Maurizio

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  1. Eu estou sinceramente dividido. O que eu tenho certeza é que quero um planejamento pra 2018 que comece já em outubro de 2017 no mais tardar. Se o Cuca ficar podemos ter um bom ano; se ele sair, também. A questão é que há um nome no mercado a partir de hoje: Jair Ventura. Que vai ser muito disputado pro ano que vem. A hora de partir pra cima, se essa for a opção do Palmeiras, é agora. Tudo feito de forma bem serena e discreta, de preferência até sigilosa, já que tanto Palmeiras quanto Botafogo têm ambições no ano. O Cuca me decepcionou profundamente saindo no fim do ano por questões muito, muito obscuras. Com sua saída rompeu a continuidade de um projeto vencedor de forma brusca. Um projeto que eu imaginava que ele conseguiria retomar mas não conseguiu, pois o elenco está recheado de jogadores que ele não indicou, talvez nem quisesse, e esses jogadores estarão aí em 2018 também, muitos deles, ou serão envolvidos em negociações em que prevejo o Palmeiras com muito menor poder de barganha, casos especialmente do Felipe Melo e do Borja. Não cravo que sua saída seja o melhor pro Palmeiras (pensando que pro lugar dele viria o Jair; se for pra vir um Roger, seria uma tragédia). Mas confesso que estou mais inclinado a um projeto novo, com um técnico de boa qualidade demonstrada e ambição na carreira, do que a tentar consertar esse arremedo de time e elenco que virou o Palmeiras com essa saída do Cuca, vinda do EB, demissão do EB, volta do Cuca (e todos os problemas ocorridos nesse ciclo), sob a batuta exatamente de quem criou a confusão, ou deu margem para que ela ocorresse.
  2. Tenho gostado bastante dessa nova cara que o time vai ganhando.
  3. Vuaden não é ruim. Ele é um manipulador de resultados. Apita conforme a conveniência, marca o que quer, deixa de marcar o que não quer. Tem pavor de uma coisa chamada critério, pq não serve pra ele. É o árbitro que eu mais detesto no futebol brasileiro hoje.
  4. Ninguém foi horrível. Prass, Dracena, Juninho, TS, Moisés, Guerra, muito bem. Moisés um pouco abaixo do que sabemos que ele pode fazer, mas não foi uma má partida, e muito bom vê-lo atuando forte os 90 minutos numa partida tão cansativa assim. Dudu ajudou muito na defesa, pelas circunstâncias do jogo. Isso, mais o retorno depois de um mês parado, não dá pra avaliá-lo. Mayke, Luan, Egídio, Tchê Tchê, Deyverson, William, foram uma no cravo, outra na ferradura. Alternaram momentos excelentes com ruins. Mayke com boa movimentação, mas seu aproveitamento em cruzamentos é horroroso, ele nem tenta mais. Luan vinha bem, seguro, me faz um pênalti tosco. Egídio idem, mas com o mérito de ter se recuperado na partida. TT apagadíssimo no primeiro tempo, muito importante no segundo. Deyverson faz o gol e caga no pênalti. William dá uma assistência e é expulso infantilmente com o time já com um a menos. Aí fica difícil. Jean foi o mais fraco hoje, no conjunto da obra. Não fez nada que se salvasse, mas não cometeu nenhum erro crasso.
  5. Foi como vi também. Tenho achado muito interessante essa nova cara dada ao Palmeiras, colocando Moisés e Guerra juntos, apostando mais em toque de bola, trocas rápidas de passes. Conseguiu quase uma vitória fora de casa com 2 a menos. Um belo trabalho tático. As substituições, eu não teria feito igual. Na primeira, era duro escolher quem sair, eu teria mantido o Guerra e sacado um dos dois de frente, O time já tava perigosamente recuado ali. Na entrada do Dudu, eu o teria definitivamente colocado no lugar do William, solto à frente, e deixaria o Moisés mais recuado lançando ao invés de falso 9. TS por Jean foi o natural, eu teria começado jogando assim, ainda mais fora de casa contra o ganinzé. Quanto ao pênalti, foi um erro ter colocado o Deyverson pra bater. Seu aproveitamento nos treinos é ruim. Não era hora de recuperar hombridade de jogador, muito menos de escolher o pior pro time pra fazer isso. Deyverson nunca mais vai bater um pênalti na vida, e não vai fazer falta. Espero que os 2 pontos tb não façam. Enfim, voltamos à prancheta, mas dessa vez olhando as características do elenco e não uma ideia pré-moldada.
