GuilhermeC

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Sobre GuilhermeC

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    Categoria Craque
  1. Para ficar deprimido é só pensar que repetindo 3 resultados simples (e, na verdade, bastante esperados) de 2016 EM CASA estaríamos a 2 pontos deles: CAP, Chape e Corinthians.
  2. Jean foi mal demais, mesmo com o bom passe para o Deyverson no terceiro gol. É gritante a queda de desempenho que teve nesse ano em relação a 2016. Até no ataque foi muito mal. Cruzamentos toscos na bandeira oposta e passes muito afobados, longe da tranquilidade do ano passado. Nos dez minutos iniciais, em duas situações de boa troca de passes pelo setor direito, ele errou os passes finais que, se ele acerta, teriam dado muito mais tranquilidade no nosso jogo. E no esquema defensivo, foi o pior. Deixou espaço para caramba para o Hernanes - que, aliás, foi muito bem marcado no restante do jogo e não fez nada - dominar um cruzamento completamente despretensioso do Buffarini (acho) e virar para fazer o segundo gol deles. Mayke estava bem e deveria ser titular já no próximo jogo. Continuo gostando do Deyverson, me parece um jogador muito interessante. Bom domínio de bola em espaços curtos, passes inteligentes de primeira (ajuda demais nas triangulações), sabe se colocar na área e consegue antecipar os zagueiros (teve uma chance muito bonita, mérito muito grande dele, que o Sidão defendeu bem também). É bom lembrar que ele acabou de chegar no Palmeiras também. Vai ser muito importante em 2018. Entraria no ano novo confiante caso ele de fato seja o nosso atacante titular. Luan bem também. Oscila bastante dentro dos jogos, ainda cochila bastante, mas mostra um potencial bem legal.
  3. Fui a favor do afastamento do Felipe e de sua saída do clube. Infelizmente, nenhum dos "vários clubes interessados" apareceu com proposta e ficamos com esse encosto no elenco. Fato é que 2017 é história para o Palmeiras. Só nos resta cumprir a expectativa mínima de classificar para a Libertadores. Com isso, é preciso ser pragmático quanto ao Felipe. Ainda é fato que temos a obrigação de nos livrarmos dele. Aparentemente optamos por tentar incluir ele em uma negociação, e não liberar o jogador do contrato. Então, para conseguirmos o máximo poder de barganha com os outros times, é preciso criar pelo menos a impressão de que ele ainda pode ser útil para o Palmeiras. Se deixarmos ele encostado por mais 4 meses, os clubes vão perceber o que já é obvio, mas pode ser atenuado, que o Palmeiras quer se livrar do jogador a qualquer custo. Então vão oferecer no máximo seus próprios encostos, suas próprias âncoras. Se é para trocar por refugo, melhor romper o contrato logo agora. Se o Palmeiras decidiu usar ele como moeda de troca, a melhor decisão é incorporar ele de volta ao elenco, encher a bola (futura coletiva do Mattos: "o Felipe pediu desculpas, vai dar a volta por cima, pois é um grande jogador e um ativo do Palmeiras") para tentar trocar por alguém decente no ano que vem. Enfim, resumindo: em 2018, Fora Felipe Melo - e que não volte nunca mais; em 2017, como o ano já acabou, melhor botar para jogar.
  4. Nosso lateral-esquerdo titular em 2018 deverá ser o Victor Luís. É uma boa opção. Modelo ideal para qualquer jogador que vai emprestado: evoluiu bastante, se consolidou no cenário nacional e agora chegou sua hora de ser titular no maior do Brasil. O Victor Luís que saiu daqui era péssimo, mas chegou a um nível em que pode começar o ano com status de titular sem grandes contestações. Mas é fundamental que o Palmeiras esteja pronto para uma movimentação no mercado brasileiro de verão ao estilo Manchester City nessa janela do meio de 2017 - investiu muito forte em ambas as laterais. Se aparecer um lateral esquerdo indiscutível (dentro dos parâmetros possíveis para uma posição com jogadores tão raros), o Palmeiras deve abrir os cofres para o contratar, sem qualquer tipo de restrições apenas por se tratar de lateral. Se um Maxwell, por exemplo, se mostrar disponível, o Palmeiras deve ir atrás dele com todas suas energias - claro que dentro de uma certa razoabilidade.
