ricardo_sep

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  1. Pessoalmente, acho que ele não tem é muita característica pra atuar se movimentando entre os meias, seja em linha de 4 meio-campistas, seja ao lado de um F. Melo ou T. Santos. Não é um bom condutor de bola pra explorar sozinho os espaços nas costas dos meias/atacantes adversários, tampouco é capaz de limpar uma jogada como passador mais recuado, problema que é dificultado pela sofrência do time em dar opções de passe contra qualquer defesa mais ou menos fechada - não à toa, seu melhor momento na carreira foi atuando como volante mais recuado nos lixos, à frente da defesa. Não deve acontecer nada nesse sentido, mas gostaria que testássemos uma inversão de funções entre ele e F. Melo. O primeiro está mais inteiro fisicamente após a pré-temporada desse ano e melhorou seu aproveitamento no aspecto defensivo, ao passo em que o último tem apresentado algumas dificuldades defensivas, mas é capaz de oferecer mais leitura de jogo e um leque mais amplo de passes pra clarear o início da jogada e acionar os meias. Não o sacaria do time titular antes de experimentar isso, até porque as outras opções seriam ou troca de 6 por meia dúzia ou atacariam apenas um dos problemas desse meio - Tche Tche já não acrescenta muita coisa há tempos, Moisés qualificaria o passe mais atrás mas reduziria nossa capacidade de fazer marcação alta pelo meio etc. Talvez, a solução mais próxima disso fosse testar o T. Santos na vaga do Melo e deixar a vaga nesse setor em aberto pra quem se encaixasse melhor ali, mas também acho difícil que role.
  2. Parei de jogar faz tempo, muito mais por achar o jogo em si uma bela merda do que por boicote à RGT. Basicamente, só pontua nesse jogo quem enche o time de atacante e dá a sorte de vários deles fazerem gol na mesma rodada, porque assistências, passes importantes, oportunidades criadas e desempenho geral do fulano em sua função em campo não valem quase nada perto disso. Zagueiro, então, pode fazer partida digna de Sergio Ramos que não passa de uns 6 pontos se não fizer gol de cabeça ou salvar alguma bola em cima da linha. Critério nenhum pra pontuação dos jogadores, ligas superlotadas, vantagem desproporcional pro pessoal que utiliza a versão paga do jogo, um monte de gente mais preocupada com quantos pontos fez nisso do que com o resultado do jogo do seu time... haja saco.
  3. Posso estar me esquecendo de alguma outra ocasião, mas creio que não via o Palmeiras ser tão afanado em um mata-mata desde o fatídico jogo do Roubaldo Aquino. Sinceramente, minha vontade ao fim do jogo era de ver essa equipe de arbitragem inteira ser espancada na saída do Allianz, porque esperar qualquer tipo de punição da FPF a eles é ilusão. O juizão já está prestes a se aposentar e seus auxiliares logo logo estarão no Brasileirão, sem nenhum prejuízo. Não espero nada além de um caminhão de boicotes a essa federação imunda e a esse campeonato de várzea em 2019. Obs: ver gambá comemorando esse título apenas atesta a podridão de quem torce pra esse clube imundo. Vencem títulos na base do assalto e acham a coisa mais normal do mundo, tiram até sarro. Gente que ilustra vários dos motivos de o Brasil ser essa merda que é, sendo representada por um clube que também ilustra tudo o que há de mais podre nesse lugar. Se merecem. Sub-raça maldita, vermes.
