Exagerado

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  1. Ter fé e esperança traz conforto. Porém vai precisar de tempo também. Tem aí uns duzentos anos para esperar? rs Não temos os fatores econômicos necessários para acreditar num equiparação cambial. A projeção mais realista é o aprofundamento da diferença; não o contrário. Há quem já preveja o US$ em 4,15 ao final do ano. Nem consigo imaginar a tragédia que seria para economia brasileira o fortalecimento da moeda nesse momento. Paulo Guedes tá aí para corrigir esse movimento, caso especuladores tentem a valorização artificial do padrão monetário brasileiro. Muito melhor um caminho desapressado rumo a desvalorização do Real. Estou comentando só para provocar quem não gosta de "análise financeira". kkkk Dito desse modo, concordo com tudo. Não tinha captado a inteireza da mensagem anterior. É isso sim. Só acrescento que se vier alguém, nos moldes acima, será ótimo; como parece ser o caso do Ramires. Do contrário, se não mexer no elenco, estamos bem também para todas as competições. As vezes, menos é mais, como tem sido repetido em todos os cantos.
  2. Agora vai ser isso? Cada vez me surpreendo mais. Já é o terceiro que vejo tentar criar um novo mantra sobre a relação torcedor e analista financeiro. Quem se preocupa com custeio do time, em especial em apostas caras, tem sido coerente com o pedido de profissionalização do futebol. Ficou mais do que claro que a nova realidade do Palmeiras somente foi possível em razão da superficial tranquilidade financeira, ao passo que a recíproca é verdadeira, como os times cariocas e mais recentemente o Cruzeiro que está mergulhando num caminho sem volta de endividamento. Depois pensar se é caro ou barato, receitas e despesas, de modo rudimentar, está longe de ser uma analise financeira. O mais próximo disso foi quando se comentou sobre o balanço fechado. Ali e somente lá, pode ser dito como uma fração do que seria analise financeira, pois houve estudo do passado. Algo muito emocionante, mas pouco interessante ao grande público. A analise financeira é muito mais ampla. Se bem executada, caminha sempre uns anos para frente, no universo econômico já seria necessário projetar 2025 (no mínimo). Quem tiver mais acertos nessa análise terá muito mais chance de vitorias e provavelmente será o campeão. Em outras palavras, quem estiver sendo mais competente hoje na gestão de recursos será o candidato ao título, algo que o improviso jamais habilitará o time para esse cenário. Portanto, apesar de difícil ficar sem o Palmeiras e precisarmos de assunto, vamos parar com essa de que torcer não pode se preocupar com o custeio, Ele deve fazer isso, até para ser coerente. Sem esse cuidado, o torcedor fica se drogando com especulações como Alexis Sanches, vivendo de delírios, e passada a brisa jogam toda a fúria da abstinência no colo da Diretoria, como se ela fosse culpada do vício. Dali a pouco, mais especulação de cracks, mais frustração, mais fúria. E para quem sonha com Cavani no Brasil, vai ficar chato mesmo depois encarar a realidade. Esse jogador X, capaz de vir para o melhor time brasileiro na atualidade, desbancar o Deyverson em ótima fase e ser goleador, custará muito caro. Fato. Caso não dê certo, ficamos com o abacaxi e a conta na mão. Depois arrisca em outro, mais outro, mais outro, e quando percebermos a conta não fecha mais. A oposição assume e o resto da história já podem imaginar, porque vivemos o pesadelo. Nunca me esqueço do Wagner Traíra Gamba. Ajudou a afastar nosso título em 2009. Na época era o que todos pediam. Só faltava ele. Quando chegou bagunçou o vestiário. O jogador pronto para o segundo semestre e que fará sombra ao Deyverson, aceitará com entusiasmo o time alternativo, se necessário, com boa integração ao elenco é o Willian. Grande reforço para o segundo semestre. O trabalho do Mattos para essa janela é desinchar o elenco, buscando recolocação para alguns atletas sem oportunidades, e antecipar possíveis saídas e chegadas para 2020 e 2021, sem perder a estrutura do time. Talvez consiga vender alguém da base para aumentar as receitas. O trampo nem sempre é divertido, mas alguém tem que fazer o serviço chato as vezes.
