Gabriel Palestra

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Sobre Gabriel Palestra

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  1. Sobre a venda do Roger Guedes: por essa merreca que sobra pro Palmeiras, tendo só 25% do jogador, compensa mais reincorporar o cara e fazer ele cumprir o contrato até 2021, mesmo que depois saia de graça. Se for contratar alguém do nível dele vai gastar muito mais que esses 6 milhões que restam. Mais negócio deixar ele no Galo e utilizá-lo novamente a partir do ano que vem, a não ser que aumentem a proposta. Se ele vai fazer biquinho ou não, sinceramente não me importo, que pensasse nisso antes de aceitar o prazo do contrato. Tem que ser profissional e cumprir o que assinou.
  2. Complicado esse desmanche em meio de temporada. Mas enquanto o calendário for assim, sempre teremos times brasileiros se desfazendo no meio do ano. Toda temporada isso acontece com alguém, dessa vez somos nós que estamos sentindo. A principal janela de transferências internacional acontece bem no meio da nossa temporada, ano após ano veremos essa mesma situação se repetir. Não que eu esteja tirando a responsabilidade da atual diretoria (vou chegar lá), mas a CBF também tem boa parte de culpa nisso, temos um campeonato que já é fraco, e ainda consegue ficar ainda pior com esse desmanche que sempre acontece. Ou criam algo pra proteger os clubes dessa janela do meio do ano, ou "nos juntamos ao inimigo" e muda-se o calendário brasileiro, se adequando ao Europeu, onde a temporada se inicia no meio do ano, e não em Janeiro. Agora quanto a diretoria, não tem muito o que fazer quanto às propostas. Sempre que alguém se destaca, elas virão. O clube paga em dia (e paga muito bem), da uma ótima estrutura aos jogadores, quanto a isso está fazendo tudo da forma correta. A bronca fica na questão da reposição. Time que quer brigar por tudo, quando perde um titular, tem que repor à altura, é básico. Desde a perda de Vítor Hugo e Mina nós não temos UM zagueiro decente, de confiança mesmo, aquele titular absoluto. O Scarpa substituir o Keno eu acho ok, mas se o Dudu sair tem que vir alguém de alto nível pra repor. E claro, arrumar essa defesa, com o que temos vai ser difícil ganhar algo, é básico saber disso.
  3. Eu não disse que é o motivo central, mas influencia sim... E só peguei o fio da conversa porque você falou que o Vítor Hugo não tinha sido xingado pela torcida, mas na verdade pegaram bastante no pé dele... queria ver a cara da galera que o xingou, hoje, tendo que aguentar Antônio Carlos, Thiago Martins, Luan... hahaha Mas eu também concordo com você em certo ponto. Nos dias de hoje, jogador não pegar bronca por causa de rede social. Infelizmente a maioria da galera passa do ponto na internet e é agressiva demais nas redes sociais, jogador de futebol vai ter que aprender a conviver com isso e não se deixar influenciar, se não ninguém joga bola mesmo.
  4. A torcida não pegou no pé do Vítor Hugo? O cara foi MUITO xingado nas redes sociais, ele foi expulso na estréia da Libertadores 2017 e vinha numa fase meio ruim antes da proposta da Fiorentina. Não pensou duas vezes quando chegou a proposta. Nesse caso eu acho que ele iria de qualquer forma, afinal era uma oferta muito boa para o cara jogar na Itália, mas essa pegação no pé não ajuda em nada o jogador e influencia negativamente sim.
  5. Concordo. Se olhar o Fluminense desse ano, só tem nabas, e ele até conseguiu alguns bons resultados no início do campeonato. Pode ser da escola antiga, mas tem variações com escalar o time com 3 zagueiros, não fica preso ao esquema da moda (4-2-3-1). Não acho o Abel um baita treinador nem nada, mas vendo o trabalho do Roger no Palmeiras, não pensaria 2x se tivesse que escolher entre um e outro. Falar bonito e que é estudioso tático o Eduardo Baptista também falava. Mas treinador de entrevista não me engana mais.
  6. O Palmeiras em casa tem só a 11ª melhor campanha do campeonato, abaixo de times como Inter, América-MG, Vasco, Sport, Botafogo e Bahia. Clubes de orçamento baixo, em caos político como o Vasco, com nabas do nível do Palmeiras 2014, com trocas recentes de treinador (Sport, Vasco e Bahia), com nomes como Claudinei Oliveira, Enderson Moreira ou Odair Hellmann no comando. Mas o nosso treinador, nas entrevistas, acha tudo isso normal, chega até a comemorar alguns resultados ridículos que obteve. Já vi esse filme com Oswaldo e Marcelo Oliveira. O primeira era um Roger das antigas, rodava a bola lindamente, mas era só isso, o time tocava, tocava, tocava... e não criava nada. A desculpa era a mesma: "Os adversários entram retrancados contra o Palmeiras (e eu, treinador, muito bem pago, não sei resolver isso)." O segundo era o contrário, vivia à base de chutões, até conseguiu um título na base do bumba-meu-boi, empurrado pela torcida e por milagres do Prass.
