Tongue

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  1. Pessoal do Stromboli deve ficar cheia de orgulho ao usar a camisa do time que foi desenhada e leva marca Armani:
  2. O que diabos seria "orgulho de marca"?
  3. Problema não foi a qualidade foi time propriamente dita (se pegar a escalação do Flamengo vão ter bizarrices piores). Além de toda bagunça administrativa que tinha no clube, o trabalho do Muricy foi nojento de ruim, lembro bem dele mudando esquema do time praticamente no primeiro jogo (vitória contra o Sport com gol contra) e iniciar a derrocada coletiva da equipe.
  4. Ainda bem que no Brasileirão não acontece dessas.
  5. LéoLima foi daqueles lampejos que o Luxa ainda tinha. Trouxe um cara desacreditado, recuou e passou a jogar demais. Além dele, Kleber chegou jogando uma bola absurda. Era impressionante a imposição física dele, parecia um trem, teve um jogo que o time ganhou da Ponte no sufoco que ele saiu carregando o sistema defensivo da Macaca igual adulto leva uma criança. Inclusive, o futebol dele começou a cair assim que ele foi deixando de lado esse jogo físico pra apostar nas cavadas de falta. Outro negócio absurdo do Palmeiras, que trouxe o cara por empréstimo, ele correspondeu e não exerceu prioridade de compra (fazendo isso mais tarde por custo muito maior).
  6. Em termos estéticos não tenho nenhuma preocupação com a Topper, que vem com bons trabalhos recentes no Brasil quanto a isso. Problema da empresa é que não tem grife igual Adidas, aí muitos podem pegar no pé (sendo que a marca alemã faz coisas dignas de fundo de quintal no Palmeiras apesar de todo status).
  7. Caio Jr pecou pela inexperiência, mas ao todo fez bom trabalho, principalmente nas indicações. Gustavo, Pierre e Caio foram certeiros e contribuíram muito para o time. Além disso, teve saídas táticas boas, como quando jogamos em "árvore de natal" dando liberdade para os meias, fazendo futebol de um punhado subir. Seja pelo início de carreira em time grande, seja pela própria fase do clube, o Palmeiras esbarrou em coisas pequenas pra ir além na temporada: dependeu de uma goleada pra classificar no paulista perdendo pontos para pequenos, foi assaltado na CdB, mas precisou correr atrás de resultado depois de tomar um contragolpe absurdo no fim do jogo na ida e deixou escapar algo a mais no Brasileiro tendo desempenho fraco contra piores times do campeonato. Mesmo assim, deve ter sido o último técnico que vi no Palmeiras com alguma tendência a apostar na base do clube.
  8. Esse Paulistão foi bem inconstante, ganhamos jogos no sufoco (como contra a Ponte, Portuguesa), empatamos contra times pequenos, fomos derrotados em casa e tomamos paulada do Guaratinguetá. Salvo engano, o time chegou a bater uns quatro, cinco jogos sem vencer na competição. Só conseguiu uma sequência boa após a goleada sobre o SPFC, aí sim aumentando o nível de atuações.
  9. Time de 2008 é um tanto quanto superestimado. Mal durou um estadual (em que teve apenas um adversário) e tomou uma traulitada na CdB.
  10. Exato. Futebol brasileiro é extremamente dinâmico. Uma temporada abaixo da expectativa (o que não significa que foi ruim), uma eleição ruim e todas bases seguras viram pó. Bem lembrado do SPFC que falavam que iria ser o "Lyon brasileiro" e entraram em uma draga danada, assim como ninguém imaginária alguns anos o Inter rebaixado ou o Galo copando uma Libertadores.
  11. Ahhh, e o caso do Ilsinho foi um dos mais exemplares da relação do Palmeiras com a base. Demorou meses pra negociar, ensaiou valores ridículos e preferiu gastar no Amaral do que valorizar o atleta que estava aqui.
  12. Juninho e Gamarra fizeram uma primeira temporada muito boa, o que fez com que a diretoria acreditasse cegamente neles e não deu certo na temporada seguinte. Juninho exalava técnica, era um cara que você via pegar a bola, ajeitar o corpo e já sabia que iria meter a bola onde quisesse. Gamarra era outro que mesmo veterano deitava na zaga: tempo de bola, leitura de jogo, recomposição e coberturas, era uma aula ver ele jogar. Depois, Ricardinho que quase fez um dos gols mais bonitos da história do Palestra (foi atrapalhado pelo Enilton) enganou nos primeiros jogos, Valdívia que veio por "acidente" foi uma surpresa e tanto, Edmundo tendo canto do cisne por aqui e, talvez a grande decepção do período, Marcinho que não rendeu metade do que qualquer um projetava Em tempo: Marcinho Guerreiro teve uma fase absurda no absurda no Palmeiras.
  13. Esse time de 2004 era pra ter copado o Brasileiro caso não existisse Mustafá (que esse ano já elogiaram aqui no fórum). Dessa fase (um tanto antes, outros depois), Munoz, Corrêa e Osmar são um tanto quanto subestimados por terem jogado em fases horrendas. Tiveram passagem bem digna pelo clube.
  14. "Compensamos" a queda de 2002 com a campanha de 2014.
  15. Ninguém esquece do Marcos, só não concordo com essa forma de homenagem.