Jump to content

HADZ123

User
  • Content Count

    821
  • Joined

  • Last visited

  • Days Won

    7

HADZ123 last won the day on September 20

HADZ123 had the most liked content!

About HADZ123

  • Rank
    Sub-17

Profile Information

  • Gender
    Masculino

Recent Profile Visitors

The recent visitors block is disabled and is not being shown to other users.

  1. Vai ver se esse time sub 20 do Cruzeiro não ganha do profissional lá heheheheheh
  2. Eu tenho uma teoria que quando a gente vê sub 17, em temos de qualidade, você tá vendo uma série A. Chega o sub 20, os que mais se destacam às vezes já estão no profissional ou foram pra outro país, vira um misto de série A (alguns times) e série B, dependendo do time. Aí você chega no profissional o nível é tipo como que se fosse uma série C (p/ nível de jogador do Brasil). Basta ver que chegam uns jogadores da Europa que são um fracasso absoluto lá e aqui no Brasil viram craques... Naturalmente eles ganham em questão tática, física conforme vão se tornando profissionais, mas em termos de qualidade...
  3. É tudo horroroso meu filho. Tem um menino chamado Kevin, convocado pra seleção brasileira sub 18, que pensa que joga bola, mas quem joga mesmo é o Joãozinho do Flamengo e o Francisquinho do Corinthians. Às vezes dá sorte e o Gabriel Silva faz um gol. Ele já deu sorte umas 12 vezes, o que faz dele o jogador mais sortudo do Brasileiro sub 20. Tem um ponta canhoto que joga pela direita, tipo daqueles que o Abel vive pedindo no profissional, que é chamado pra seleção brasileira sub 17 e já joga no sub 20, e uns acham que ele é técnico, rápido, com bom chute, bom passe, alto, mas é tudo hype. Bom mesmo é o time do Santos, que tem os raios lá.
  4. Aos cornetas, o horroroso sub 20, também conhecido como um dos líderes do campeonato brasileiro sub 20, vai jogar daqui a pouco. Se perder hoje é fora todo mundo heheheheheheh
  5. Eu acho o time do Palmeiras interessante, se o técnico usar todas as peças. Se houver partida da base, partida dos veteranos, aí acho que se desequilibra. Acho que existe um desnível grande entre Palmeiras e Atlético/Flamengo, e com os outros bons times, temos algum equilíbrio e mais conjunto/jogo coletivo, que se deve ao Abel. Sem o Abel, Zé Rafael, Veiga, Rony, etc., todos rendem abaixo do que rendem com ele. Talvez os meninos da base possam ir melhor, a zaga jogue de uma forma que está mais acostumada na América do Sul, mas no geral, a performance fica parelha com Corinthians/Red Bull etc. O problema é o seguinte: Atlético, Corinthians, São Paulo, Red Bull, todos esses investem pq não existe fair play financeiro no Brasil. Se existisse, hoje não estariam competindo com a gente. O Palmeiras não pode se f... pq tem clube que está disposto a se f... por dois ou três bons anos, então não tem o que fazer, tem que aguentar time que não paga FGTS contratando jogadores aumentando a folha em 3, 4 milhões, faz parte do pacote Brasil. No longo prazo, se fizermos as coisas direitinho, nos mantemos em cima. No curto prazo é o que tem pra hoje, tem que se conformar.
  6. É bom deixar claro, aliás, que a postura que a organizada está tomando é absolutamente incoerente. Por um lado, o Galiotte fez tudo errado e não reforçou o elenco, que nos deixou a anos luz do Atlético MG; por outro, se perder pro Atlético MG, é fora Abel. Uma coisa não encaixa com a outra, se o Atlético é tão superior ao Palmeiras, não tem como o Abel ser o culpado disso. Atlético MG tem um time melhor que o nosso, o normal seria a gente perder. Se o Palmeiras tem condições de competir com o Atlético, se deve em boa parte ao trabalho do Abel, mesmo que não gostem da forma que o time joga. Perder pro Atlético não é razão para demitir o Abel, assim como não é perder para o Flamengo, ou perder para o Corinthians fora de casa. São