GuilhermeC

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  1. É um bom time, mas que não vai ganhar nada, porque é pipoqueiríssimo. Esteve na frente do Corinthians, perdeu. Esteve na frente do Ceará, pra encostar no líder, perdeu. Esteve na frente do líder, perdeu. Esse time é definido por aquela frase famosa: não perde a oportunidade de perder uma oportunidade.
  2. Me pareceu que o Dudu pediu pra sair. Apareceu balançando a cabeça um pouco antes de ser substituído e, na minha leitura labial, quando cumprimentou o Roger, falou alguma coisa do gênero "tá doendo só".
  3. Mais inacreditável não é nem o empate, e sim que ele tenha demorado até os 40 minutos do segundo tempo pra sair. Jogamos mais de uma hora com um meio campo que não marcava ninguém! O CEARÁ dominou o meio campo a maior parte do jogo, porque Jean e Lucas Lima são incrivelmente lentos e não marcaram ninguém. O que o Jean deixou de espaço hoje, tanto no meio quanto na cobertura das laterais, foi putaria. Aliás, o jogo já deixa bastante claro que um jogador dinâmico (Tchê-Tchê) não pode ser substituído por um lento, cheio de lesões.
  4. Deyverson não jogou mais de 20 minutos nenhuma vez na temporada. O Hyoran tá entrando bastante, com vários minutos, não sumiu não. Tem que ter chance pra todos.
  5. Poupar por "imposição física" é prevenir, só que com base científica. Cabe aos setores especializados definir quem está sob risco de lesão. Acho isso muito mais adequado do que hierarquizar competições. O maior benefício de ter um elenco grande é poder usar o jogador até seu máximo físico e, quando ele chegar nesse ponto, trocar por outro de nível parecido. Digamos que o jogador rende bem até 90% da sua condição física. Com elenco, podemos trocar o jogador assim que ele baixar desse patamar. Os times com elenco ruim precisam continuar usando o mesmo jogador até 85%, 80%, 75% da capacidade física, quando o jogador já está bem desgastado. Agora, se o jogador está acima de determinados critérios científicos, estabelecidos pelos setores competentes, tem que jogar, não tem motivo para poupar. As lesões que não precedidas por sinais científicos (lesão de pancada, por exemplo) são, em boa parte, azar. Podem acontecer no treino também, mas ninguém defenderia que um jogador treinasse a meia bomba por isso. Isso na maioria dos casos, claro. Por exemplo, quando goleamos o Novorizontino na primeira perna do Paulistão, lógico que, no segundo jogo, se poupa. Nesses últimos jogos da Libertadores, idem. Mas isso é o excepcional. Contra o América, o confronto não está definido ainda e, por isso, entraria com força máxima; com o Sport, com o Flamengo, com o Cruzeiro (...) também. É melhor perder as competições fazendo o máximo do que se perguntar o que poderia ter sido.
  6. Via de regra, poupar deveria ser mais uma imposição física do que propriamente uma escolha. Se o jogador tá desgastado, só joga em caso urgente. Se não, vai pra campo. A depender da evolução dos campeonatos, aí sim pensaria em alguma coisa diferente. Por enquanto, inclusive quarta, time titular (com Jaílson, goleiro titular).
  7. Não acho que seja isso. O Guedes do Atlético é o mesmo do Palmeiras: um cara talentosíssimo, mas irregular em campo e desequilibrado fora. Tanto continua assim que, antes de entrar nessa ótima sequência de jogos, se cogitou que ele fosse devolvido. A boa fase do Guedes não prova que ele mudou, porque ele já mostrou um futebol incrível aqui. Ele precisa ganhar consistência e humildade, não talento.
  8. Alguns posts merecem mais do que o "Curtir". Concordo integralmente com você.
  9. Quando o centro decide, a periferia aceita. Essa ideia de torneio intercontinental tem só os interesses europeus e os do mercado em mente, um associado ao outro. Como é óbvio que o mercado prefere ver Real v. Manchester a Real v. Grêmio, o dinhero vai aumentar e, quem sabe, eles passam a se importar. Além disso, você leva esses jogos pra Ásia, mercado gigante sedento e privado de futebol, e pronto, mais dinheiro ainda. Na pior das hipóteses, continua, pra eles, o amistosão de semprr. O único benefício pra gente é que, já que vão reduzir a 0 a possibilidade de um sul-americano ganhar, a gente talvez finalmente pare dar importância a esse título. Nem forçar melhor planejamento isso vai, do mesmo jeito que a Copa do Mundo não gera melhor planejamento no Senegal, na Coreia do Sul.