  6. Bem observado. Esse espetáculo patético de hoje pode ter comprometido 2018 já. Vamos ficar de novo no fim do ano com uma novela, se Cuca sai ou não sai, se ficar e não conseguirem se livrar do Felipe Melo o clima pode continuar precário e ele pode pegar o boné ainda no primeiro trimestre... Olha... Tem que ter o dom. E lá atrás, qual foi a primeira declaração do Gru? "Ninguém vai sair". O lado bom? Se as patetadas de 2017 se repetirem em 2018, o Nobre terá alguma força pra tentar voltar. Aí precisa ver a Crefisa o que faz. Não me lembro realmente de um clube ceder tanto pra um jogador que não é absolutamente nada na história do clube, e que desde que chegou causou mais confusão que jogou bola, começando na coletiva de apresentação com aquela conversa ridícula de dar tapa na cara com responsabilidade.
  7. E quais outros presidentes do clube foram peritos em fazer o mesmo? Mustafá e Tirone. Os responsáveis pelos maiores fiascos da história do clube. Que orgulho deve ser fazer parte dessa lista. Della Monica pelo menos se escorava em seus diretores. Belluzzo e Nobre sim se colocavam no papel de Presidente.
  8. É isso. E ainda são capazes de ficar bravos com quem diz que eles estão errando. Terrível, FM colocou o Palmeiras no bolso hoje.
  9. Post muito ponderado. Essa lembrança quanto ao Telê dá uma pontada no coração.
  10. Mesmo sabendo que o problema não é a escalação mais, estou com saudades de falar do time e não de vestiário, motivação de jogador vagabundo, motivação ou não de treinador, política nojenta, etc, etc. Então vamos lá. Em primeiro, eu acabaria com os improvisos da defesa. Dracena ou Luan na direita, Juninho ou Antônio Carlos na esquerda - portanto, nada de Luan na esquerda, tá queimando o jogador -, Mayke na lateral direita e Egídio na LE (MB é improviso em qualquer lugar). O meio assim é interessante. Eu povoaria ainda mais, colocando o Veiga aberto no lugar do Keno, o Moisés caindo mais pra esquerda e o Guerra centralizado. Ficaria TS -TT; Moisés - Guerra - Veiga. Se o Bruno Henrique tiver condições de jogo, vai no lugar do Tchê Tchê. Pro ataque, uma vaga, sem obrigação de ficar voltando. O único jogador que sabe fazer o pivô e esperar o meio chegar é o Deyverson, então seria minha opção. Em seguida, o William, pq se movimenta bem. Borja pode também pintar pq não teria obrigação nenhuma de marcar. Nada de correria, de jogador correndo o campo todo pra marcar, jogo de inteligência, posse de bola, domínio do meio campo, defesa bem postada. O duro é isso. A gente vê que tem variação, tem como montar times de características diferentes. Não há pq ficar insistindo numa forma de jogar que não tá trazendo resultado e não está aproveitando bem os jogadores que tem.
  11. A gente sabe quem normalmente faz o trabalho sujo pra alguns diretores / gente influente na política do Palmeiras.
  12. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
  13. O que acontece nos gambás foi a mesma coisa que aconteceu na seleção Olímpica com o Micale, quando o Tite foi lá e colocou as coisas no eixos. Mas como era seleção tb, não havia nada de errado. Então se ele é um ET fazendo dois times liderarem tudo, pode colocar um terceiro aí. O Tite não sai da seleção hoje, é a ambição maior da carreira dele. Não tem dinheiro no mundo que compre o ego do cara.
  14. Cuca tá irreconhecível. Ano passado chegou com o bonde andando tb, fez suas observações por um mês se tanto, depois em duas semanas sem jogos montou um belo time com o que tinha (mais o Tchê Tchê). Hoje parece que não consegue montar um time com o elenco que tem, não consegue definir 11 pra ter um padrão tático mínimo. Treinador bom pra mim é aquele que consegue montar times conforme o que tem à disposição: Cuca fez isso em 2016, não está conseguindo em 2017. Difícil saber o que fazer. Até pq ninguém sabe o que se passa na cabeça do Cuca, nem o motivo real da saída dele no fim do ano - que foi o que realmente ferrou 2017 - nós sabemos. Problemas familiares que afetaram toda a comissão técnica? Conta outra. E mandar embora agora, eu sei lá. Não é agora que vamos contratar nenhum nome que faça diferença. Ventura e Renato Gaúcho ainda estão em meio a decisões, disputando títulos. Mano tb (esse não é da minha preferência). Carille não sai dos gambás e tenho muitas dúvidas se o trabalho dele não é uma bela parceria por baixo dos panos e imoral com o Tite. Valentim não seria meu nome pro ano que vem, não quero ver outro cabaço em Libertadores dirigindo o Palmeiras na competição, o EB já bastou. Ainda esperaria até o meio de outubro, ou até o momento em que o Botafogo ou Grêmio saírem de suas competições, o que acontecer primeiro.