resultados dentro da normalidade. O Palmeiras está em 2o no Brasileiro e nas semis da Libertadores, não há critério que justifique apontar a temporada como ruim até aqui - pode ser frustrante, muitos títulos perdidos, mas ruim não é. Acho que a maioria da torcida ainda concorda que o Abel é um técnico acima da média pro Brasil, e que faz o Palmeiras entregar mais do que entregaria sem ele. A grande questão (para mim, e acho que para mais alguns do fórum, como o @MarcosAlves - me corrija se estiver falando algo errado) é se ele está alinhado com o projeto do Palmeiras para justificar a permanência no longo prazo, isso é, se depois do fim da temporada, se faz sentido a permanência dele. Pro palmeirense que acha que deveríamos estar contratando como contrataram Corinthians e Atlético MG, com jogadores já consagrados, acho que o coerente é dizer que o Abel deveria permanecer no Palmeiras para o ano que vem, pq ele não piora a performance desse tipo de jogador. Pro palmeirense que acha que o fundamento básico do Palmeiras são os meninos da base, e que construímos o restante do elenco a partir daí, aí acho que já cabe questionamento. Pro pessoal da Mancha Verde, aí já nem espero mais coerência, pq para eles o cara da base faz besteira, o veterano faz besteira, o técnico faz besteira, todo mundo faz besteira, pra esse pessoal é limpar tudo e começar do zero, que me parece bizarro (se tiverem influência real no mandato da Leila, e essa ligação dela com eles não for um mero "cala a boca", é bem preocupante).
  7. Não acho que ocorre demissão na terça (ou pela terça), e sou contra demissão do Abel. O que acho é que chegando o final do ano, tem que reavaliar o trabalho, e aí, hoje eu até tô propenso à saída no final do ano. Eu não me incomodo, absolutamente, com o trabalho técnico do Abel, acho ele bom pra cacete, e merece respeito dos torcedores, é o mínimo. Eu me incomodo (pra caramba) com o extra-campo dele - declarações da base, formação de panela dos acima de 24 anos, pitaco sobre finanças e investimento; e com o boicote constante à base. Pra mim, por exemplo, o Palmeiras usou a estratégia errada contra o Corinthians e ele jogou a culpa no colo dos meninos, culpa que era dele - e nenhum problema, sei que todo mundo erra e não to apontando o dedo aqui ou pedindo a demissão por isso. Se pegar os lances dos melhores momentos, todos os ataques do Corinthians são com os jogadores do Palmeiras correndo pra trás, contra-ataque do Corinthians. Em todos os lances eles tão com a bola em velocidade contra uma linha de 5, 4 jogadores. Palmeiras deu o campo pra um time que tem três caras rápidos no ataque e dois meio campistas que quase não erram passe. É claro que é a estratégia errada, e o que o Abel diz? Deviam ter feito falta no meio campo, falta de experiência. É uma meia verdade. Todo mundo joga contra o corinthians na defesa, pra não dar campo pra esses caras, ele foi pra casa deles, e deu campo, e a culpa é dos meninos que não fizeram falta.
  8. Parece que tem um goleiro de 12 anos no sub 13 que tem 1,96. Cara, eu to incrédulo, 12 anos com 1,96? Como pode? Vai ter altura de jogador de basquete...
  9. heheheheh acho que tem um monte de gente que demoniza... Não é uma questão de necessidade, era uma questão de se fazia sentido. Você tem (1) uma atividade de investimento em que tem uma pessoa que está disposta a te emprestar dinheiro a um custo que (se imagina) está abaixo do retorno médio que um player tem, em média, naquele mercado; (2) além de ganhar o spread entre o investimento e o empréstimo, aumentar a receita com outras receitas operacionais que decorrem daqueles investimentos; (3) você baixa o custo do capital de terceiros. Existem outros pontos, mas vou parar por aqui. Agora, se você pega aquele dinheiro e investe mal, é aí que está o problema principal. Observe, se