  10. Um goleiro pegador de pênaltis não tem só o acaso de pular para o lado certo e de o cobrador bater mal. Um goleiro que sabe pegar pênalti é capaz de, em questão de milésimos, analisar a corrida do jogador, a colocação do pé, a postura e tomar uma decisão consciente que aumente as chances de acertar o canto. Isso tudo aliado a agilidade, impulsão, alcance. É muito mérito do goleiro. Se fosse uma questão de acaso, raramente um goleiro se especializaria em pegar pênalti, o que não se sustenta. E pênalti bem cobrado não entra sim. Claro, se for no ângulo, é humanamente impossível. Mas alguém vai dizer que o pênalti do Petros foi mal batido? Forte e colado no chão... Mérito do goleiro.
  11. Vi agora a entrevista dele, mas não acredito muito, não. Maluco nem esboçou um sorriso, saiu balançando a cabeça depois do terceiro gol e, até na hora de sair aplaudido, parecia magoado.
  12. Parte da torcida do Palmeiras deveria se dedicar menos a esculachar os jogadores do clube e perceber que, quando as pessoas falam que a pressão de jogar no Palmeiras é enorme, elas não estão fazendo um elogio. Fico envergonhado de ver jogador não comemorando um gol - ainda mais um hattrick, como hoje. Não é um alerta pra essa parte da torcida (muito vocal, diga-se) refletir sobre a influência negativa que vem exercendo sobre o nosso futebol?!
  13. Alguns treinadores europeus já falaram que os jogadores brasileiros são um pouco preguiçosos taticamente, né? Em alguns jogos, esse nosso ataque demonstra perfeitamente isso - pode incluir o Borja nessa. Não tem nada mais enervante do que ver o time adversário saindo para o ataque em velocidade e os jogadores de frente voltando para a defesa trotando. Todo jogador do mundo tem que entender que precisa estar servido a algum propósito tático 90 minutos. Pode estar parado, mas esse estar parado tem que ter significado tático, não é pra descansar. Os caras fecham as linhas de passe com uma lentidão infernal, facilitam o drible do adversário, não acompanham a movimentação... Porra... Desde o jogo da fase de grupos contra o Corinthians, vínhamos avançando nesse aspecto, mas hoje, foi lamentável, retrocesso gigantesco, espaço infinito pro Boca jogar. O que mais surpreende é que pensei que hoje eles entrariam correndo mais do que nunca. Perdemos todas as divididas (tem vezes que o jogador adversário tá cercado por dois e GANHA, não no drible, mas na força!), segunda bola todas deles. Pior que o Boca fechou o meio campo com quatro jogadores em linha e a gente aceitou ficar nesse jogo de passinho pro volante, pro lateral, porque a movimentação no ataque foi tão lenta quanto na defesa. Tem que ensaiar mais como fazer o jogo de bola longa ser treinado, não improvisado. Individualmente, o Ábila pode dar uma aula de como fazer o pivô pro Borja, que, hoje, lembrou aquele dos piores tempos de 2016. Não acertou um passe, não ganhou uma bola dos zagueiros, nada, nem perto de alguma coisa produtiva.
  14. A postura da maior parte da imprensa fechada tem sido, na verdade, bem favorável às posições do Palmeiras, pelo que eu tenho visto. Isso porque o Galiotte, além de defender decididamente os interesses do clube, está fazendo isso da forma mais inteligente possível. O Palmeiras não tem colocado a questão como algo subjetivo: não tá falando se foi pênalti ou não, em nenhum dos casos possíveis, porque isso varia de acordo com a interpretação de cada um e, por isso, é frágil. A discussão se esgota fácil, porque uma parte não consegue convencer a outra, normal. O Palmeiras tem colocado tudo isso como uma coisa objetiva, ou seja, HOUVE (ou não) interferência, independente de qualquer orientação clubista, editorial, etc. Do ponto de vista do fato, é incontestável que teve interferência indevida, mesmo que de direito não seja (e provavelmente não será). Por ser algo objetivo, é muito difícil que alguém se coloque contra o Palmeiras - com exceção dos mais clubistas, que conseguem tudo. A diretoria tá lidando muito bem com isso tudo, tá de parabéns. Aliás, em princípio, sou contra o VAR. Mas no futebol brasileiro, em que, entre dois jogos, uns 15 minutos não foram jogados por incapacidade da arbitragem, sou a favor.
  15. Mas ninguém discorda que é melhor ter a maior renda possível com o maior número de torcedores possível. Isso é uma questão lógica. Ninguém prefere ter 3 milhões de renda com 30 mil pessoas no estádio a ter 3 milhões de renda com estádio cheio. Ninguém acha bonito ver a arquibancada vazia só por causa da renda. É uma coisa objetiva, não tem o que se questionar. O que muita gente aponta é a dificuldade de apontar um erro na precificação se o estádio está lotado. Hoje, o estádio não estava lotado, portanto é claro que a diretoria errou na precificação. Se tivesse esgotado, como todo mundo gostaria, é mais difícil reclamar. Não é tão polêmico assim.