  4. Não achei as substituições tão ruins, não. A maior estratégia ofensiva do time era quebrar o balanço defensivo dos lixos com bolas invertidas em cima da última linha deles, e Willian estava matando todas as tentativas do Dudu de executar isso - em várias delas, por sinal, recebeu bola com tempo de sobra pra dominar e ler a jogada e falhou em um ou nos dois quesitos. Keno pedia passagem já no intervalo, até pela facilidade maior em trazer a bola dominada por dentro e procurar o passe na entrada da área. Entrada do T. Santos foi muito condicionada ao cansaço do Moisés na reta final, que começou a sofrer com a movimentação do Sheik no seu setor. Não discordo de que seria interessante ter o Guerra ali na reta final do jogo, tentando manter a bola controlada perto da área dos lixos e diversificando um pouco na opção de chegada na área - em tese, alguém mais passador e menos chuta-chuta da Estrela como Moisés e B. Henrique foram hoje -, mas imagino que o receio de o venezuelano não dar conta de pressionar alto pra estancar os contra-ataques gambás em um jogo naquele ritmo tenha falado mais alto. Acabou optando por tentar ganhar movimentação no ataque com a saída do Borja, o que, embora seja uma substituição de 6 por meia dúzia em termos táticos, é respeitável, muito por conta da partida apagada do colombiano. No geral, o principal objetivo defensivo pra hoje era claramente pressionar os imundos ainda no campo de ataque, imediatamente após a perda da posse, pra evitar a esticada de contra-ataque dos vermes. Cumprimos isso bem por uns 3/4 do jogo - exatamente o motivo do desgaste do Profeta e do B. Henrique, que anteciparam um absurdo de passes por dentro e praticamente anularam Jadson e Rodriguinho, forçando os imundos a buscar a escapada com os pontas quase sempre que saíam da nossa pressão inicial. Mais do que o recuo dos malditos após o gol, isso foi fundamental pra nos manter no campo de ataque praticamente o jogo todo, ainda que tenha faltado calma e organização pra atacar. A crítica maior fica pela falta de damage control mesmo, porque o time se desesperou inteiro no ataque após o gol no início e ele pouco fez pra corrigir a rota. A estratégia de ataque estava lá e era até boa, mas acabou prejudicada pela afobação de vários jogadores e pelo pensamento geral de "toca pro Dudu e reza". Deveria ter percebido isso muito antes e atacado esse problema no intervalo. Embora a ideia de jogo dos lixos tenha ajudado a esconder alguns problemas que o time apresentou em outras partidas (manter o controle na intermediária, por exemplo), não vi nenhum "desastre tático" hoje, muito menos algo que justifique pedidos de demissão. Apesar das oscilações, dá pra notar que temos um modelo de jogo em progresso e algumas estratégias bem definidas dentro das partidas - claro, ainda precisando de ajustes que só o tempo dirá se serão executados ou não. Mas, aparentemente, realmente precisa melhorar no aspecto psicológico/motivacional - algo que foi crítica recorrente nos trabalhos dele no Grêmio e no Atlético-MG, por sinal. Enfim, pra mim, nem de longe foi o principal responsável pela tragédia de hoje. Trabalho ainda está longe de estar maduro, mas isso pesou muito menos que a atuação dos criminosos de amarelo que jogaram a favor da escória hoje.
  5. Espero que as finais do Paulista não "contaminem" o clima pra esse jogo, segredo pra não passar aperto em fase de grupos de Libertadores é se garantir em casa e buscar um complemento nos jogos fora. Já começamos conseguindo esse último contra o Barranquilla, agora é manter o embalo. E esse time do Alianza pode ser competitivo e não é todo bobo, não. Confirmada essa escalação deles citada no tópico, contarão com algumas peças-chave do último título peruano (Hohberg, Cruzado e Ascues) que foram desfalque nas primeiras rodadas da edição atual do campeonato local, além do Garro na LD ou até mesmo na ponta, que apoia muito e pode exigir um pouco do D. Barbosa defensivamente. Em que pese o fator casa, deram um calorzinho no Boca em sua estreia, por exemplo. Concentração total nesse jogo e foco nos 3 pontos primeiro, depois voltamos a pensar no domingo.
  6. Medo? Eu quero é a cabeça de um por um desses vermes do time da escória em uma bandeja domingo que vem no Allianz. Como diria o célebre personagem do Lima Duarte, "vocês não sabem o que é um Palmeiras x Curintia"?
  7. Antes de pensar na final, estou pensando no jogo de amanhã (ou hoje, né). 1x0 está longe de ser uma vantagem muito confortável e, provavelmente, os bagres terão a oportunidade de jogar da maneira que o Jair Ventura domina melhor: deixando o outro time propor jogo e esperando uma oportunidade pra sair a 200 km/h. Um adversário de cada vez.
  8. Maior desafio que vejo no momento é encontrar um meio-termo entre pressionar alto a 200 km/h e jogar com a bunda na parede. Temos cumprido ambas as etapas de maneira mais ou menos satisfatória, mas a transição entre as duas tem sido problemática - e em campo, isso se traduz em uma dificuldade em fazer marcação intermediária, descer as linhas após aquela primeira pressão e se manter organizado na intermediária do campo. Ou recuperamos a bola a 5 metros da área adversária ou a 5 metros da nossa, nunca no meio termo entre as duas - desnecessário dizer a quantidade de contra-golpes e oportunidades de jogadas trabalhadas que perdemos com isso. Nos raros momentos em que o time consegue se manter nesse espaço do campo, acaba faltando balanço defensivo - por exemplo, com o ponta do lado oposto da bola vindo demais pra dentro pra pressionar e deixando as costas livres pra alguém passar ali, receber uma bola invertida e ficar no 1x1 com o lateral. Até a cobertura chegar, o adversário já ganhou campo e empurrou a gente mais uns metros pra trás - daí a sensação de que o time recuou mais que o devido. Vejo bastante coisa boa nas tentativas de propor jogo e vejo evolução tanto na marcação alta quanto na mais baixa, mas tem que acertar isso aí.
