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  1. Bicho, só de pensar que há exatos sete dias eu vi aquela pelada partida contra o Bahia, ver o time fazendo dois triângulos de passe ao redor da bola e progredindo de pé em pé na saída é um colírio para os olhos.
  2. UOL é uma baita merda de fonte, mas dei um voto de credibilidade porque um dos jornalistas que assinaram a matéria é confiável (Danilo Lavieri): https://esporte.uol.com.br/futebol/ultimas-noticias/2017/10/18/lucas-lima-indica-que-jogara-no-palmeiras-se-ficar-no-brasil-em-2018.htm Segundo a matéria, L. Lima e empresários já avisaram que ele não renova com os sardinhas e fecha com o Palmeiras caso não apareça nenhuma proposta de fora. Longe de termos algo oficial, mas é o primeiro sinal mais concreto de que tem fumaça nisso aí.
  3. Quanto ao Alberto, tenho lembranças claras de modificações sensíveis no jogo do Palmeiras em todas as vezes em que ele assumiu como interino, não me surpreendem essas declarações dele. Após a demissão do M. Oliveira ano passado, por exemplo, ele assumiu o time uma semana antes de um Palmeiras x SPFW e fez aquela tribo de índios que era o time marcar bem dentro do possível, com linhas ajustadas, e até triangular e manter mais a posse, coisas que eram inimagináveis na mão do Gargamel. É muito cedo pra fazer uma análise mais aprofundada da ideia de jogo dele e da qualidade do trabalho em geral, mas é bem claro que ele não é um tampão qualquer que fica apenas distribuindo coletes até o próximo treinador chegar.
  4. Guerra foi o melhor jogador do Palmeiras no primeiro semestre do ano e tem uma capacidade de leitura de jogo e "limpeza" de jogadas que só o Moisés tem no elenco - e a vinda do L. Lima não compensaria isso, visto que esse último é um jogador muito mais de criação e últimos passes que um armador de fato. Livrar-se de um jogador com essa característica em um momento em que devemos pensar em manutenção de elenco e correções pontuais é sandice.
  5. 9 milhões de euros em um jogador de 25 anos, identificado com o clube e peça-chave em dois títulos nacionais? Passa amanhã, Besiktas.
  6. Bicho, a postura do L. Lima no primeiro gol do Vitória hoje foi bizarra, o time baiano se lançando em um contra-ataque rápido nas costas dos volantes sardinhas e ele, que era o meio-campista mais próximo da jogada, volta andando e olhando de longe, à la PH Ganso nos piores dias. Pior é que nem dá pra ter certeza de que ele está fazendo corpo mole porque quer sair do Prantos, porque ele SEMPRE foi indolente desse jeito no momento defensivo. Não sou cego o suficiente pra negar o talento do sujeito, mas é um jogador que eu não considero tão "tiro certo" assim. Mala, um zero a esquerda na marcação e já não produz esse absurdo todo na criação de jogadas há mais ou menos um ano.
  7. Pedindo permissão pra me intrometer na discussão... não vejo isso como uma questão de messianismo ou de atribuir uma importância exagerada ao trabalho do treinador, mas como uma preocupação natural com uma parte importantíssima do conjunto. Concordo plenamente que um bom time nasce da combinação de bons elementos, e é por isso mesmo que o trabalho do técnico não deve ser jogado pra plano de fundo. Da mesma maneira que contratar um técnico bom e dar um elenco medíocre a ele é negligenciar a qualidade do material humano, formar um bom elenco e entregá-lo na mão do primeiro zé que aparecer é negligenciar a gestão técnica, tática e disciplinar do mesmo. Talvez o trabalho de um treinador seja mesmo 1/12 do conjunto da obra, mas um bom trabalho nessa área é tão imprescindível quanto um bom trabalho administrativo, estrutural etc. Daí a importância da discussão.
  8. Excelente, mas a multa deve ser bem alta, Boca sabe que ele já passou da idade ideal pros grandes centros europeus (26 anos) e que é jogador pra dominar a posição lá por anos.
