Leo Basile

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Sobre Leo Basile

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  1. É o tipo do jogo no qual se o Palmeiras entrar com essa postura blasé que até aqui tem sido vista, as coisas devem se complicar, e muito. Me preocupa também desde já saber como nossos atletas irão lidar com a pressão da torcida deles, que fatalmente se mostrará intensa. Aquela partida de novembro passado foi inaceitável nesse aspecto por parte do Palmeiras.
  2. É,... olhe só como são as coisas, início de trabalho, um campeonato medonho em todos os sentidos, seis vitórias em 8 jogos, invencibilidade. OK, o time não está apresentando um futebol vistoso, muito longe disso, mas para alguns menos de dois meses de trabalho já são suficientes para colocar uma pressão do tipo "se não ganhar sábado a paciência acabou". E o detalhe é que iremos jogar um clássico no ninho do arqui-inimigo... Eu acho bastante curiosa a relação absurdamente desproporcional entre a expectativa que se coloca em cima da equipe e o nível de cobrança que passa a haver diante da realidade. É um gap gigantesco: a princípio um deslumbramento monstro, como se esse time tivesse os craques da era Parmalat, do outro, uma impaciência histriônica depois de 8 jogos nos quais se a coisa não anda de acordo com a idealização infantil de um supertime, já é suficiente para querer botar tudo abaixo. É foda...
  3. Joguinho embaçado. Esse Gabriel Vasconcelos é dos gambás e está emprestado para a filial, jogador perigoso e oportunista. Palmeiras precisa atuar de maneira mais intensa, não recuar tanto e algumas peças têm que aparecer mais.
  4. Fica bastante claro que a movimentação dele no aspecto defensivo é deficiente desde que aqui chegou. Como você já colocou diversas vezes, parece jogador de pebolim, e olhe lá, que mesmo os movimentos laterais de cobertura às vezes não correspondem. Por ser um jogador experiente e por ter força física, ele consegue fazer uns desarmes bons no mano a mano, mas na verticalidade, quando mais exigido em termos de velocidade e deslocamento, ele é facilmente batido. Os lançamentos, como o que fez para o Dudu contra o Bragantino, somados ao status de pitbull e o jeito carismático fazem muitos esquecer os erros. Alguns jogos bons em Campeonato Paulista também encobrem situações. Num jogo intenso de Libertadores ou num clássico pegado o estilo de atuação dele pode comprometer seriamente.
  5. Uma coisa que parece não se levar em conta é o potencial de vendas de uma marca tão sem apelo como a Topper. E como é a qualidade do material? Quanto à Puma, há bastante apelo, mas se a qualidade não melhorar 100%, com o tempo, vai desagradar o torcedor. Eu acho que o Palmeiras deveria insistir na negociação com a Adidas até o último milésimo de segundo.
  6. O campeonato em si não preocupa, o Palmeiras já está classificado para a próxima fase. O que deixa a pulga atrás da orelha é saber como o Palmeiras irá chegar daqui duas semanas para jogar a Libertadores. O futebol apresentado até aqui não será suficiente para vencer nem Barranquila nem Guarani fora de casa, aí já pode começar se complicando se não houver melhora. Até lá, PP e gambás serão bons testes. O salto alto é um fator bastante preocupante.
  7. Jogo inútil de Campeonato Paulista, que só vai valer a partir da próxima fase, então tem mais é que rodar elenco, mesmo. Só que de fato o time jogou mal demais, sem pegada, lento, criatividade zero, quase só toquezinhos de lado. Para enfrentar o Linense em casa tem que apresentar muito mais. Que sirva de alerta (inclusive para parte da torcida, que sempre se empolga de modo inadvertido). A meu ver, até agora o time ainda não convenceu, em que pese o início de trabalho. Mas o nível dos adversários foi fraco também. Segue o trabalho.
  8. Não vejo como uma mudança (em relação à qual eu seria totalmente contra), enxergo também como uma experimentação e penso que se mantiverem algo diferente, será apenas na 3a. camisa. Em marketing e comunicação, várias empresas adotam uma parte do logotipo original (ou o mais atual, ou o mais tradicional) para ser usada em determinadas mídias ou circunstâncias. A Fiat faz muito isso. A Adidas mesmo, de forma análoga, mudou seu logo em 1992, mas manteve a flor de lis original, dando a ela a adjetivação "originals", mantida nos produtos com toque retrô. No futebol, mulambos, marias e Vasco também usam nas camisas apenas "partes" dos escudos. Não sou contra isso, pelo contrário, mas entendo os argumentos em defesa da "tradição".
  9. Sim, mas não deixa de ser uma derivação do "P" tradicional, mesmo sendo extraído do escudo atual. Particularmente, eu acho que fica bem bonito. Dá uma conotação clean e retrô.
  10. Eu não faria uma troca dessas nem a tiro! Acho que o Guerra ainda pode ter chances e render muito bem.
  11. Na boa, foda-se o Brasil na Copa! Quero mais é ver aquele lixo do Tite afundar de maneira grotesca!
  12. Você diz isso por conta da premiação? Porque mesmo com os times da Libertadores, nem sempre ocorrem cruzamentos entre esses. Eu considero o BR mais importante, jogando turno e returno (casa-fora) contra toda a elite do futebol brasileiro. E penso que uma competição pts. corridos nesses moldes sempre premia como vencedor a melhor equipe, o que costuma não ocorrer em mata-mata estilo CdB.
  13. Não achava ele ruim, não, sério mesmo. Guardava uns golzinhos de oportunismo naquele time do Marco Aurélio.
  14. O Adriano, que havia sido lançado pelo Zagalo na Portuguesa, não era mau jogador.
  15. Na atual conjuntura acho bem mais difícil. Antes o molusco maldito era presidente e a máquina de corrupção petista estava instalada 100%. Se hoje ainda faltam muitos aspectos consideráveis para ela ser enterrada, a casa já começou a cair.