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Tongue

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  1. O Dorival eu não vejo tantos méritos, mas o Ceifador mesmo merecia ser menos desprezado pela torcida. Não só foi artilheiro do time do ano, como bem lembrado por você, ainda teve culhões pra bater - e bem - aquele pênalti. Esse pênalti é top3 de importância na história do clube.
  2. Impressionante como pouco se destaca a importância do Prass pro time não ter caído (de novo) em 2014.
  3. Precisa mandar ninguém. Só se livrar do salário e frouxidão já compensa.
  4. Postura do Palmeiras tá exemplar. Pra quem vivia dando bola fora extra-campo, merece todos elogios possíveis.
  5. Daquelas raras coleções que a camisa branca ficou melhor que a principal. Também costumo preferir o modelo dois dos uniformes de 2008 e 2005, por exemplo.
  6. Exatamente. Esse tipo de coisa vende, gera repercussão. Basta ver como abre os comentários de matérias como essas e tem milhares de pessoas com clubismo fuleiro "discutindo". Gera conteúdo na TV, gera conteúdo na internet e vai se mantendo em evidência - e consequentemente trazendo audiência ao programa/canal/"comentaristas. É uma via de mão de dupla: o jornalismo oferece lixo porque sabe que o pessoal se esbalda nisso, ao mesmo tempo adoram esse tipo de porcaria porque foram "educados" a só consumir isso pelas próprias emissoras. Palomino quando saiu da Espn chegou a comentar que a ideia dele era transformar a emissora em uma "Tv Cultura" dos esportes: jogos, análises, documentários, programas culturais (meio que dando continuidade ao que o próprio Trajano idealizava pro canal). Só que ele simplesmente não tinha como justificar as mudanças pros chefões já que socar 654 bate-bolas ao vivo esbanjava audiência na Tv e depois na internet. Pessoal não quer ver um PVC trazendo séries históricas, Rafael Oliveira analisando tática ou Lúcio de Castro fazendo dossiê sobre corrupção em confederação, querem é ver o Nicola inventando notícia, Alê Oliveira fazendo piadoca e Mauro Cezar virando assessor de imprensa sem pudor nenhum.
  7. Essa é uma das bizarrices que são geradas. Vão pegar momentos completamente distintos tanto do desenvolvimento do esporte, quanto do contexto de mundo e querer comparar de forma grosseira. Por exemplo, é até covardia comparar qualquer campeão desde meados dos anos 2000 até hoje com os times anteriores porque o futebol brasileiro foi simplesmente aniquilado em termos qualitativos. Aí pra poder "gerar debate" tem que ficar forçando coisas absurdas como achar que um William Arão pode ser comparado com Sampaio ou Jean improvisado na lateral com um Arce. E mesmo que ainda fossem insistir em algo do tipo, poderiam fazer de maneira muito melhor. fale mais sobre os times, como foram formados, qual imagem ele tinha na época pra imprensa e pro público. Bota algum dos 83773 comentaristas que eles tem pra assistir os jogos e detalhar como as equipes jogavam, busquem relatos de atletas que eram parte desses times e dos adversários pra comentarem, entrevistem jornalistas que cobriram as competições, etc. Mesmo sendo algo tosco, poderia gerar um conteúdo muito mais legal do que essas comparações bestas pra gerar "polêmica" e audiência baseado em clubismo infantil.
  8. Impressionante como imprensa ignora uma porrada de assunto pertinente e produtivo pra ficar enchendo linguiça com listas e comparações do tipo.
  9. Essa situação do Cruzeiro deve ir muito, mas muito além de erros/acertos de dirigente de futebol. Nenhum clube chega a isso por "apenas" incompetência. Nem se colocasse o presidente da Galoucura lá ele conseguiria acabar com o clube dessa forma.
  10. Da "maldição do camisa nove" pós-Love foi um dos melhores. Deve ter terminado a passagem dele pelo Palmeiras com média de meio gol por jogo. Nesse lance mesmo fez certo, deixou a bola bater nele do que ir de encontro a ela e correr risco de perder (aprendi isso com Edmundo e tomo como verdade hahah).
  11. Dorival se converteu em técnico bombeiro. Grande parte da carreira dele se resumiu em pegar time em zona de rebaixamento ou virar tampão. Raras vezes consegue estabelecer algum trabalho mais longo, provavelmente apenas no Santos onde acaba sendo mais tolerado. Precisa retomar alguma sequência positiva (dentro e fora de campo) pra voltar a ter parte da moral que já teve. E hoje não é melhor que "ninguém", não é porque Luxa está muito longe de ser boa opção que qualquer aleatório passa a ser melhor.
  12. Marcos (apesar de atormentado por lesões, teve inúmeras partidas memoráveis no período) Arce (não jogou tanto assim em termos de tempo, mas sobre em relação a qualidade) Mina (foi absoluto enquanto esteve aqui, sobrava no alto e no chão) Gomez (combina perfeitamente os atributos técnicos pra zagueiro e imposição física) ZéRoberto (sobra em qualidade técnica e inteligência de jogo) Pierre (passou anos segurando sozinho o piano por aqui) Assunção (salvou campanhas ridículas e foi decisivo em título nacional) Alex (muito mais qualidade que qualquer um no período) Valdívia (CXavier foi até mais efetivo, mas não teve impacto que o chileno teve por aqui) Dudu (decisivo em três títulos nacionais) Barcos (último centroavante que gerava esperanças pra valer de decidir jogos) Téc: Felipão (entre muitos altos e baixos, mas foram dois títulos nacionais)
  13. Acho o Marcinho a versão mais nova do MRocha, a diferença é que por ser mais novo ele ainda tem chance de evoluir, já MRocha é isso aí mesmo.
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