você discorda do ponto (1), provavelmente deveríamos vender os jogadores do Palmeiras e emprestar dinheiro cobrando CDI, ganharíamos mais. Se você discorda do ponto (2), você está dizendo que não existe correlação entre investimento no elenco e bilheteria, sócio torcedor, participação em campeonatos, premiações, contrato de TV, etc (que eu até acho relativamente inelástico para alguns casos, mas não é a crença geral). Se você discorda do ponto (3), você está me dizendo que o custo do capital de terceiros já estava no CDI, ou abaixo - o que eu tenho dificuldade de imaginar. É verdade que o adiantamento afeta o caixa por alguns anos, mas novamente, isso se você desconsiderar que o dinheiro que saiu para o Nobre teria o mesmo uso do dinheiro que entrou da Crefisa. Se isso foi o que ocorreu (é uma hipótese, você pode discordar), na prática essa decisão alongou a dívida, não encurtou (pq a dívida com a Crefisa é 5+2, com o Nobre, nas projeções, pelo que lembro, eram até 2019 mais ou menos). No momento em que você observar isso, você vai ver que o efeito de caixa foi provavelmente o oposto do que você está tentando argumentar, pois o pagamento do capital de terceiro, seja do Nobre, seja da Crefisa, só aconteceu depois, o caixa só foi afetado depois...
  10. Concordo com você em alguns pontos, e discordo em outros... Existe de fato um efeito de caixa em adiantar o pagamento pro Paulo Nobre, que provavelmente afetou ali entre os anos de 2017 e 2018 (acho que foi quando terminamos de pagar). Isso é um fato, a menos que o empréstimo com a Crefisa tenha sido tomado em substituição à dívida do Paulo Nobre - isso é, o dinheiro para a compra do Borja, por exemplo, ter saído da Crefisa, com o dinheiro que adiantamos do Paulo Nobre (e que não tínhamos por conta disso). Nesse caso, o prazo de pagamento teria sido alongado, a taxa de atualização mantida. A diferença de finalidades - falando de memória - é parcialmente verdadeira. Em um caso, tiveram dívidas que foram pagas com o dinheiro do Paulo, que se lembro corretamente, foi a maior parte. Em outro caso, tiveram alguns atletas que ele tinha bancado a contratação, que se lembro bem, era o menor valor. Não lembro agora dos dois valores. Se o uso dos recursos em um caso ou em outro foi mais ou menos proveitoso para o clube - pagamento de dívidas com alto custo, compra de atletas da cesta do Paulo, compra de atletas da Crefisa - é uma questão de quem usou o dinheiro, não de quem emprestou - isso é na conta do Mauricio, não da Leila... Ela não pediu por favor para o Palmeiras comprar o Guerra, velho, com dinheiro emprestado. Mas concordo com você que a finalidade dos empréstimos foi majoritariamente diferente, e vejo como mais importante a redução do custo financeiro feito pelo Paulo, foi uma grande coisa que ele fez pelo Palmeiras - só não demonizo o que a Crefisa fez, que foi uma coisa boa pelo Palmeiras (se o Palmeiras soube usar os recursos, é uma segunda questão, também relevante). Se foi retroativa, ou se foi um acordo de palavra, que se tornou um contrato posteriormente, é difícil de eu falar, só quem estava no meio vai saber. Meu palpite é que a Crefisa viu que além de não poder deduzir da base de cálculo como despesa de marketing, tinha que pagar uma multa, e aí já seria além da conta que eles estavam dispostos a pagar. Deve ter chegado ao Palmeiras e apontado a situação, e o Palmeiras provavelmente preferiu não desgastar o relacionamento com a Crefisa e manter o patrocínio acima do valor médio do mercado, mesmo que isso custasse algo a mais. É bom lembrar, desde o início existe a obrigação de retorno do dinheiro pelo qual o atleta fosse vendido, até o valor tomado em empréstimo, atualizado - se essa obrigação não existisse, não teria razão para a receita multar a Crefisa, pq não existiria empréstimo, e sim despesa. A