Leo Basile

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Sobre Leo Basile

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  1. Lamentável! País de merda! Um otário desse judiando do animal à toa e um monte de torcedor com ingresso na mão não conseguiu entrar no estádio.
  2. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk! Quem está mencionado o pofexô pojetu só pode estar de zoeira, não é possível! Boa piada, kkkkkkkkkkkkkkkkkk!
  3. É, quando ele jogava no Goiás eu sempre pensava "pô, esse muleque joga bem, rápido, arisco, goleador...". Mas jogar no Palmeiras é outro papo...
  4. Na boa, o que o Erik já teve de chances não está escrito. Eu acho que a gente tenta se apegar a determinados jogadores que nunca demonstraram nada, só porque teimamos em depositar esperança em função do status quando contratado (Borja) ou porque o cara não joga há um tempo (Erik e às vezes outros). Nesse contexto, apesar da extrema limitação técnica do Deyverson, acho que implicam com ele mais do que seria o normal.
  5. Não acho que o RG seria uma boa, mas concordo contigo 100% em relação ao FM. É altamente deplorável um jogador desse no elenco.
  6. Kkkkkkkkkkkkkk! Pode crer, aceitaria o Renato na hora, kkkk! Um dos maiores absurdos que já vi foi a reintegração do marqueteiro inútil FM, e olha que não são poucos os absurdos em se tratando de Palmeiras!
  7. Não faço a menor ideia! A única certeza que tenho é que se viesse um Luxemburgo, por exemplo, eu certamente desencanaria 100% e deixaria de acompanhar. Um gringo seria a princípio bem-vindo, mas isso passa por uma necessidade de aceitação por parte do grupo e concessão de tempo por parte da torcida que simplesmente jamais existiriam, ou seja, a possibilidade de um cara diferente, com conceitos modernos de verdade, que esteja fora do círculo de mesmice do futebol brasileiro, dar certo, é quase zero.
  8. Cada vez mais, penso que meu papel como torcedor é apenas torcer quando o time entra em campo: ganhou, ótimo, senão, desligo a chavinha e toco o barco. Ficar esquentando com toda a palhaçada que direção, funcionários e jogadores aprontam quando não há gestão capacitada é pura perda de tempo. Bastidor de clube brasileiro é coisa podre. Desde que o Cuca saiu no fim de 2016, passando pela contratação de EB e de alguns reforços que se mostraram equívocos/decepções, até a volta do próprio Cuca e agora a saída deste, o Palmeiras voltou aos velhos e tenebrosos tempos. Tem a ver com a adm. Galliote (leia-se musgambá)... ? Imagine, vamos trocando de técnico a cada 6 meses que uma hora acerta... tentativa e erro...
  9. Não tenho uma única lembrança, mas algumas que foram me moldando como palmeirense. Curiosamente, no ano de 1982, eu tinha 4 para 5 anos e meu avô, torcedor palestrino, tinha um Motorádio vermelho que ficava em cima de uma geladeira amarela da marca Frigidaire (rsrsrs). Nesse rádio ele ouvia os jogos do Palmeiras e lembro de um fatídico domingo no qual levamos uma surra dos gambás (5x1, com três gols do Casagrande). Vi meu avô sofrendo e sofri junto, meu primeiro dia efetivamente como torcedor. Dali pra frente eu comecei a acompanhar futebol mais frequentemente, embora um entendimento mais completo sobre o jogo tenha vindo apenas lá por volta de 1986/87.
  10. Acho que em 2005 também fechou bem. Lembro que o FluC tinha vários pontos de vantagem na disputa por uma vaga na Libertadores e o Palmeiras foi tirando até vencer o próprio adversário na última rodada.
  11. Você colocou algo interessante aí sobre o Ventura. Ninguém nega mesmo que o trabalho é muito bom, mas são vários fatores, de fato, a serem ponderados. As expectativas do Botafogo não costumam ser altas, então, ele tendo entregue algo que foi além, já ganhou status. Mas o clube carioca é como se fosse o quintal da casa dele, um ambiente confortável, com um elenco modesto. Há um determinado contexto favorável. Para ser realmente testado, ele teria que treinar alguma outra equipe grande. Seria o Palmeiras o lugar certo para uma segunda experiência? Por tudo aquilo que sabemos a respeito de como as coisas funcionam aqui, tudo indicaria que não. Aí os mesmos que pedem um nome como o dele, são os primeiros que começam a execrar depois de 2 ou 3 derrotas seguidas... "estagiário", "treinador de time pequeno"... Mesma coisa com relação a técnico gringo, pois sabe-se que é complicado um cara vindo de fora ter aceitação de boleiro brasileiro, tem a questão da língua, o quanto de conhecimento o sujeito possui do futebol daqui, sem falar no histórico, que não é nada indicativo de sucesso, muito pelo contrário. "Ahh, traz o Coudet"... OK, foi bem no Rosário, já no Tijuana... E qual a viabilidade do cara vir trabalhar aqui e o grau de risco? Aí faz que nem o Gareca, que deixou uns argentinos tranqueiras por aqui e não durou 3 meses no comando. Nego vai soltando nomes sem pensar 10 metros ali na frente...
  12. Não há dúvida! O Cuca erra, como erram todos, isso faz parte. Muita gente acha aqui que a gente defende o Cuca e que esperamos que ele jamais possa ser criticado, o que evidentemente não é o caso. Tudo passa pela questão do tempo de trabalho, da necessidade de observar, inclusive e sobretudo os treinamentos (e aí muita coisa escapa ao torcedor). As alternativas existem, cabe ao treinador buscá-las, implementá-las e aprimorá-las constantemente. Apenas acreditamos no Cuca, pelo seu lastro, pela sua capacidade já demonstrada e pela falta completa de opções viáveis em termos de outros nomes. Se chegar uma hora em que estiver escancarado que não há evolução, aí o papo muda, mas por enquanto...
  13. Muito boa postagem! Tenho para mim que o trabalho do Cuca só poderá ser avaliado com mais propriedade se ele ficar, montar o elenco, começar a temporada 2018 e tentar desenvolver o jogo da equipe (isso seria só para maio/abril). Ele tem só cinco meses após o retorno. Além disso, muita coisa aconteceu em 2017: saída de GJ, contusão do Moisés, que está ainda apresentando problemas físicos depois de voltar (nem sabemos se voltará a render em alto nível - contusão seríssima), Jean também com problemas físicos crônicos, Dudu rendendo abaixo, Tche Tche muito abaixo, saída do VH, ZR não aguenta mais (temos que depender do Egídio...) Pega isso tudo e você tem a espinha dorsal de 2016 toda esfacelada.
  14. Torcida morde a isca da imprensa e depois reclama dela. Não dá para entender, mesmo! Querem julgar um trabalho de 5 meses, sendo que em 3 deles o time tinha que jogar 2 partidas a cada 3,4 dias. São esses que a gente vê por aí pedindo Luxemburgo, Felipão, Abel...