  3. Pensando aqui. A matéria fala sobre o patrocínio diferenciado que recebemos da Crefisa/FAM, porém não cita uma única vez as marcas. Por outro lado, menciona a Adidas, Puma e até a RGT. Logo, poderia dar moral para o parceiro que segurou a bronca contra a maior emissora do país. Não o fez. Será que a superexposição política da "Tia Leila" foi um tiro no pé? Seria essa a razão pela qual, aparentemente, ela tem sido mais discreta esse ano? (Observação: quanto à expressão TIA LEILA, parece que ela mesma aceita, do contrário poderia soar pejorativa). E se não fosse a Leila e o que chamei de superexposição, o Galliote teria se reelegido e mantido a excelente administração? Temos que lembrar que a oposição vinha forte com a BlackStar (preocupante). Tudo risco calculado? Não parece bom para as marcas a pessoalização do patrocínio na figura da pessoa física. Nem sei quem são os responsáveis pela PUMA, mas sempre que posso faço propaganda espontânea dos produtos. Mudei meu perfil de consumo, me interessando pela marca. E nós, tão preocupados com o nome do nosso estádio (e justamente, penso eu), vejo que o nome Allianz Parque mais beneficia a W. Torres, pois destina apenas uma fração ao clube. De igual modo, não deveríamos sempre que possível, tal e qual, corrigir os rumos de conversas que atribuam a Tia Leila o maior patrocínio das Américas e não a Crefisa/FAM? São estas as perguntas que me vieram a cabeça após notar a falta de menção da Crefisa/FAM no ótimo texto.
  4. Concordo em tudo quanto ao tratamento a ser dado para imprensa tradicional. Porém mantenho que o comentário do Deyverson não trouxe nada de bom para ele, pois será ainda mais alvo das críticas daqui para frente. E não sou tão confiante assim que as pessoas não se deixam levar e que certos burburinhos podem atrapalhar em campo depois.
  5. Esse é o problema. Ele falou verdade e isso incomoda a mídia. Não cabe a ele fazer esse desafio contra o sistema manipulador de opiniões. Muito melhor é se manter discreto, no caso dele falar coisinhas engraçadas para o povo rir, e vencer as partidas. Calar os críticos em campo.
  6. Deyverson, sendo Deyverson. Cara, deixa a briga com a imprensa para o Felipão. Ele sabe o que fazer. Bate, assopra, bate e humilha, faz um afago novamente. Agora vem chumbo ainda mais grosso contra o Deyverson que parte da torcida vai comprar. Vai pagar caro por ter falado a verdade. Num hipotético revés, será o simbolo do fracasso. Nessas terras tem que ter muito cuidado para falar coisas certas, não pega bem. Mas sim, concordo com o Deyverson, centro-avante em melhor fase no futebol brasileiro.
  7. Momento de calma, sem euforia. (Ah, eu tô malucôôô, devo ser um dos mais empolgados) Não sei se baixa os "pontos de garantia". Santos está logo atrás. Não enche os olhos apenas porque estamos num momento fora da curva. Nosso sucesso será o maior problema, basta ver a saga que será a segunda quinzena de julho. (interessante que fora da mundo invertido que é o campeonato paulista, as coisas fazem sentido. Santos e Palmeiras lá na frente, enquanto gambás e bambis correndo para acertar as contas). Outro detalhe, já começaram a trabalhar em favor do Flamengo, basta ver a voadora com mão que deixou de ser marcada contra o CSA. A caixa de magias da arbitragem será proporcional ao sucesso do Palmeiras. A RGT não pode deixar o campeonato acabar em outubro. @Binho_1985 não dá para descartar o Santos assim não. Os resultados até agora parece que não foram por acaso e já no paulista eles mostravam que podiam chegar e incomodar.
