Vini.Palestra

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Sobre Vini.Palestra

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  1. Sumiu não, pô. Cara fez carreira por lá. Muito melhor do que se tivesse ficado no Brasil. Ia mudar de clube e cidade a cada dois anos.
  2. Pra mim o problema do Borja é a forma como ele foi contratado, como o Rei da América e Substituto do Gabriel Jesus. Ok, foi a forma como ele era noticiado aqui no Brasil. Só que chegou um jogador totalmente diferente do que a torcida imaginava. A imprensa e até alguns "torcedores" usam isso a todo momento pra depreciar o jogador. Ele é um cara que mostrou algumas deficiências que um craque normalmente não apresenta. Só que ele não é craque. As melhores qualidades dele são o posicionamento dentro da área, a força física e a finalização. As duas primeiras passam despercebidas na maioria das vezes e como não foi bem nas finalizações ano passado veio essa chuva de críticas. Agora, realmente, parece outro jogador. Participa mais e melhor do jogo, cria chances de gols com seu posicionamento e força. E inclusive, os dois gols que ele marcou no paulista, foi quem começou as jogadas e o Willian deu as assistências. Se a torcida parar de implicar com o preço pago nele, vai render. Se pegar no pé no primeiro erro, vai afundar. Agora, um camisa 9, no futebol brasileiro, que seja indiscutivelmente melhor do que ele, não vejo.
  3. Meu pensamento vai de encontro com o que você diz, mas, não sei, acho que as situações nunca são tão preto no branco como gostamos de fazer parecer. Como diz um amigo meu, "tá mais pra café com leite". Nem vou entrar no mérito das qualidades de um e de outro, porque pessoal gosta de puxar para o viés político, mas a situação era caótica para os dois e o Nobre foi aquele 5% que conseguiu não entrar nas estatísticas. E deve-se muito ao título da Copa do Brasil, que validou muito do que ele vinha fazendo. "Sorte" que o Belluzo não teve em 2009.
  4. Concordo com bastante do que você falou. Belluzo pegou o clube num cenário que já era extremamente complicado e não deu certo. Como não dá em 95% dos casos em que uma empresa/clube ou qualquer outro ambiente está num ciclo negativo e infestado de erros. E naquele cenário é muito mais fácil errar do que acertar. Só comparar o primeiro e o segundo mandato do PN, onde os torcedores julgam que ele errou muito mais no primeiro do que no segundo período. Acredito que Belluzo se assumisse o clube num cenário pós-nobre, com toda a estrutura e mudança de mentalidade do clube, todo aquele arrojo poderia ser benéfico para nós. Mas, na minha opinião, o que faltou pra ele foi o que sobrou no Nobre - e que falta na grande maioria dos torcedores e de nós brasileiros como um todo. Engolir o orgulho, análise fria do cenário atual, projeção do que deve ser feito e (muita) força pra tomar as medidas necessárias e assumir a bronca.
  5. Por mais que tenha sido uma brincadeira, não acho legal esse tipo de comentário. Soa um tanto quanto arrogante. Poderia MUITO sermos nós no cenário atual que vive o Botafogo. Dívidas intermináveis, bons jogadores deixando o clube pra "brigar por títulos", rivais ganhando 80% dos clássicos com time misto, reserva ou sem nenhum grande esforço. Nós tivemos foi muita sorte do Nobre ter aparecido e colocado a casa em ordem. Em um cenário no qual a chance era mínima. E pra voltarmos ao que fomos de 2010 a 2014 não precisa muito, principalmente se a nossa torcida começar a adotar esse tipo de postura, que remete ao spfc e seu "soberano". Agora olha o estado deles...
  6. Uma coisa é ser patrocinadora e apoiar. Outro momento é emprestar $$ com intuito de receber de volta. Não acredito que passará a ser "melhor avaliado" do que temos feito nos últimos tempos. Qual contratação de 2016 pra cá chegou e não era criteriosa? O mais questionado é o Deyverson, mas que tem mercado lá fora e tinha proposta maior pra mudar de clube na Europa. No caso do Lucas LIma, dizem que a "parceira" investiu 6 milhões de Euros. Ele próximo dos 28. Chega uma proposta nesse valor, o presidente começa a pensar: "Seguro e me viro pra pagar 30 milhões num jogador que já era do clube ou vendo e acabo com esse futuro passivo?" Outro exemplo: o Borja, que custou 11 milhões de dólares. Chega uma proposta de 8, aí o clube vai ter que pesar se vale a pena morrer em 3 e vender ou se segura pra apostar num retorno técnico e valorizar para não dar prejuízo, quando o pensamento deveria ser direcionado única e exclusivamente para dentro do campo. Acho que nós, como clube estabilizado e estruturado não precisamos nos colocar nessa situação.
  7. Ou Seja, Crefisa iniciou a relação com a ideia de que era parceira, que ajudava o clube nas contratações de olho apenas nas conquistas e na exposição da marca. Agora, se o clube contrata e o jogador não é vendido, temos que devolver o dinheiro. Isso cria três situações problemáticas a meu ver: 1. Cria-se uma pressão instantânea para negociar qualquer jogador que teve o dinheiro da Crefisa e esteja em ótima fase. Pois se acaba e o jogador perde espaço e é negociado por menos do que pagou, o clube terá uma dívida. Imagina no caso das grandes contratações que também podem dar errado. 2. Clube fez um esforço supreendentemente grande para se livrar das dívidas com PN e, na primeira oportunidade, se compromete muito estranhamente com a Crefisa. Esse movimento indica uma preocupação da parceira com as eleições e possível candidatura da oposição. Essa disputa por espaço vai criar um ambiente extremamente instável no clube. 3. A Crefisa passa de patrocinadora e apoiadora do clube a credora. E isso muda MUITA coisa. Não vejo como pode ser benéfica essa mudança, principalmente tendo a ideia partido de dentro do clube. Claramente a preocupação nessa mudança não foi pensando 100% no clube. Antes estava ótimo. Com a mudança corremos um risco desnecessário. Virou um modelo com traços da "parceria" DIS/Inter.
