaro Marino

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aos sócios

Grupo diz que clube é o maior perdedor com mudança estatutária que amplia mandato presidencial e beneficia projeto político da patrocinadora

Renan Cacioli, O Estado de S. Paulo

24 Maio 2018 | 16h00

O grupo Movimento Palmeiras Responsável, que faz oposição à gestão de Maurício Galiotte no clube, divulgou nesta quinta-feira manifesto no qual condena a aprovação, na noite da última segunda-feira, da chamada "emenda Leila", como ficou conhecida a mudança estatutária que amplia de dois para três anos o tempo de mandato presidencial.

As mudanças aprovadas pelo Conselho Deliberativo palmeirense já podem valer para o próximo pleito, marcado para novembro, desde que sejam ratificadas em assembleia de sócios por maioria simples de votos. E é justamente aos associados que os oposicionistas apelam agora para impedir que a alteração seja ratificada. Para a novidade ser descartada, serão necessários dois terços dos votos dos associados.

 

Leila Pereira prestou explicações sobre novo acordo firmado com o Palmeiras Leila Pereira deseja se tornar presidente do Palmeiras Foto: Amanda Perobelli/Estadão

 

A alteração no estatuto ganhou o apelido de "emenda Leila" por abrir brecha para a empresária e patrocinadora do clube se candidatar a 2021. Eleita conselheira do Palmeiras pela primeira vez em fevereiro de 2017, ela precisa cumprir o requisito de estar no segundo mandato neste cargo para poder pleitar o comando do clube. Essa obrigação estará cumprida no início de 2021, meses antes da eleição presidencial.

Confira abaixo a íntegra da nota do Movimento Palmeiras Responsável:

"O Conselho Deliberativo do Palmeiras esteve reunido na última segunda-feira, 21 de maio, discutindo alterações estatutárias relevantes para o futuro do clube, especialmente a que altera o tempo de mandato para presidência executiva, medida que já valeria para a eleição que ocorre em outubro deste ano. Antes mesmo do início da votação já era nítido que a noite teria um grande perdedor: a Sociedade Esportiva Palmeiras.

Como pudemos destacar em notas anteriores, o Movimento Palmeiras Responsável reforça seu posicionamento contrário à esta alteração que beneficia diretamente a atual gestão e criou um racha no clube. Ainda há tempo de barrá-lo: a matéria terá que ser aprovada em Assembleia Geral dos sócios nas próximas semanas, com maioria simples de votos. Para auxiliar na leitura mais ampla dos acontecimentos, um breve resumo de como tudo transcorreu:

- A SEP possui 280 conselheiros, dos quais 224 compareceram à reunião. Para aprovação de qualquer alteração é necessário que a maioria absoluta esteja a favor, neste caso, 141 votos;

- O não comparecimento significava votar contrariamente à alteração. Houve enorme pressão da gestão para que todos estivessem presentes, inclusive com conselheiros solicitando licenças temporárias para que o suplente pudesse votar a favor;

- Outros tantos conselheiros, por conta do clima de tensão e divisão estabelecidos, optaram deliberadamente por não ir à reunião. Mais de 50 pessoas se ausentaram nessas circunstâncias;

- Pelo contexto, podemos seguramente afirmar que aproximadamente 135 conselheiros foram contrários à alteração; 

- Apesar de todo poderio político e financeiro empregado, a alteração foi aprovada com apenas dois votos de margem;

- Registre-se, portanto, que existiam diversas correntes ideológicas contrárias à alteração. Reduzir a oposição a um ex-presidente é tentar iludir a opinião pública, ocultando o problema real: a apropriação do Palmeiras; 

- O argumento de que a votação não seria casuística foi por água abaixo quando a maioria dos optantes pelo 3+3 votou contrariamente à emenda que previa sua aplicação apenas para a eleição de 2020, provando que os interesses impulsionando a mudança são eminentemente de perpetuação no poder; 

- Tanto é assim que uma alteração inicialmente vista com bons olhos e contando com grande apoio do conselho tornou-se pivô de um histórico racha no clube, essencialmente pela forma como foi conduzida a questão;

- Finalmente, caso venha a ser reeleito, o presidente atual não enfrentaria problemas de adaptação nem teria que se preocupar com outra reeleição. O aumento do tempo de mandato não se justifica nem sob essa hipótese;

- A suposta modernidade alardeada não foi vista, também, na votação que rejeitou a redução do número de conselheiros vitalícios, matéria que não contou com apoio da gestão;

- A atual diretoria executiva extrapolou os limites no convencimento aos conselheiros indecisos. Respeitamos e compreendemos o jogo político, mas um olhar mais atento evidencia que os instrumentos utilizados foram muito além do debate. 

Reforçamos nosso entendimento de que os interesses do Palmeiras foram colocados em segundo plano por quem está no poder. Prova disso é conferir como votou o atual mandatário, legislando em causa própria. Isso não é saudável nem contribui para a pacificação do clube.

À toda coletividade palmeirense clamamos atenção e serenidade na avaliação do que aconteceu. Aos sócios em especial, convidamos para uma profunda reflexão antes da votação em Assembleia Geral e que se mobilizem na campanha pelo NÃO. 