  8. Obrigado a todos por fazer as honras. Lá no tópico de avaliação do técnico precisei dar uma ironizadinha por não ter visto sequer uma crítica. Aqui sim, depois de nove partidas arrasadoras era o momento de olhar o copo meio vazio e criticar nosso reserva. Ótimo, vamos manter esse foco e não deixar o espírito corneta morrer, pq do jeito que andam as coisas temo pela extinção (justificativa - foi brincadeira tá? Melhor explicar antes). Opa, opa, opa, onde pensa que vai com esse discurso. O Moises é a nova Gina, só podemos criticar. Falando sério agora, se o Ramires tiver condições físicas mínimas, pois acho que veio para 2020, o Moises perde muita chance de jogar. Aparecerá apenas no time alternativo e olhe lá. Concordo com o @NandoSEP As vezes me pergunto: as críticas todas ao Moises são justas? Vejo o tempo todo o pessoal lamentando não ser o jogador de 2016 como parâmetro de avaliação. Será que não é isso? Avaliamos o Moises com muito rigor pelo que ele fez, mas não pensamos que, para o cenário nacional, nosso jogador possui condições plenas de ser muito útil no elenco, melhor do que a maioria das opções que os outros times tem? Vdd que ele não foi tão bem hoje, mas já vi a turma pegando pesado com ele mesmo em dias que entrou para mudar o panorama da partida, como no jogo com o Santos. Que tal baixarmos o sarrafado dele? Ninguém rende mais ou melhor porque toma porrada o tempo todo. 2016 passou, estamos em 2019.
  9. Já que num veio nenhum corneta, sou obrigado a fazer as vezes: Não consigo esquecer. Amargo o resultado contra o CSA. Dois pontos fundamentais que devem ficar na conta do Felipão para quando precisar criticar insanamente. Só não entramos para história com 9 vitórias em 9 jogos iniciais por culpa do técnico do 7X1. Pronto. Se tem gente que não lembra quando perdemos pela última vez, não posso deixar morrer a memória póstuma dos corneta comedores de amendoim.
  10. Joga muito esse tal de Dudu. Poderia tranquilamente estar em um time de ponta na Europa que seria destaque. Como o @pazinatto propôs, vamos mudar a chavinha. César Sampaio (CS) X Felipe Melo (FM). Tranquilo, topo. Daí vem o colega e pá!!!! FM é mais técnico e habilidoso. Outro diz, no auge foi pau-a-pau. Cacetada, agora o debate ficou sério, vou pra briga! rs O CS era muito, muito técnico e tinha muita habilidade. Oh produção, alguém traz aqui o gol que ele fez contra os bambis em 93. Se precisa marcar gol contra o Corinthians, ele fez gol também. O CS além de habilidoso tinha muita criatividade, mesmo sendo o aspecto defensivo o ambiente com a maior parte das virtudes. Ele desarmava com lealdade, impunha respeito, tomava poucos cartões, fazia a transição para o ataque muito bem, liberando meias dessa função. Estou muito empolgado com esse time de 2019. Quero muito estar certo e podermos empilhar títulos ao final do ano. Não sei vocês, já reservei o dinheiro para o Chile e estou separando para o Qatar ou Japão (nem sei onde vai ser). Nesse cenário, tenho que reconhecer, o FM vem sendo fundamental. Sabemos que ele também é um jogador técnico (não mais que o CS), que teve carreira na Europa e foi destaque por onde passou (apesar de ter sido eleito o pior estrangeiro em atividade em um dos anos que esteve na Inter de Milão, acho que o último antes de ir para Turquia, mas até aí acho que foi sacanagem dos gringos). O FM é tão bom, mas tão bom, que pode se habilitar numa conversa envolvendo o CS. Mas só, depois que começam as comparações ele vai perdendo em vários quesitos. Acho que ele supera o CS apenas na capacidade de fazer aquelas ligações diretas. Nisso o FM é excelente. Porém, o FM talvez seja um dos caras mais azarados do futebol. Jogador fora de série, mas quando faz cagada num é pouca coisa e custa caro. Até quando ele faz a melhor partida no Palmeiras, sendo o melhor em campo, o erro custa eliminação, como na partida contra o Boca lá na Argentina, onde cansou no final e deixou de acompanhar nos lances que resultaram nos gols. Ou aquela expulsão no início da partida. Risco de expulsão existe durante os 90 minutos da partida, mesmo a versão paz e amor de 2019. O CS era o cara da segurança. Ergueu a taça em 99. Nem de perto tínhamos a preocupação que temos com o FM. FM é intensidade. Hoje não pode sair do time, concordei com a renovação, que termine a carreira aqui, porém sabemos que não se trata de "SE" ele fará nova besteira, mas "QUANDO" acontecerá a próxima merda do FM. CS era craque incontestável, o FM é um jogador acima da média. Tá aí a diferença.
