O Real Madrid fez campanha aberta contra a arbitragem na Real Madrid TV, muitas vezes mostrando erros dos árbitros logo antes das partidas que iriam apitar começarem.
Não deu em nada. Na real, só os deixou com mais má vontade. Árbitros têm sua própria mafiazinha. Vão se unir pra defender o deles.
É complicado isso aí. Claro que é preciso se manifestar, mas tem que saber como dosar.
Dois exemplos: Abel e Vini Jr. Dois chatos, insuportáveis. Você acha que os árbitros já não entram com uma mentalidade do que vão enfrentar ao lidar com eles? E que vão ter que "bater de frente" com eles?
Acho o Palmeiras um dos times mais limpos em campo, diferente do Vini que é um idiota que se joga e reclama o tempo todo. Em teoria, deveríamos contar com a boa vontade dos árbitros honestos (se é que isso existe). O fator Abel atrapalha um pouco.
Às vezes, sinto vontade de ver a merda sendo jogado no ventilador. Mas, vendo o que acontece na Espanha com o Real Madrid, talvez uma campanha tão ferrenha não seja a melhor estratégia.
A CBF vai levar todos os dirigentes para os EUAS, e também todos os presidentos das federações estaduais, municipais e bairrais. Tudo isso com nosso suado dinheiro.
Cada vez que assinamos um Premiere ou vamos ao estádio xingar o Abel, um percentual do valor vai para os cofres da CBF. 🤢🤮
Na minha opinião, Leila tem ido bem nas críticas à quadrilha, facção criminosa, do STJD. A parcialidade desse arremedo de “tribunal” tem que ir sendo divulgada o mais possível, porque a maior força dos corruptos reside no silêncio omissivo das vítimas. Mesmo que não traga resultados imediatos, água mole em pedra dura tanto bate até que fura. A ideia de que o stjd (em minúsculas mesmo) não é um órgão isento precisa ir sendo martelada na mente das pessoas. A mídia palestrina, principalmente, e muitos lêem nossa postagens aqui, tenho certeza (*), precisa ir encampando essa ideia sem ter vergonha disso. (Claro, sem usar dos termos fortes acima, mas enfatizando a parcialidade de um tribunal que obrigatoriamente teria de ser isento. E não é.
Mas eu ainda iria além, se fosse a Leila. Faria um carnaval, jogaria m… no ventilador. Marcaria reuniões com clubes que desejem debater o assunto arbitragem e punições pelo stjd. Com ampla divulgação na imprensa. Ainda que nem todos os clubes participassem, a repercussão seria enorme.
(*) Muitas ideias que eu e outros colegas começaram a postar aqui, passaram a ser encampadas por canais palmeirenses nas redes.