discussão está nos casos em que os atletas dariam prejuízo (então parece mais um erro contábil a demora para a entrada disso no balanço do que uma questão de má fé na inclusão dos valores). Sobre a dívida da Crefisa, a dívida é lastreada no próprio contrato de patrocínio deles e nas receitas de bilheteria. As do Paulo Nobre tinham um acordo dos 20% de receita que eram acordados com o Paulo Nobre: "Os pagamentos iniciaram a partir de maio de 2015 e correspondem a um valor de 20% sobre determinadas receitas de direitos de transmissão, patrocínio e programa sócio torcedor Avanti." http://2016.futebolpaulista.com.br/balanco/2016/3320A.pdf Direitos de transmissão, patrocínio e sócio torcedor são três das quatro maiores receitas do clube. No caso da Crefisa, caso o Palmeiras não pague, as verbas são descontadas do próprio patrocínio e da bilheteria, mas o Palmeiras tem um controle de quando a dívida vai vencer (como no caso Juninho, pro Bahia). Não vou fazer as contas pq tá tarde, mas no fim das contas as garantias parecem ser razoavelmente parecidas, o PN resguardava 80% pro clube, que era algo super saudável, mas a Crefisa também não pegou - ao menos, de acordo com o balanço, não pegou - direitos de transmissão, sócio torcedor. Que a decisão de financiamento lá atrás afeta o poder de investimento agora é um fato, mas é mais uma característica da decisão de financiamento do que algo negativo do acordo da Crefisa. O Palmeiras ganhou um acordo em que ele basicamente paga pelo atleta quando vende, que é algo interessante se você acha que você ganha, na média, mais do que o CDI em retorno. Se não ganha, aí também é melhor repensar as contratações. O que se espera é que o Palmeiras só compre com esse dinheiro os atletas que podem ser vendidos, não gente que tá na fase decadente da carreira. O problema é que aí a torcida reclama dizendo que quer os nomes consagrados. O modelo só funciona para um tipo de atleta ao meu ver, e a torcida quer outro tipo de atleta, que para mim, não funciona no modelo. Enfim, concordo com alguns pontos seus, discordo de outros. Acho que no fim do dia, o problema está em falar do empréstimo da Crefisa como que se fosse algo ruim. Oferece nos outros clubes pra ver se algum recusa. O Flamengo mesmo toma empréstimo com o BRB, parceiro deles, a uma taxa maior que a nossa, para ter cap de giro. Eles também oferecem os contratos em garantia, com a diferença que o prazo de vencimento lá é mais curto que aqui. O que a Crefisa faz com esses empréstimos com o Palmeiras seria interessante para todos os clubes no Brasil. Se não é pro Palmeiras, complicado...
  11. Quero aguardar os próximos balancetes sairem. Tipicamente existem algumas métricas de dívida (total e de CP) para receita, receita recorrente, ebitda, etc., depende mais dessas métricas do que de dívida pura. Quando tiver algum tempo dou uma olhada nessas métricas, que geralmente existem patamares recomendados para cada indústria. Nem os clubes mais saudáveis no BR batem todos esses alvos geralmente - o Flamengo, no índice do Itaú mais recente, não foi bem em uma série de métricas, a gente acho que saiu zerado - nem ruim, nem bom (mas eles consideraram o ajustado acho, levando em conta premiações, etc)., quase todos os clubes foram negativos. Se lembro bem, o itaú recomenda para clubes de futebol, por exemplo, como "ótimo" índice de dívida líquida de CP/Ebitda qualquer ratio negativa, que significa, qualquer clube que não tenha dívida líquida de CP, ou seja, tem mais caixa do que dívida de curto prazo, que são poucos (acho que o Athletico tava nessa situação, mas com um detalhezinho importante que não vou entrar aqui). Um índice "bom" pro Itaú, tipicamente, é qualquer coisa abaixo de 1 (isso é, tem menos dívida líquida de CP do que Ebitda). Um índice normal pro Itaú tipicamente é entre 1x e 1,75x