  11. @Animal evidente que seguimos linhas de pensamentos parecidas, tanto que, igualmente, via de regra, concordo com suas opiniões e respeito as divergências. Até pelo alinhamento na maior parte das vezes, acaba me chamando a atenção para as diferenças. Normal e espero que possamos discordar e debater mais vezes, inclusive com a participação muito produtiva de outros foristas, como foi o caso, pois chegamos a um bom resultado de conversa dessa vez, mesmo sem o consenso. Além disso, entendi perfeitamente a "provocação"/brincadeira. Temos que encarar a vida com bom humor, tanto que prossegui com a conversa. Claro, passei a usar certa dose de ironia com o viés da brincadeira (mau hábito também rs). Não me incomodou e quem não aguenta "num desce pro play". Entendi o seu ponto de vista e ele não está errado, tampouco certo. Assim como eu fiz, na falta de elementos suficientes, utilizamos as informações disponíveis. Se a humanidade decidisse algo somente com as respostas precisas, sequer as grandes navegações existiriam, pois na mesma época que buscavam rotas de comércio, mataram um cara que disse ser a Terra redonda. Quantas vezes no nosso trabalho tomamos decisões importantes mesmo sabendo que os elementos que possuímos são insatisfatórios? Então podemos e devemos utilizar os dados disponíveis para discutir futebol também. Foi o que fez utilizando um critério disponível e inserindo um filtro de análise. Concordo com ele em partes, pois respondeu o "problema do Betinho" (que sabemos nunca ter sido um problema, foi mais uma das minhas animadas ironias). Porém, eu continuo com a dúvida sobre Borja X PN X Dudu, pois o Borja se encaixa no critério com o filtro, mas convenhamos, até aqui demonstrou ser pior do que os outros dois. Por fim, encerrando o debate PN X Dudu, como todos disseram lá atrás, ao pretendermos adotar um pouco de seriedade na conversa, percebemos o quanto é difícil sustentar posições para comparar individualmente bons jogadores, mais ainda se pertencerem de épocas diferentes. Me parece que essa foi a melhor conclusão de toda a conversa entre os diversos participantes do tópico.
  12. Legal que tenha lido. Soa desrespeitoso quando alguém responde uma mensagem e o outro desmerece dizendo que sequer irá ler. Claro que sei não ter sido essa a intenção. Vivemos num mundo com muita melindragem, não quero isso para minha vida, tampouco aqui entre nós. Palmeiras porra. kkkk E só para registrar, estamos somente conversando. Honestamente, não tenho a pretensão de convencer o @Márcio HT ou outras pessoas. Busco somente oferecer visões diferentes das que são expostas. O convencimento pertence a ele, o qual tem capacidade própria para avaliar se concorda ou não. Assim como você não concorda e aceito com naturalidade. Muito bem. No que interessa para a discussão, ao menos eu reconheci minha incapacidade parcial para tratar o assunto, inclusive indicando que adoto alguns critérios emocionais para suprir a falta de dados confiáveis. Sendo assim, pode me ajudar dando sentido para o debate? Na sua opinião, como definimos quem é o melhor finalizador? Basta ver o número de gols ou a média por partida?
