GuilhermeC

Membro
  • Total de itens

    720
  • Registro em

  • Última visita

Sobre GuilhermeC

  • Rank
    Categoria Craque

Últimos Visitantes

4.168 visualizações
  1. Alguns treinadores europeus já falaram que os jogadores brasileiros são um pouco preguiçosos taticamente, né? Em alguns jogos, esse nosso ataque demonstra perfeitamente isso - pode incluir o Borja nessa. Não tem nada mais enervante do que ver o time adversário saindo para o ataque em velocidade e os jogadores de frente voltando para a defesa trotando. Todo jogador do mundo tem que entender que precisa estar servido a algum propósito tático 90 minutos. Pode estar parado, mas esse estar parado tem que ter significado tático, não é pra descansar. Os caras fecham as linhas de passe com uma lentidão infernal, facilitam o drible do adversário, não acompanham a movimentação... Porra... Desde o jogo da fase de grupos contra o Corinthians, vínhamos avançando nesse aspecto, mas hoje, foi lamentável, retrocesso gigantesco, espaço infinito pro Boca jogar. O que mais surpreende é que pensei que hoje eles entrariam correndo mais do que nunca. Perdemos todas as divididas (tem vezes que o jogador adversário tá cercado por dois e GANHA, não no drible, mas na força!), segunda bola todas deles. Pior que o Boca fechou o meio campo com quatro jogadores em linha e a gente aceitou ficar nesse jogo de passinho pro volante, pro lateral, porque a movimentação no ataque foi tão lenta quanto na defesa. Tem que ensaiar mais como fazer o jogo de bola longa ser treinado, não improvisado. Individualmente, o Ábila pode dar uma aula de como fazer o pivô pro Borja, que, hoje, lembrou aquele dos piores tempos de 2016. Não acertou um passe, não ganhou uma bola dos zagueiros, nada, nem perto de alguma coisa produtiva.
  2. A postura da maior parte da imprensa fechada tem sido, na verdade, bem favorável às posições do Palmeiras, pelo que eu tenho visto. Isso porque o Galiotte, além de defender decididamente os interesses do clube, está fazendo isso da forma mais inteligente possível. O Palmeiras não tem colocado a questão como algo subjetivo: não tá falando se foi pênalti ou não, em nenhum dos casos possíveis, porque isso varia de acordo com a interpretação de cada um e, por isso, é frágil. A discussão se esgota fácil, porque uma parte não consegue convencer a outra, normal. O Palmeiras tem colocado tudo isso como uma coisa objetiva, ou seja, HOUVE (ou não) interferência, independente de qualquer orientação clubista, editorial, etc. Do ponto de vista do fato, é incontestável que teve interferência indevida, mesmo que de direito não seja (e provavelmente não será). Por ser algo objetivo, é muito difícil que alguém se coloque contra o Palmeiras - com exceção dos mais clubistas, que conseguem tudo. A diretoria tá lidando muito bem com isso tudo, tá de parabéns. Aliás, em princípio, sou contra o VAR. Mas no futebol brasileiro, em que, entre dois jogos, uns 15 minutos não foram jogados por incapacidade da arbitragem, sou a favor.
  3. Mas ninguém discorda que é melhor ter a maior renda possível com o maior número de torcedores possível. Isso é uma questão lógica. Ninguém prefere ter 3 milhões de renda com 30 mil pessoas no estádio a ter 3 milhões de renda com estádio cheio. Ninguém acha bonito ver a arquibancada vazia só por causa da renda. É uma coisa objetiva, não tem o que se questionar. O que muita gente aponta é a dificuldade de apontar um erro na precificação se o estádio está lotado. Hoje, o estádio não estava lotado, portanto é claro que a diretoria errou na precificação. Se tivesse esgotado, como todo mundo gostaria, é mais difícil reclamar. Não é tão polêmico assim.
  4. Eu acho que Dudu e Marcos Rocha deveriam ser poupados, mas entendo o raciocínio do Roger. Considerando que o jogo de hoje é fundamental para o ano, é melhor pensar em tirar os cansados com um placar já favorável, do que colocá-los pra correrem atrás de um placar. Situação ideal é abrir 2-0 já no primeiro tempo e poder tirar os desgastados com uma hora de jogo. E: poupou Rocha e Willian no fim das contas.
  5. Domingo, quando ele estiver cobrindo nosso título.
