Maurizio

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  1. Chola mais! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
  2. Bom, é uma realidade diferente da que vivi quando escrevente na segunda instância, então. Lá não podíamos nos dar a esse tipo de luxo.
  3. Em defesa dos escreventes (no caso, técnicos): os coitados só cumpriram ordens de quem pode foder a vida deles da noite pro dia. Já soube de coisa bem pior. Agora, os "desembargadores" (o termo constitucional é juiz de TRT, mas eles fazem questão de serem chamados com mais pompa), esses sim precisam responder ao CNJ por essa palhaçada, esse abuso de autoridade por desvio de finalidade.
  4. Jaílson: mostrou personalidade e justificou plenamente a escolha do Roger. Algumas belas intervenções, muito reflexo. 9 Marcos Rocha: não sentiu a camisa e mostrou no primeiro tempo ser um lateral diferente, que pisa na bola, lê a jogada. No segundo, o cansaço pegou. 7 Antonio Carlos: vinha fazendo uma bela partida, firme especialmente no jogo aéreo, mas é um pouco avoado, ousa demais na defesa sem necessidade e o gol saiu num lance juvenil. 5 T. MArtins: zagueiro discreto e eficiente. 7 V. Luiz: preocupa o posicionamento, sempre correndo atrás da jogada. mAs compensa com muita velocidade. 7 Felipe Melo: preocupa na marcação, pela lentidão e pelas chegadas muito arriscadas. Seu posicionamento mais recuado foi um acerto. Lançamentos magistrais, um QB. 8 Tchê Tchê: a dinâmica que dá ao time é pouco notada mas faz muita diferença no equilíbrio do time, pela ocupação de espaços. Tecnicamente, fez pouco. 7 Lucas Lima: estreia sensacional. Gol, assistência, e surpreendentemente ajudando muito na marcação. Irretocável. 10 Dudu: travado, as jogadas não fluíram, quer as individuais, quer o passe. Mas se faz aquele gol de calcanhar já ganha o prêmio Puskas. 6 Borja: infinitamente mais participativo, não foi um primor nas finalizações ou no domínimo mas evoluiu bem do ano passado pra cá. Fez muito bem o pivô, alguns bons passes. 8 William: o mais importante e subestimado jogador do elenco. Participou diretamente do segundo gol, fez o primeiro e quase guardou mais um. 9 Keno: infernal. Um gol, quase um golaço e atazanou o tal do Foguete. 9 Bruno Henrique: o time ficou muito mais exposto com sua entrada, parecia tão cansado quanto os que iniciaram, lento. Não gostei. 5 Juninho: entrou e não comprometeu, zagueiro sério. 7
  5. Gostei muito do primeiro tempo, achei o time equilibrado, com muita inteligência no ataque, boas tramas, e sem ficar muito exposto na defesa. No segundo tempo caiu sensivelmente pela questão física.
  6. Muito ruim, nível amador, complacente com violência, sem pulso, sem controle do ritmo de jogo. Nível FPF.
  7. Luan e Guerra? Fechava na hora.
  8. Cirurgia para tratar de uma hérnia inguinal. Que os médicos sejam muito cuidadosos ao remover a íngua e não extirpar o Borja todo. :P
  9. Depois do que aconteceu em relação ao Vitinho, eu não tenho toda essa confiança, não. E a torcida tem infinitamente mais paciência com meninos da base que com medalhões contratados a peso de ouro. Os meninos precisam ser usados no Paulista o mais possível, especialmente os do sub-20. Esse negócio de usar os meninos pra treinos ocasionais apenas é muito pouco efetivo, atrapalha o trabalho no profissional e pode até servir pra observação de um ou outro moleque, e olhe lá. Um dos problemas de um técnico com pouco estofo como o Roger é que a primeira preocupação dele é não perder o cargo. Assim, vai buscar resultado até em amistoso e a chance de usar a base é mínima, quase inexistente.
  10. Vejo dessa forma tb. A torcida é para que o modelo de jogo que ele vislumbra dê certo, mas entre beleza, concepção de futebol, etc. e competitividade a segunda prevalece e ele precisa entender isso. No mais, após uma primeira reação muito desanimada da minha parte ao nome do Roger, hoje estou um pouco mais esperançoso. Não era minha primeira nem a segunda opção, mas pode fazer um bom trabalho, especialmente se não se perder em teorias e filosofias e for atento ao elenco e aos adversários.
  11. É um belo resumo. Também não vejo exagero, o horizonte é sombrio e as nuvens de tempestade estão se avolumando. Imagino que o Galliote vai tentar a reeleição e não terá oposição com perspectiva de fazer frente, aí em 2021 poderemos ter um embate entre Leila e Nobre, que vai vir pra briga com um patrocínio na manga, tenho certeza (senão não terá nem chance. O dinheiro da Leila é extremamente sedutor). E quanto ao rompimento, não considero que partiu do Nobre, não. A rejeição dele à candidatura da Leila ao Conselho foi um mais um passo de um longo processo que começou com a a questão do nome do Avanti estampado na camisa do clube, gerando uma reação completamente desproporcional suspendendo o valor do patrocínio por meses. O Nobre não ter se dobrado de cara e bancado o clube nesse período foi uma afronta inimaginável a ela. Ali que a coisa azedou. Ela fez igualizinho como com o mustafá, ficou aguardando uma oportunidade, procurando pretexto pra romper. Quem consegue dar um nó no mustafá na política do Palmeiras só pode ser uma raposa ainda mais astuta. Não é o tipo de pessoa que eu quero ver no comando do clube, fora todos os outros motivos citados, dentre eles o fato dela não ser palmeirense. Ela dizer que se pudesse compraria o clube levantou mais bandeiras vermelhas pra mim que comício do PT. Recomendo a todos darem uma lida nas matérias a respeito de toda a história da FAM para conferir o modus operandi dessas pessoas.
  12. Verdade, foram os jogadores da nossa base que pipocaram este ano. Um até fugiu pro Barcelona de tanta incapacidade de suportar pressão. Por sinal, como era o nome daquele menino da base que colocou o Lucas Lima no bolso na final da CdB? Bom que ele ganhou muitos títulos no sub-15 e sub-17, chegou cascudo, opa. E quando o time estava pra cair em 2014, quem que se salvava? Tinha um tal de Nathan que cobria todas as cagadas daquele zagueiro de seleção, mas acho que era um joelho de geleia tb. Kaká era escondido pelas bibas quando estava na base, nem o colocavam em competição. O que vc coloca como oposto de uma mentalidade fracassada simplesmente não se sustenta.
  13. Não o considerava sequer como opção. É uma aposta muito mais incerta que o Jair, com trabalhos muito pouco expressivos (pra não dizer ruins mesmo) em times grandes. Não tem força no vestiário, e aqui isso anda sendo crucial. Não tem como grande característica montar uma boa defesa, e é o que mais precisamos. Acho que a diretoria quis novamente um técnico maleável. 2018 vai pintando como 2017, parte 2. Não gostei. Enfim, boa sorte pra nós.