  15. Muito ponto de exclamação, muita letra maiúscula, boa análise em abstrato, mas que deixa escapar outras perspectivas (pior, prefere tachá-las como burrice) e uma questão importante: qual a chance dele render melhor ano que vem com o Cuca no comando do time? E essa é uma questão chave. A própria situação do Barrios que vc indica como análoga já dá alguns indicativos. O Barrios que está lá no Grêmio jogando um bom futebol foi em certas épocas o terceiro reserva aqui, mesmo em condições físicas de jogo. E o time ano passado não teve pré-temporada, mas teve um equivalente entre a eliminação do Paulista e Libertadores e o início do Brasileiro com o Barrios já no elenco e o Cuca como treinador. A perspectiva dele render bem ano que vem não é das melhores por três motivos: 1. o sistema tático não favorece suas características (mesmo mal que afligiu o Barrios). Quando se vê o Cuca dedicando atenção a ensinar o centroavante a marcar, em jogos e em treinos, é pq há algo que não bate. 2. ele é um atacante goleador mas, segundo colegas que puderam conversar com torcedores do Atlético Nacional, ele não é muito mais que isso: um jogador com muitas limitações técnicas (em miúdos, caneludo mesmo) que teve um momento excepcional e precisa de colo (segundo o Rueda, que o treinou no Atlético Nacional) e de um time que jogue pra ele, crie as oportunidades pra render seu melhor. Não é um centroavante que ajude a criação das jogadas fazendo pivô, brigando pelas bolas, com deslocamentos e penetrações. Nisso, ele é pior que o Barrios. 3. foi contratado um centroavante com as características que o treinador gosta. Isso significa que ele não terá continuidade pra mostrar futebol nem pra evoluir e se adaptar. Coisa que também aconteceu com o Barrios. Pra mim, ouvindo todas as opiniões, análises (de palmeirenses mesmo, não de gente torcendo pro cara virar um mico), fica cada vez mais fica claro que não vai vingar aqui, ou de que o risco é muito grande. Então vc tem um investimento alto que ainda não deu certo (falando claramente, o cara não fez absolutamente nada no Palmeiras que justificasse a contratação, nem o salário) e pode não vir a dar certo em momento algum, mas que ainda tem valor de mercado pelo fator "incógnita". Ninguém sabe ao certo pq não funcionou, mas todos têm na memória sua trajetória no Cortuluá e no Atlético Nacional. Se nesse cenário ele for negociado pelo valor pago e o Palmeiras não tomar prejuízo além dos salários já pagos, será um ótimo negócio, pq há uma chance enorme de desvalorização e de um alto salário ser desperdiçado num jogador que não rende nada para o time. Assim, muito longe de ser a burrice ou a insanidade que vc apregoa que sejam. Se eu gostaria que o Borja desse certo aqui? Muito. Eu fui plenamente a favor dele vir e comemorei bastante sua chegada. Se eu acredito que isso vai acontecer ano que vem, com o Cuca? Não. E eu não trocaria de treinador agora. Não é o caso de se vender o jogador pela primeira proposta, mas se a primeira proposta empatar o valor gasto, eu a consideraria com enorme carinho. Mas é uma negociação que não precisa ser feita com pressa. O Cuca tb estará sendo analisado nestes meses. Em meados de outubro será o momento de ver se a troca de treinador é aconselhável ou não. Aí todo esse cenário pode mudar de figura. Será que vai rolar um percentual da indenização por dano moral pra certos jornalistas? Eu digo, o Palmeiras é muito bonzinho com o Felipe Melo. Já tinha que ter metido uma justa causa nesse jogador há tempos, logo no vestiário lá em BH. Fica querendo amenizar o prejuízo, não ser duro demais com o jogador, não queimá-lo... Dá nisso. E esse Hernan é a escória do "jornalismo" esportivo brasileiro.