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    • No Brasil tudo me parece passageiro.  Outras decadas era SP e Santos, outros anos era Fluminense... Se for parar pra pensar, essa e' a primeira vez que comecamos a formar de verdade. O que me preocupa e' como o clube vai capitalizar os processos que existem hoje para que a maquina continue a funcionar mesmo com a saida de profissionais que hoje aqui estao como o Sampaio. Afinal ele nao e' imortal.
    • Esse e' exatamente meu ponto... O amigo na pagina interior quis inferir que eu estava justificando a nao expulsao, o que nao tem nada haver - deve ter sido ma interpretacao de texto dele ou ma' explicacao de minha parte.  Que o Pulgar merecia ter sido expulso e' obvio para 101% dos palmeirenses...  
    • O cara usa a não expulsão como fator que prejudicou e não se pode usar o fato de jogar com dois a mais pra criticar. Não faz sentido isso. 
    • Esse treineiro não me engana mais desde 2023. Como tu mesmo frisou bem, no papo desse ai cai quem quer. Mas para quem curte, pode ficar a vontade.
    • Entendo que o modelo de negócio do jogador de base passa muito mais pelo empresário e família do que o próprio jogador. O que precisa ficar claro para o empresário é que o jogador tem que ir já pronto para a Europa. Se ir cedo demais, corre o risco de não dar certo no clube grande e ficar pingando entre clubes médios e pequenos, correndo o risco da carreira não decolar como imaginado. Acho que o caso do Endrick é uma boa demonstração disso. Por mais que o empresário e a família queiram uma venda mais precoce para ganhar dinheiro, não tenho dúvidas que se esperar mais um pouco no Brasil e o jogador estiver mais preparado, a venda mais ser feita por um valor ainda maior. Entendo também que tem a vontade do jogador em atuar nas maiores ligas do mundo, mas aí que vem a estratégia do clube formador. Aqui no Brasil, ele será a grande atração do campeonato, já na Europa, será só mais um dentre tantos outros ótimos jogadores. Além disso, o próprio clube formador tem que seduzir o atleta. Aumento de salário, participação ativa no marketing do clube, dentre outras ações fazem com que o jogador se sinta prestigiado e não tenha tanta pressa em sair. O grande trunfo do Palmeiras atualmente é que não precisa desesperadamente vender tanto jogador para equilibrar as contas. Penso que é possível escolher qual jogador pode segurar e qual jogador pode ser vendido. Enfim, não é uma equação fácil de resolver, mas é bem possível. Basta ter boa vontade.
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