GuilhermeC

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  1. A título de curiosidade, terminamos, em 2016, a rodada 28 com 57 pontos (um a mais do que temos hoje), a três do Flamengo. Na rodada 28, vencemos o Santa Cruz por 3-2, lá no Arruda. Tínhamos uma derrota a mais, mas uma vitória a mais também. A diferença para o terceiro, Atlético MG, era de cinco pontos, que é a diferença que temos, hoje, em relação ao Grêmio, quinto. As rodadas 29-32 foram fundamentais em 2016. Foi quando abrimos 6 pontos para o Flamengo. Acho que, esse ano, uma vantagem até menor já nos colocaria MUITO no caminho do título.
  2. Sobre o árbitro do clássico: Se a CBF se recusasse a escalar um árbitro que errou contra um time para apitar outros jogos desse mesmo time, eventualmente faltariam árbitros no Brasil, mesmo que fosse pegando emprestado de outros países. Erro é erro, roubo é roubo. Um é inevitável, o outro não e deve causar revolta. Os protestos contra os roubos recentes já estão feitos, segue o jogo.
  3. Palmeiras jogou mal? Todas as chances reais, minimamente trabalhadas foram nossas. Os únicos lances de perigo do Colo Colo foram faltas cruzadas bem batidas. Palmeiras jogou MUITO melhor que o Colo Colo, ainda mais com todo o contexto.
  4. A frustração de saber que nunca surge uma boa oportunidade de gol a partir de um escanteio para o Palmeiras é difícil de superar. É um absurdo que todas as bolas sejam ou cortadas no primeiro pau (o que acontece 80% das vezes) ou totalmente sem peso, aquela bola flutuando por horas, rídicula de fácil para o zagueiro cortar ou para o goleiro interceptar. Receita infalível pra passar raiva.
  5. É um bom time, mas que não vai ganhar nada, porque é pipoqueiríssimo. Esteve na frente do Corinthians, perdeu. Esteve na frente do Ceará, pra encostar no líder, perdeu. Esteve na frente do líder, perdeu. Esse time é definido por aquela frase famosa: não perde a oportunidade de perder uma oportunidade.
  6. Me pareceu que o Dudu pediu pra sair. Apareceu balançando a cabeça um pouco antes de ser substituído e, na minha leitura labial, quando cumprimentou o Roger, falou alguma coisa do gênero "tá doendo só".
  7. Mais inacreditável não é nem o empate, e sim que ele tenha demorado até os 40 minutos do segundo tempo pra sair. Jogamos mais de uma hora com um meio campo que não marcava ninguém! O CEARÁ dominou o meio campo a maior parte do jogo, porque Jean e Lucas Lima são incrivelmente lentos e não marcaram ninguém. O que o Jean deixou de espaço hoje, tanto no meio quanto na cobertura das laterais, foi putaria. Aliás, o jogo já deixa bastante claro que um jogador dinâmico (Tchê-Tchê) não pode ser substituído por um lento, cheio de lesões.
  8. Deyverson não jogou mais de 20 minutos nenhuma vez na temporada. O Hyoran tá entrando bastante, com vários minutos, não sumiu não. Tem que ter chance pra todos.
  9. Poupar por "imposição física" é prevenir, só que com base científica. Cabe aos setores especializados definir quem está sob risco de lesão. Acho isso muito mais adequado do que hierarquizar competições. O maior benefício de ter um elenco grande é poder usar o jogador até seu máximo físico e, quando ele chegar nesse ponto, trocar por outro de nível parecido. Digamos que o jogador rende bem até 90% da sua condição física. Com elenco, podemos trocar o jogador assim que ele baixar desse patamar. Os times com elenco ruim precisam continuar usando o mesmo jogador até 85%, 80%, 75% da capacidade física, quando o jogador já está bem desgastado. Agora, se o jogador está acima de determinados critérios científicos, estabelecidos pelos setores competentes, tem que jogar, não tem motivo para poupar. As lesões que não precedidas por sinais científicos (lesão de pancada, por exemplo) são, em boa parte, azar. Podem acontecer no treino também, mas ninguém defenderia que um jogador treinasse a meia bomba por isso. Isso na maioria dos casos, claro. Por exemplo, quando goleamos o Novorizontino na primeira perna do Paulistão, lógico que, no segundo jogo, se poupa. Nesses últimos jogos da Libertadores, idem. Mas isso é o excepcional. Contra o América, o confronto não está definido ainda e, por isso, entraria com força máxima; com o Sport, com o Flamengo, com o Cruzeiro (...) também. É melhor perder as competições fazendo o máximo do que se perguntar o que poderia ter sido.
  10. Via de regra, poupar deveria ser mais uma imposição física do que propriamente uma escolha. Se o jogador tá desgastado, só joga em caso urgente. Se não, vai pra campo. A depender da evolução dos campeonatos, aí sim pensaria em alguma coisa diferente. Por enquanto, inclusive quarta, time titular (com Jaílson, goleiro titular).
  11. Não acho que seja isso. O Guedes do Atlético é o mesmo do Palmeiras: um cara talentosíssimo, mas irregular em campo e desequilibrado fora. Tanto continua assim que, antes de entrar nessa ótima sequência de jogos, se cogitou que ele fosse devolvido. A boa fase do Guedes não prova que ele mudou, porque ele já mostrou um futebol incrível aqui. Ele precisa ganhar consistência e humildade, não talento.
  12. Alguns posts merecem mais do que o "Curtir". Concordo integralmente com você.
  13. Quando o centro decide, a periferia aceita. Essa ideia de torneio intercontinental tem só os interesses europeus e os do mercado em mente, um associado ao outro. Como é óbvio que o mercado prefere ver Real v. Manchester a Real v. Grêmio, o dinhero vai aumentar e, quem sabe, eles passam a se importar. Além disso, você leva esses jogos pra Ásia, mercado gigante sedento e privado de futebol, e pronto, mais dinheiro ainda. Na pior das hipóteses, continua, pra eles, o amistosão de semprr. O único benefício pra gente é que, já que vão reduzir a 0 a possibilidade de um sul-americano ganhar, a gente talvez finalmente pare dar importância a esse título. Nem forçar melhor planejamento isso vai, do mesmo jeito que a Copa do Mundo não gera melhor planejamento no Senegal, na Coreia do Sul.
  14. Um goleiro pegador de pênaltis não tem só o acaso de pular para o lado certo e de o cobrador bater mal. Um goleiro que sabe pegar pênalti é capaz de, em questão de milésimos, analisar a corrida do jogador, a colocação do pé, a postura e tomar uma decisão consciente que aumente as chances de acertar o canto. Isso tudo aliado a agilidade, impulsão, alcance. É muito mérito do goleiro. Se fosse uma questão de acaso, raramente um goleiro se especializaria em pegar pênalti, o que não se sustenta. E pênalti bem cobrado não entra sim. Claro, se for no ângulo, é humanamente impossível. Mas alguém vai dizer que o pênalti do Petros foi mal batido? Forte e colado no chão... Mérito do goleiro.
  15. Vi agora a entrevista dele, mas não acredito muito, não. Maluco nem esboçou um sorriso, saiu balançando a cabeça depois do terceiro gol e, até na hora de sair aplaudido, parecia magoado.