  5. Primeiro orientação do planejamento 2018 deve ser contratar jogadores (a.) por conta do seu futebol e, só de forma muito muito secundária, por conta de perfil, e (b.) com espaço para crescimento em seu futebol. Felipe Melo e Michel Bastos se mostraram contratações equivocadas e não atendem os dois critérios acima. Michel já era um jogador em clara decadência há tempos, não havia muita perspectiva de que voltasse a jogar um bom futebol. E o Felipe chegou mais como personagem do que como jogador. Futebolisticamente sua passagem pelo Palmeiras não foi ruim, mesmo que não tenha sido destacada, mas a pompa com que chegou e o salário condizem muito mais como tamanho da sua pessoa, do que com o tamanho do seu futebol. Ou seja, peso desproporcional para perfil em detrimento de bola. Então primeiro passo é esse, contratar por futebol, igual fizemos em 2016 e parcialmente em 2017 (Luan, BH, Deyverson), e não por questões secundárias, como costuma fazer o Galo e fizemos também. Personalidade é fundamental, mas a bola tem que falar mais alto. Segunda orientação é meio lógico que vai acontecer é integraçào diretior-técnico e tempo para que se desenvolva.
  6. Perder nos pênaltis é foda, putz. Duas coisas se destacaram para mim nos pênaltis. Primeiro que essa corrida "que abre" como o Bruno Henrique fez é muito mancada. Se o jogador não ajusta a corrida depois, ele já vai pra bola telegrafando a cobrança aberta. Chega com o corpo todo virado para aquela direção, e óbvio que os goleiros percebem, porque seria quase humanamente impossível o batedor mudar o canto em cima da bola. Considerando que o Bruno Henrique tava morto no final do jogo, a tendência a não ajustar o corpo se multiplicou por 10 e deu a lógica: cobrança aberta defendida pelo goleiro. Segundo ponto que me chamou atenção foi o Deyverson não ter batido. Provavelmente bateria depois do Egídio, mas essa ordem devia ser invertida. O matador tem que chamar a responsabilidade e bater pênalti, mesmo que essa não seja sua especialidade. O jogo foi ruim, time esteve muito nervoso. As maiores decepções individuais nos 90 minutos foram o Róger Guedes e o Guerra. O Róger fez tudo errado nos 45 minutos. Não acertou uma jogadinha sequer, foi muito decepcionante. Foi bem substituído pelo Moisés, que até ajeitou o time. Sem palavras para o profeta. O Guerra entrou surpreendemente mal. Parecia muito abaixo em intensidade. Lógico que não se espera que consiga fazer função semelhante à do Dudu na direita, mas ele também errou tudo que tentou e nem mesmo conseguiu compensar com fôlego extra. Errou muitos pases e não conseguiu prender a bola em um momento que o Barcelona já estava bastante desorganizado. E parecia que já havia corrido os 90 minutos, sendo que entrou descansado. Foi infelizmente o ponto mais baixo de um mês bem fraco do Guerra, justamente depois do seu melhor período no Palmeiras. Esse momento ruim começou justamente depois do jogo de ida lá no Euador, ou seja, depois do incidente com o filho. Pode ter relação, a verificar. Bastante dececpcionante hoje. Jogadores que não necessariamente decepcionaram, mas que devem ser destacados de certa forma negativa: Egídio e Mina. Quanto ao Egídio, gosto dele como jogador e acho que não tem muita coisa melhor que ele no mercado. Mas o pênalti perdido é o fim da carreira dele no Palmeiras. Não quero ser ignorante, mas, quando foi para os pênaltis, deve ter passado na cabeça de todos os foristas e de todo mundo no estádio o cenário de ser eliminado com pênalti perdido pelo Egídio. Sei que na minha passou. Já é a segunda eliminação consecutiva com participação fundamental dele, então encerra o ciclo pelo bem de todos. Deixa como titular até o fim do ano e deixa o contrato expirar. Até porque se o Egídio está no mesmo nível da maioria dos laterais esquerdos do Brasil, melhor começar uma outra tábula rasa, uma nova folha em branco. Agora o Mina. Pra mim é o melhor zagueiro da última década que jogou no Palmeiras. Mas parece que atingiu um ponto de estagnação, senão de regressão mesmo! Merece os parabéns por ter honrado a camisa. Ver um jogador sair tão frustrado como ele saiu é de certa forma um "conforto" para o torcedor, porque mostra a vontade de estar em campo. Mas, ultimamente, vem tomando vários deibles que não costumava tomar. Muitos botes errados, o que, ano passado, era rarïssimo! No jogo de hoje, como em muitos outros, os atacantes têm conseguido ser mais ágeis que ele, botar a bola na frente e ir embora. Eu especulo que seja talvez um excesso de confiança. Confia demais no seu tempo de bola e sabe que, caso erre, pode compensar no físico. Mas, se for o caso, precisa focar mais, concentrar mais. Agora é focar no Brasileirão e pegar G4, obrigaçào mínima do mínimo. Libertadores é assim mesmo, tem que jogar várias para ganhar. Já começam a ficar claras algumas necessidades muito significativas para 2018, entào vamos começar.
