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Exagerado

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  1. Prass, grande goleiro. Veio ao Palmeiras com a difícil tarefa de ser comparado ao ídolo intangível Marcos. Funcionou. De tão bom, conseguiu ser elogiado pela torcida que tem o Santo como régua. É certo que Fábio, Deola e Bruno ajudaram para quebrar o cristal. Não precisaria muito para a torcida voltar a respirar. Voltou e ainda sorriu. Depois gargalhou. Viva 2015!!! Comemoramos título com gol de goleiro. Parabéns Prass, mas agora siga a sua trajetória. ------------------------ Mais disso é querer criar polêmica onde não existe. Passamos 2019 inteiro lamentando pelos contratos de gratidão e precisamos de 2020 também para aprender algo? Simples. Ficou o Jaílson por ser mais barato e também um bom goleiro. Será o terceiro reserva, já que precisamos testar e preparar o Silvestre para o futuro. Respeitar a história do Prass é permitir que ele siga o caminho dele e encerre a carreira em um time que permita a regularidade da titularidade. Aqui ele não teria isso. Foi o melhor para o Palmeiras e para o jogador. Esqueçam um pouco a tarefa árdua de julgar e condenar a todos por qualquer fato. Cansativo demais isso. Curtam a despedida.
  2. Já comentamos sobre os lotes de exploração dos benefícios previdenciários que a Crefisa arrematou? Ela foi a maior vencedora em termo de público alcançável. Não interesse nenhum pouco ao nosso patrocinador deixar o Palmeiras agora. Eles venceram justamente a capital paulista, mas perderam a grande SP. Salvo engano levaram o Rio de Janeiro inteiro. Seria o caso de apertar um pouco mais a Crefisa, pois sabemos a força que é expor o nome em nossa camisa? Eu penso que é um bom momento para renegociar os termos da dívida e até melhorar o aporte de dinheiro. Não pode deixar morrer a ideia de a Crefisa ter capacidade de oferecer o maior patrocínio das Américas e num só tempo se mostrar uma empresa vinculada a vencedores. Para isso precisamos de títulos. Acho o Galliote pouco ambicioso com relação a Crefisa. O sucesso do patrocinador e do time devem caminhar juntos. Foi uma bela bola fora abrir mão da dívida equalizada com o Paulo Nobre para renovar por outro em condições menos favoráveis. Acho que chegou o momento de realizar os valores emprestados, por meio da venda de jogadores que servem de garantia para a dívida, conseguindo um desconto da diferença. Além disso, podemos negociar jogadores de maior custo, desde que a Crefisa se responsabilize pelos salários acima do teto. Isso será bom para a marca deles. Sem contar que o ensino a distância é um caminho sem volta, que teve ampliada a regulamentação pelo governo e favorecemos muito eles. Chegou a hora de botar a Leila nos holofotes novamente e aproveitar a gana dela por reconhecimento e tirar mais dinheiro. kkkk O problema: eles migrarem o patrocínio para o Vasco passou a ser um risco real, pois como eu disse, venceram no Rio tb. Apesar que nossa representatividade nacional e a cidade de SP sozinha tem 13 milhões de habitantes (entenda-se, o custo de agências e correspondentes será bem menor, já que no Rio eles precisam atender o estado todo). Num queria, mais acabei mandando "textão". Estou tentando me policiar. kkk Já ia falar da Puma e a importância deles colaborarem com a contratação de jogador com visibilidade internacional, já que buscam explorar nossa marca em todo mundo com exclusividade. Parei. O cerne do que eu queria dizer em menos palavras: Galiotte, seu careca sem vergonha (rs), põe a cabeça para funcionar e aumenta a renda em cima de quem pode pagar. "Páááárrraaa" de cobrar caro da torcida e não oferecer o que promete. Nem todos podem pagar e vamos perder torcedores pelo caminho.
