MagooBH

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Sobre MagooBH

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    Categoria Iniciante
  • Data de Nascimento 28-04-1983

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    Masculino
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    Belo Horizonte - MG
  1. Creio que, tomando como base o jogo contra o Alianza Lima, e como os jogadores que não costumam figurar entre os 11 iniciais jogam quando entram, creio que nosso maior problema nesse exato momento é dos jogadores jogando "pelo nome". A solução para isso parece simples, peita os que não estão merecendo e coloca quem está comendo a bola. Porém é muito mais complexo que isso. Todos nós sabemos aqui que não é como no FIFA que você simplesmente tira um, coloca outro e parte pro jogo. Além do material humano (com diversos efeitos comentados por alguns palestrinos como perder o elenco, por exemplo), tem também o fator político e econômico que todos parecem esquecer. Tem empresário forçando situação e encostando na parede, tem próprio jogador que ameaça, tem a diretoria não querendo desvalorizar um ativo para tentar um bom negócio, etc. Muita coisa de bastidores que só quem vive o dia a dia lá saberia contar. Lei pelé ajuda e muito nessa mimação toda com jogador. É complicado e caro se desfazer de jogadores. E aqui não se tem o costume de identificar que o jogador não será utilizado ou não se encaixa no perfil requisitado e colocá-lo para uma negociação sem desvalorizá-lo. Na Europa é comum você ouvir que o jogador está disponível para transação e isto não ter um grande impacto no valor de mercado. Obviamente é diferente de ir tirar um cara que está comendo a bola em certo clube, mas digo apenas do impacto negativo desta disponibilização para negócio. Concordo que se faz necessária uma revisão do elenco, nada de reformulação completa mas ajustes. E esses ajustes prioritariamente passam pela saída para depois serem analisadas contratações de reposição.
  2. Esse ponto negritado é algo que me irrita profundamente. Saudade da época do Luxa treinador que via que entrou errado e mexia no primeiro tempo, as vezes antes da metade. Aliás, tá no regulamento da CBF que é proibido substituir antes do intervalo? Todos os técnicos brasileiros estão com essa mania. As vezes é visível que não vai funcionar mas o cara tem que esperar até o intervalo pra fazer algo. No caso do Roger, é pior. Além de não trocar no primeiro tempo de jeito nenhum, praticamente não troca no vestiário para tentar voltar diferente e ainda espera, pelo menos, até os 25 minutos. Fora o tempo perdido, troca um jogador por outro jogando igual, nunca alterando um esquema, posicionamento ou até a dinâmica.
  3. Falo isso faz um tempo já. Funcionou com o Cuca para resgatar o cara e dar importância para ele mas ele não tem perfil de capitão, de liderar os outros. Líderes naturais são poucos e bons líderes são muito difíceis de encontrar. Com muita dor no coração pois não gostaria nem de vê-lo vestindo nosso manto, mas atualmente o Felipe Melo tem muito mais perfil para levar a braçadeira que o Dudu. De repente o Edu Dracena também. Mesmo assim, não são ótimos líderes naturais, que comandam o time dentro de campo. Só lembrar de grandes capitães que tivemos no passado e fica fácil de ver que não tem ninguém nessa pegada. Marcos é o exemplo mais fresco na cabeça da turma. E olha que nem acho que ele era um capitão sensacional mas era, de fato, uma liderança e tinha muito respeito. César Sampaio era o capitão em 93-94, bicampeão paulista e brasileiro, e 99, no título da Libertadores. Só de lembrar disso e ver nossa faixa de capitão dada pro Dudu me dá até arrepio. Dudu é um ótimo jogador, está numa fase horrível mas já fez muito por aqui. Não é uma crítica a ele pessoalmente ou ao rendimento dele no campo, apenas à liderança dele frente ao elenco.
  4. Espero de coração que o Dudu jogue. Pelo simples motivo que meu filhote de 3 anos é fã dele e tá falando disso desde que contei pra ele que devemos ir no jogo. Primeira vez dele no estádio. Torcendo para ter ingresso visitante ainda, vou amanhã no posto de venda aqui de BH.
  5. E aí volta no ponto que eu levantei uns posts para trás. Não diria campeonato de "menor expressão" mas com menos prioridade na visão da direção do clube. Além da prioridade mudar dependendo do desempenho em campeonato A ou B. Nosso exemplo agora mesmo: Levamos um time alternativo ao Peru para disputar a partida contra o Alianza Lima pois já estamos classificados e a prioridade é descansar os jogadores que estão mais desgastados para o próximo embate no Brasileiro. Temos elenco suficiente para fazer certas alterações sem perder (ou sem perder muito) em qualidade e continuar mantendo os resultados necessários. Salvo a zaga que podemos ter gratas surpresas ou acréscimo de preocupação dependendo do Emerson Santos e, por que não, do Pedrão.