  7. Vim do passado e posso afirmar: Palmeiras classificado. Primeiro gol ainda no primeiro tempo.
  8. Raro jogador tão craque sem a bola como é com ela. Hoje ele foi espetacular. E sem qualificar "para um jogador que estava seis meses sem jogar". Não, ele jogou demais, como se estivesse em campo quarta e domingo desde fevereiro. Dá uma dinâmica completamente diferente para o time. É um verdadeiro jogador europeu no Brasil, por isso dá tanto prazer de ver jogar. Está muito a frente nos movimentos, sempre vendo o jogo no futuro. Dá a velocidade necessária para o time, acha passes em profundidade com muita inteligência, encontra os espaços na marcação adversária. E, quando precisa, protege bem a bola e consegue cadenciar o jogo. Com a bola, é incrível o que faz. E sem a bola, é tão impressionante como. Não é toa que todos, sem exceção, melhoraram com sua entrada. Se apresenta para pegar a bola dos zagueiros, encontra seu próprio espaço para receber passes verticais dos outros volantes e abre oportunidades para a movimentação dos outros. É uma grande felicidade ver o Moisés com a 10 do Palmeiras. Torço muito para que recupere a condição física o mais rápido possível.
  9. Luan - campeão olímpico, jogador já consagrado e comprovado no futebol brasileiro - sendo vendido por 20 milhões de euros. Tendo em conta esse valor, não consigo ver uma (ainda) possível venda do Vitinho - que é uma promessa interessante, mas só isso por enquanto - por 15 como uma venda ruim. Pelo contrário, vejo como um belo negócio.
  10. O Michel foi nossa pior contratação esse ano. Eu entendo a ideia de contratar alguém para fazer a lateral esquerda e várias posições do meio para a frente, mas o Michel já não joga na lateral há anos e, nas outras, seu melhor futebol já passou faz muito tempo. Na lateral foi muito fraco em praticamente todos os jogos, inclusive hoje no primeiro tempo. Nas posições de meio campo, como hoje no segundo tempo, não deu nenhum resultado. Ele tem o mesmo problema do Zé: cadencia demais o jogo, mesmo quando a situação pede mais rapidez. Sempre que pega a bola, faz a mesma jogada de puxar a bola para dentro e tira toda a velocidade da jogada. É a jogadinha do Robben, mas raramente dá certo. Frequentemente tira uns chutes de muito longe, sem direção, sem ameaçar o adversário quase todas as vezes. É a pior contratação disparada. Ao contrário do Felipe Melo, em que o erro foi foi mais em termos de mentalidade e personalidade, o erro na contratação do Michel foi de bola mesmo. Fraco demais, não deu qualquer resultado em campo. É um dos poucos jogadores do elenco atual que sequer cogitaria para permanecer para 2018. Agora, o Moisés é craque demais. Tá visivelmente travado ainda e acho que até um pouco acima do peso, mas é normal pelo tempo que ficou fora. Fico pensando onde poderíamos chegar com ele em campo o ano inteiro. Depois de 6 meses sem entrar em campo, mudou completamente o jogo. Passes rápidos, eficientes, sempre jogando para frente. Joga muito o profeta.
  11. Não mostraram replay do lance do gol do Botafogo desde o início, com o Keno ainda com a bola. Mas me pareceu, com a bola correndo, que o Kenaldinho sofreu falta do Bruno Silva. Se ele caísse no chão, provavelmente teria sido marcada. Às vezes tem que se jogar, ainda mais com o time saindo como estava. Em geral, foi bem. Mas no lance do gol, me pareceu que teve essa falta, além do impedimento do Pimpão.
  12. O segundo gol é a resposta para os que perguntam "por que o Borja nunca recebe a bola redonda na frente do gol?" Quando o atacante coopera com a jogada, hora ou outra vai receber. Jogo muito bom. O time do Brasileirão vem numa crescente bem legal. Pena que não pudemos usar todos esses jogadores na Copa do Brasil e, com essa regra, já ficava muito difícil ganhar o torneio. Felizmente vamos poder contar com esse time na Libertadores.
  13. Aceitando muito fácil a marcação do Cruzeiro, movimentação tá deixando a desejar. Guerra especialmente pode fazer muito mais, precisa chamar a responsabilidade.
  14. Só a vitória praticamente. Empate com 3 gols dá pênalti e, com mais gols, classificamos.
  15. Minha única esperança. Nosso gramado está uma vergonha.