  3. Eu escolheria o Gareca. Ele merece uma nova chance e disse que tem interesse em se provar. Seria um fato novo para resgatar os palmeirenses que estão ficando pelo caminho. A torcida ficou muito doída com esse ano de 2019. Não que tenha sido terrível. Definitivamente não foi uma tragédia. O problema de 2019 foi transformar em farelo a nossa expectativa e ainda ver os flamenguistas vivendo o nosso sonho. Era para sermos nós nessa p o r r a toda. Não sabemos como vai ser daqui para frente, em especial pela queda de arrecadação que tende a se aprofundar com a manutenção do Mano Menezes e esse nivelamento por baixo.. kkkk Além de ser bem ofensivo, o Gareca ainda tem o tesão de querer se provar, assim como era o Luxemburgo no início dos anos 90. Ele também tem bom conhecimento no mercado sulamericano e pode revelar gratas surpresas, como foi o Mina (apesar que não foi ele que trouxe e o Mina já tinha certa visibilidade quando chegou). O argentinos que ele trouxe, apesar de não terem agradado tanto (exceto o Cristaldo que toleramos), não causaram prejuízos como Borja, Cadu, Deyverson. O Gareca tem tudo para elevar nossa moral. Porém, somente ele não basta, temos que trazer jogadores para dividir o protagonismo com o Dudu e que não estejam em final de carreira convivendo com departamento médico (difícil heim?).
  4. Longe de mim dizer que o Tele Santana era retranqueiro. Ele era estrategista, tanto quanto o Luxemburgo, e sabia que não poderia jogar de igual para igual. Em 93 e 94 digo sem medo de errar. O São Paulo jogou os dois anos no contra-ataque. Isso não é demérito nenhum, pois o Palmeiras era muito superior aos demais. Apesar disso, o Tele conseguiu equilibrar os duelos. Não porque jogava como qualquer outra partida, mas pq tinha respeito e organizava a defesa deles. Quem se atreveu a atacar aquele time, em jogo franco, tomou vareio. A diferença era mais gigantesca do que o Flamengo hoje em dia. O time do Palmeiras naquele ano, com diversos jogadores cedidos para seleção, fez partida amistosa contra a Colômbia, sensação da época após golear a Argentina e cotada para o Mundial, e conseguiu empatar. Nem preciso assistir novamente. Minha memória afetiva desses jogos é o que basta. Quem viveu, viveu!
  5. Opa, opa, opa. SP em 93 e 94 jogava defensivamente contra o Palmeiras, somente no contra ataque e fazendo toda a catimba do mundo, inclusive para forçar sempre no Edmundo que era explosivo demais. Um verdadeiro animal na época. Na Libertadores de 94 foi o ápice. O Palmeira massacrou e acredito que o Zetti teve uma das maiores atuações de um goleiro na história. Eles acabaram vencendo o confronto da volta com as arrancadas do Euller, mas somente depois que acabou o gás do Palmeiras que havia retornado de excursão do Japão. O Palmeiras de 94 tinha chances concretas de ser campeão da Libertadores, senão fosse o Mustapha. O SP era o que menos importava, não fazia frente.
  6. Não existe nada que não possa ser melhorado. Porém, convenhamos, os jogadores que ficam por aqui são burros demais. Peço perdão pela franqueza, mas evolução tática depende da capacidade intelectual de cada um ou dom. Organização tática requer, para além de correria, disposição e "ginga", raciocínio lógico. Falta essa capacitação ao brasileiro. De modo geral, pela péssima educação oferecida ao povo de massa e até nas escolas particulares. Não é piada, mas veja as decisões que o Deyverson opta durante as partidas. Será que algum treinador orienta aquelas respostas do Deyverson? Claro que não, ele somente externa as limitações de raciocínio. E não podemos nos enganar, as pessoas buscam fazer o melhor que podem. Dificilmente alguém deixa de entregar porque não quer, quase sempre é porque não pode. O problema que para a maior parte das pessoas, isso simplesmente não é suficiente para atingir as expectativas. Em outras palavras, não desconsidere a limitação humana como fator importante para a falta de desenvolvimento. Como eu disse, aqueles que possuem o dom apurado, já que sofrem com o mesmo sistema de ensino precário, são coaptados cedo. Os que ficam sabemos como não funciona. Prova da burrice e amadurecimento tardio dos jogadores