  6. Esse ponto eu gostaria de ressaltar. Prestem atenção nos momentos em que estamos melhores nas partidas nos últimos jogos, que o posicionamento do Dudu e do Keno, quando a bola está na outra ponta, é de aproximar pelo meio e dar opção para tabela. O LL se desloca mais próxima da ponta onde está a bola e o outro ponto chega mais pro meio, com um dos volantes vindo por trás. Quando eles ficam enfiados nas pontas, fica aquela imensidão de campo entre os pontas e o LL mais perdido que azeitona em boca de banguela no meio.
  7. Você captou exatamente o que eu quis falar.
  8. Srs, deixando as cornetas de lado, avaliem estes relacionados comparando com outros times da Série A. Esqueçam essa besteira de "time titular" e "time reserva" que a mídia daqui insiste em manter. Esses relacionados bem treinados estariam na maioria dos times da série A jogando, como 1a opção. Prefiro o termo 1a opção que titular. Vejam os times europeus e como eles atuam quando tem 2 jogos na semana. Veja a escalação do Barcelona que jogou 1 ou 2 jogos atrás no campeonato espanhol. Será que aqueles jogadores se consideram "reservas" depreciadamente ou opções no elenco que provavelmente jogarão uma boa parte dos jogos? Ontem, no jogo da Champions, vocês acham que Bale e Casemiro se consideram "reservas" ou opções de elenco? Os técnicos aqui no Brasil sentem essa pressão de todos os lados sobre o "time titular" e que sempre tem que entrar com "força máxima". É a bendita pressão do resultado imediatista. Eu entendo como força máxima os jogadores que estão melhor fisicamente e que desempenham melhor os papéis para se sobressair ao adversário. Não necessariamente alterando o esquema ou posicionamento mas movimentação, variação, etc. Avaliando o Roger neste quesito final, acho que ele está bem aquém do que poderia fazer com este elenco na mão, principalmente com os mais jovens. Ele poderia muito bem variar jogadores e estratégias sem perder qualidade e resultados. Espero que possa melhorar para não estourar todos os jogadores fisicamente.
  9. Ao meu ver, esse deveria ser o papel do Zé Roberto, não?
  10. Não foi pela rede social que ele foi atingido negativamente? Vamos pra rede social mostrar que aquilo não representa a torcida. Todo mundo mandando alguma mensagem positiva na conta do Dudu pro jogo de amanhã. Só organizar direitinho e consegue até subir # no twitter. Torcer pro Zé Roberto fazer o papel dele ali também e segurar a bronca dos caras, ele tem experiência suficiente para saber que isso é sempre a menor parte da torcida que faz esse tipo de coisa com jogadores que respeitam a camisa.
  11. Amigos, que diferença ver o Antônio Carlos jogando com um zagueiro que ele não precisa ficar preocupado. Não entendam como ele ter sido perfeito ou até ser um craque mas fez muita diferença. Ele estava muito mais focado e foi muito bem no jogo. Merece uma nota 8 hoje. O meio campo não tem combatividade (defendendo) nem aproximação (atacando), expõe a defesa, mata ataques e, principalmente, contra-ataques. Pessoal da meia canja, não merece nota maior que 5. FM 3 BH 5 LL 5 Nosso melhor momento na partida foi justamente quando os "pontas" resolveram fazer seu papel corretamente: Enquanto a bola está no outro lado, ele entra pra preencher o meio e dar opções, aliado a subida do 2o volante. Pena que a maior parte do tempo eles ficaram enfiados na ponta e tentando resolver de alguma forma as bolas que caiam pra eles. Dudu 7 (pela entrega, pelo gol e por jogadas neste momento da partida que citei acima) Keno 7 (errou várias mas botou a zaga do Inter preocupada e fez jogadas perigosas ao seu estilo, além de uma boa cobertura defensiva crucial para esse esquema de 3 no meio campo) Demais: Jailson 6 (Achei ele um pouco abaixo do normal hoje, se tivesse precisado dele mesmo, acho que não ia corresponder) MR 6 Dracena 7 DB 7 (Uma ou outra falha defensiva mas apoio bem o ataque e acertou um belo cruzamento) Borja 6 (Até me espantei com a jogada que quase deu o gol ao Lucas Lima mas a perda do gol e as finalizações bem pífias estão indo justamente contra sua principal característica) Os que entraram: Moisés 7 (Ele sempre foi pesadão que se movimenta bastante. Achei que deu uma dinâmica boa e com bastante entrega. Entretanto deveria ter entrado no lugar do FM) Deyverson 4 (Errou tudo que tentou e mais um pouco. Foi só correria com vontade) William 6 (Deu um pouco de opção, fez umas tabelas mas pouco efetivo)