  6. Está claro que alguns jogadores não podem entrar, pois estão no limite: Marcos Rocha, Victor Luiz, Bruno Henrique e Dudu. Pra mudar de um jogo para o outro, levando em conta que é um jogo importantíssimo, não dá pra ser muito mais de 4 de uma vez. Entram Tchê-Tchê, Diogo, Moisés e Keno. Outra coisa que cogitaria é poupar o Lucas Lima. Além da aplicação muito grande dele, Guerra, em geral, foi bem quando entrou.
  7. Nó tático. Solidez defensiva incrível, como ainda não havíamos visto. No clássico, na final. Nota 10.
  8. Mas o juiz nem ia marcar falta, ele deu lateral. Era amarelo só pro Henrique, que instigou a briga. Borja virou de costas e saiu.
  9. Quem realmente não fez nada foi o Borja. Cartão desnecessário. O Felipe meteu a mão na cara do Clayson, sem responsabilidade.
  10. Queria colocar a imagem, mas tava com preguiça, kk. Valeu.
  11. Que sofrimento por antecipação é esse, meu deus. A que ponto nós chegamos.
  12. Lucas Lima saiu porque tentávamos ganhar ainda no tempo normal e ele não estava bem, ué. E o jogador que entrou no lugar dele guardou o pênalti decisivo.
  13. Primeiro tempo foi bom. Santos chegou duas vezes e fez dois gols em falhas mais pontuais, do que sistêmicas. Acho que o Vitor Luís foi mal nos dois gols: no primeiro era pra ter acompanhado o jogador que passou, mas tentou duplicar em cima do jogador com a bola e bagunçou todo o esquema de marcação; no segundo, deu um metro de condição para o Sasha. Apesar disso, fez um bom jogo, principalmente no primeiro tempo. O segundo gol mudou bastante a cara do jogo, num lance que o Santos levou um pouco de sorte. Se esse gol não sai, a classificação viria tranquila, com o Santos tendo que propor jogo. Acabou que nesses dois lances entramos no esquema que o Jair gosta, que é a especialidade dele, que é o jogo retrancado. No segundo tempo não criamos, por um bom mérito do Santos. Por outro lado, eles estavam tão fechados que abriram mão quase por completo do ataque e não deram nenhum susto. O Gabriel colaborou bastante também, porque errou todas as jogadas, e nossa zaga não teve muitas dificuldades com ele. Enfim, a classificação foi mais emocionante do que o esperado, mas acho que, coletivamente, o time foi bem no primeiro, mal no segundo. As falhas individuais pesaram bastante, mas acredito que o Roger deve solucionar tranquilo. O primeiro gol foi basicamente uma indisciplina tática, porque toda vez que o adversário passa num lance pela lateral, o lateral tem feito bem a cobertura, o que indica que eles sabem o que fazer. Não gostei do jogo do Dudu. Movimentou pouquíssimo em busca da bola, ficou bem estático na ponta esperando que ela chegasse. E quando a bola chegou, se limitou a tocar pra trás. Guerra também não entrou bem, tudo que tentou, errou. Mesmo assim, bateram os pênaltis muito bem.
  14. Então, André, mas a torcida do Palmeiras tem 10 milhões de pessoas, não só 1 milhão (valor exemplificativo) de torcedores mais fanáticos. A torcida casual é importante pra caramba, tanto pra consumir quanto pra grandeza do time. Não levar o Palmeiras a essa parcela (que, inclusive, deve ser a maioria) seria um grande tiro no pé! Hoje em dia, com a hiper-informação, a gente tem que estar em todos os meios, principalmente a TV, que é essencial para a emoção do futebol. Eu me considero torcedor pra caramba e admito que a transmissão pelo rádio não me atrairia quase nada, me sentiria quase desconectado do time. Pig, com a influência que a G.lobo definitivamente tem na formação do calendário brasileiro, você pode ter certeza que eles jamais correriam o risco de um time G.lobo enfrentar um time EI nas rodadas derradeiras do campeonato. Esses confrontos, com certeza, seriam colocados nas primeiras rodadas, pra reduzir ao mínimo, tendendo ao zero, o peso sobre o resultado do campeonato. -- Enfim, reduzir a influência da G.lobo é para o bem de todos no futebol brasileiro. Mas isso não significa romper relações e bater de frente. A estratégia tem que ser muito bem feita, pra que o resultado seja um acordo que concilie TV aberta e PPV com a maior remuneração possível.