brasileiros é que o artilheiro do campeonato nacional sucumbiu na Inter de Milão (Gabigol), justamente pelo argumento que não obedecia o sistema tático. Provavelmente, com o aprendizado de mais dois anos possa voltar para a Europa. Ontem foi expulso e saiu fazendo gesto para a torcida adversária. Sei não, está se esforçando para ficar no Brasil. É inadmissível que um time com o grau de investimento do Palmeiras tenha como único recurso o excelente Dudu. Ele é o ponto fora da curva no time. Se disputamos o vice campeonato é mérito individual dele e do Weverton. Nada além disso. Pode adotar as melhores técnicas e táticas europeias com o nosso catado que eles continuarão a borrar as calças. No fim, seu ponto de vista sobre a necessidade e possibilidade de melhora está correto, mas sem capital humano esquece a evolução. O Palmeiras até pode ter situação financeira melhor do que a média, mas não o suficiente para trazer jogadores que elevem o patamar. A maior parte das sugestões da torcida são irrealistas. No fim, continuaremos a pagar caro por jogadores medianos para ruins. De toda forma, não posso superar a constatação que a nossa seleção, apesar de ser formada por jogadores que atuam há muitos anos na Europa, alguns considerados "craques", sofre demais com a parte tática. As respostas são difíceis para entender isso. O mais fácil é admitir que a era Tite, felizmente, acabou. Jorge Jesus para treinador da seleção! Por fim, penso que você forçou um pouco na comparação com o futebol argentino. Nisso discordei bastante. Faz muitos anos que existe uma concentração de forças naquele país. Tira Boca e River, adiciona um terceiro time cíclico e faz o caldo. O resultado será uma lama fétida e com muitas interferências extra futebol, desde arbitragens duvidosas, passando por doping de jogadores não testados, até o domínio político da Federação Sulamericana. Não dá para comparar, por enquanto, com a realidade brasileira. Com a insistência Global em privilegiar um ou dois times, logo teremos cenário parecido. Caminhamos com vontade e a passos largos para a piora do futebol e pagamos caro para isso. Logo mais, os dois times da emissora monopolizarão as vitórias no continente, mas faltará sempre a abundância de dinheiro e competidores a altura para elevar o nível e enfrentar em condições de igualdade o poderio dos europeus.
  7. Sim, está tudo certo. Porém incompleto. Não podemos desconsiderar a força financeira do mercado comprador. Em qualquer competição, somente evoluímos se temos adversários a altura. Aprendemos isso já na escola. Podemos fazer parte do time titular da sala de aula nos campeonatos internos e mesmo assim não fazer parte da equipe do colégio. Se faz parte da equipe do colégio, talvez não seja suficiente para ser chamados para seleções estaduais. E assim por diante. O mesmo acontece em relação ao desempenho escolar em outras matérias. Nada adianta ser o melhor aluno em um escola mediana ou ruim quando for disputar a vaga em Universidades contra alunos dos melhores colégios. É igual no trabalho. Posso dominar o mercado local vendendo um ventilador a R$ 50. Porém, nesse preço, jamais competirei com os chineses fabricando produto similar por R$ 4,99. Se a América do Sul perde os melhores jogadores antes mesmo dos 20 anos, os que ficam por aqui não são suficientemente competitivos para elevar o nível dos rivais. IIustrarei com outra modalidade esportiva. Ayrton Senna e Prost são lembrados até hoje pela capacidade deles. O Schumacher foi sensacional, mas sempre associamos as vitórias dele ao excelente carro da Ferrari. Sem o carro muito acima dos demais não existiriam os sete títulos. O Hamilton logo vencerá o sétimo ou oitavo mundial. Continuaremos a lembrar do Senna e do Prost como pilotos insuperáveis e o Schumacher será uma lembrança como foi Juan Fangio. Sim, muito bons, vencedores, mas longe de serem tidos como os melhores. O adversário te torna melhor e perdemos isso pela maior capacidade financeira europeia. Talvez, mesmo com uma administração melhor do futebol, em terras brasileiras, continuaríamos atrás dos europeus, por falta de concorrentes que permitissem elevar o nível de disputa.