Movimento Palmeiras Responsavel

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15 horas atrás, Tadeu_Diadema disse:

aos sócios

Grupo diz que clube é o maior perdedor com mudança estatutária que amplia mandato presidencial e beneficia projeto político da patrocinadora

Renan Cacioli, O Estado de S. Paulo

24 Maio 2018 | 16h00

O grupo Movimento Palmeiras Responsável, que faz oposição à gestão de Maurício Galiotte no clube, divulgou nesta quinta-feira manifesto no qual condena a aprovação, na noite da última segunda-feira, da chamada "emenda Leila", como ficou conhecida a mudança estatutária que amplia de dois para três anos o tempo de mandato presidencial.

As mudanças aprovadas pelo Conselho Deliberativo palmeirense já podem valer para o próximo pleito, marcado para novembro, desde que sejam ratificadas em assembleia de sócios por maioria simples de votos. E é justamente aos associados que os oposicionistas apelam agora para impedir que a alteração seja ratificada. Para a novidade ser descartada, serão necessários dois terços dos votos dos associados.

 

Leila Pereira prestou explicações sobre novo acordo firmado com o Palmeiras Leila Pereira deseja se tornar presidente do Palmeiras Foto: Amanda Perobelli/Estadão

 

A alteração no estatuto ganhou o apelido de "emenda Leila" por abrir brecha para a empresária e patrocinadora do clube se candidatar a 2021. Eleita conselheira do Palmeiras pela primeira vez em fevereiro de 2017, ela precisa cumprir o requisito de estar no segundo mandato neste cargo para poder pleitar o comando do clube. Essa obrigação estará cumprida no início de 2021, meses antes da eleição presidencial.

Confira abaixo a íntegra da nota do Movimento Palmeiras Responsável:

"O Conselho Deliberativo do Palmeiras esteve reunido na última segunda-feira, 21 de maio, discutindo alterações estatutárias relevantes para o futuro do clube, especialmente a que altera o tempo de mandato para presidência executiva, medida que já valeria para a eleição que ocorre em outubro deste ano. Antes mesmo do início da votação já era nítido que a noite teria um grande perdedor: a Sociedade Esportiva Palmeiras.

Como pudemos destacar em notas anteriores, o Movimento Palmeiras Responsável reforça seu posicionamento contrário à esta alteração que beneficia diretamente a atual gestão e criou um racha no clube. Ainda há tempo de barrá-lo: a matéria terá que ser aprovada em Assembleia Geral dos sócios nas próximas semanas, com maioria simples de votos. Para auxiliar na leitura mais ampla dos acontecimentos, um breve resumo de como tudo transcorreu:

- A SEP possui 280 conselheiros, dos quais 224 compareceram à reunião. Para aprovação de qualquer alteração é necessário que a maioria absoluta esteja a favor, neste caso, 141 votos;

- O não comparecimento significava votar contrariamente à alteração. Houve enorme pressão da gestão para que todos estivessem presentes, inclusive com conselheiros solicitando licenças temporárias para que o suplente pudesse votar a favor;

- Outros tantos conselheiros, por conta do clima de tensão e divisão estabelecidos, optaram deliberadamente por não ir à reunião. Mais de 50 pessoas se ausentaram nessas circunstâncias;

- Pelo contexto, podemos seguramente afirmar que aproximadamente 135 conselheiros foram contrários à alteração; 

- Apesar de todo poderio político e financeiro empregado, a alteração foi aprovada com apenas dois votos de margem;

- Registre-se, portanto, que existiam diversas correntes ideológicas contrárias à alteração. Reduzir a oposição a um ex-presidente é tentar iludir a opinião pública, ocultando o problema real: a apropriação do Palmeiras; 

- O argumento de que a votação não seria casuística foi por água abaixo quando a maioria dos optantes pelo 3+3 votou contrariamente à emenda que previa sua aplicação apenas para a eleição de 2020, provando que os interesses impulsionando a mudança são eminentemente de perpetuação no poder; 

- Tanto é assim que uma alteração inicialmente vista com bons olhos e contando com grande apoio do conselho tornou-se pivô de um histórico racha no clube, essencialmente pela forma como foi conduzida a questão;

- Finalmente, caso venha a ser reeleito, o presidente atual não enfrentaria problemas de adaptação nem teria que se preocupar com outra reeleição. O aumento do tempo de mandato não se justifica nem sob essa hipótese;

- A suposta modernidade alardeada não foi vista, também, na votação que rejeitou a redução do número de conselheiros vitalícios, matéria que não contou com apoio da gestão;

- A atual diretoria executiva extrapolou os limites no convencimento aos conselheiros indecisos. Respeitamos e compreendemos o jogo político, mas um olhar mais atento evidencia que os instrumentos utilizados foram muito além do debate. 

Reforçamos nosso entendimento de que os interesses do Palmeiras foram colocados em segundo plano por quem está no poder. Prova disso é conferir como votou o atual mandatário, legislando em causa própria. Isso não é saudável nem contribui para a pacificação do clube.

À toda coletividade palmeirense clamamos atenção e serenidade na avaliação do que aconteceu. Aos sócios em especial, convidamos para uma profunda reflexão antes da votação em Assembleia Geral e que se mobilizem na campanha pelo NÃO. 

Movimento Palmeiras Responsavel

Eles falaram como se o patrocinador ou a leila fosse ficar pra sempre no Palmeiras. Só que não, um dia ela saira, crefisa saira. E isso continuara.

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