Ebitda. Um índice ruim para o Itaú é de 1,75x a 2x (ou 2,5x, não lembro) Ebitda. Um índice péssimo pro Itaú é pior que isso... Aí, você tem que entrar em uma discussão de como calcula ebitda de clube no Brasil. O cálculo que tipicamente se faz aqui no Brasil é pegar as receitas operacionais, diminuir das despesas operacionais, com exceção de amortização de direitos econômicos, baixa de gastos com atletas e depreciação e amortização. Isso acaba sendo um proxy para geração de caixa. Você pode fazer o caminho inverso, partir do superávit/déficit, somar essas despesas que mencionei, e resultado financeiro (tipicamente tem impostos na conta, mas como é clube de futebol...). O problema é que se essa for a sua métrica, você tipicamente vai estar incluindo um monte de coisa que não é recorrente - premiação, venda de atleta, etc. Lá fora, se me lembro corretamente, os clubes segregam a conta de venda de atleta do Ebitda. A forma como os clubes fazem aqui no Brasil é incluir isso na conta. Fim das contas, é um proxy usado para ter uma ideia da geração de caixa, mas não é a única métrica para isso. O problema que decorre da forma que os clubes fazem aqui, é que muitas vezes você vai estar com o Ebitda alto, mas uma parte significativa desse ebitda vem da venda de atletas (acontece bastante com o Palmeiras, por exemplo, imagino que no Flamengo também). Isso significa que para gerar aquele ebitda, o clube está precisando vender atleta. Eu não gosto muito dessa métrica de ebitda, mas enfim, não está errado, acho que todo mundo aqui no Brasil faz assim (inclusive o Flamengo, para os que gostam de comparar). O que alguns analistas fazem é segregar as duas coisas, para ter as duas métricas, uma de ebitda com e outra sem venda de atleta. Alternativamente, pode até fazer um Ebitda recorrente. Enfim, vamos em frente. Se você pegar essa métrica de ebitda mais popular no BR, o Palmeiras tipicamente tem um ebitda ali por volta de 170 milhões de reais - oscila pra cima e pra baixo. Não surpreende que a dívida líquida de curto prazo do Palmeiras tipicamente esteja ali por volta dos 180 milhões de reais, fica ali na linha de corte do bom, tipicamente (até o fim de 2018 oscilava entre 180 e 160, aumentou em 2019). Sem fazer as ratios aqui, fica um pouco pra cima, um pouco pra baixo, do corte de bom (menor que 1x Ebitda). Meu chute é que até a dívida de curto prazo atingir uns 180 milhões (um pouco mais, ou pouco menos), eles vão continuar focando em reduzir as dívidas, a menos que a de longo prazo reduza significativamente antes disso*, caso em que eles podem tentar fazer contratações que tenham um prazo de pagamento mais alongado, como de jogadores livres ou de clubes que não estejam precisando receber no curto prazo. No entanto, é bom observar que existe uma série de métricas assim, então é uma discussão mais longa que isso. Se você olhar o gráfico que coloquei lá em cima, vai ver que o endividamento de curto prazo tipicamente fica nessa faixa. Alternativamente, se o Palmeiras entender que vai ter um aumento de receitas, ou uma melhoria operacional (um crescimento da margem ebitda), ele pode também aumentar essa meta de dívida de curto prazo sem nenhum problema. Em junho estava em torno de 245 milhões. Esse aumento da dívida de curto prazo foi um negócio bem comum entre os clubes nos últimos dois anos, a dívida de todo mundo disparou (por isso que você não vê o Flamengo comprando jogador, que tipicamente exige algum valor no curto prazo, o departamento financeiro de lá vetando contratações que exigiam algum valor, como a do Thiago Mendes, e o pessoal do futebol puto com eles). Dívida de longo prazo depende muito de como está estruturada, tem clube que tem Profut com 20 anos parcelada, aí é normal que seja maior, é difícil falar a meta deles sem conhecer a fundo. O Itaú tem algumas métricas desejáveis no relatório deles, depois coloco aqui, com calma. Deu pra ver que o assunto é longo né? heheheh * Pode parecer um contrassenso hehehe, mas se parte da dívida de longo prazo for para o curto prazo, e eles reduzirem parte equivalente da dívida de curto prazo, a dívida de curto prazo pode se "manter", e a de longo prazo "cair" (depende de quão longo prazo é a dívida de longo prazo). Se vocês olharem para os balancetes desse ano, entre dez e junho a nossa dívida líquida de CP que caiu uns 30 mi, e nossa dívida líquida total uns 120...