  8. Óbvio que o Palmeiras deve ampliar a atuação esportiva, inclusive em relação aos e-sports. Sobre o assuntos os colegas já mencionaram quase tudo que penso: 1 - Necessário que a ampliação obedeça projetos claros, autossustentáveis financeiramente e que evidenciem o espírito vencedor do Palmeiras. Isto é, não basta competir, tem que buscar as vitórias; 2 - Há grande possibilidade de fortalecer o sócio torcedor. O Allianz Parque se tornou muito caro e afastou boa parte da torcida que possui renda menor. Todos os palmeirenses são importantes. Aqueles com dificuldade em comprar ingressos por R$ 100,00, poderiam curtir partidas de futsal ou basquete por R$ 5, R$ 10 ou R$ 15. Talvez, já nos planos básicos, o sócio torcedor e acompanhante poderiam ter acesso gratuito para algumas modalidades. A arrecadação viria de produtos como bebidas, comidas, lembranças, sorteios etc. Eu, particularmente, gosto bastante das disputas de atletismo. São muito dinâmicas e nas arenas esportivas sempre tem alguém disputando as vitórias por segundos ou centímetros. São bastante envolventes e inspiradoras. Exploramos mal comercialmente essas modalidades individuais no Brasil. Potencial gigante para aproximar as famílias. Aliás, o brasileiro de baixa renda tem pouquíssimas opções de diversão. Não temos tradição em lazer cultural. Os museus, teatros e shows são todos elitizados. Igualmente em relação as atividades físicas, pois faltam locais acessíveis e seguros. Os parques, via de regra, são próximos a locais onde existe população com maior renda e o acesso por ônibus não motiva. Por fim, o futebol monopoliza as atenções. O que sobra ao trabalhador de baixa renda é o boteco, os shoppings periféricos, a internet enraivecida com as redes sociais e as novelas e seriados. Não tem como se manter saudável de corpo e mente dessa maneira. 3 - Por fim, não fazemos ideia das mudanças que a tecnologia trarão para a humanidade. Entrar nos e-sports pode significar a própria sobrevivência do Palmeiras. Diferente do que o colega disse acima, E-sports são e serão muito mais do que LOL. Mercado que a todo dia se torna mais valioso. ------- Nessa linha dos e-sports e o futuro, vou lançar outra polêmica: O Palmeiras deveria sair na frente e promover estudos para uso da tecnologia CRISPR, já que não existe regulamentação suficiente no Brasil? Exemplo: sabemos que o Alanzinho tem muito talento desde os 16 anos, mas o tamanho físico não seria auspicioso para competir profissionalmente. Nesse caso, seria conveniente o Palmeiras, com a autorização do jogador e da família, buscar, sigilosamente, a modificação do genoma dele, a fim de termos um jogador com as características físicas do Lukaku, a velocidade do Bolt, habilidade nata do Alanzinho e baixíssima probabilidade de sofrer lesões independente do número de partidas disputadas no ano?
  9. Fique a vontade para discordar de mim sempre e debatermos eventuais divergências. Não é necessário polidez ou desculpas. Aliás, concordamos, não é mesmo? Eu tenho visto defesas transloucadas da base sim e elas acontecem há algum tempo. Os assuntos tratados na internet são intensos, convenhamos. rs. Porém, hoje, fiquei satisfeito de participar desse tópico, pois a maior parte dos comentários foram ponderados sobre a base. Estamos num bom caminho. Inequívoco, apenas, é a necessidade de aproveitarem melhor os meninos. Isso depende deles fazerem por merecer e provar que possuem condições de suprir o nível de exigência para estar no Palmeiras.
  10. Pensei e não tenho dúvida que o ideal seria identificar e aproveitar jogadores da base. Por exemplo, acredito que o Matheus Sales seja um jogador bom. Porém ele não teve destaque quando passou por equipes menores. Sequer eu considero ele melhor que Thiago Santos ou a aposta do momento Matheus Fernandes. Só lembrando o contexto da conversa, pois nossa ideias não diferem substancialmente: minha crítica surgiu de uma crítica direcionada ao Alanzinho. Não assisti a partida, mas ao que parece ele foi muito mal na partida em que o Palmeiras se classificou para as finais, eliminando o SP (nosso rival de base). Acredito que sejam precipitadas as críticas ou a ausência do nome dele entre os jogadores que citou. Por outro lado, usei o jogador de exemplo para alertar que na base pode não existir tantos talentos como imaginamos. O Artur tem se destacado no Bahia, assim como o Juninho (que já sabemos que não serve ao Palmeiras) e o Raphael Veiga quando ganhou título pelo Furacão, mas sabemos que tem limitações. A síntese da mensagem que pretendo passar. Podemos pedir maior presença de destaques da base no time titular, com uma mudança de cultura dentro do Palmeiras. No entanto, acreditar que a todo momento subirá alguém para ser salvação da lavoura está mais para a fé do que um critério objetivo. Por isso, não devemos nos descabelar com certas contratações, a pretexto de que seriam facilmente substituíveis pela base. Me causa estranheza quando colocam jogadores como Zé Rafael e Scarpa como sendo erros da diretoria. Eles não são decisivos como poderiam, provavelmente possam ser classificados como jogadores "medianos para bons". Todavia, dificilmente alguém da base corresponderia melhor do que eles. Até ontem pediam o Alanzinho no time principal, recentemente a própria torcida que defende a base tem ampliado a pressão no jogador. Isso serve de crítica aos desesperados que acreditavam que se o Vinícius Júnior teve destaque no profissional, a consequência lógica seria o Alanzinho corresponder simultaneamente, pois brilharam no mesmo campeonato sub-17. O tempo mostrou que o primeiro tinha condições físicas para explodir antes, enquanto o segundo pode se tornar um craque ou ser irrelevante no futebol. Não sabemos. Se não temos essa resposta, como planejar uma equipe a partir de jogadores em formação que possam ou não corresponder? Não é possível, razão pela qual defendo que a base deve ser aproveitada como complemento ao planejamento e não objetivo a ser alcança em 2021, 2050 ou 3000.
