Palestra-Italia

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  1. Das duas uma. Ou você é o Nathan ou simplesmente não assistiu nenhum jogo do Palmeiras em 2016. Thiago Martins (17) só fez menos jogos que o Vitor Hugo (30+) na campanha do titulo brasileiro. Procura buscar alguns tópicos sobra atuações individuais em jogos que o Thiago Martins participou, não foi apenas elogiado como foi apontado como substituto natural do Mina, tudo isso pela sua qualidade técnica acima da média entre os zagueiros. Thiago Martins se destacou por ser um zagueiro que não dava passe para o lado (Quem fazia era o Vitor Hugo), quando tinha liberdade funcionava quase como um volante, fazendo a saída de bola sempre com qualidade. Você pode achar o Thiago Martins ruim, respeito sua opinião, mas agora o que descreveu sobre o jogador não reflete nem um pouco a realidade. Criticou talvez a maior qualidade dele. Digo novamente e com todo respeito, ou você não assistiu os jogos ou não entende nem o básico de futebol.
  2. O primeiro gol descreve a atuação do Palmeiras no jogo. Willian recebe de frente para o gol, era só chutar cruzado de direita e correr pro abraço, ao invés disso tenta uma finalização improvável de esquerda e fura a bola. No rebote do escanteio a bola era toda do Dudu, que esperou a bola sair pela lateral e não viu (Ou fingiu que não viu) o Sidcley chegando. Na sequência o Ribamar sai de frente para o Prass (Esse o menos culpado), que mais uma vez fica de bunda no chão antes mesmo da finalização.
  3. Improvável. Palmeiras já informou que conta com ele no elenco principal para o ano que vem.
  4. E pensar que o Yan (Que já era o principal jogador na base do Vitoria) chegou ao Palmeiras por empréstimo com passe fixado e em troca cedemos o Cleiton Xavier. Yan se destacou e o Palmeiras adquiriu o passe (Ou ainda vai) do jogador. #*&! negocio.
  5. Ele tentou levar o Allione para o Grêmio pelo menos umas duas vezes. Não chega a surpreender a notícia.
  6. Fabrício destoa do resto do time. Não acompanha o raciocínio.
  7. É bom demais ver o Alan jogar. Outro que joga muita bola e acaba passando despercebido por conta de todos os holofotes estar no Alan, é o Tomás.
  8. Bem-Vindo e boa sorte. Se diz um estudioso mas no Atlético-MG mostrou que a unica coisa que estudou foi o vocabulário, entrevistas a lá Rogerio Ceni, cheio de números e palavras que sequer existiam para explicar o básico. Espero que nesse tempo que ficou parado tenha de fato estudado o futebol e, não como levar a imprensa a loucura. Enfim, entre as opções era a melhor.
  9. Você percebe o quanto o time foi mal quando Deyverson que entrou próximos aos 40 minutos e o Guerra aos 47 proporcionaram as melhores oportunidades do Palmeiras no jogo. Um chute de fora da área e duas cabeçadas do Deyverson originadas pelos escanteios bem batidos do Guerra, aliás, os únicos bem batidos no jogo.
  10. Continuo achando um técnico promissor, com boas ideias, mas a verdade é que no momento não tem condição alguma de treinar o Palmeiras. O atacante do time fez quatros gols nos últimos dois jogos e volta para o banco de reserva. Entendo que o momento do Borja também era de evolução, mas o mais justo no caso seria manter o Deyverson. Promove alterações em apenas duas ocasiões: 1- Quando o time esta vencendo já na reta final do segundo, a substituição protocolar. 2- No momento em que o time toma o gol. Não sai em nenhum momento da zona de conforto. Resta saber se é por medo de fazer uma substituição drástica, ou por saber que não será efetivado. Um Dudu que parecia jogar freestyle, quando o passe era mais adequado. Keno que errou tudo que tentou. E ambos não só voltaram para o segundo tempo, como jogaram os 90 minutos. Moisés que voltou recentemente de cirurgia e visivelmente desgastado fisicamente atua quase a partida inteira. A entrada do Guerra para jogar três minutos foi covardia (Pelo menos aprendeu algo trabalhando com o Cuca). Qual era a pretensão dele com essa substituição ? Não tem sequer um plano B, ou as coisas funcionam do jeito dele ou esquece. Não testou uma formação diferente, sempre as mesmas substituições padrões.