  12. Isso é mito - um telefone sem fio, cada um fala um negócio um pouco diferente até virar isso. A dívida do Paulo Nobre era atualizada via CDI, assim como a da Crefisa. É a mesma taxa. "Com isso, foi reconhecido nesta rubrica o saldo da obrigação a pagar acrescido de encargos financeiros (CDI) devidos até a data do balanço." https://sep-bucket-prod.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2021/05/REPRINT-PALMEIRAS-DF2020.pdf Com a finalidade de repactuar as dívidas do Clube, em 04 de novembro de 2016 foi constituído o FIDC II - Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Academia II, o qual é administrado pela Votorantim Asset Management, cujas cotas foram integralmente subscritas e integralizadas pelo Sr. Paulo de Almeida Nobre com direitos creditórios existentes com o Clube. Os pagamentos iniciaram em dezembro de 2016 e correspondem a parcelas fixas, corrigidas mensalmente pelo CDI. O saldo devedor é corrigido diariamente pelo CDI. O contrato permanecerá válido até que todos os valores devidos pelo Fundo aos cotistas tenham sido integralmente pagos. http://2016.futebolpaulista.com.br/balanco/2016/3320A.pdf A rigor, pelo que tinha lido, o prazo na prática acabou se alongando, pq a dívida da Crefisa é tempo do contrato + 2 anos, tipicamente dá 7 anos. O do Paulo Nobre pelo que li de comentários (não olhei eu mesmo a informação no balanço) teria sido pago, pelas condições do contrato, antes disso, mesmo se o Palmeiras não tivesse adiantado o pagamento...
  13. Ele responde pelo que ocorreu até 2019. De 2020 em diante, o caminho tomado (com os números divulgados até aqui) parece ter sido correto, e o desempenho em muitos pontos está melhor que quase todos os clubes. Ironicamente, é o período que a torcida mais protesta (período de austeridade)... Além disso, como disse, endividamento não se olha isoladamente. Eu não queria mostrar esse gráfico pq ele pode induzir ao erro, tem que olhar pra outros dados também. Só coloquei pq existe um consenso de que deveríamos ter contratado em 2021, pq tem um cara que entende de futebol que gosta de dar pitaco sobre finanças/investimentos (ABEL). Eu to tentando mostrar pra vocês que é necessário um pouco mais de cautela sobre isso.
  14. Eu acho que quando vocês leem que o Palmeiras não quer contratar é opção, uma vontade do pessoal do Palmeiras. Como que se fosse literalmente uma escolha, posso contratar, mas não vou pq não quero. Eu to evitando postar isso há algum tempo pq esse dado sozinho, sem análise, índices, custo da dívida, tipo de dívida, etc, significa quase nada, e postar os dados completos dá trabalho, mas vou postar isso aqui só pra vocês terem alguma noção do que foram os últimos dois anos, e no futuro coloco os dados completos, com mais calma (preparei esses dados em menos que uma hora, então não parei pra checar se estava tudo correto). Vocês enchem o saco pra contratar jogador pq operacionalmente o Palmeiras é uma máquina; ou pq o Palmeiras pode contratar e pegar crédito no mercado, depois paga, não tem problema. Olhem aqui o que aconteceu com a dívida líquida do Palmeiras, de 2019 pra ca: Observem que uma boa parte dos dados é anual, pq também não tenho como ficar pegando mês a mês (primeiro, que não tá tudo disponível, segundo que seria um trabalho