Se ganhar “só” a Libertadores: tudo terá valido a pena, fim de ano sensacional.
Se ganhar “só” o Brasileiro: sensação de ok, mais um título relevante para a coleção.
Se ganhar “só” a Copa do Brasil: legal, mas com sensação de ficou faltando algo mais.
Se ganhar dois desses: muito bom, mesmo que nenhum seja a Libertadores. Se um deles for a Liberta, aí é sem palavras para descrever!
Se não ganhar nada: a Leila DEMITE o ex-amor da vida dela. Aposto que demite, ainda que na forma de “decisão de ambas as partes”. Leila não vai entrar no último ano da gestão correndo risco de não entregar nada de relevante, que seja fruto do próprio trabalho.
Cheguei à conclusão de que ELE NÃO TEM COMPETÊNCIA e de que NÃO QUER MUDAR DE VERDADE. Talvez até por saber que não consegue. Quando a gente acha que vai mudar, como o jogo contra o Coritiba nos fez pensar, em duas partidas no máximo a realidade bate à porta.
O que nós temos visto não são triangulações ou tabelas curtas, são passes para-frente-e-para-trás que não se transformam em jogadas pensadas, em nada.
Nunca é demais repetir, Abel já declarou que o último terço ele deixa para os jogadores. Lava as mãos, como ficou claro na última coletiva (faltou inspiração).