  8. Não. Quando um jogador consegue rescindir o contrato na Justiça, é a mesma situação quando acaba o contrato. O jogador e os empresários ficam com 100% dos direitos, que é o que foi negociado com o Palmeiras.
  9. Isso é muito importante reparar na montagem dos titulares. Muita gente falando no trio Dudu, Lucas Lima e Scarpa, só que o time perderia o jogador responsável pela infiltração em velocidade e bolas longas. Dudu há uns dois anos que é muito mais um ponta que vem pro meio do que aquele velocista que se destacou no Grêmio jogando perto da linha lateral. Pode ser que se readapte novamente.
  10. Não sou contra o Patrocínio da Crefisa, muito menos nas ajudas que ela oferece pra poder contratar alguns jogadores. A questão não é essa. Há de se ver pelo outro lado. Se a Crefisa condiciona o seu apoio única e exclusivamente a uma não reeleição do Nobre, que gostando ou não foi o presidente mais competente das últimas décadas, não consigo ver como algo benéfico. Uma coisa é ela declarar que o Galliotte - ou outro candidato - terá o seu apoio por não concordar com x,y ou z. Mas quando diz nas entrelinhas que "se o Nobre ganhar, eu saio", só mostra que o clube não é o que mais importa pra ela. Então que se comporte como uma patrocinadora e não como uma parceira do clube! Sério que precisamos aceitar o patrocínio da Crefisa a qualquer custo? Porque essa é a realidade que tomamos pra nós quando pensamos e achamos melhor a chance de não ter um presidente competente no comando por conta de um patrocínio master.
  11. - Ela deprecia o clube no momento em que induz a pensar que ele só possui capacidade de investimento se houver a sua ajuda. Deprecia quando omite que libera o dinheiro para contratação de jogador em troca de propriedades de mídia como Tv do Clube, nome do Centro de Treinamento, logo na maca móvel, imagem dos jogadores pra comercial da FAM e muitas outras coisas - Deprecia no momento em que chama o atacante de maior renome do time de "quinta categoria". - Menospreza quando fala que se não quiser a "ajuda" e leva a empresa pra um dos maiores rivais fora de SP e principal concorrente ao título naquele momento. - Ela cospe na história do clube ao se aliar a um dos maiores cânceres da SEP pra conseguir um papel pra poder concorrer ao conselho. Em 3 dos 4 momentos que citei, o clube foi depreciado a imagem dela elevada. Tá bom ou quer mais?
  12. Vai reduzir pra quanto? Diminuir pra 1.8 é redução e mesmo assim impossível de se pagar. O Mattos estar em contato com um jogador - O Goulart, no caso, mas vale pra qualquer situação - não garante a negociação, muito menos de que o Palmeiras terá as melhores condições de negócio. Eu posso falar que acerto informal é o Mattos combinar com ele de que se conseguir a liberação vai ouvir o Palmeiras. Óbvio que o Mattos sabe das condições do negócio e vai brigar pra viabilizar isso, dentro da medida do possível. Só que acho muito difícil estar tão avançada a negociação ou que seja simples como muitos tentam fazer parecer.
  13. Só 2 milhões de reais por mês você quer dizer né... Clube nenhum no Brasil tem condição de pagar isso. Tô pra falar que metade disso já é inviável.
  14. Sem desvirtuar o seu comentário, mas fazendo um adendo importante: Falar que a Tia Leila não contratou ninguém, como se a Crefisa fizesse isso diretamente é uma das maiores inverdades que falam da SEP na mídia. Inclusive, a multa de mais de 30mi que tomaram foi por causa disso, da dona Leila forçar a barra pra dizer que a Crefisa contratou x e y. Lógico que o dinheiro veio deles e foi absolutamente importante nas contratações. Mas o Palmeiras ofereceu diversas propriedades de Marketing em troca desse dinheiro. Propriedades meião, número das camisas, naming rights da Tv Palmeiras e mais uma penca de coisas, como a imagem dos jogadores que participaram da campanha de Vestibular da FAM e outras ações. E dito isso, me deixa muito feliz o clube ter ajustado o time pra 2018 sem precisar da ajuda da Crefisa. Esse tem que ser o caminho, salvo raríssimas excessões. Primeiro porque senão qualquer contratação nossa se inflaciona (só ver quanto o Sport pediu pelo DS e por quanto foi para o SPFC) e porque cria uma pressão desnecessária de quem "pode comprar tudo" a qualquer momento.
  15. É bem por aí mesmo. A ideia não é ter um treino revolucionário. É condicionar o atleta pra executar a função dele no automático, com o menor tempo de resposta possível. Porque meio segundo que pensar pra fazer, o outro time fechou o passe ou roubou a bola. Guardiola aprofunda mais do que isso. Mas tem a sua base nos hábitos, principalmente com relação a posição, coisa que o Roger tem cobrado muito nos treinos. Se acontecer X, você posiciona aqui. Se acontecer Y, vai pra lá. O livro "O poder do Hábito" fala muito disso. Inclusive com um exemplo bem legal da NFL.