da porra). Isso daqui, por si só, não significa muita coisa. Você tem que saber como estão as receitas operacionais, as receitas recorrentes, a dívida de longo prazo, a dívida de curto prazo, quanto o clube está gerando de caixa na operação, de onde vem os eventuais superávits (receitas recorrentes ou não recorrentes), como está o Ebitda, olhar pra uma penca de índice, enfim, não vou continuar pq é uma caralhada de coisa. Se alguém analisa apenas uma dessas coisas - como eu "estou" fazendo aqui, por exemplo - é uma análise rasa, sem substância. Dívida indica um aspecto das finanças, sem olhar todos os outros, sem olhar contexto, é uma parte da história. Por isso, não tomem o que estou colocando aqui como um grande problema, ou como uma grande normalidade, mas levem isso como um indicativo, um sinal de como as coisas estão (ou como as coisas estavam). No futuro, quando tiver um tempinho a mais, lanço as informações completas aqui - que são relevantes na interpretação de todos esses dados. Ressalto novamente, a interpretação de dívida líquida sem dados completos não serve pra muita coisa, mas vocês estão enchendo o saco com contratações, então estou colocando aqui. Vamos olhar para um dado relevante também de endividamento - olhar pra dívida líquida de curto prazo. Vocês se lembram quando a gente decide fazer reformulação no elenco, ao final de 2019? Significa que 2019+2 (ou 2020+2) os atletas vendidos com dinheiro da Crefisa têm que estar pagos, correto? Aí, soma isso com falta de receita, renegociação de prazo, dívida de longo prazo encurtando. O que acontece? Dívida de curto prazo dispara (aconteceu em todos os clubes, inclusive o Flamengo). O que significa quando dívida de curto prazo dispara? Significa que para qualquer contratação que você queira fazer, você vai evitar oferecer pagar no curto prazo, correto? Caso contrário, você aumenta a pressão no curto prazo, que não é algo bom. Isso lembra alguma negociação recente para vocês? Atuesta? Castellanos? por aí vai... Bom, eu não vou continuar, esses dados sozinhos não contam muito da história, fica parecendo que o que a administração fez foi super temerário, e sem os índices de endividamento, capacidade de pagamento da dívida, etc., esses dados não contam muita história de fato, tem mais chance de enganar do que de contar algo consistente. No fim do dia, vocês têm que entender o seguinte: chega final de 2020, quando ainda não tínhamos recebido premiações, e ainda tínhamos receitas diferidas para receber apenas em 2021. Como estava a situação ali? Séria, como em todos os outros clubes brasileiros. Ao longo do 1o trimestre de 21 o Palmeiras recebe o dinheiro da premiação, das receitas diferidas, etc., se vocês têm a opção, vocês escolhem: (a) pega o dinheiro e reduz a dívida (b) dane-se que a dívida está batendo no teto, dane-se que a situação pode sair de controle, contrata e depois a gente resolve, pq operacionalmente a gente é foda É um tradeoff. Poderíamos, ao invés de usar o dinheiro para diminuir a dívida, usar o dinheiro para facilitar as contratações, pagando alguma coisa no curto prazo. A situação era clara. A dívida tava batendo no telhado, a de curto prazo principalmente. Ao final de 2019 tínhamos um problema pra resolver, e a pandemia pegou o Palmeiras exatamente quando ele tinha um problema a resolver. Que bom que estamos conseguindo resolver esse problema. Agora parem de encher o saco, se a gente não tá ferrado, é pq (a) tivemos competência na política da base; (b) tivemos sorte em encontrar um #*&! técnico; (c) mudamos a rota e estamos deixando o endividamento dentro do aceitável. As três coisas têm que continuar acontecendo: temos que continuar com a política de base, temos que continuar com um #*&! técnico e que esteja alinhado com isso, e precisamos continuar reduzindo as dívidas. A parte mais