  12. Nosso maior problema não são os zagueiros individualmente, é o sistema defensivo como um todo. Mas não falo do trabalho do técnico mas do relacionamento entre os jogadores para cumprir o que foi determinado pelo Roger. O negócio é tão na berlinda que, qualquer pisadinha de bola, dá gol pro adversário. Se sai uma vírgula do script, já desmorona. Motivo de eu pensar desta forma é fácil de visualizar no fatídico gol de ontem (mas já aconteceu coisa parecida em outras ocasiões): Marcos Rocha não está bem posicionado na hora do lançamento e, sem perceber este mau posicionamento, Antônio Carlos não está na zona certa, tentando suprir esta falha. Aí começa o desastre. Antônio Carlos tem que tentar retomar as duas falhas (de posicionamento do MR e dele mesmo). Quando parece que vai conseguir e aparentemente chegar seguro na bola, não sei se por inexperiência ou falta de talento, erra na decisão, tenta tirar uma bola alta com o pé e deixa o Pavón livre, com a bola limpinha, sem marcação. Neste momento, o Tévez começa a entrar feito um míssil na pequena área. Thiago Martins começa certo, percebendo a corrida e começando a acompanhar mas comete um erro muito básico para um zagueiro: esquecer o jogador e olhar para a bola. Se ele tivesse corrido fechando a posição do jogador, ele chegaria facilmente na frente do Tévez na bola e tiraria a bola tranquilamente. Não bastasse isso, a lentidão do Felipe Melo não permitiu que ele conseguisse cobrir essa sucessão de cagadas. Nesse caso, nem é falha do jogador mas a condição física não permite. O único que agiu certinho foi o Diogo Barbosa que correu para a linha do gol pra servir de parede. Vejam que um pequena falha inicial, gera uma sucessão de falhas. Seja por inexperiência, por desentrosamento, nervosismo, falta de talento ou até tudo junto. Já vi isso acontecendo outras vezes nessa temporada, infelizmente. Aparentemente, veremos isso mais algumas do jeito que vai.
  13. Pra mim isso foi algo nessa linha: RGT: Reduz aí pq esse bando de trouxa come na minha mão. Ou fecha comigo ou tá fora, dependem demais de mim. SEP: Só isso? Nem furreca! Tenho Turner me cobrindo e posso conseguir me manter sem você por ora. Só volta aqui quando tiver coisa boa. SEP (internamente): A gente depende de exposição de marca lá, jogo duro agora, pode penar um pouco mas acho que dá pra pegar o mesmo que todos os outros. RGT (internamente): Kraio! Os caras tão com cacife, mas não vão aguentar sem exposição de marca. Acho que vamos ter que papear um bocado com eles. Hoje devem estar ali voando números e números pra cá e pra lá. Mas o ponto principal dessa discussão é o direito de arena que, para privilegiar um monopólio, foi elaborado da forma atual. Agora virou um problema pra RGT pois, no momento que uns tiveram coragem e foram "ver o mundo lá fora", ela não pode passar os jogos de quem saiu do domínio, mesmo que temporariamente. Na minha opinião, essa discussão vai longe. E o Palmeiras está certo em prolongar essa discussão. Se o time responder bem no campeonato brasileiro (como dá indícios de ser), força a RGT a ceder um pouco para não comprometer o próximo ano.
  14. Ressaltei estes dois pontos do seu comentário pois falo isso faz um tempo nas discussões com alguns amigos. Lá nas bandas da Europa, não tem esse negócio de time titular e time reserva. Exceção àqueles jogadores que nunca entram e poucas vezes são relacionados (vide PH Ganso). Esta estigma dos "11 titulares" vem do passado, obviamente, mas se perpetua pois a cabeça de grande parte do povo (seja imprensa, seja torcedor) ainda não mudou. Um cara vai pro banco ou nem é relacionado em um jogo, já virou "reserva" (sempre adotado com um tom pejorativo, sendo pior que o "titular). Obviamente é difícil mudar essa mentalidade de uma hora para outra mas com o nível de jogadores que temos no elenco, precisamos tentar mostrar essa visão de elenco, pelo menos, nos Palmeirenses que conhecemos, na nossa própria torcida. Até ajuda a não cair em certas armadilhas da imprensa ou de rivais.
  15. Não vejo problemas em testar alternativas táticas e de elenco num jogo que não vale nada contra um time inferior tecnicamente. Mas espero que na sequência de seu trabalho, o que foi avaliado hoje seja levado em conta. Se voltar a insistir com pontos que visivelmente não deram certo, aí sim começo a ter desconfiança que simplesmente botou um bando pra jogar só pra cobrir o buraco de quem tinha que ser poupado e não tirou lição nenhuma. Em tempo, veja se a torcida do Grêmio tá quebrando tudo porque o Renight tava jogando o Gauchão com time reserva/base e chegou a ficar na zona de rebaixamento? Mas o que realmente me irrita nele e em toda essa nova geração de técnicos é não fazer substituição no primeiro tempo de jeito nenhum. Aliás, são sempre aproximadamente nos mesmos minutos do segundo tempo: início, 15 min e 35 min. Se foi proposta uma escalação e um esquema e, depois de meia hora de jogo, já viu que não está funcionando, não fica tentando salvar com conversa de vestiário, troca de uma vez. Mais tempo para uma reação.