  13. Mudando um pouco de assunto, já repararam que vez ou outra times específicos, um da Zona Sul de SP e outro no centro de morte de crianças no RJ, vez por outra acha umas negociações mirabolantes, acima dos EUR 30 MI? Já se questionaram sobre o motivo? Sem querer discutir sobre o Arthur poder ou não ser aproveitado no Palmeiras (eu pessoalmente penso que sim), mas EUR 12 MI, sem atividade ilícita no meio, é um bom valor de venda.
  14. Não me considero um grande conhecedor de tática, no fórum mesmo tem pessoas muito mais indicadas. Acho que estou na média dos amadores. rs. A sua pergunta foi muito difícil para mim, não consigo responder de plano quem seria o melhor finalizador. Aliás, é provável que sequer tenhamos consenso do que significa ser um melhor finalizador. Explico: qual a referência que devemos utilizar? - Se eu considerar o número de gols foi o PN; - Se eu considerar a razão gols/partida foi o PN também; Todavia, tentei pesquisar rapidamente, sem sucesso, outros números que indicassem para os dois jogadores sobre a quantidade de chutes ao gol, com erros e acertos. Algumas coisas nesse sentido até encontrei sobre o Dudu, mas nada sobre o PN. Por isso devolvo a pergunta: o que devemos considerar como critério para indicar o melhor finalizador? Se o @Animal estivesse lendo, ele parava aqui. Vamos introduzir o Borja na discussão. kkkkk Na carreira o PN fez 475 e marcou 149 gols. Isso implica na média arrendonda de 0,31 gols/partidas. Por sua vez, o Borja, até aqui, fez 128 jogos e anotou 50 gols, resultando na média de 0,39 gols/partidas. Por sua vez, o Dudu em 381 partidas fez 73 gols, com a média de 0,19 gols/partida. Como trabalhar com esses números? Vale aceitar que o melhor finalizador, entre os três, é o Borja? Mais um dado, o Borja foi decisivo na Libertadores de 2016 pelo Atlético Nacional. E agora, tendo uma Libertadores em que foi protagonista, posso dizer que é o melhor? Somente para se ter noção, se eu computar as assistências do Dudu, que foram 84 na carreira, como sendo um gol, ele teria a média de 0,41 participações. Será que isso indica estar o Dudu e o Borja próximos se passarmos a discutir capacidade de decidir partidas? Certamente que não. O que eu não consigo responder, por não ter a informação disponível, é quantos chutes foram necessários? Mais disso, quantos foram os dribles, roubadas de bola que ofereceram o contra-ataque, número de passes certos em direção ao gol (mais difíceis), espaço do campo ocupado ou percorrido? Portanto, caberia eleger os critérios a serem utilizados, cujos os dados necessitam estar disponíveis de modo fidedigno, para confrontar com precisão e de maneira objetiva o cenário ofertado e asseverar definitivamente qual o melhor jogador. Como não dispomos desse conjunto de informações técnicas e necessárias, nos vale a percepção geral de cada jogador, sendo relevante o aspecto afinidade, comprometimento, identificação com a torcida, momento do clube, outros jogadores de destaque em cada um dos períodos etc. Nesse caso, por todos os critérios subjetivos existentes, posso afirmar, sem dúvida, que o Dudu finaliza melhor do que o Paulo Nunes 98/99. Feitas as considerações @Márcio HT, acaso tenha trazido argumentos que você considere válidos, te espero deste lado da força. Apoiar e exaltar o PN não nos trará nenhum benefício daqui para frente, deixa ele fazendo os comentários ridículos e muitas vezes criticando desnecessariamente o Palmeiras. Ao contrário, exaltar o Dudu, torcendo por ele e acreditando com fé, pode nos ajudar com novos títulos. Abs