ricardo_sep

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  1. Precisei resolver uns pepinos de serviço e não consegui assistir quase nada do jogo. Passeando pelo Twitter, estou vendo gente reclamando de chutão, chuveirinho e da atuação dos pontas. Procede?
  2. Gambás. Tenho um nojo imenso da instituição e da torcida deles em geral, mas isso tem muito a ver com a minha personalidade e com a maneira com que sempre acompanhei futebol. Palmeiras x Corinthians se resolvem dentro do âmbito do futebol, decidem jogos importantes, suscitam raiva em um lado e felicidade e tiração de sarro do outro... a essência de uma rivalidade. Já os bambis me remetem a um sentimento muito pior, que é o da inimizade. Um clube que, desde sua fundação, nutre um desprezo imenso pelas origens do Palmeiras, que sempre tentou pisar e arrotar uma falsa superioridade na nossa cara, que tentou se apropriar do Palestra Itália indevidamente e fez todo tipo de pressão para que nosso clube fosse extinto durante a Segunda Guerra, que teve a cara de pau de esburacar o gramado do próprio estádio para que o Palmeiras não decidisse um campeonato nele, que passou a última década e meia aliciando jogadores nossos por fora, interferindo em negociações nossas por baixo dos panos etc, não pode ser considerado nada menos que um inimigo. Algumas rivalidades ao redor do mundo possuem os dois componentes, a rivalidade futebolística e o ódio (como não lembrar do clássico Old Firm, por exemplo?), mas a nossa rivalidade com os bambis parece ter sido toda construída em cima desse despeito, desse complexo de inferioridade e desse desprezo acumulado por eles do outro lado do muro. A princípio, era um ódio quase unilateral, mas o Palmeiras acabou comprando a briga e a rivalidade pelas incessantes tentativas desse clube escroto de nos incomodar, de nos puxar o tapete, de subir acima de onde deve. Diante disso, concluo com aquela máxima que alguns foristas espalharam aqui no fórum muito bem: torço pra que os gambás se fodam, caiam de divisão, virem chacota, sejam eliminados e percam títulos pra nós. Já o SPFW eu torço pra que feche as portas e vá pras profundezas do inferno. Nota de rodapé: o Santos, pra mim, é tão rival do Palmeiras quanto qualquer outro time de fora do estado de SP.
  3. Emprestado ao Paysandu, onde é titular sem muito destaque.
  4. Mayke e Egídio, sem pestanejar. O primeiro oferece jogada de profundidade e passagem em velocidade ao ataque pela direita o tempo todo, tem um passe curto decente o suficiente pra buscar jogadas trabalhadas e dá pro gasto defensivamente, sendo muito mais eficiente do que parece no combate 1x1, no posicionamento e no jogo aéreo em geral. Além disso, concorre com um jogador que não tem capacidade física e muito menos característica de jogo pra oferecer essa abertura na direita, que já não contribui tanto no jogo por dentro como fazia em 2016 e que, defensivamente, parece um tiozão do churrasco. O segundo nem requer a mesma justificativa, é nosso melhor lateral em 2017 e só não é reconhecido como tal porque perdeu um gol contra o Cruzeiro e um penalti contra o Barcelona de Guayaquil.
  5. Sendo bem justo com o T. Santos, esse jogo contra o Grêmio em 2016 não serve como exemplo das deficiências defensivas dele. O Cuca literalmente exigiu que ele fizesse o que fez naquele jogo: buscar o combate direto a todo jogador que invadisse nosso terço final de campo pelo centro e, assim, diminuir o raio de ação e a mobilidade do Luan e do Douglas, que era uma das grandes armas do Grêmio à época. A estratégia do Cuca pra esse jogo foi baseada na ideia de que não dava pra segurar o ataque adversário marcando baixo e ocupando espaços, só indo pro fight e tirando ao máximo o tempo de reação deles. Tanto é que o Thiago começou o jogo procurando ficar mais posicionado na linha de defesa, dando menos combates, e levou um baita esporro do Beludo. Ademais, dá pra citar de cabeça pelo menos uma meia dúzia de partidas no returno do BR passado e no período do E. Baptista (que trabalhava com marcação zonal) em que o Thiago preencheu perfeitamente o espaço entre as linhas e teve posicionamento defensivo exemplar sem prejudicar o poder de desarme e enfrentamento individual dele - inclusive, a discussão por aqui nessa época do ano passado era sobre como o T. Santos tinha evoluído nesse aspecto e, ironicamente, sobre como o Gabriel Judas tinha voltado de lesão exatamente com essa postura de vaca louca, correndo atrás da bola e abrindo clareiras no meio. Me colocando à parte da discussão "modernidade x antiguidade", também acho que os defeitos do Thiago são estranhamente inflados por boa parte da torcida - não é esse jagunço todo com a bola no pé, raramente desperdiça a posse na primeira saída de bola e espera a aproximação dos meias pra fazer seu feijão com arroz ali e, apesar de exagerar na madeirada em alguns jogos, não costuma trazer maiores riscos ao time (suspensões, faltas evitáveis etc) com isso. Eu não vejo grandes prejuízos em ter ele no time titular, só depende da característica do meio escalado em cada jogo.
  6. até

    Eu tenho certeza de que teríamos ganhado hoje se não fosse o canalha do apito.
  7. Palmeiras precisa acionar esse desgraçado no STJD e buscar todas as providências cabíveis. É jogo pra esse filho da #*&! levar um gancho ou, no mínimo, ficar afastado dos nossos jogos por um bom tempo.
  8. até