  11. Pensamos parecido. Porém não tem sido esse o tom utilizado nos debates. Nosso pensamento diferente quanto a base completar o elenco ou ser o cerne ou ponto de partida para a tomada de decisões. Não podemos fechar as portas para jogadores medianos para bons, pois a base não seria suficiente para ocupar esse espaço. Temos que considerar a impossibilidade de compor o elenco apenas com jogadores caros. O ideal seria ter dois ou três jogadores de linha para dividir o protoganismo com o Dudu na criação de jogadas, e mais 15 jogadores profissionais acima da média. Daí em dia completariam os jogadores com a base.
  12. Já? E como faz com todo o desespero para aproveitar a base? Não era culpa da diretoria e treinadores a falta de aproveitamento da base? Não é questão de por para jogar? Estamos falando do mesmo jogador que fez a carreira do VJ? Melhor que Carlos Eduardo deve ser, ou não? São perguntas para serem consideradas quando olharmos para a base como solução. 2019 será marcado como o ano em que não se aproveitou a base, para desespero de muitos, mas que não seria a solução.
  13. Já eu penso que o torcedor(es) que agrediu(ram) é/são idiota(s) e covarde(s). Poderiam simplesmente comunicar a segurança e por ser torcida única seria retirada, tendo o prejuízo do ingresso. Temos que parar de culpar as vítimas pelos crimes que acontecem.
  14. Tem ameaça que não pode ser feita, pois dá ideia de proposta. Se a mulher fala para o cara tomar cuidado, senão vai dar para ele. Pronto, o homem já ficará todo imprudente. Eu sendo o Mano repetia a frase. Se fizer isso com mais 4 ou 5 do elenco passado a aceitar o Mano. Então o Borja é estrela? Não concordo. Pode gerar mal estar? Pode. Pode fazer os outros correrem mais para não serem humilhados em público? Pode. Se a lógica de vedar críticas públicas estivesse certa, todas as empresas que praticam assédio moral quebrariam. Porém, o que se percebe é que muitas pessoas se dedicam mais em ambientes que propagam a cultura do medo. Exemplo: muitos alegam que a estabilidade no emprego gera comodismo. Um ambiente que ninguém pode ser criticado não funciona exatamente assim? E olhando o outro lado da moeda: Ah, os outros jogadores não admitem isso. É mesmo? E eles aceitam ficar armando um milhão de jogadas para o Borja errar todas, perder partidas e ser criticado e desvalorizado? Acho que esse apoio incondicional vai só até a página 2. Você defende seu colega de trabalho que não tem qualidades para estar ali ou mete o pau nele? O Palmeiras ficou 31 partidas sem perder e depois perdeu três jogos. Sim eu acredito. Corrigindo, 100% se eles ganharem 5 ou 6.
  15. É isso que digo sempre. O nível de debate proposto pela imprensa brasileira é muito raso. Eles vivem desses bate-bocas sem nexo nenhum, como se estivessem em uma mesa de bar. Se quisessem poderiam falar do Palmeiras a vontade. Porém, como eles não tem capacidade para esse tipo de análise, o máximo que conseguem é reclamar a bizarra e suposta falta do LA no lance do gol.
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