  9. Como podem colocar uma "pessoa" com tamanha parcialidade pra votar isso? Sério que em nenhum momento foi considerada a abstenção ou o afastamento dessa cretina desse julgamento? Não é sério, pelo amor... PS: ainda quero ver esse Flumerdense encolhendo e caindo mais de divisão que o Guarani, afundando em dívidas e tudo o mais. Clube imundo, torcida imunda.
  10. Parece contraditório, mas eu testaria o D. Barbosa nesse jogo justamente pelo desempenho absurdo do V. Luís até aqui. Precisamos ver se vai ter disputa efetiva pela vaga ali ou se o Victor vai dominar a posição, além de eu ter uma curiosidade pessoal em ver como o time se comportaria com um lateral com mais jogo por dentro na fase ofensiva, procurando os meias pra trabalhar construção de jogada aos poucos. Claro que há que se relevar o fato de ele estar retornando de lesão, mas mesmo assim, não deixaria de ser um teste. Dracena já tem qualidade testada e aprovada e, em termos de características, não mudaria tanta coisa em relação ao T. Martins, sobretudo na boa saída de bola pelo chão, único teste aqui seria à parte física dele, mesmo. Ainda assim, também acharia válido.
  11. Infelizmente, não surpreende. Jaílson questionou a idoneidade da equipe de arbitragem publicamente (algo que já está rendendo punições ao redor do mundo inteiro, por orientação inclusive da FIFA) e, pra piorar, foi julgado por um tribunal cheio de cretinos votando com a camisa da escória por baixo do terno. Negócio é deixar ele cumprir a punição no primeiro jogo da semifinal mesmo, bem capaz de derrubarem esse efeito suspensivo daqui umas semanas e deixarem ele de fora de uma das finais, caso nos classifiquemos.
  12. Eu ia postar algumas impressões gerais deixadas por alguns jogadores até essa altura da temporada, mas preferi não o fazer por considerar que algumas delas eram meio fortes. Vejamos a reação de elenco e comissão técnica a esse primeiro revés e o desenrolar do trabalho no próximo mês pra ver se elas se confirmam ou não. Contudo, uma que não posso deixar de registrar é a seguinte: passou da hora de o Dudu levar uma enquadrada dos (as) nutricionistas do clube pra pegar leve na marvada, é gritante o quanto atrapalhou ele nesse período preparatório. Nesse ritmo, vai chegar aos 30 anos no pique do Perdigão, ex-Inter.
  13. Bom, com um mês da temporada já corrrido, já registro algumas impressões: 1. Lado direito da defesa vem apresentando um vício que me incomoda bastante, com M. Rocha pressionando alto demais em alguns momentos sem cobertura para tanto. O time perde a bola nesse lado e ele nem espera o balanço do sistema defensivo pra cobrir o setor e estancar o contra-ataque, já corre em cima do adversário com a bola feito um touro bravo. Abre espaço nas suas costas e força TT e F. Melo a dispararem na corrida pra suprir ali o tempo todo. Desempenho defensivo dele, no geral, está longe de ser tão ruim quanto nas últimas temporadas no Chicken Little de MG, mas precisa equilibrar as ações. 2. Na zaga, um equilíbrio legal de características entre um zagueiro rápido e de bom enfrentamento 1x1 (A. Carlos) e outro interceptador, melhorado pelo fato de ambos atuarem bem com linha defensiva. Gosto do que vejo aqui. 3. Com Scarpa ganhando cada vez mais condição física e Moisés voltando, não terá muito mais tempo pra testes no meio, embora também tenha gostado do que vi em alguns jogos. Com a entrada de qualquer um dos dois citados no time, a tendência é L. Lima passar a jogar mais perto dos atacantes e Dudu passar a ser o jogador mais agudo e de profundidade no setor. Isso, por sua vez, o força a repensar o espaço de Willian e Keno no time. É situação a ser vista com a temporada em andamento e que precisa ser bem administrada na parte tática. 4. É perceptível que o elenco em geral está assimilando a ideia de trabalhar com bola no chão, mas é tão perceptível quanto que algumas peças do elenco ainda não perderam o tesão pelo bumba-meu-porco e pela jogada acelerada a qualquer custo. Isso nos faz alternar entre momentos de bom volume de jogo com bola e momentos em que perdemos esse volume e procuramos controlar o jogo sem a bola, se fechando e esperando a escapada em velocidade. Completamente natural pra essa altura da temporada e pelas características do elenco. Enfim, trabalho tem muito potencial, vejamos os ajustes pontuais a serem feitos ao longo dos próximos meses.
  14. Rapaz, só faria alguma avaliação individual hoje se esse fórum se chamasse "Banheira do Gugu Todo Dia". Impossível tirar qualquer conclusão sobre jogador X ou Y atuando nesse pasto.