  11. Esse foi o grande problema do Palmeiras e nem tanto a questão individual. Estamos no terceiro técnico no ano e cada um deles tem uma visão diferente do futebol. Estamos em novembro e só agora temos uma perspectiva de melhora, algo próximo de um time, antes tínhamos onze caras correndo atrás da bola. Como vou cobrar algum rendimento do Borja se antes a função dele era correr atras de zagueiro. Nosso zagueiro pela esquerda é escalado basicamente para cobrir as cagadas do Egídio, joga os noventa minutos no risco. Guerra veio de um time organizado, chega aqui e o jogador mais próximo dele está do outro lado do campo. Nesse caso não tem nome que dá jeito, pode colocar Hernanes, Luan, Scarpa, Lucas Lima e os problemas continuariam o mesmo. Erro que Palmeiras, Atlético-MG e Mulambos cometeram durante o ano. O time esta mal ? Trás Valdívia, Marlone, Roger Bernado, Bruno Henrique, Deyverson, Everton Ribeiro, Geuvanio, Diego Alves que resolve. Não, não resolve, o problema irá continuar só que agora com nomes diferentes, não atoa os três times está no terceiro técnico no ano. Resumindo, se você não sabe o que quer do futebol no ano, com que estilo de técnico o clube vai trabalhar, ficar trazendo peças, seja elas de nomes ou promessas não resolvera o problema. Em um time organizado você potencializa as qualidades do jogadores, num catado você escancara os defeitos. Basta ver os Gambas, que não importa quem joga na primeira linha de quatro o rendimento continua semelhante, cansaram de consagrar zagueiro assim. E sobre jogador dar certou ou errado é uma questão mais ampla. Por exemplo, Hyoran deve ter cinco jogos no ano e sempre entrando na fria, como que eu faço uma avaliação nesse caso ? Juninho assinou por cinco anos e depois de vinte jogos já não presta. Se jogadores já consagrado/adaptado no clube como o Prass, Edu, Dudu, Mina, Moisés, sofreram no ano, imagina o jovem que acabou de chegar. Por isso acho injusto fazer essa avaliação tão precoce. Se o Dudu tivesse sido contratado esse ano, a avaliação seria que ele não serve para o Palmeiras, não decide jogos, some em clássico e etc... quando a realidade é totalmente o oposto.
  12. Geralmente gosto das suas opiniões, mas desta vez você se contradiz tanto que fica até difícil de entender. Precisos de um titular absoluto, jogador consagrado, mas as contratações do Felipe Melo, Guerra e Borja foram dinheiro jogado fora. Chega de promessas, temos que trazer alguém para o lugar do Mina (Opa, esse chegou como promessa). Emerson Santos que sequer chegou,não serve porque segundo suas aliviações,ele não tem qualidade ? Ou não presta porque é apenas o Emerson Santos do Botafogo ? Vamos trazer o Felipe Santana, jogador de UCL. Mas ele foi mal no Atlético-MG, então deixa queto. Resumindo sua opinião, devemos trazer apenas jogadores consagrados e que dê certo, caso contrario, deixa quieto. Não vamos contratar promessa, exceto, as que chegam e vingam. Você quer 100% de acertos nas contratações, isso eu também quero, o Mattos, Leila,e todos torcedores querem. Agora fazer uma avaliação em cima disso não tem nem como argumentar.
  13. Tem momentos que o Dudu parece involuir. No Grêmio era um ponta rápido, habilidoso e que pecava nas definições das jogadas. Nada diferente do que se encontra na maioria dos clubes. Cresceu um absurdo após o Paulista 2015. Parou de abaixar a cabeça e tentar driblar três ou quatro, virou um jogador mais cerebral, quase um meia pela esquerda. Tinha estrela em jogos importantes, fazia gols em clássicos, quando o natural é que um jogador jovem sinta esse tipo de jogos. O Campeonato Brasileiro de 2016 foi seu auge no Palmeiras, assumiu de fato o protagonismo do time, virou um líder técnico e evoluiu o único ponto que faltava, o psicológico. Esse ano por muitas vezes voltou a ser aquele jogador do Grêmio, busca fazer filas quando a melhor jogada é o passe, voltou a dar chiliques com a arbitragem. E se brilhava em clássicos, agora pilha demais e acaba prejudicando seu rendimento ou faz um jogo frio, displicente, ao ponto de eu não esperar nada do melhor jogador do Palmeiras contra o maior rival. Não é nem de longe o maior problema do Palmeiras no ano, mas por tudo que fez nos anos anteriores, esperava-se bem mais do Dudu em 2017.
  14. Hoje não da pra defender o Keno, não Não gosto desses termos "cagão", "pipoqueiro" e etc... Mas o Keno estava visivelmente assustado, teve dois lances que a bola passou ao seu lado e ele sequer conseguiu correr atrás tamanho estado de choque. Se tivesse saído ainda no primeiro tempo não seria nenhum absurdo, o problema foi quem entrou no seu lugar. Foi de longe o jogador que mais sentiu o jogo, estava claramente incomodado com o peso do jogo e a pressão da torcida. Foi vergonhoso.