    Nem amarelo pro filho da putta do Valdívia fake. Morre, desgraçado.
  9. até

    Como de costume em 2017, Jean e Tche Tche sendo dois a menos em campo desde os primeiros minutos de cada etapa.
  10. até

    E, mais uma vez, esse amontoado de canalhas da galinha paraguaia fazendo guerra contra a gente, descendo a madeira e jogando um jogo de pontos corridos contra a gente como se fosse final de mata-mata. Isso aí é, definitivamente, a Ponte Preta de MG, seja na insignificância/pequenez, seja no ódio contra a gente.
  11. até

    A cada dia que passa eu chego mais perto da conclusão de que árbitros no Brasil deveriam viver abaixo da linha da miséria e levar borrachada da PM toda vez que fizessem um daqueles protestinhos patéticos exigindo "melhores condições de trabalho".
  12. Se essa informação procede, serei levado a pensar que o Mattos está tendo uma abordagem diferente em relação a questões de vestiário em 2017, ao contrário do que fez em anos anteriores. Pra esclarecer, uma comparação com um trabalho anterior do Cuca: no Galo, ele e Ronaldinho nem se olhavam na cara, o dentuço era detestado por parte do elenco, mas ambos "conviviam" porque o Kalil e o Eduardo Maluf bateram o pau na mesa e forçaram a paz entre ambos. Ou o Mattos está tentando uma abordagem parecida, mais enérgica (seja qual for o motivo), e sabe o caminho que está traçando, ou é um tiro no escuro e vai acabar em merda - seja com birra no elenco, seja com o Cuca pedindo o boné. Torcendo desesperadamente pra que seja a primeira opção.
  13. Duvido que tenha desbancado o recorde do Fellype Gabriel. Enfim, confesso que nem sei o que pensar do retorno dele. Está fora do planejamento do time pro ano há tanto tempo que faz até a gente se perguntar qual o papel real dele no elenco atual, e por quanto tempo estará disponível. Tem qualidade de sobra, mas...
  14. Um ponto muito pouco discutido sobre as características do Borja: quem espera que ele seja aquele jogador de comando de ataque que retém posse de bola e a protege de costas está esperando um cavalo falar "miau". Desconsiderando a finalização, o maior atributo do jogo dele é o toque curto e rápido, não necessariamente em direção ao gol, mas que confunde o marcador. Um sem número de jogadas do Atlético Nacional na temporada passada nasceram com a linha de meio deles recuperando a posse de bola e tocando diretamente pra ele, que devolvia quase imediatamente pro meia mais próximo e começava a correr na direção da área adversária. Pode parecer besteira ou coisa de jogador grosso e sem recurso, mas muitas vezes é suficiente pra fazer um zagueiro sair da linha e dar um bote errado, tirar a referência de marcação de um volante etc, e isso conta demais. Era o caso dele no time colombiano - por isso mesmo o Mattos se referiu a ele como um atacante "rompedor de marcação" à época da contratação. Em momento algum na temporada tivemos compactação defensiva e organização no meio de campo suficientes pra executar isso e favorecer essa característica dele, obrigando o jogador a dominar melancias lançadas pela zaga, correr atrás da bola no vazio cercado por 2 ou 3 marcadores e se distanciar da linha de meio no momento defensivo pra correr atrás do adversário mais próximo. O Gabriel Jesus dava conta disso tudo e ainda conseguia produzir perto do seu máximo? Sim, e por isso mesmo ele é diferenciado ao extremo. Borja não é GJ, é estupidez esperar de um jogador exatamente o que seu antecessor fazia. Posto isso, está claro desde o primeiro jejum de gols dele com a camisa do Palmeiras que se trata de um jogador extremamente sensível a pressões extremas e críticas, que coloca um peso muito grande sobre si mesmo quando as coisas não dão certo e que já chegou aqui um tanto espantado com a confiança depositada nele. O fato de pedir umas 45 desculpas pro time sempre que erra uma finalização, a cara de completo desânimo que fazia quando perdia algum gol durante esse jejum citado (e convenhamos, perdeu muitos deles por macumba purinha), o "siempre yo, siempre yo" ao ser substituído contra a Ponte... e pra piorar, parte da torcida interpreta isso como falta de empenho ou "raça" e aumenta a bola de neve - só lembrar que ele saiu vaiado desse jogo contra a Ponte, por exemplo. Agora, fazendo as contas: subaproveitamento técnico e tático + necessidade de resposta imediata ao investimento feito + exigência de adaptação rápida + jogador sugestionável e emocionalmente frágil = ? Não, o cara não é o Van Basten, mas simplesmente tachar o jogador de caneleiro e inútil como se nada disso influenciasse o desempenho dele e ele fosse grosso de nascença é radicalizar demais as coisas - e inclusive, é ignorar o que o melhor treinador da carreira dele (Rueda) avalia nele e o que o cara jogou de bola nos 12 meses (sim, 12 meses - entre Santa Fe, Cortuluá e A. Nacional -, não 12 dias) que antecederam sua vinda. Entendo e respeito aqueles que já perderam a paciência com ele, mas ainda esperar algo a mais dele também é justificável - e ultimamente, parece ter virado consenso por aqui que o jogador é simplesmente ruim e f*da-se.
  15. Ia dizer o mesmo. Em um campeonato em que Dzeko e Immobile fazem mais de 20 gols em uma temporada, o Borja consegue pelo menos uns 10...