  9. Quase nada de tempo pra treinar e pouquíssima coisa pra avaliar, mas deu pra notar uma preocupação maior do time em manter linhas fechadas na defesa em vez de partir pro encaixe no 1x1, assim como um meio-campo mais "mutante", um pouco semelhante até ao do ano passado, com os 3 jogadores do setor revezando funções ao longo do jogo: qualquer um dos três podia recuar pra fazer a primeira bola e liberar os outros dois pra infiltrar ou dar opção de passe. Execução passou longe de ser perfeita e o adversário não serve muito como parâmetro a essa altura do campeonato, mas parece que o Valentim não está disposto a deixar o time como estava e simplesmente repetir o que o Cuca fazia até a chegada do próximo treinador. Vejamos se é fogo de palha ou se a impressão se confirma e as coisas evoluem.
  10. Faria o Borja meter uns golzinhos em times do nível do Desafio ao Galo no Paulistão e depois se cagar todo na Libertadores? Isso o colombiano já conseguiu sem a ajuda do pofessô, ué. Sério, Luxemburgo é ex-treinador em atividade, bicho. Não emplaca um trabalho sequer razoável há anos, enxerga o jogo de maneira arcaica e individualizada, perde o vestiário por onde quer que passa (imagine ele dando aquelas entrevistas cheias de "eu ganho, os jogadores perdem" por aqui!?) e parece mais interessado nos benefícios colaterais da sua profissão que no trabalho em si. Já foi um grande técnico, hoje é uma caricatura disso. Sou um "filho da fila" e eternamente grato a ele por 1993-1996, mas é melhor guardar isso na nossa história que tentar transportar o passado pro presente e manchar esses feitos. Não fosse assim, já poderíamos tirar o Marcos da aposentadoria pra substituir o Prass...
  11. E o Keno comendo banco há meses porque o Willian precisava jogar aberto, já que não servia pra escorar chutão pra dentro da área...
  12. Enfim, tinha entrado aqui pra comentar que, pelo visto, Valentim enxerga Moisés, TT e B. Henrique como meio-campistas multifuncionais. Estão se revezando nas funções de primeiro homem, infiltrador e até organizador de jogo, cada hora um aparece na frente da defesa pra iniciar a saída e faz os outros dois se projetarem à frente pra dar opção de passe. Interessante.
  13. Bigode fede a gol... que isso! Jogadaça do Keno.
  14. Guedes é aquilo que os ingleses chamam de "one trick pony", jogador de uma jogada só. Abre na lateral pra receber o passe, dá o tapa na frente do marcador e dispara na corrida buscando a jogada de linha de fundo. Tem sua importância quando é bem executada e acompanhada por outros jogadores de meio e ataque, mas também é frequentemente prejudicada pela dificuldade dele em mudar de direção com bola dominada e pela enormidade de passes curtos que ele erra na aceleração da jogada. Quando ele chegou aqui, esse movimento inflava seu desempenho por conta do espaço que abria na jogada individual, mas bastou os marcadores manjarem os defeitos citados acima pra começarem a reduzir o campo de ação dele drasticamente. Longe de ser um pereba ou um inútil, mas é um jogador de repertório reduzido e que não compensa essa escassez completamente com a técnica. E isso, obviamente, não dá a ele o direito de se comportar como se fosse o Robben. Com a cabeça no lugar é bom e voluntarioso, mas metendo a mala, fica só parecendo o Lenny, que diz ter parado de jogar futebol porque todos os seus companheiros de time eram uma merda.
  15. Trabalho do Jair no Faísca é excelente, mas há de se ponderar que raramente precisou propor jogo por lá, e sofreu bastante sempre que precisou. Com o nosso elenco, teria praticamente a obrigação de tomar a iniciativa, controlar o jogo com posse de bola e ser menos reativo. Ou diretoria e torcida aceitam um time organizado defensivamente, mas jogando na transição rápida, ou tenham paciência até ele encontrar o equilíbrio aqui. O mesmo vale pro Mano, caso ele venha - diferença é que ele já formou times capazes de propor jogo, mas muitas vezes o deixa de fazer por conta de estratégia pessoal. No mais, vejo o mercado bem escasso. Luxemburgo é uma caricatura; Abel tem uma mentalidade de jogo parecida com a que foi deixada pelo Cuca, mas não o vejo assumindo outro time tão cedo caso saia do FluC; Gallardo tem sondagens da Europa e do México; Roger vem de dois trabalhos bem fraquinhos nos últimos dois anos; e Fernando Diniz não teria o menor respaldo e confiança da diretoria e da torcida por aqui. Correndo por fora, temos o R. Gaúcho, que não deve sair do Gremio; Milton Mendes, que é bom, mas coleciona inimizades em todo clube que pisa; e Diego Aguirre, que pediu as contas do San Lorenzo mês passado.