Pois é.
Por enquanto, são situações bem diferentes...
Esse Heitor sequer jogou no profissional ainda e, até por isso, se a oferta for real nesse valor, considero uma boa venda.
Já a questão do Kevin foi outra, o cara arrebentou na copinha, subiu pro profissional e sempre entrou bem, sobretudo num jogo dificílimo de semi-final de libertadores quando a vaca já estava indo pro brejo (onde os "engenheiros de obra pronta" já o pediam no time há tempos) para, inclusive converter gol do penalti (quando um bando de cagão dos "profissionais" se furtaram de assim fazer) e depois sumiu do time, até ser despachado.
Disso não tenho dúvidas rs
É só a gente que é pego "pra exemplo" desde sempre.
Poderia citar inúmeras bizarrices que palmeirenses aqui já estão careca de saber, desde punição ao Valdivia pelo terceiro cartão amarelo até as questões dos entornos do (até então) Allianz.
"Aos amigos, os favores; aos inimigos, o rigor da lei"
Na minha opinião o ideial seria sair do clube quando o atleta da base subisse aos 18 e jogasse no mínimo 2 anos no profissional, daí o clube pelo menos desfrutaria 2 anos com sua cria, mas os clubes ficam desesperados para vender pq depende de vendas