  7. Agora é a hora desse time se mostrar consistente. Devemos encarar um Ceará retrancado no fim de semana, esquema de jogo que tem gerado dificuldades ao Palmeiras. E depois, encerrando o período pré-Copa, vem o Cheirinho no Allianz Parque. Pesa a favor o fato de que o Flamengo não joga fechado, pelo contrário, tem atuado muitas vezes com só um volante e laterais que apoiam bastante. Por outro lado, esse jogo virá carregado de um pressão psicológica pelo momento dos dois clubes na tabela. Hora de se afirmar e vencer esses dois jogos restantes, pra voltar da Copa focado em brigar por título nas 3 competições.
  8. E tem mais. Qualquer reposição vinda do mercado de transferências teria que vir de fora, já que a maioria dos bons jogadores que estão no Brasil já fizeram 7 jogos pelo brasileirão, atuaram pela Copa do Brasil e/ou Libertadores. Ainda tem a questão da adaptação ao país, recondicionamento físico... realmente não faz o menor sentido vender o Keno, só mesmo por um valor muito alto.
  9. Já fizemos quase R$ 40 milhões com as vendas de Tchê Tchê e João Pedro. Suficiente pra contratar um zagueiro de alto nível, que é o que o time mais precisa. Fora isso, a não ser que venha uma proposta irrecusável, não faz sentido vender jogador que vem sendo utilizado (e correspondendo). Estamos no meio da temporada, as etapas mais decisivas das competições começam depois da Copa, teremos nessa parada o último grande período de treinos. O Palmeiras tem estabilidade financeira para manter o elenco e assim brigar pelos títulos. Como falei, salvo uma proposta muito boa, não devemos vender mais ninguém.
  10. 2a passagem de: Kleber, Valdivia, Felipão, Henrique, Cuca... todas eram muito pedidas, nenhuma vingou metade do que havia vingado a primeira passagem. Sério, não entendo uma pedida por 3a passagem do Cuca. Respeito, só não entendo. Vamos olhar pra frente...
  11. Eu já vejo de outra forma. Ele não reage bem à pressão. O time mal, ele pior ainda, torcida pressionado técnico e jogadores. Com isso tudo na cabeça, o cara fica com medo de tentar algo diferente, arriscar um passe mais decisivo (e mais difícil)... aí com medo de errar, só joga na segurança, no toquinho de lado ou pra trás. Se esconde do jogo, evita receber a bola em momentos mais difíceis, que são os que geram situação de gol. As vezes nem é voluntário, mas o subconsciente do cara já ta assim, até quem já jogou uma pelada e começa a fazer uma cagada atrás da outra sabe como é. Pra deixar claro, não estou defendendo a postura dele. Como jogador profissional que recebe MUITO bem pra isso, é papel dele saber lidar com esse tipo de situação e, ao invés de se esconder, usar o momento de pressão a seu favor e chamar ainda mais o jogo, colocar a bola de baixo do braço mesmo e tentar resolver. É isso que diferencia os craques daqueles que são apenas "bons jogadores". Existem vários jogadores de qualidade técnica altíssima no mundo todo. Os diferentes são os que tem a cabeça meio que de doido mesmo, que jogam bem na tranquilidade, mas jogam ainda melhor nos momentos de pressão.
  12. Se considerar o futebol brasileiro, Valdivia é ex-jogador. Não tinha físico pra aguentar a temporada daqui em 2015, imagina agora, três anos depois. Tecnicamente sou muito fã do futebol do Valdivia, certamente o melhor meia que tivemos desde o Alex. Cara diferenciado, era a bola chegar no pé dele e todos já ficavam na expectativa por um drible ou passe decisivo. Mas hoje não tem mais físico pra jogar aqui, infelizmente. Lucas Lima é excelente tecnicamente, tem muita visão de jogo. Mas não tem 10% do psicológico do Valdivia, que podia ser meio maluco mas não tinha medo de pressão, pelo contrário, quanto mais apanhava e era xingado, mais bola jogava. Lucas Lima é disperso demais, parece não conseguir se concentrar no jogo, não é daqueles caras que vê a bola como um esfomeado vê um prato de comida. Alguém tem que dar uma chacoalhada no cara, bola ele tem, só precisa viver mais os jogos.
  13. Isso me lembra o Marcelo Oliveira escalando o Gabriel Jesus de ponta, acompanhando lateral adversário até o nosso campo de defesa. Matava o fôlego do cara e não rendia na frente. Cuca chegou e colocou ele de 9, e aí todos sabem o resto da história. Treinador pode consagrar ou matar jogador. O mesmo Cuca que consagrou o Jesus, matava o futebol do Borja. Roger ta matando o futebol do Dudu e Lucas Lima.
  14. O que eu tento dizer é que, caso esse time comece a liderar o brasileiro, por exemplo, a pressão em cima deles vai ser muito menor. Hoje há pressão porquê o rendimento do time é vergonhoso, mas em 2016, mesmo liderando o campeonato, havia uma pressão absurda em cima dos jogadores, devido a distância do título brasileiro anterior (94 - 22 anos sem um br), além daquele brasileiro de 2009 onde o time também liderou boa parte do campeonato e no fim pipocou. Se esse time de hoje vier a liderar o brasileiro, não creio que haverá nem metade da pressão de 2016, justamente por ter conquistado um br recentemente.
  15. Ofensivamente até era legal de se ver, mas a defesa dava vergonha. Aquelas linhas altas que o Valentim implantou eram um favor aos adversários.