urgente a gente já está fazendo. Não vão vocês pedir agora pra demitir o técnico agora (eu até acho que uma transição poderia ocorrer no final do ano se ele não tomar jeito com a base); nao vão pedir para tirar garoto da base que oscila; e não vão pedir pra parar de pagar a dívida, pq são as três coisas que têm que ser feitas agora. Se tem algum entendido (ABEL) que quer dar pitaco sobre como as finanças têm que ser geridas de forma diferente, ou a base não tem que ser usada, vá para aquele lugar aprender a ler balanço e depois volta pra conversar. Se os outros clubes estão ferrados até a 5a geração, se os outros clubes estão contratando sem poder, se eles vão tentar meter o calote e renegociar depois, isso não é problema nosso. Esse é o problema de dopping financeiro, o time que faz as coisas direito é penalizado. Não podemos sair da rota por isso. Dívida de curto prazo ainda estava alta até junho (entenderam a venda do Viña, e aquela demora pra instituição financeira antecipar o valor da venda?), não podemos relaxar só pq estamos melhor do que os outros clubes.
  15. Perfeito... É uma má vontade desgraçada. Ele coloca três jogadores pra defender contra Willian, Guedes e o menino da base do Corinthians, e os meninos do Palmeiras sempre levam a porrada. O que acontece com o Corinthians, que tem dois titulares da base e eles não vivem levando porrada lá? O que acontece com o Santos, que vive sendo carregado por sub 18 e eles não levam porrada? São Paulo, que passou o ano dando banho no Abel e era carregado por um meio campo inteiro de meninos? 90% dos brasileiros que conquistaram Libertadores, com as estrelas vindo da base? O Abel sempre joga no colo dos meninos e protege os mais velhos. Quando os mais velhos erram, o time erra; quando os meninos erram, é culpa dos meninos. Existem duas classes de jogadores, os com mais de 23, que são do time, e os sub 23, que são os culpados individualmente. Quando o sub 23 erra, a culpa é do sub 23. Quando outro erra, é culpa do time. Minha paciência com o Abel está acabando, e não é por ele ser ruim na função dele, é falta de hombridade nas declarações dele. Você vê em tudo que é rede social, todos os meninos já levam porrada, pq o Abel faz questão de chamar atenção pra cada erro que eles cometem. Ativamente queima os garotos... Eu não tenho nenhum problema com o treinador Abel, acho ele um cara histórico pro Palmeiras, sem ele não teríamos sido campeões ano passado, mas pra mim final do ano se encerra e ele pode ir embora. Realmente não é por falta de qualidade dele como técnico, eu simplesmente não vejo ele como o técnico certo pra liderar o projeto que eu acho que o Palmeiras tem que buscar, se tiver que ter jogador comprado pra posição dos meninos da base, vai ter que pulverizar o investimento; a folha salarial fica mais alta, ou, caso contrário, fica também dividida entre 30 jogadores, que faz com que a gente não possa pagar jogadores extra-classe. O elenco tem 30 atletas. Só 7 são sub 23 da base. O problema não está aí, e existe um desvio sério quando os problemas do time são apontados pra esses jogadores. Se ele não tem capacidade de aproveitar esses 7 jogadores de forma adequada, pede o boné e para de perturbar, que não é ali que está o problema... Ele escala todos da base de uma vez em uma partida, nenhum em outra, e aí vem falar que a base não funciona. Falta equilíbrio ao Abel esse ano... E olha, eu sou a última pessoa desse fórum a reclamar de resultado, eu to desde o início do ano dizendo que se para ter as contas em ordem tiver que perder todos os títulos, que perca. Não to cobrando o Abel por resultado, o problema é outro, é ele prejudicando não entregando o mínimo que é esperado, que é trabalhar a transição da base.
×
×
  • Create New...

Important Information

By using this site, you agree to our Terms of Use.