Tongue

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  1. Precisa nem ir ver as opiniões dos jornalistas pra perceber o baixo nível da imprensa quando essa comparação "1x1" é tão comum nos programas esportivos. Gostam de pagar de modernos e estudiosos e enchem linguiça de programa com esse tipo de superficialidade.
  2. Por aí. Eu tenho lá ressalvas a atacante que não tem lá muita simpatia em fazer gol (e que convenhamos não chegam a cinco no país), mas Deyverson está longe de ser mero trombador pra escorar bola. Sabe se movimentar bem, ótimo no pivô e no jogo físico contra zagueiros, consegue dar continuidade positiva as jogadas, tem passe e visão de jogo relativamente boas e tem senso de posicionamento bem considerável.
  3. Pelas entrevistas de Felipão e alguns atletas do elenco (salvo engano, uma coletiva do Weverton isso ficou mais claro), era perceptível que a comissão técnica buscava mudanças e não estava contente com o que se apresentava até então. Além disso, mesmo dentro de campo eram visíveis modificações na forma como o time procurava se comportar, mas elas ainda eram lentas e longe de conseguirem se converter em eficiência logo de cara - o que já era esperado. A grande questão é que muitas vezes os rótulos acabam superando a realidade e aí a imagem fica distorcida. Aí Felipão carrega a sina de ser "teimoso, retranqueiro e que gosta de casquinha e chutão" e a análise do jogo em campo fica distorcida. Até cheguei a comentar e mantenho a impressão: Felipão está muito - mas muito - menos teimoso do que já foi, pelo contrário, dá pra perceber como ele está aberto a variados tipos de mudança (desde delegar maiores funções aos auxiliares até na questão de elenco), até por isso eu dava uma economizada nas críticas no rural. O jogo era medonho, mas pela postura dele e alguns aspectos em campo era perceptível necessidade de mudança e evolução.
  4. Derrotado novamente na Taça Posse de Bola. ----------- Time não teve falhas, amassou o adversário, as substituições foram corretas e a equipe toda está em evolução.
  5. Qualquer clube normal o time colecionar títulos na base igual estamos fazendo seria estímulo ao seu uso, aqui acaba jogando contra porque não foi campeão atropelando o adversário hahahaha. -------- Scolari usa o base quando necessário, fez isso no Grêmio. Agora se oferecem atletas mais veteranos, ele tem tendência a usar menos mesmo. Cabe a direção ter uma política real e decente de aproveitamento de base no principal. Se for continuar pagando dezenas de milhões nas apostas dos outros fica mais difícil dar espaço para os atletas aqui mesmo.
  6. Pronto, agora a base não precisa ter espaço porque nãoo conseguiu ser campeã(!!!) sem tomar sufoco hahahahaha.
  7. O que seria "sério" ou não?! O placar agregado seria número de volantes em campo hahahahaha.
  8. Mano e Felipão devem ter tido princípios de ataque cardíaco assistindo esse jogo, com eles o placar teria sido o número de chutes no alvo hahahahaha.
  9. Postura de time que sobra financeiramente em sua liga: investe pesado somente pela aposta que ainda precisa de longo tempo pra poder agregar tecnicamente. Só espero que esse tipo de ação não signifique depois que irá deixar de fazer investimentos prioritários porque "cobertor está curto no caixa pra poder contratar". Se não impedir que o time faça o que tem que fazer, que continue assim. Basta ver a bizarrice que foi o caso do ESantos que ninguém lembra ou se dá ao trabalho em passar pano porque o time copou um brasileiro.
  10. Que futuramente também pode ser emprestado sem ter tido uma temporada completa no time (e não seria a primeira vez que o clube faria isso). E não cravo como "planejamento" gastar uma nota em atleta que ainda precisa ser lapidado pra ter chance de disputar vaga na temporada. Se for pra investir o que foi investido que seja em alguém pra contribuir "desde já" ou se está disposto a dar meia temporada de preparação específica pro atleta que se aposte nos jogadores do próprio clube então.
  11. Hoje (metade de maio) foi prejuízo de 15 milhões, já que nem em campo o jogador pisa. Potencial pra agregar ao time tem, vamos ver se recebe oportunidades reais de jogo antes de ser desovado por empréstimo em outro clube (o que não seria inédito no passado recente do Palmeiras). ----- Deixando claro: não sou crítico da contratação do MFernandes, pelo contrário, acho um jogador que mostrou boa qualidade, tem características que completam o elenco e enorme potencial para se desenvolver além do que já mostrou nos tempos de Botafogo. Minha crítica é que pela atual situação dele - batendo quase um semestre inteiro sem jogar - o time investiu pesado em um atleta que ainda não agregou nada ao clube. "Ah, mas ele veio subnutridos, lesionado, com vermes, etc. e precisava de preparação diferenciada" - Ora, em um semestre isso não foi possível? Além do mais, o time então investiu quase duas dezenas de milhão em um jogador que precisa de meia temporada para ser desenvolvido para estar minimamente apto a competir por espaço no time titular? Então não teriam outras prioridades para o dinheiro investido nele?! O Palmeiras não está nadando em dinheiro, já teve que vender atleta que nem estreou como profissional pra acertar caixa, vai ter que gastar com contratação de Gomes, deveria gastar com outro zagueiro de mesmo potencial, além de gastos possíveis com outros nomes e situações. Nesse contexto, o quanto faz sentido gastar tanto dinheiro em uma aposta que não está pronto para contribuir minimamente desde já? E nesse cenário, o quanto a comissão vai confiar em um cara que mal jogou no ano nas fases mais agudas da temporada? Isso que estamos falando de um setor que ano passado claramente sentiu as pernas no final de temporada, fosse BHenrique se arrastando nos minutos finais das partidas ou FMelo assistindo o jogado três passos a frente dele finalizar sem ter forças pra dar combate. Não consigo naturalizar uma situação em que o time investe pesado em um jogador que chegando no final do primeiro semestre não teve tempo mínimo de jogo em um elenco que é rodado com frequência acima da média no país e aceitar como justificativa que ele foi contratado, mas ainda precisa ser desenvolvido pra contribuir minimamente (isso vindo de um jogador que teve alto custo depois de temporada como titular de time grande e não uma aposta oriunda do interior com custo "zero").
  12. Ou seja, gastaram 15 milhões em um terceiro reserva.
  13. Diferença de custos e tempo para finalmente poderem agregar ao time (não precisaram demorar seis meses pra isso). *Exceção feita ao Scarpa, tanto pelo contexto turbulento, quanto por ser claramente de uma prateleira acima dos outros jogadores citados.
  14. Só espero que não deixem de contratar para opções prioritárias (como um zagueiro) porque resolveram investir em um atleta que não está disponível para jogo (aliás, impressionante como Palmeiras tem facilidade em investir e apostar em atletas de outros clubes mesmo não estando prontos).
  15. Então pagaram 15 milhões em um atleta desnutrido e contundido. Genial...