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    • Eu não odeio o Abel, eu amo o Palmeiras. Se o Abel der a volta por cima e fizer um bom trabalho eu estarei feliz pelo Palmeiras. 
    • Eu sei disso, mas minha resposta foi com base no colega que disse que talvez tinha sido a primeira vez que o Scaloni viu o Giay jogar. 
    • De uma coisa estou convicto rsrsrsrs: aqui no forum tem "extremista" de ambos lados que tem mais gosto ou impeto por "brigar" (sim, sim "debater" rsrsrs)  e (tentar) ter a ultima palavra do que gosto pelo que esta' debatendo! 
    • Acho que é o que tenho seguido. Sempre tento debater com quem penso diferente. Tentar ver se a pessoa apresenta algo que eu não esteja vendo. Me pré-questionar sobre o que eu penso e sempre estar construindo meu atual juízo de valor.  Quando é possível ter troca seguimos. Quando se apresenta análise e a pessoa começar a ir para um caminho mais estridente vai receber reciprocidade. Ao menos levo isso comigo.  Concordo. Seria o ideal.  Não acha que essa parcela caberia a diretoria e a comissão fazer um caminho e campo para tal? Essa bolha sem avaliar a necessidade dos impactos que há dito num pode contribuir para essas cisões? Dando o exemplo prático, quando se cunhou a expressão do "verdadeiro torcedor". Aquilo ali foi um estopim e ponto de cisão que ainda reflete e muito. As entrevistas da Leila indo se defender e jogando a instituição que ela preside para merda também, certo? Na fase boa, ao invés de assimilar o que aconteceu e entender o torcedor e saber puxar a opção foi de manter a corda esticada. Quantas vezes o Abel num citou que foi xingado mesmo numa fase positiva? Num caberia a presidente ter sensibilidade e orientar ali? Ou a presidente pensava igual? Vê? São muitas camadas e fatores.  Duvido que se fosse o Paulo Nobre num chegava e falava com ele para ajustar isso e fazer trazer o torcedor para si. Como ele mesmo fez deixando os interesses da organizada de fora e todo torcedor comum apoiando a gestão dele.  Sim, o principal a ser debatido é o futebol jogo a jogo e em progressão.  É que alguns querem esquecer e achar que vai tudo se renovar e a análise tem que ser só do ano em vigência. Nisso vou discordar. Não dá para deixar de por em análise algo continuado. Os debates vem desde 2023 com problemas bem parecidos. Essa que é a questão. Quando há repetição de fatores isso começa a aumentar o desgaste naturalmente. Não consigo realizar essa separação sem trazer o acumulado disso tudo do período inteiro.  Mas, sim, na medida de tudo não dá para ser 8 ou 80.  Só que muitas vezes essa repetição causa a sensação de probabilidade de repetição de padrões e padrões de que não conseguimos vencer (sejam lá os fatores a se elencar para mitigar isso). Eu não vejo diferenças das últimas temporadas desde 2023. Talvez agora no perfil de contratações finalmente ajustado. O que muda o ano de 23 para os de 24 e 25 foi só uma coisa. O Fator externo de termos um concorrente que ruiu de forma histórica e que vencemos o confronto direto por grande parte de uma individualidade vinda da base. Creio que sobre o apontamento de 8 ou 80 o que vá pesar mais é essa acumulado. O primeiro gol foi sim. O segundo não. Mas, e toda a marcação do jogador indo pelo meio de campo sem combater algum? Aliás, tomamos o mesmo gol contra o botafogo e contra o Vitória. Ou seja, jogos sem cansação necessário. VÊ? Não parece um problema maior do que um simples jogo de esgotamento como apontado? No segundo gol tivemos muito fragilidade de possibilidade de cortes de outros defensores que não o Gomez. O próprio Fucks e o Marlon tocam a bola e fazem desvios leves. Aliás, o Marlon efetivamente não corta a bola e sobra para o cara finalizar e fazer o gol nos lances do segundo gol do Vasco e o do Botafogo (não seria o preço de ter contratado um camisa 8 para ser 5 que muitos sempre apontaram?).  Quanto desses pivôs mal feitos nos gols que sofremos assim sendo 2 o Murilo indo dar o bote não são decorrente dessa marcação de encaixe individual que a comissão preferiu optar por? Foram três dessa forma em diferentes cenários com ou sem descanso.  Contar o Mirassol com 10 min de jogo sofremos duas chances claras de gol. Contra o Botafogo o começo do jogo nos primeiros 10 min sofremos uma e estávamos acuados e afobados.  Um gol muda tudo. Contra o Mirassol e Vasco fomos eficientes e pouco criativos. Em um deu para conquistar o resultado no outro não.  Se for externar isso poderia acontecer até no jogo do SP.  Mas, o problema da ineficiência ofensiva não é a observação. Duvido muito que alguém tenha se sentido tenso no jogo contra os Trikas. Diferente do contra o Botafogo. E perdemos mais chances contra o Botafogo. O que muda é o aspecto defensivo.  Como muitos citavam aqui. Uma coisa é querer se postar para defender e sair em contra ataque após ter vantagem. Agora, se postar para defender e não conseguir que num dá. E s[o tivemos êxito pleno nisso contra os Trikas e em nenhum outro tivemos isso. Não atoa o Carlos Miguel é o Goleiro que mais teve que fazer defesas (essa era a métrica até esse jogo contra o SP). Concorda que já tivemos essa mesma situação e após tempos sem jogos maltamos pior? E muitas vezes tivemos esses tempos sem ter esses fatores de jogadores convocados. Essa que é uma parte muito cara a mim. Se de fato, voltar e ajustar e manter o nível será uma surpresa já que não tem sido essa a constante. Isso diz sobre o trabalho da comissão de forma mais destacada. 
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