único jogador que copnsegue recuperar a bola em uma zona perigosa. Consegue combater e disputar as trocentas bolas longas. Efetivamente consegue puxar e afundar as linhas para ter algum espaço. Sem ele ficamos um time completamente dócil. Malemá a depender de uma jogada ou outra do Flaco. Bola parada vadia e assim vamos indo.
Quando falamos que existe involução no trabalho é isso. Aumento da qualidade tendo jogadores mais técnicos e gastando horrores com isso e mesmo assim time perdendo formas de jogar e solidez do que antes era bem feito. Essa é a síntese desse trabalho. Blindado na fé cega a quem já entregou com menos e com muito mais não faz nem de perto do que quando tinha menos.
Exatamente, antes tínhamos solidez defensiva. Hoje, diversas vezes nos postamos para defender e cedemos diversas chances. viramos uma peneira tremenda e isso é notado desde 2023. Em números totais não muda tanto de gols sofridos. Agora de chances claras cedidas e finalizações sofridas com toda certeza isso aumentou e muito. Lembro de destacarmos essa questão desde esse ano. Desde então nunca mais conseguimos exercer uma função primordial que é defender bem para a forma como ele vê o que é o futebol.
Único jogo tranquilo que tivemos foi contra os trikas (das semis e teve o lance que poderia mudar que foi o pênalti - superdimensionado pelo gol perdido do Piquerez). De resto, em todos os jogos sofremos MUITO defensivamente.
Concordo contigo. Questão da forma como ele vê o jogo vamos ter muitas dificuldades de pegar os melhores times. Se um time que venha propor encaixa uma marcação alta estamos no sal. E ficar esperando até os mais fracos virem nos atacar para termos espaço? Viver para jogar tendo que ser atacado e não conseguir defender não precisa muito para perceber que isso vai dar ruim.
Pessoal não pode esquecer que não é só zagueiro e laterais que o time ainda precisa, mas o pior é que só tem o Vitor Roque que joga mais avançado, o Sosa não conta. Vitor não joga acabou o ataque fica dependendo só do Lopez achar uma jogada ou outra como ontem