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Il Palestrino

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  1. Um vencedor com uma carreira incrível. Toda saúde e paz em sua vida. E obrigado por tudo, grande Dracena.
  2. Eu tava puto, mas ao ver esse vídeo da Leila fiquei deprimido. Não dá pra pior. Melhor dormir porque a vida não tá ganha.
  3. Não é dos piores, mas a covardia dele está se assemelhando a do Tirone.
  4. No caso do Palmeiras, o clube tinha pouco dinheiro e não foi criativo ao contratar com o pouco que tinha. Sim, foram segundas ou terceiras opções escolhidas pelo Gareca — e neste sentido, talvez apenas neste, ele tenha cometido erros capitais. Foi uma pena. Em um universo alternativo, com o Gareca sobrevivendo a 2014, não tenho dúvidas de que a segunda metade desta década teria sido (ainda) mais palmeirense e menos corintiana-cruzeirense. Não consigo perder o senso de proporção. haha. Tem muitas coisas no Mano que me irritam, mas ele está numa categoria superior a do Gilson Kleina.
  5. Scarpa é um dos poucos jogadores desse elenco que sabe fazer gols. Ainda quero vê-lo com uma sequência maior. Porém... Não gosto de falar sobre atributos pessoais, mas um dos seus grandes problemas é a falta de foco: muitos interesses na vida e hesitação nas decisões, muita teoria e pouca prática. Acho louvável a tentativa de ler para se informar e até mesmo para se instruir, mas algumas decisões precisam ser tomadas: em janeiro, ele completa 26 anos de idade e, para um jogador do seu talento e inteligência dentro de campo, o péssimo vigor físico e a quase nula consciência tática prejudicam demais a consistência do seu jogo. Se ficar — o que espero —, espero que se tenha uma conversa franca neste sentido.
  6. Excelente contratação para 2020, pois o morrinho artilheiro não tem feito os gols que se espera. Avanti!
  7. Respeito e admiro muito a trajetória do Marcos, mas não acho nenhum jogador indiscutível e aprecio pontos de vista diferentes.
  8. Jogar melhor do que este Corinthians não é parâmetro algum para análise do desempenho do time, não concorda?
  9. Eu acho que os críticos do Marcos estão equivocados, mas respeito o direito de opinião deles. Está muito desagradável ver os usuários sendo ofendidos ou chamados de corintianos só por apresentarem um ponto de vista diferente sobre qualquer coisa.
  10. Sem palavras, cara. Gesto inspirador. Muito feliz pelo presente que o Marcos proporcionou ao Fabio.
  11. Não sou um entusiasta do trabalho do Rodrigo Caetano, mas sempre o achei, no mínimo, no mesmo nível do nosso outrora superestimado diretor executivo de futebol. Sempre demonstrou alguns atributos que eu não encontro no Alexandre Mattos: estratégia, criatividade e alguma linha de divisão saudável na relação com os jogadores — explico melhor: Mattos fica muito amiguinho de certos jogadores. No entanto, é preciso dizer que neste caso, o trabalho do Caetano foi mais fácil: o Internacional não disputa mais o título. O argumento para a contratação de um treinador de segundo escalão até o fim do ano parece ter sido: a) o Internacional não briga por título, mas precisamos de alguém para classificá-lo para a Libertadores; b) alguns treinadores de segundo escalão têm realizado trabalhos ruins com elencos mais fracos, talvez a oportunidade de treinar um time melhor e classificá-lo para a Libertadores o recoloque em evidência; c) é o tempo que precisamos para buscar um treinador com uma visão diferente, mais alinhada ao que Sampaoli e Jesus fizeram neste ano.
  12. Confesso honestamente que sou um dos que têm receio de defender o clube. Sempre achei o foco nesta questão de defender o clube nas decisões dos árbitros em campo extremamente prejudicial para o desenvolvimento de uma identidade no jogo. Se jogássemos bem — não precisa ser nada excepcional —, talvez a questão se tornasse mais relevante.
  13. E a pior coisa é que ele é muito esperto. Ele dribla a imprensa na coletiva. Nossa, cara, que vergonha desses jornalistas... Ainda deixam o Mano finalizar a coletiva com uma frase como “verde é a cor da esperança”, com um sorriso claramente zombeteiro nos lábios.
  14. Reparem no cinismo do Mano Menezes. Ele quer falar sobre o cansaço físico de Felipe Melo e Bruno Henrique, mas quem é o responsável por propor uma alternativa razoável?! Ainda mais num jogo em casa, contra um time reserva, em que tínhamos tudo para partir pra cima. Ciente deste esgotamento pós-clássico que ele mencionou na coletiva, poderia claramente ter usado outro nome ali.
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